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AirVenture 2015 | Oshkosh, WI (EUA) – Parte 1

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O Airbus A350XWB decola para sua apresentação no AirVenture 2015. (Foto: Fernando Valduga / Cavok Brasil)
O Airbus A350XWB decola para sua apresentação no AirVenture 2015. (Foto: Fernando Valduga / Cavok Brasil)

A pacata cidade de Oshkosh, situada ao norte de Milwaukee, no estado de Wisconsin, celebrou mais uma vez o tradicional AirVenture, a convenção anual da EAA (Experimental Aircraft Association), entre os dias 21 e 26 de julho. Este ano, as mais modernas aeronaves militares e civis, como o F-35, F-22 e A350 estiveram presentes na cidade à beira do belíssimo lago Winnebago, e contrastaram com as mais emblemáticas aeronaves de combate do mundo, como as três fortalezas voadoras da Boeing: B-17, B-29 e pela primeira vez na exposição estática o B-52. O Cavok Brasil esteve presente, e vai apresentar em capítulos o que de mais importante ocorreu no céu e no solo da meca da aviação experimental.

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Força Aérea dos EUA pretende modernizar frota de F-16 e F-15, e solicita mais 19 caças F-35As

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A Força Aérea dos EUA pretende atualizar todos seus caças F-16, mas vai continuar investindo na capacidade operacional dos F-22 Raptor. (Foto: U.S. Air Force)
A Força Aérea dos EUA pretende atualizar todos seus caças F-16, mas vai continuar investindo na capacidade operacional dos F-22 Raptor. (Foto: U.S. Air Force)

A Força Aérea pretende atualizar todos os seus 1.018 caças F-16 e 175 F-15C/D Eagles para mantê-los voando até que o F-35A Joint Strike Fighter esteja totalmente operacional e os novos sistemas de armas do F-22 Raptor estejam instalados, de acordo com o pedido de orçamento para 2014 lançado no dia 10 de abril. No pedido de orçamento fiscal de 2014, a Força Aérea dos Estados Unidos pede a extensão da vida de serviço para todos os caças F-16 adicionando de oito a 10 anos para cada célula, juntamente com as atualizações para os radares do caça, displays no cockpit e outras interfaces de comunicação.

Enquanto os F-16 estão sendo atualizados, o serviço está solicitando financiamento para adquirir mais 19 caças F-35As no ano fiscal de 2014 adicionais aos 11 que já foram entregues. Este financiamento faz parte de um pedido de US$ 15,7 bilhões para a capacidade de “ataque de precisão global”, que também inclui atualizações para as frotas de caças bombardeiros F-15E, bombardeiros B-1B Lancer, bombas e o desenvolvimento contínuo do bombardeiro de ataque de longo alcance da próxima geração.

A USAF pretende adquirir mais um lote de 19 caças F-35A no orçamento de 2014. (Foto: U.S. Air Force)
A USAF pretende adquirir mais um lote de 19 caças F-35A no orçamento de 2014. (Foto: U.S. Air Force)

O major-general Ed Bolton, o vice-secretário assistente da Força Aérea para o orçamento, disse que as compras planejadas dos F-35As não levam em conta os cortes orçamentais obrigatórios conhecido como sequestro, o que forçaria o serviço a cortar aquisições planejadas do jato.

“Nós ainda estamos trabalhando nos detalhes sobre como exatamente as reduções serão, mas poderá ser da ordem de três a cinco aeronaves … e assim esta atrasaria um recurso importante que precisamos se formos para uma área com ambiente de anti-acesso”, disse Bolton.

A Força Aérea dos EUA precisa de 249 legados F-15 C/Ds para continuar o papel de superioridade aérea, e está solicitando financiamento para continuar nas extensões de apoio de vida para manter os Eagles voando até 2030. Como parte do pedido US$ 8,6 bilhões para superioridade aérea, o serviço está planejando atualizar os radares e displays nos 175 F-15C/D “Long Term Eagle Fleet”, de acordo com os documentos do orçamento.

A maior parte do pedido está focado nas atualizações do F-22 tanto para frota de formação como de combate. Os aviões de combate estão definidos para receber um upgrade para uma configuração Block 30/35, que irá incluir avançados modos radar ar-terra e de ataque eletrônico para o Raptor.

