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Polônia pré-seleciona o H225M Caracal

Airbus Helicopters H225M Caracal

H225M Caracal (Foto: Anthony Pecchi – Airbus Helicopters)

O Airbus Helicopters H225M Caracal foi pré-selecionado para reequipar as Forças Armadas Polonesas. O número de equipamentos a ser adquirido, entretanto, foi reduzido de 70 para 5o unidades, que serão fabricadas localmente.

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Empresas apresentam suas propostas para o novo treinador da Polônia

O Hawk concorre para ser o próximo jato de treinamento polonês. (Foto: raf.mod.uk)

O Hawk concorre para ser o próximo jato de treinamento polonês. (Foto: RAF / MoD UK)

O Ministério da Defesa polonês informou que quatro empresas apresentaram suas propostas para o novo treinador a jato da Polônia (Poland’s advanced jet trainer – AJT).

São eles: Aero Vodochody, tcheca, oferecendo o L-159T1; a Alenia Aermacchi, com o seu M-346 Master; a BAE Systems, com o Hawk AJT; e a Lockheed Martin UK, provavelmente com o T-50 Golden Eagle, que foi desenvolvido em conjunto pela Lockheed Indústrias Aeroespaciais e a Coréia.

O porta-voz do Ministério, Jacek Sonta, disse que a inspeção de armamentos vai agora começar a avaliar se os candidatos satisfazem os requisitos.

Das quatro empresas, apenas a BAE Systems comentou publicamente sobre a sua participação na competição. “A BAE Systems confirma que apresentou uma resposta ao anúncio do concurso para a exigência AJT da Polônia e aguarda as discussões sobre esta oportunidade. Nossa oferta será baseada na comprovada no seu jato de treinamento Hawk Advanced Jet Trainer”, diz Paul Dawkins, chefe do Hawk AJT para a Polônia.

Varsóvia está interessada em adquirir oito aeronaves AJT. Extra oficialmente, as negociações técnicas irão começar em meados de julho, e as ofertas finais devem ser apresentadas em novembro. O vencedor será escolhido no final do ano.

FONTE: Flightglobal – TRADUÇÃO e ADAPTAÇÃO: CAVOK

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Força Aérea da Polônia inicia competição para substituir antigos jatos de treinamento TS-11 Iskra

A Força Aérea da Polônia pretende substituir suas aeronaves de treinamento em combate TS-11 Iskra. (Foto: Mariusz Adamski)

A Força Aérea da Polônia pretende substituir suas aeronaves de treinamento em combate TS-11 Iskra. (Foto: Mariusz Adamski)

O Ministério da Defesa Nacional da Polônia anunciou a competição AJT (Jato de Treinamento Avançado) para o fornecimento de oito aeronaves de treinamento de combate para a Força Aérea do país.

De acordo com a publicação Jane’s, um representante do Ministério de Defesa polonês teria dito que o concurso está aberto para as aeronaves M-346 Master da italiana Alenia Aermacchi, o Hawk 100 da britânica BAE Systems, o T-50 Golden Eagle da sul coreana KAI (desenvolvido em colaboração com a norte americana Lockheed Martin), e o L-159 Alca da República Checa. O custo do concurso será anunciado posteriomente.

Para apresentação das propostas, os potenciais licitantes devem apresentar suas candidaturas até o dia 2 de abril de 2013. Sob os termos do concurso, de 10 a 30 por cento do contrato deve retornar em negócios com empresas polonesas.

A Jane’s disse que a aeronave vencedora do concurso deverá substituir os antigos jatos de treinamento TS-11 Iskra, que estão em serviço desde 1964. A Força Aérea da Polônia possui atualmente 47 aeronaves TS-11, e para fins de treinamento de combate a Polônia também possui 23 turboélices PZL-130 Orlik e 12 jatos norte americanos F-16D Fighting Falcon.

