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Porta-aviões francês Charles de Gaulle e seus caças Rafale devem partir mais uma vez para o Afeganistão

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Um caça Dassault Rafale F2 a bordo do porta-aviões Charles de Gaulle. (Foto: Ministério da Defesa da França)

O porta-aviões francês Charles de Gaulle irá provavelmente ser destacado nos próximos meses para o Afeganistão, informou o chefe das forças armadas da França, o Almirante Christophe Prazuck, na quarta-feira. Confira a seguir um vídeo da operação do porta-aviões Charles de Gaulle com os caças Rafale no Afeganistão.

“Nós estamos no meio dos trabalhos sobre o programa que envolve o suporte aéreo para as operações militares no Afeganistão,” disse Prazuck.

O Charles de Gaulle, o orgulho da Marinha Francesa, já efetuou quatro grandes operações militares na guerra no Afeganistão.

As campanhas, as quais duraram de quatro a sete meses cada, foram realizadas no Paquistão nos anos 2001-02, 2004, 2006 e 2007.

Anteriormente, o Presidente da França Nicolas Sarkozy havia anunciado que o  Charles de Gaulle seria destacado para a região do Golfo e para o Oceano Índico até o final desse ano.

Sarkozy fez os comentário durante uma visita a bordo do porta-avião francês no dia 10 de junho de 2010.

Além dos caças Rafale, o porta-aviões normalmente opera com as aeronaves Super Etendart, vistos na imagem a cima juntamente com os Rafale a bordo do Charles de Gaulle.

Sarkozy não confirmou se os dois tipos de aeronaves a bordo do Charles de Gaulle, os caças Rafale e Super Etendard, serão destacadas juntas. Se forem, elas farão o apoio aéreo para as tropas terrestres das OTAN na luta contra insurgentes no Afeganistão.

O porta-aviões Charles de Gaulle possui capacidade para transportar até 35 aeronaves e cinco helicópteros.

A França possui 3.500 soldados servindo em missões da OTAN no Afeganistão. Eles vem sendo destacados para a zonha do conflito desde janeiro de 2002, após a queda do regime Talibã.

OPINIÃO: Os navios-aeródromo e o futuro da Marinha

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Um caça Dassault Rafale da Marinha da França sobrevoa o porta-aviões FS Foch, atualmente o NAe São Paulo (A-12) em operação com a Marinha do Brasil.

O Brasil necessita de uma Marinha de Guerra polivalente, capaz de operar em áreas marítimas distantes de seu litoral, na defesa da soberania e dos interesses nacionais. Além das águas sob jurisdição nacional (que constituem a “Amazônia Azul”), a fronteira marítima Brasil-África e as vias de acesso ao Atlântico Sul são áreas estratégicas essenciais para o país.

É amplamente difundido o emprego de helicópteros a bordo de navios de guerra. Entretanto, o Brasil está entre os nove países do mundo que possuem algum tipo de navio-aeródromo (NAe) capaz de operar com aeronaves de asa fixa. Na América do Sul, apenas Brasil e Argentina já possuíram navios dessa classe (dois NAe cada). Atualmente resta apenas o São Paulo, da Marinha do Brasil.

As Marinhas de potências navais médias empregam seus NAe em cenários limitados, no desempenho das tarefas de controle de área marítima e de projeção de poder sobre terra (em apoio a operações anfíbias de porte modesto). A Marinha dos EUA, ao contrário, emprega seus NAe de propulsão nuclear como instrumentos de projeção de poder em escala global.

O Plano de Articulação e Equipamento da Marinha do Brasil (PAEMB) para o período 2010-30 prevê a obtenção de dois NAe capazes de operar com aeronaves de asa fixa, no horizonte temporal 2010-32. Este plano também contempla a perspectiva de obtenção de quatro navios-aeródromo de helicópteros de assalto (NAeHA), no horizonte temporal 2012-28.