A Força Aérea dos EUA aposta na supremacia aérea com os caças F-15 e F-22. (Foto: U.S. Air Force)
A Força Aérea dos EUA aposta na supremacia aérea com os caças F-15 e F-22. (Foto: U.S. Air Force)

O serviço vai mudar o sistema de manutenção de depósito para os Raptors, agora que todos os 187 já foram entregues, juntamente com um novo programa para avaliar continuamente a frota de F-22. O programa, chamado de Programa de Maturação da Confiabilidade e Manutenção, é projetado para evitar situações como a de 2011 que manteve a frota fora de voo por cinco meses causado pelo mau funcionamento do sistema de suporte a vida do jato e continuou os esforços de controle de corrosão em revestimentos stealth do Raptor.

Enquanto essas correções e mudanças estão em andamento, a Força Aérea dos EUA continuará os testes e desenvolvimentos de novos sistemas de armas e maneiras de integrá-los no Raptor, incluindo o míssil AIM-9X. O míssil permite que um piloto possa travar um alvo após disparar, com o objetivo de diminuir o tempo necessário desde a identificação até o disparo. O serviço também está investindo no desenvolvimento do míssil AIM-120D – a próxima geração do míssil ar-ar de médio alcance, com maior alcance e capacidade maior de radar.

A definição das bases do F-22 está prevista para ser concluída após o atraso da mudança de um esquadrão de combate da Base Aérea de Holloman, Novo México, para Base Aérea de Tyndall, na Flórida. A mudança foi planejada no ano fiscal de 2013, mas foi colocada em espera, e então finalmente adiada um ano, depois que o Congresso colocou um congelamento completo sobre as mudanças na estrutura da força.

Fonte: Air Force Times – Tradução: Cavok

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USAF retoma as operações normais de voo com o F-22 Raptor

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Um F-22 Raptor da 3ª Ala de Caça sobrevoa o Alaska durante um voo de rotina. (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force Reserve)
Um F-22 Raptor da 3ª Ala de Caça sobrevoa o Alaska durante um voo de rotina. (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force Reserve)

A frota de caças F-22 Raptor dos EUA voltou às operações normais de voo após a conclusão das modificações no sistema de suporte de vida da aeronave. A USAF tem trabalhado constantemente para remover as restrições de vôo sobre os furtivos caças de quinta geração, depois que a aeronave foi groundeada por quatro meses, em meados de 2011, devido a uma série de incidentes fisiológicos.

Para retomar as operações normais, a USAF modificou o traje de combate, no que tange a mangueiras, válvulas e conectores. Oficialmente, as causas foram por causa de uma válvula com defeito no traje anti-g, que não estava permitindo que o colete desinfla-se corretamente, considerado como o principal culpado por trás de uma série de incidentes de hipóxia. “A conclusão desta tarefa elimina a necessidade de restringir as operações de voo para permanecer dentro de uma distância de voo de 30 minutos de um aeródromo adequado para o pouso”, disse a USAF.

Modificações no traje de voo e um novo sistema gerador de oxigênio, a USAF retomou as operações normais de voo. (Foto: USAF)
Modificações no traje de voo e um novo sistema gerador de oxigênio, a USAF retomou as operações normais de voo. (Foto: USAF)

Enquanto isso, esquadrões de Raptors estacionados na base aérea de Elmendorf-Richardson, Alasca, retomaram os voos de superioridade aérea após as aeronaves receberem um novo sistema automático de oxigênio – (ABOS – automatic back-up oxygen system) de reserva, como uma segurança. As restrições de altitude também foram gradualmente removidas para os caças que receberam o sistema ABOS, informou a USAF. As restrições de altitude serão removidas conforme cada aeronave seja modificada.

A USAF disse que a adição dos ABOS fornece proteção adicional para os pilotos durante o vôo em altas altitudes e durante “os momentos em que mais se necessita de oxigênio, como durante um combate”.

O primeiro caça modificado foi na Base Aérea de Nellis, em Nevada, no início deste ano. Em Fevereiro, começaram as modificações nas aeronaves baseadas no Alasca .

Funcionários da USAF esperam que todas os caças estejam com ABOS até julho de 2014.