Em 2010, a Polônia anunciou uma competição LIFT (Lead-In Fighter Trainer) para o fornecimento de 16 aviões de treinamento de combate, mas em outubro de 2011 a competição foi cancelada. Para a compra de aeronaves de treinamento, o país estava preparado para gastar US$ 473 milhões.

Entre os potenciais licitantes em 2010 também foram convocados os jatos M-346 e T-50. Estes aviões seriam para substituir os antigos Su-22. Além disso, o novo sistema seria destinado para preparar os pilotos de F-16 da Força Aérea.

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IMAGENS: Força Aérea da Polônia se despede do último An-2T

O ú ltimo An-2T a voar com as cores da Força Aérea Polonesa. (Foto: Bartosz Bera / Polish Air Force)

O ú ltimo An-2T a voar com as cores da Força Aérea Polonesa. (Foto: Bartosz Bera / Polish Air Force)

Após 56 anos desde a entrada em serviço, a Força Aérea da Polônia se despediu das suas últimas unidades do avião utilitário PZL Mielec An-2 “Colt” – a aeronave que por mais tempo operou junto com os militares poloneses até então. A cerimônia oficial ocorreu no dia 14 de dezembro de 2012, junto a Escola de Aviação na 42ª Base Aérea em Radom-Sadkow.

A aeronave An-2T "0852" durante seu último voo.

A aeronave An-2T “0852” durante seu último voo. (Foto: Bartosz Bera / Polish Air Force)

A última aeronave do tipo a voar nas cores da Força Aérea Polonesa, foi o An-2TD “Colt” com matrícula 0852 (número de série 1G10852), que decolou da base em Radom. Esta específica aeronave saiu da linha de produção no dia 14 de agosto de 1969, e começou a operar a partir do dia 15 de agosto de 1969. Até o seu último voo, o An-2T “0852” atingiu 6.830 horas de voo e mais de 14 mil pousos.

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A cerimônia de despedida da aeronave An-2T com a Força Aérea da Polônia contou com a presença do Comandante . (Fotos: Miros?aw Cyryl Wójtowicz / Polish Air Force)

A cerimônia de despedida da aeronave An-2T com a Força Aérea da Polônia contou com a presença do Comandante Lech Majewski. (Fotos: Miros?aw Cyryl Wójtowicz / Polish Air Force)

Na cerimônia de despedida esteve presente o piloto general Lech Majewski, o comandante da Força Aérea Polonesa. Ele olhou para aeronave e disse: “Adeus herói. Serviço terminado”.

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A aeronave An-2T "0852" começou a voar com a Força Aérea da Polônia em 1959.

A aeronave An-2T “0852” começou a voar com a Força Aérea da Polônia em 1969. (Fotos: Miros?aw Cyryl Wójtowicz / Polish Air Force)

Os primeiros An-2 em serviço militar na Polônia foram fabricados na União Soviética, e entregues na Base Aérea de Varsóvia-Okecie no dia 31 de dezembro de 1951, com mais quatro entregues em outubro de 1954, para uso por um esquadrão de fotografia aérea. No entanto, a apresentação oficial dos An-2T com a camuflagem da Força Aérea da Polônia não ocorreu até setembro de 1956; a data em que os “Colts” foram oficialmente apresentados no serviço militar polonês.

Em 1960, a PZL Mielec iniciou a fabricação dos “Colts” no país, e fabricou até 2002 um total de 138 aviões An-2 para os militares poloneses. Grande parte dessas aeronaves foi retirada da operação militar e entregue para instituições civis, incluindo aeroclubes.

Mais de 115 aeronaves An-2 foram operadas pela Força Aérea Polonesa.

Mais de 115 aeronaves An-2 foram operadas pela Força Aérea Polonesa. (Foto: Bartosz Bera / Polish Air Force)

Durante sua operação militar, os An-2 foram usados por unidades de transporte principalmente estacionadas no aeroporto de Cracóvia-Balice. Além disso, muitos regimentos estavam mantendo uma ou duas aeronaves do tipo como máquinas de ligação. A maioria das aeronaves An-2 foram operadas pelos militares poloneses durante os anos setenta, numa quantidade que chegou à 115 aviões.

