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EUA: Estudo afirma que o Porta-aviões é a melhor opção para atender às ameaças emergentes

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da33e0b3d3a2613e04591fc21056356fUm estudo realizado pelo Instituto Hudson sobre a utilidade da construção de novos porta-aviões, concluiu que os porta-aviões grandes, de propulsão nuclear, são a melhor opção para os EUA lidar com o ambiente de ameaças emergentes.

Rússia projeta ‘super porta-aviões’

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NAe russo_maqueteO Centro de pesquisa russo revelou o projeto para super porta-aviões.

Porta-aviões espanhol Príncipe de Astúrias próximo do fim

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O porta-aviões espanhol Príncipe de Astúrias. (Foto: Armada Espanhola)
O porta-aviões espanhol Príncipe de Astúrias. (Foto: Armada Espanhola)

O porta-aviões espanhol “Príncipe de Asturias” parece ter chegado ao fim dos seus dias. O Chefe de Estado Maior da Armada da Espanha fixou já para “finais de janeiro ou início de fevereiro” o deslocamento do navio de guerra de Cádiz para Ferrol, onde irá ser aberto para visitação e previsivelmente posterior desmantelamento.

Na cerimônia de desativação do navio de reabastecimento “Cantabria“, o Almirante Muñoz-Delgado informou que o “Príncipe de Asturias” se encontra em fase de “disponibilidade restringida”, estando para ser retirados todos os equipamentos que não são necessários para navegação.

A despedida oficial será realizada em Rota, e após, o navio seguirá finalmente para Ferrol, para a segunda fase de desmantelamento.

Um jato AV-8 Harrier da Armada se prepara para pouso no convés do Príncipe de Astúrias, enquanto ao fundo navega a Fragata Santa Maria. (Foto: Ministério de Defesa da Espanha)
Um jato AV-8 Harrier da Armada se prepara para pouso no convés do Príncipe de Astúrias, enquanto ao fundo navega a Fragata Santa Maria. (Foto: Ministério de Defesa da Espanha)

Apesar de não ter ainda havido manifestações de interesse pelo navio, a Armada espera que tal ocorra, tendo o comprador que assumir os custos inerentes ao processo de desmantelamento.

O porta-aviões Príncipe de Asturias tinha uma capacidade máxima de 29 aeronaves e foi ativado no dia 30 de maio de 1988. Após 24 anos no serviço da Marinha espanhola, será retirado por razões orçamentais, uma vez que a sua remodelação custaria ao Estado espanhol cerca de 100 milhões de Euros, quantia inviável em época de cortes orçamentais.

Apesar de ficar sem porta-aviões, a Espanha mantém ainda na ativo o porta-helicópteros Juan Carlos I, capaz também de operar aeronaves de asa fixa de pouso vertical (STOVL) e navios anfíbios da classe Galicia, capazes de transportar e operar vários helicópteros.

Fonte: Europress, via Pássaro de Ferro

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VÍDEO: Câmeras no cockpit de caças Super Hornet registram troca de comando do esquadrão Checkmates, do porta-aviões Enterprise

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No vídeo acima, produzido por um oficial da comunicação social do porta-aviões USS Enterprise (CVN 65), mostra a troca de comando do Esquadrão de Caças de Ataque (VFA) 211, “Checkmates”, realizado em voo no dia 7 de maio de 2012. São incríveis imagens dos caças Super Hornets realizando passagens sobre o porta-aviões, com câmeras instaladas a bordo das aeronaves.

Dois caças F/A-18 Super Hornets do Checkmates (VFA-211) sobrevoam o USS Enterprise. (Foto: U.S. Navy)

A troca de comando, a bordo de caças F/A-18 Super Hornets, ocorreu durante o último destacamento do porta-aviões nuclear Enterprise, que foi retirado oficialmente de serviço no dia 1° de dezembro desse ano, depois de 51 anos na ativa da Marinha dos EUA. O Checkmates foi o primeiro esquadrão embarcado (e também o primeiro a ser lançado) quando o Enterprise foi comissionado.

Nota do Editor: Duas coisas que me chamaram a atenção e gostaria de tirar as dúvidas com os conhecedores no assunto. Os pilotos de Super Hornets já utilizam HMD (Helmet Mounted Displays)? Aos 43 segundos do vídeo, na ponte de comando aparece uma espécie de bolha que se prolonga para cima do convoo. Para que serve esse tipo de “anexo”?

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Lenda do nome Enterprise continua na Marinha dos EUA com o novo porta-aviões CVN 80

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O novo porta-aviões da classe Ford, o CVN 80 apresentado hoje nos EUA, será batizado de USS Enterprise. (Foto: U.S. Navy)

Hoje, dia 1° de dezembro, o USS Enterprise (CVN 65) foi oficialmente desativado e deixou a frota ativa de porta-aviões da Marinha dos EUA para sempre. A inativação do CVN 65 não é apenas um marco para a Marinha, marca o fim de uma era de um lendário navio e o início de uma nova era para a aviação naval, com a introdução do porta-aviões USS Enterprise na Classe Gerald R. Ford.