FONTE: Flightglobal – TRADUÇÃO e ADAPTAÇÃO: CAVOK

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EUA enviam F-22 Raptor para à Coreia do Sul

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Os EUA enviaram o Raptor para os exercícios militares conjutos, numa clara demonstração de Força. (foto: AP Photo/Steve Helber)
Os EUA enviaram o Raptor para os exercícios militares conjutos, numa clara demonstração de Força. (foto: AP Photo/Steve Helber)

Os EUA enviaram caças F-22 Raptor para a Coreia do Sul no ultimo domingo, como parte dos exercícios conjuntos, numa clara demonstração de força , destinada a conter as provocações de Pyongyang.

O deslocamento dos aviões ocorreram em meio a troca de acusações entre Pyongyang e Washington, com a Coreia do Norte anunciando novas ameaças aos EUA.

Nos últimos dias, Kim Jong Eun, o jovem líder da Coréia do Norte, tem se colocado em frente a mapas retratando ataques com mísseis no Havaí e no continente americano, e ameaçou lançar foguetes contra os EUA e suas bases no Pacífico. A Coreia do Norte afirma que colocou ogivas nucleares em seus mísseis, mas não está claro o quão longe eles avançaram nesse esforço.

A chegada dos caças F-22 dos segue a demonstração de poder, que na semana passada, que incluiu bombardeiros B-52 e B-2 . Os F-22 são geralmente estacionados no Japão, na Base Aérea de Kadena, mas voaram para a Base Aérea de Osan na Coréia do Sul, para os exercícios contínuos.

Os caças F-22, estão entre as armas mais caras e avançadas do arsenal da Força Aérea. Os EUA não os utilizou em combate, mas já deslocou-os em outras ocasiões para os Emirados Árabes Unidos e Japão, como um impedimento contra o Irã e a Coréia do Norte.

Em um conflito com a Coreia do Norte, o F-22 provavelmente seria a primeira aeronave utilizada. Aeronaves stealths seriam enviado para a defesa aérea e radares, liberando o caminho para os demais bombardeiros, destinadas a locais de lançamento de mísseis ou outros alvos. Eles também poderiam ser usados para escoltar bombardeiros B-2.

O uso de caças F-22 no exercício de treinamento com a Coreia do Sul, é um sinal de os EUA está ansioso para mostrar seu armamento mais potente para a Coreia do Norte.

“Apesar dos desafios com restrições fiscais, oportunidades de formação são importantes para garantir as forças dos EUA estão prontos para a batalha e treinados para empregar o poder aéreo para deter a agressão, defender a República da Coreia e derrotar qualquer ataque contra a aliança”, emitiu declaração o comando militar dos EUA na Coréia do Sul. Mais cedo, funcionários da defesa dos EUA prometeram novas manifestações da capacidade militar americana em face de contínuas ameaças da Coreia do Norte de atacar os EUA, Coreia do Sul e seus aliados no Pacífico.

Os exercícios anuais militares com a Coreia do Sul tem irritado a Coreia do Norte, particularmente com os EUA colocando as suas capacidades mais avançadas em exibição. O voo de dois B-2 na semana passada, demonstrou a capacidade de lançar armas nucleares a partir de bases nos EUA.

Os líderes norte-coreanos estão reunidos esta semana, e as autoridades dos EUA estão observando de perto para ver se o Norte continua suas ameaças de atacar bases americanas no Pacífico.

Na sexta-feira, a Tv estatal norte-coreano anunciou que o ditador Kim tinha assinado os planos de guerra para atacar os EUA. O governo também parece ter organizado um grande protesto em Pyongyang, onde os norte-coreanos levaram cartazes anti-americanos, incluindo aqueles que se lia “Morte para os imperialistas norte-americanos. ”

Caitlin Hayden, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, chamou as declarações duras de Pyongyang “não construtiva”. Ela disse que os EUA continuam preparados para defender seus aliados e está tomando medidas adicionais contra a ameaça da Coréia do Norte.

“Nós levamos estas ameaças a sério e permanecemos em contato direto com nossos aliados sul-coreanos”, disse ela. “Mas, nós também notar que a Coreia do Norte tem uma longa história de retórica, belicosa e ameaças.”

Autoridades norte-americanas disseram que mísseis de longo alcance norte-coreanos são capazes de atingir o Alasca, Havaí e territórios dos EUA no Pacífico.