Todos An-2 militares na Polônia foram cedidos para outras instituições civis, incluindo aeroclubes.

Todos An-2 militares na Polônia foram cedidos para outras instituições civis, incluindo aeroclubes. (Foto: Bartosz Bera / Polish Air Force)

Em 2009 os últimos 10 aviões An-2 foram transferidos para Radom, onde foram usados para treinamento, incluindo treinamento para instrutores de paraquedismo. Quatro aeronaves An-2 remanescentes em Cracóvia estão aguardando a transferência para novos donos, incluindo instituições que prestam serviços sociais, culturais, e promovem a defesa. O órgão responsável pela transferência será o Ministério da Defesa através do Departamento de Educação e Promoção da Defesa.

Na metade de 2012 foi informado pelo Ministério de Defesa da Polônia que as tarefas agora serão executadas pelos bimotores turboélices PZL Mielec M28 Bryza.

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Forças aéreas reagem aos atrasos do JSF

Dois caças F-22 Raptor durante voo de treinamento sobre o Novo México. (Foto: U.S. Air Force)

O fracasso dos chamados caças de “quinta geração”, como o F-22 e F-35, para ser entregue no prazo e dentro do orçamento, está tendo efeitos em cascata em todo os EUA e nas forças aéreas aliadas, que vão desde mudanças fundamentais na Força Aérea dos EUA para formação dos pilotos de F-22 com aceleração das atualizações e em esforços de prolongamento da vida para os F-16.

O treinamento do F-22 sofreu “uma mudança dramática”, recentemente, de acordo com o major-general Larry Wells, comandante da Nona Força Aérea dos EUA. Wells agora lidera a maioria dos caças F-22 em serviço ativo na USAF, com a transferência, em outubro, dos F-22 da “escola” do Comando de Treinamento e Educação Aérea da Base Aérea Tyndall para a Nona Força Aérea.

Uma das grandes mudanças é no sentido de realizar o treinamento conjunto com os F-15, F-16 e outros ativos não-furtivos. Este é o reconhecimento do fato de que atrasando as entregas do F-35 e o pequeno número de caças F-22 – que a Força Aérea cortou a produção em 2009 por causa de seu alto custo e para ajudar a financiar o JSF – significará que o serviço não terá uma força aérea tática na maioria sendo stealth antes de 2030.

Treinamento de pilotos de F-22 em simuladores.

Os pilotos dos F-22s estão agora treinando para operar em “sensores em formação,” espalhados 10-15 nm de distância, e atuando como “guias” para os caças Boeing F-15C/D. “Costumávamos operar os F-22 numa distância de 4 a 5 milhas, e quando ficávamos sem armas, o inimigo continuava chegando”, disse Wells na conferência internacional de caças da IQ Defence neste mês.

Um desafio nesta tarefa é que os F-22 “falam muito bem somente entre eles”, diz Wells. O caça possui uma conexão de dados em voo que somente se comunica com outros caças F-22″, o que vai ser assim por um longo tempo antes que tenhamos a plena interoperabilidade.” Outra apresentação na conferência mostra que o F-22 será capaz de receber dados no Link 16 em 2014, quando for colocado em serviço a atualização Incremento 3.2A, e enviar dados no Link 16 (identificação, localização e dados de trajeto) em 2015, através de um sistema de gateway não especificado. Até então, o único meio de comunicação do F-22 para outros ativos é a comunicação rádio.