A relação dos meios aéreos previstos aparentemente confirma a opção da Marinha por aviões de tipo convencional. Isto inclui a obtenção de 48 aeronaves de interceptação e ataque de alto desempenho (possivelmente uma variante naval do F-X2). Também está prevista a obtenção de outras 24 aeronaves de asa fixa para missões de apoio, além de diversos tipos de helicópteros.

Os meios operativos mencionados no PAEMB resultam de estudo de necessidades, não constituindo – ao contrário do que supõem alguns – um programa de encomendas. Os planos do Ministério da Defesa para as três forças singulares só terão força de lei após serem aprovados pelo Congresso Nacional e sancionados pelo presidente da República.

Há quem pergunte para quê o Brasil precisa de um NAe – ou até defenda a opção por uma classe de navios porte mais modesto, dotados de rampa “Ski Jump” na proa e capazes de operar com aeronaves STOVL (Short Takeoff/Vertical Landing), de decolagem curta e pouso vertical, ou STOAL (Short Takeoff/Arrested Landing), de decolagem curta e pouso com aparelho de parada.

Contudo, se a tendência atual for confirmada, o NAe São Paulo poderá ser substituído por dois NAe de 50 a 60 mil toneladas de deslocamento carregado, dotados de catapultas e aparelho de parada para aviões convencionais. Apesar de ser mais caro, um NAe com tais características teria relação custo-benefício mais favorável do que um menor, operando com número reduzido de aeronaves.

O custo total de vida útil de um navio inclui os custos de obtenção, manutenção e operação (inclusive o custo da tripulação). No caso de um NAe, devem ser incluídos também os custos de obtenção, manutenção e operação das aeronaves. O custo de projeto e construção de belonaves pode também ser reduzido pela economia de escala obtida com o aumento do número de encomendas.

A futura classe de NAe da Marinha do Brasil poderá ser projetada e construída no País – possivelmente em parceria com algum estaleiro ou escritório de projetos internacional. Se tal parceria envolvesse outros países – como a Argentina – o custo unitário de obtenção das belonaves (e das respectivas dotações de aeronaves) poderia ser bastante reduzido.

Devemos lembrar que, embora já não possua nenhum NAe, a Armada argentina ainda dispõe de aeronaves de combate capazes de operar a partir de navios dessa classe. Desde a década de 90 do século passado, tais aeronaves vêm participando, com sucesso, de exercícios a bordo de ambos os NAe brasileiros.

O fato de Brasil e Argentina disporem de aeronaves embarcadas de asa fixa e terem optado por aeronaves de tipo convencional – que necessitam de um NAe dotado de catapultas e aparelho de parada – sugere algum tipo de solução comum para o problema da obtenção de uma nova classe de NAe. Além de reduzir custos, tal solução permitiria – em tese – incrementar a interoperacionalidade.

Com relação às aeronaves de interceptação e ataque, a tendência parece ser a adoção da versão embarcada daquela que for selecionada para o Programa F-X2 da Força Aérea Brasileira (FAB), uma vez que as três finalistas agora possuem uma variante naval em serviço ou projetada. A indústria aeronáutica brasileira deverá produzir tais aeronaves no país.

No Brasil, os baixos orçamentos de defesa tornam impraticável investir na modernização das Forças Armadas, empregando recursos ordinários. Para tal, é necessário lançar mão de recursos extra-orçamentários (tais como empréstimos e financiamentos provenientes do exterior), sendo incluídas nos orçamentos anuais apenas as parcelas para amortização e pagamento de juros.

A concretização do PAEMB depende da garantia de um fluxo constante de investimentos, durante duas décadas ou mais. A obtenção dos futuros NAe, com os respectivos meios aéreos, será um dos aspectos mais custosos de tal plano. A solução definitiva para o problema dos investimentos em defesa no Brasil talvez só seja possível quando o Orçamento da União se tornar impositivo.