Depois do B-2, agora é a vez do Raptor sobre os céus da Coréia do Sul. (Foto: U.S. Air Force photo/ Master Sgt. Kevin J. Gruenwald)
Depois do B-2, agora é a vez do Raptor sobre os céus da Coréia do Sul. (Foto: U.S. Air Force photo/ Master Sgt. Kevin J. Gruenwald)

Rep. Peter King, de Nova York republicano que dirige a Casa Comitê de Segurança Interna e senta-se no painel de inteligência, afirmou neste domingo a maior ameaça continua a ser um ataque do Norte à Coreia do Sul ou as bases americanas no Pacífico. Ele disse que Kim poderia ser preso por sua própria retórica.

Autoridades norte-americanas de defesa acreditam que a Coreia do Norte está a seguindo os padrões semelhantes, como no passado, elevando as tensões em uma manobra para barganhar com Washington ou ganhar mais ajuda internacional. Mas Seul sinalizou que poderia responder com mais força do que no passado a qualquer provocação norte-coreana militar.

Além dos bombardeiros e caças, os EUA disse que vai ampliar o número de interceptores baseados em terra, além de um radar avançado no Japão e elaborou um extenso quadro de respostas possíveis para a Coreia do Sul.

Alguns funcionários do governo têm expressado reservas sobre as implantações de bombardeiros e caças avançados dos Estados Unidos, argumentando que arriscar mais escalada da situação.

Os exercícios militares sul-coreanos, conhecidos como Foal Eagle, estão programados para continuar por várias semanas.

Fonte: Wall Street Journal – Tradução: Cavok

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Forças aéreas reagem aos atrasos do JSF

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Dois caças F-22 Raptor durante voo de treinamento sobre o Novo México. (Foto: U.S. Air Force)

O fracasso dos chamados caças de “quinta geração”, como o F-22 e F-35, para ser entregue no prazo e dentro do orçamento, está tendo efeitos em cascata em todo os EUA e nas forças aéreas aliadas, que vão desde mudanças fundamentais na Força Aérea dos EUA para formação dos pilotos de F-22 com aceleração das atualizações e em esforços de prolongamento da vida para os F-16.

O treinamento do F-22 sofreu “uma mudança dramática”, recentemente, de acordo com o major-general Larry Wells, comandante da Nona Força Aérea dos EUA. Wells agora lidera a maioria dos caças F-22 em serviço ativo na USAF, com a transferência, em outubro, dos F-22 da “escola” do Comando de Treinamento e Educação Aérea da Base Aérea Tyndall para a Nona Força Aérea.

Uma das grandes mudanças é no sentido de realizar o treinamento conjunto com os F-15, F-16 e outros ativos não-furtivos. Este é o reconhecimento do fato de que atrasando as entregas do F-35 e o pequeno número de caças F-22 – que a Força Aérea cortou a produção em 2009 por causa de seu alto custo e para ajudar a financiar o JSF – significará que o serviço não terá uma força aérea tática na maioria sendo stealth antes de 2030.

Treinamento de pilotos de F-22 em simuladores.

Os pilotos dos F-22s estão agora treinando para operar em “sensores em formação,” espalhados 10-15 nm de distância, e atuando como “guias” para os caças Boeing F-15C/D. “Costumávamos operar os F-22 numa distância de 4 a 5 milhas, e quando ficávamos sem armas, o inimigo continuava chegando”, disse Wells na conferência internacional de caças da IQ Defence neste mês.

Um desafio nesta tarefa é que os F-22 “falam muito bem somente entre eles”, diz Wells. O caça possui uma conexão de dados em voo que somente se comunica com outros caças F-22″, o que vai ser assim por um longo tempo antes que tenhamos a plena interoperabilidade.” Outra apresentação na conferência mostra que o F-22 será capaz de receber dados no Link 16 em 2014, quando for colocado em serviço a atualização Incremento 3.2A, e enviar dados no Link 16 (identificação, localização e dados de trajeto) em 2015, através de um sistema de gateway não especificado. Até então, o único meio de comunicação do F-22 para outros ativos é a comunicação rádio.