Embora os testes do F-35 tenham avançado bastante, os atrasos na entrega e o alto custo do programa tem feito a USAF mudar o planejamento futuro das outras aeronaves da ativa. (Foto: Lockheed Martin)

Em outra mudança na formação, disse Wells, os pilotos de F-22 enfrentam rotineiramente um bloqueio simulado e outros problemas. “No início, nós voamos com os sistemas todos acionados todo o tempo. Hoje, é o contrário. Todos os dias, algo não está disponível, pode ser comunicação, pode ser GPS. ”

No lado positivo, disse Wells, as capacidades do F-22 estão melhorando, assim como as normas de formação. “Estamos voando o F-22 como um F-15″, disse ele. Ao mesmo tempo, medidas estão sendo tomadas para preparar melhor os pilotos para o F-22. Novos pilotos vindo de  jatos de treinamento T-38 voam surtidas de alto desempenho liderando oito aeronaves F-16 antes de assumir o Raptor, porque, diz Wells, “nós aprendemos que os pilotos saindo do T-38 para o F- 22 não se saiu bem. Isso é algo que os países que compram o F-35 devem considerar. ”

Jatos T-38 Talon estão sendo usados para treinar os pilotos dos F-22. (Foto: Senior Airman Brian Ybarbo / U.S. Air Force)

A Força Aérea dos EUA também acrescentou jatos T-38 para todas as unidades de F-22 como aeronaves adversárias. “Se você voar jatos stealth contra stealth, você não vai simular os cenários mais prováveis”, aponta Wells. Alguns novos pilotos nos esquadrões de F-22 podem voar nos T-38 por até um ano. “É algo que você precisa considerar sendo um cliente do F-35″, acrescenta Wells. “Se você tem somente caças stealth na ativa, com o que você treina contra?”

Os F-22 estão atualmente voando no sudoeste da Ásia, disse Wells. “Há três coisas necessárias para empregar o F-22 em combate. O comandante combatente tem que ter uma necessidade para a aeronave, o provedor de força tem de ser capaz de tornar as aeronaves disponíveis, e o secretário de defesa precisa aprovar o uso. Isso ainda não aconteceu.”

A USAF deu início a um estudo para ampliar a capacidade operacional dos seus caças F-16.

Com a data da capacidade operacional inicial (IOC) do F-35 ainda indefinida, a Força Aérea dos EUA lançou o programa de Extensão Programada de Aviônicos de Combate (CAPES) para o F-16, com a Lockheed Martin como concorrente único. O projeto CAPES, que será aplicado em 350 caças F-16 que permanecerão em serviço até 2030, implica uma redução correspondente nas compras de F-35 da USAF antes dessa data, em relação ao programa original.

O CAPES está atraindo a atenção de clientes de exportação, incluindo a Polônia. “Os atrasos do JSF são muito promissores porque pressiononam os EUA para iniciar um programa robusto de atualização dos F-16″, disse o coronel (aposentado) Tadeusz Pieciukiewicz, diretor do escritório de projeto F-16 da Polônia, durante a conferência. A Polônia tem 48 dos modernos e avançados caças F-16 Block 52 e quer tirar proveito das melhorias do CAPES, tais como um radar de matriz de varredura eletrônica ativa (AESA) e melhorados displays no cockpit.

A Polônia é uma das nações interessadas na atualização CAPES para os seus F-16 Block 52.

O programa CAPES foi objeto de uma importante mudança recentemente, de acordo com executivos presentes na conferência. A Força Aérea delegou uma decisão crucial para a Lockheed Martin: a escolha entre o Avançado Radar de Combate da Raytheon e o radar Scalable Agile Beam da Northrop. A solicitação de propostas é esperada em breve, com uma decisão antes do terceiro trimestre de 2013.

A mudança não agradou a Raytheon. A Northrop Grumman forneceu cada radar dos F-16, bem como os radares nos F-22 e F-35, e que agora está sendo colocada de lado. As motivações da Força Aérea não são claras. Alguns observadores dizem que isso pode ser uma tentativa de selecionar um fonte de alto valor “à prova de protesto” para o mercado total de atualização dos F-16, algo estimado em mais de 1.000 radares, considerada a última oportunidade desse tamanho à vista, ou simplesmente um reconhecimento de que ninguém do lado do governo dos EUA é experiente o suficiente para fazer essa escolha.