Eduardo Italo Pesce
Especialista em Relações Internacionais, professor no Cepuerj e colaborador permanente do Centro de Estudos Político-Estratégicos da Escola de Guerra Naval.

Fonte: Monitor Mercantil

VÍDEO: Operação do caça Rafale no porta-aviões Foch

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Um vídeo de 1994, mostrando a operação com um caça Dassault Rafale M no convés de voo do porta-aviões francês FS Foch. Esse porta-aviões foi adquirido em 2000 pelo Brasil, e atualmente está em “operação” na Marinha Brasileira, agora designado NAe São Paulo (A12). Com as recentes notícias sobre uma possível aquisição do caça francês para nossa marinha, essas cenas poderão ser vistas novamente, dessa vez na costa brasileira. Isso se o governo brasileiro sair de cima do muro…

IMAGENS: Caças Rafale participam de exercício a bordo do porta-aviões Truman da U.S. Navy

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A Marinha da França executou operações de pouso e decolagens no porta-aviões USS Harry S. Truman (CVN 75) com os caças Dassault Rafale F3, do Esquadrão 12F. (Foto: U.S. Navy)

O porta-aviões norte americano USS Harry S. Truman (CVN 75) conduziu exercícios de interoperabilidade com o porta-aviões nuclear francês Charles de Gaulle (R 91) entre os dias 4 e 7 de junho no Mar Mediterrâneo. Alguns dos exercícios conduzidos pelos porta-aviões incluiram qualificações dos porta-aviões (CQs) e uma troca de motor de um caça Rafale no hangar do Truman.

Um caça Rafale F3 pousa a bordo do porta-aviões USS Harry S. Truman (CVN 75), no dia 4 de junho de 2010, durante os exercícios entre a U.S. Navy e a Marinha Francesa. (Foto: Mass Communication Specialist 2nd Class Daron Street / U.S. Navy)

Charles Rivkin, embaixador dos EUA na França, três almirantes franceses e a imprensa tiveram a oportunidade de acompanhar o treinamento conjunto durante uma visita ao porta-aviões Truman no dia 7 de junho. O grupo observou os caças F/A-18 Super Hornets e Rafale F3s conduzindo múltiplas passagens no convés de voo do Truman. Essa foi a primeira vez que o embaixador esteve a bordo do porta-aviões norte americano.

O embaixador disse que pretende continuar a relação entre as unidades francesas e norte americanas durante um a recepção oficial a bordo do Truman quando o navio ancorou em Marseille.

Os caças Rafale F3 da Marinha da França efetuaram diversas operações de pouso e decolagem a bordo do porta-aviões USS Harry S. Truman (CVN 75) da Marinha dos EUA. (Foto: Ensign Dusan Ilic / U.S. Navy)

Os marinheiros do Truman também notaram as similaridades entre os modos de operação dos esquadrões da França e dos EUA. “As aeronaves deles são completamente diferentes, mas ao mesmo tempo elas são compatíveis com nossos sistemas e no modo de fazer as coisas,” disse o oficial (AW) David Aponte.

A padronização e os procedimentos similares são o que permitem que as duas marinhas possam operam juntas, de acordo com o Tenente Jeff Burch, do Esquadrão de Caças de Ataque (VFA) 37, um dos esquadrões de caça F/A-18 embarcados no Truman.

Um caça Dassault Rafale F3, do Esquadrão 12F da Marinha da França, é lançado do convés de voo porta-aviões USS Harry S. Truman (CVN 75) durante exercícios conjuntos entre os EUA e a França no começo de junho. (Foto: Ensign Dusan Ilic / U.S. Navy)

“Nossas duas forças estão tentando estar prontas para trabalhar mais em conjunto,” disse o tenente francês Yvan Launay, um piloto do Rafale do Esquadrão 12F. “Existem várias crises pelo mundo; e desde que nós somos duas nações com porta-aviões, e nós podemos conduzir operações em navios de ambas as forças, isso beneficia a todos pelo tempo que nós podemos treinar dessa maneira.”