O porta-aviões USS Enterprise (CVN 65) no seu último destacamento, no dia 2 de nveombro. (Foto: Mass Communication Specialist 3rd Class Scott Pittman / U.S. Navy)

O porta-aviões USS Enterprise (CVN 65) continuará a servir a Marinha, já que mais de US$ 100 milhões de seus equipamentos serão reutilizados e instalados a bordo de porta-aviões das classes Nimitz e Ford. Sete navios jpa tiveram a honra de receber o nome Enterprise, e o CVN 65 ou “Big E” é uma lenda por si só, como o navio de guerra mais condecorado da história dos EUA. Crucial em todos os conflitos dos EUA desde sua colocação em funcionamento, e sendo o primeiro porta-aviões nuclear da história, o Enterprise mudou o futuro da aviação naval.

Infográfico sobre a clase Ford de porta-aviões. Clique para ampliar.

O porta-aviões USS Gerald R. Ford (CVN 78) está em construção e irá substituir o Enterprise quando ele for entregue. Apenas algumas semanas a partir de agora a ilha vai ser adicionada ao convés de vôo, e a Marinha dos EUA espera poder batizar e lançar ao mar o Ford no final de 2013. Sua missão permanecerá inalterada, mas com os avanços da tecnologia, com um novo reator, e melhorados sistema de propulsão, planta elétrica, catapultas eletromagnéticas, avançados ganchos de parada, controle de máquinas e sistemas de guerra integradas, ele vai seguir para suas missões com maior letalidade, capacidade de sobrevivência, interoperabilidade conjunta, e com reduzido custo de operação e manutenção para os contribuintes. As melhorias para a configuração do convés de vôo, elevadores de armas, e estações de reabastecimento trarão mais poder de combate.

O porta-aviões USS Enterprise completou 51 anos em operação na Marinha dos EUA, como pode ser visto no infográfico acima. Clique para ampliar.

Atualmente os porta-aviçoes da classe Nimitz podem rotineiramente gerar 120 missões de combate por dia, enquanto os porta-aviões da classe Ford serão capazes de gerar 33 por cento a mais de saídas por dia – 160 surtidas, e mais de 270 surtidas por dia por curtos períodos de ritmo elevado de operações. Um classe Ford também traz qualidade de vida melhoriada para os marinheiros, como espaço de academia reprojetado, reduz a manutenção, melhora a disponibilidade operacional e capacidade, e reduz o custo total de propriedade durante a sua vida de 50 anos em US$ 4 bilhões, em comparação com um porta-aviões da classe Nimitz portadores.

Infográfico sobre o porta-aviões USS Enterprise (CVN 65). Clique para ampliar.

É importante lembrar por que a Marinha decidiu construir uma classe de navio, que terá uma vida útil de 94 anos, e permanecerá em serviço até 2110. A classe Ford vai entregar uma capacidade maior de operação que reduzirá significativamente os custos e vai permanecer na vanguarda de implantação de longa data no combate às ameaças e fornecendo a presença militar dos EUA em apoio a uma ampla variedade de objetivos de segurança.

O porta-aviões USS Enterprise no dia que partiu para seu último destacamento, no dia 27 de setembro de 2012. (Foto: Mass Communication Specialist 3rd Class Scott Pittman / U.S. Navy)

Assim como o “Big E” fez quando ele foi entregue há 51 anos, o classe FORD representa um verdadeiro “salto no futuro” de um navio que será a peça central do poder naval dos EUA para o resto do século 21, orgulhosamente carregando a tradição e o legado do Enterprise.

Fonte: Blog da Marinha dos EUA – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

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VÍDEOS E IMAGENS: Marinha dos EUA dá hoje o adeus ao porta-aviões USS Enterprise

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O porta-aviões USS Enterprise (CVN 65) chega em Norfolk, após sua última implantação, no dia 4 de novembro de 2012. (Foto: Mass Communication Specialist 1st Class Julie Matyascik / U.S. Navy)

A maior embarcação naval do mundo, o porta-aviões USS Enterprise (CVN 65) está sendo desativado hoje, dia 1° de dezembro de 2012. O “Big E” foi o primeiro porta-aviões movido a energia nuclear e a oitava embarcação militar dos Estados Unidos a ostentar o nome. Veja a seguir um vídeo que conta um resumo da história de um dos porta-aviões mais famosos dos EUA.

A inativação começa no dia 1° de dezembro de 2012, na Estação Naval deNorfolk, Virginia, com seu desmantelamento programado até o dia 15 de março de 2013. A desativação do Enterprise irá resultar num aumento de cerca de US$ 857,3 milhões nos custos de operação de manutenção de depósito para a Marinha dos EUA, e para o orçamento de manutenção para o ano fiscal de 2013.