Embora os testes do F-35 tenham avançado bastante, os atrasos na entrega e o alto custo do programa tem feito a USAF mudar o planejamento futuro das outras aeronaves da ativa. (Foto: Lockheed Martin)

Em outra mudança na formação, disse Wells, os pilotos de F-22 enfrentam rotineiramente um bloqueio simulado e outros problemas. “No início, nós voamos com os sistemas todos acionados todo o tempo. Hoje, é o contrário. Todos os dias, algo não está disponível, pode ser comunicação, pode ser GPS. ”

No lado positivo, disse Wells, as capacidades do F-22 estão melhorando, assim como as normas de formação. “Estamos voando o F-22 como um F-15”, disse ele. Ao mesmo tempo, medidas estão sendo tomadas para preparar melhor os pilotos para o F-22. Novos pilotos vindo de  jatos de treinamento T-38 voam surtidas de alto desempenho liderando oito aeronaves F-16 antes de assumir o Raptor, porque, diz Wells, “nós aprendemos que os pilotos saindo do T-38 para o F- 22 não se saiu bem. Isso é algo que os países que compram o F-35 devem considerar. ”

Jatos T-38 Talon estão sendo usados para treinar os pilotos dos F-22. (Foto: Senior Airman Brian Ybarbo / U.S. Air Force)

A Força Aérea dos EUA também acrescentou jatos T-38 para todas as unidades de F-22 como aeronaves adversárias. “Se você voar jatos stealth contra stealth, você não vai simular os cenários mais prováveis”, aponta Wells. Alguns novos pilotos nos esquadrões de F-22 podem voar nos T-38 por até um ano. “É algo que você precisa considerar sendo um cliente do F-35”, acrescenta Wells. “Se você tem somente caças stealth na ativa, com o que você treina contra?”

Os F-22 estão atualmente voando no sudoeste da Ásia, disse Wells. “Há três coisas necessárias para empregar o F-22 em combate. O comandante combatente tem que ter uma necessidade para a aeronave, o provedor de força tem de ser capaz de tornar as aeronaves disponíveis, e o secretário de defesa precisa aprovar o uso. Isso ainda não aconteceu.”

A USAF deu início a um estudo para ampliar a capacidade operacional dos seus caças F-16.

Com a data da capacidade operacional inicial (IOC) do F-35 ainda indefinida, a Força Aérea dos EUA lançou o programa de Extensão Programada de Aviônicos de Combate (CAPES) para o F-16, com a Lockheed Martin como concorrente único. O projeto CAPES, que será aplicado em 350 caças F-16 que permanecerão em serviço até 2030, implica uma redução correspondente nas compras de F-35 da USAF antes dessa data, em relação ao programa original.

O CAPES está atraindo a atenção de clientes de exportação, incluindo a Polônia. “Os atrasos do JSF são muito promissores porque pressiononam os EUA para iniciar um programa robusto de atualização dos F-16”, disse o coronel (aposentado) Tadeusz Pieciukiewicz, diretor do escritório de projeto F-16 da Polônia, durante a conferência. A Polônia tem 48 dos modernos e avançados caças F-16 Block 52 e quer tirar proveito das melhorias do CAPES, tais como um radar de matriz de varredura eletrônica ativa (AESA) e melhorados displays no cockpit.

A Polônia é uma das nações interessadas na atualização CAPES para os seus F-16 Block 52.

O programa CAPES foi objeto de uma importante mudança recentemente, de acordo com executivos presentes na conferência. A Força Aérea delegou uma decisão crucial para a Lockheed Martin: a escolha entre o Avançado Radar de Combate da Raytheon e o radar Scalable Agile Beam da Northrop. A solicitação de propostas é esperada em breve, com uma decisão antes do terceiro trimestre de 2013.

A mudança não agradou a Raytheon. A Northrop Grumman forneceu cada radar dos F-16, bem como os radares nos F-22 e F-35, e que agora está sendo colocada de lado. As motivações da Força Aérea não são claras. Alguns observadores dizem que isso pode ser uma tentativa de selecionar um fonte de alto valor “à prova de protesto” para o mercado total de atualização dos F-16, algo estimado em mais de 1.000 radares, considerada a última oportunidade desse tamanho à vista, ou simplesmente um reconhecimento de que ninguém do lado do governo dos EUA é experiente o suficiente para fazer essa escolha.