O porta-aviões USS Harry S. Truman (CVN 75) foi deslocado no dia 21 de maio como parte do Harry S. Truman Carrier Strike Group (HSTCSG) no apoio as operações de segurança marítima e no esforço de cooperação de segurança do teatro de operações nas área de responsabilidade das 5ª e 6ª Frotas da U.S. Navy. O HSTCSG inclui o Carrier Strike Group (CSG) 10, o porta-aviões USS Harry S. Truman (CVN 75), a Carrier Air Wing Three (CVW) 3, o Destroyer Squadron (CDS) 26 e a Fragata Alemã FGS Hessen (F221).

Porta-aviões USS Enterprise completa 1.000 catrapos

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Um caça F/A-18F Super Hornet do esquadrão Checkmates do Strike Fighter Squadron (VFA) 211, pousa a bordo do porta-aviões USS Enterprise (CVN 65), durante as avaliações e treinamento para o 21° deslocamento do navio. (Foto: Mass Communication Specialist 2nd Class Travis S. Alston / U.S. Navy)

Durante as operações de voo a tripulação do porta-aviões USS Enterprise (CVN 65) brevemente celebrou o 1.000° pouso no convés, ou catrapo, desde que o navio partiu para certificação de operações no convés de voo e com as qualificações do porta-aviões que foram completadas com sucesso no dia 27 de maio.

O convés de voo, ou convoo, de um porta-aviões é um dos lugares mais perigosos do mundo. A segurança é imensa, e a chave das operações com segurança é o treinamento.

A tripulação do Enterprise executou com uma precisão o balé que é orquestrado diariamente no congestionado convoo, provando que o treinamento é efetivo quando as operações são necessárias.

Como um Knighthawk 310, um F/A-18F Super Hornet, pilotado pelo Tenente Chris Salliotte, atribuído ao Strike Fighter Squadron (VFA) 136, fez a aproximação seguindo o glide slope até a beirada do convés, sendo que o treinamento de centenas de pessoas foi uma das partes principais da operação de precisão que marcou o catrapo de número 1.000. O catrapo foi completado apenas algumas semanas desde que o porta-aviões de 48 anos partiu do estaleiro e começou as operações no mar pela primeira vez em mais de dois anos.

O 1.000° catrapo foi outra grande marca no caminho de atingir todos objetivos. Em cada evento completado com sucesso durante este período de avaliações, a segurança está sendo levada como uma tarefa vital.

O porta-aviões USS Enterprise e a Carrier Air Wing 1 estão atualmente executando operações e treinamentos para o 21° deslocamento do navio.

O porta-aviões USS Saratoga, da U.S. Navy, será demolido

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Uma vista aérea do porta-aviões USS Saratoga (CV-60), vista num pier no Hawaí. (Foto: U.S. Navy)

O jornal norte-americano ‘The Saratogian’ reportou que a U.S. Navy (Marinha dos EUA), voltou atrás nos planos para converter seu porta-aviões USS Saratoga (CV-60), que foi retirado de operação em 1994, em um museu, e que definiu que transformará a veterana embarcação em sucata.

A decisão foi tomada após um mais moderno porta-aviões, o USS John F Kennedy, ter sido decidido para ser preservado no lugar do Saratoga.

Essa era uma das concepções artísticas de como seria o museu flutuante do USS Saratoga, proposto pela Saratoga Foundation.

Seis navios levaram o nome Saratoga, desde o começo em 1780 na Revolução Americana passando também por dois porta-aviões. Este último porta-aviões foi lançado em 1956 e retirado de operação em 1994, após servir na Operação ‘Tempestade no Deserto’, em 1991. Ele foi rebocado para Newport em agosto de 1998 com a intenção de se tornar um museu flutuante, mas devido a falta de investimentos e a deterioração da embarcação ele será agora substituído pelo USS John F Kennedy, retirado de operação no dia 1° de agosto de 2007.

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