O porta-aviões USS Enterprise (CVN 65) no dia 5 de novembro de 2001, quando comemorou seus 40 anos de serviço com a Marinha dos EUA. (Foto: Mate 3rd Class Douglass M. Pearlman / U.S. Navy)

No dia 5 de novembro de 2012, o Enterprise voltou pela última vez a seu porto natal na Estação Naval de Norfolk, Virgínia, pela última vez. Ele chegou com sua própria propulsão e está terminando uma era em serviço no mar contada desde a crise dos mísseis de Cuba, há 50 anos, passando por diversas outras guerras.

O esquadrão Checkmates (VFA 211), com os caças F/A-18 Super Hornets, sobrevoa a Estação Naval de Oceana, após deixarem o convés do porta-aviões USS Enterprise pela última vez. (Foto: Mass Communication Specialist 3rd Class Antonio P. Turretto Ramos / U.S. Navy)
O porta-aviões USS Enterprise no final da década de 1990, ainda com caças F-14 a bordo. (Foto: U.S. Navy)

Na sua última viagem, o Enterprise cruzou quase 81.000 milhas numa implantação de 238 dias para o Golfo Pérsico e seus aviões voaram mais de 2.000 missões em apoio à Operação Liberdade Duradoura no Afeganistão. Veja a seguir um vídeo da chegada do Enterprise na estação de Mayport, após sua última viagem operacional.

O navio vai ser depois rebocado novamente para o Estaleiro Naval de Puget Sound Naval no estado de Washington, onde será desmontado e ter seu metal vendido como sucata. Todo o processo levará cerca de quatro anos.

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VÍDEO E IMAGENS: Demonstrador UCAS X-47B realiza o primeiro lançamento por catapulta no solo

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A aeronave não tripulada de combate X-47B sendo lançada de uma catapulta de testes no solo, em Patuxent River, Maryland, no dia 29 de novembro de 2012. (Foto: U.S. Navy)

O demonstrador do Sistema Aéreo Não Tripulado de Combate X-47B (UCAS-D) concluiu com sucesso o seu primeiro lançamento por catapulta em terra, realizado na Estação Naval de Patuxent River, Maryland, no dia 29 de novembro, marcando o início de uma nova era para a aviação naval dos EUA. Veja a seguir o vídeo do primeiro lançamento do X-47B.

“A operação de aeronaves não tripuladas a partir de porta-aviões vai mudar o conceito das operações no espaço aéreo controlado dos porta-aviões”, disse o contra-almirante Mat Winter, o diretor executivo do programa para aviões não tripulados e armas de ataque. “O objetivo do programa UCAS-D é demonstrar a integração de uma aeronave não tripulada num ambiente de suporte técnico e reduzir o risco associado ao desenvolvimento de potenciais futuros sistemas não tripulados compatíveis com os porta-aviões.”

A primeira vez que a Marinha dos EUA lançou por uma catapulta a vapor um X-47B sem piloto, garante que o veículo pode estruturalmente lidar com as operações únicas e rigorosas de uma ambiente embarcado em porta-aviões.

“O lançamento por catapulta em terra do X-47B que assistimos aqui hoje vai deixar uma marca na história”, disse o vice-almirante David Dunaway, comandante da NAVAIR. “Estamos trabalhando para a integração futura de aeronaves não tripuladas no convés do porta-aviões, algo que não imaginamos 60 anos atrás, quando a catapulta a vapor foi construída aqui.”

O teste de lançamento por catapultas no solo servirá para preparar o software para futura operação do X-47B num ambiente controlado do convés do porta-aviões. (Foto: U.S. Navy)

Desde o nascimento da aviação naval, os engenheiros têm contado com experientes pilotos de teste para ajudar a avaliar as características das aeronaves em voo e sua adequação estrutural. Hoje, a equipe de teste integrado UCAS da Marinha baseou-se unicamente em dados de um pré-programa automatizado da aeronave X-47B para atingir esses pontos de dados.

“Este teste, além da modelagem e simulação realizadas anteriormente, nos dá grande confiança na capacidade do X-47B para operar no convés de vôo”, disse o capitão Jaime Engdahl, o gerente da Marinha no programa UCAS.

Uma equipe combinada da Marinha dos EUA e Northrop Grumman continuará as avaliações de lançamentos de catapultas em terra e a validação do software final de vôo em Patuxent River antes de embarcar no USS Harry S. Truman (CVN 75) no final deste mês, para seus testes iniciais no mar.

A Marinha vai usar o X-47B para demonstrar as primeiras operações de lançamentos por catapultas e recuperações baseadas no porta-aviões, de forma autônoma e não tripuladas em 2013.

“Estamos inovando com o desenvolvimento de um sistema baseado em porta-aviões que permite o lançamento e recuperação de uma plataforma não-tripulada a partir do convés de vôo do porta-aviões”, disse Engdahl. “Todos os testes que estamos realizando em Patuxent River e no mar é um marco histórico para a aviação naval.”

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