Entretanto, a Administração de Aquisição de Programas de Defesa da Coréia do Sul (DAPA), que escolheu a BAE Systems para liderar seu próprio programa de atualização de F-16 em julho, planeja escolher um radar AESA, possivelmente antes de fim de ano. A Coreia do Sul está sendo forçada a retardar a sua escolha e seguir o exemplo dos EUA, dizem fontes.

A Coreia do Sul escolheu a BAE Systems para atualizar seus KF-16.

A BAE Systems ganhou o negócio coreano com uma vantagem de preço substancial sobre a Lockheed Martin e agora está conversando com várias nações que demonstraram interesse em participar do programa CAPES. Assim como na Polônia, há um interesse ativo nas atualizações de F-16 em Cingapura, Portugal e Grécia.

No entanto, não existe uma linha de financiamento clara dentro do orçamento da Força Aérea dos EUA para o esforço, além dos estágios iniciais do projeto, o plano é formar um consórcio com os parceiros internacionais que compartilham o custo. Outra questão é em que medida o CAPES será uma solução única que vai resolver tudo, e como isso vai engrenar com as exigências locais. Por exemplo, alguns operadores de F-16, requerem um sistema de guerra electrônica ativa (não faz parte da linha de base do CAPES, que inclui apenas o sistema de gestãoALQ-213 da Terma) e outros não.

Fonte: Aviation Week / Bill Sweetman – Tradução: Cavok

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Fernando Valduga

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IMAGENS: LOT Polish Airlines recebe o seu primeiro Boeing 787 Dreamliner

O primeiro Boeing 787 Dreamliner da companhia aérea polonesa LOT Polish Airlines decola de Everett no dia 14 de novembro de 2012. (Foto: Boeing)

A Boeing e a LOT Polish Airlines comemoraram na quarta-feira, dia 14 de novembro, a entrega da primeira aeronave Boeing 787 Dreamliner da companhia aérea polonesa, que também é a primeira aeronane Dreamliner entregue para uma companhia aérea europeia.

Executivos da LOT e da Boeing, bem como funcionários dos governos dos EUA e da Polônia, comemoraram a entrega histórica num evento realizado no Centro de Aviação Future of Flight em Mukilteo, Washington, perto da planta de montagem final do 787 da Boeing, em Everett.

“Este é um momento histórico para a LOT”, disse Marcin Pirog, CEO da LOT. “Estou convencido de que a adição do Dreamliner à frota de uma das mais antigas companhias aéreas do mundo é um momento crucial que irá lançar uma nova era da aviação europeia. Acredito que é também o início de uma emocionante viagem para a LOT com a mais avião de passageiros moderno no mundo.”

A LOT encomendou oito aeronaves Boeing 787 Dreamliners. (Foto: Boeing)

A LOT vai operar o 787 em voos de curta distância na Europa a partir de dezembro, e irá apresentar o Dreamliner no seu serviço de passageiros de longo curso a partir de Varsóvia para Chicago em janeiro de 2013. A LOT também vai usar o 787 para operar as rotas de Varsóvia a Nova York, Toronto e Pequim.

“A entrega de hoje do 787 representa um marco muito importante na parceria entre a Boeing e a LOT Polish Airlines”, disse Ray Conner, presidente e CEO da Boeing Commercial Airplanes. “Enquanto a LOT se torna a primeira companhia aérea europeia a operar o 787, esta entrega marca o próximo capítulo na história da LOT e da indústria aeronáutica europeia.”

Esta entrega é o primeiro de oito Dreamliners que a LOT encomendou. A cabine está configurada com 18 assentos na Elite Club (Classe Executiva), 21 assentos na Premium Club (Econômica Premium) e 213 assentos na Classe Econômica. Os clientes irão experimentar níveis incomparáveis de conforto, com iluminação melhorada do 787, janelas maiores, entre outras características.

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