Entretanto, a Administração de Aquisição de Programas de Defesa da Coréia do Sul (DAPA), que escolheu a BAE Systems para liderar seu próprio programa de atualização de F-16 em julho, planeja escolher um radar AESA, possivelmente antes de fim de ano. A Coreia do Sul está sendo forçada a retardar a sua escolha e seguir o exemplo dos EUA, dizem fontes.

A Coreia do Sul escolheu a BAE Systems para atualizar seus KF-16.

A BAE Systems ganhou o negócio coreano com uma vantagem de preço substancial sobre a Lockheed Martin e agora está conversando com várias nações que demonstraram interesse em participar do programa CAPES. Assim como na Polônia, há um interesse ativo nas atualizações de F-16 em Cingapura, Portugal e Grécia.

No entanto, não existe uma linha de financiamento clara dentro do orçamento da Força Aérea dos EUA para o esforço, além dos estágios iniciais do projeto, o plano é formar um consórcio com os parceiros internacionais que compartilham o custo. Outra questão é em que medida o CAPES será uma solução única que vai resolver tudo, e como isso vai engrenar com as exigências locais. Por exemplo, alguns operadores de F-16, requerem um sistema de guerra electrônica ativa (não faz parte da linha de base do CAPES, que inclui apenas o sistema de gestãoALQ-213 da Terma) e outros não.

Fonte: Aviation Week / Bill Sweetman – Tradução: Cavok

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Fernando Valduga

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Manutenção da camada aplicada na fuselagem do Raptor é principal razão de sua capacidade stealth

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Um técnico da USAF avalia a camada de baixa observação, a “pele” que oferece ao Raptor sua capacidade furtiva. (Foto: Senior Airman Joan King / U.S. Air Force)

Muitos se surpreendem ao descobrir que o maior órgão existente no corpo humano é a pele. A pele fornece uma barreira física contra prejudiciais fatores externos. O caça F-22 Raptor, bem como o corpo humano, tem uma camada de pele chamada de baixa observação.

A camada de baixa observação (LO) não só ajuda a manter as capacidades furtivas dos jatos mas também evita danos de corrosão e outros. Como a pele humana, o revestimento do F-22 é constituído por várias camadas. A superfície do F-22 parece ser um simples tinta cinzenta, mas, na realidade, a superfície de alta tecnologia torna um dos maiores jatos de combate virtualmente indetectáveis pelo radar.

“Sem dúvida a capacidade mais importante de um caça de quinta geração, como o Raptor, é o que proporciona a baixa observação – a discrição”, disse o major da Força Aérea Patrick Pearson, um piloto de F-22 junto à 3ª Ala de Caça.

Os benefícios da tecnologia stealth podem facilitar um pouco em termos de combate aéreo. A capacidade do F-22 para processar um ataque letal, permanecendo sem ser detectado, é uma das razões por ele ter a maior taxa de destruição de qualquer outro caça em combate simulado. Enquanto a incrível letalidade definiu as táticas do F-22, a aeronave também se tornou conhecida por sua capacidade de sobrevivência inigualável.

“A sobrevivência é o maior fator, de modo que o jato e o piloto podem retornar”, disse o técnico em manutenção da camada de baixa observação, o Airman 1st Class Emmanuel Marioni.

A letalidade e sobrevivência são questões críticas para os homens e mulheres no setor de LO, composto de militares da ativa do 3° Esquadrão de Manutenção e de reservistas do 477° Esquadrão de Manutenção. Seus membros preparam diariamente os caças F-22 para que os pilotos possam derrotar as aeronaves rivais mais avançadas e os sistemas de mísseis de defesa aérea no solo.

A camada que protege o caça F-22 Raptor é avaliada constantemente pelos técnicos especializados dos esquadrões de manutenção da USAF. (Foto: U.S. Air Force)

Uma vez por semana, o setor de LO conduz inspeções externas das camadas sobre o Raptor. Toda a informação é colocada num banco de dados que avalia a sua capacidade stealth, chamado de sistema de avaliação de assinatura (SAS).

“Quanto menor a classificação SAS, mais furtivo é o jato”, disse o sargento Dave Strunk, chefe de preparação do voo junto ao 477° Esquadrão de Manutenção.

Strunk, disse que o trabalho de LO é feito em duas áreas – na remoção do revestimento para facilitar a manutenção e outra na remoção e substituição para levar a classificação SAS para baixo. O trabalho de um técnico de LO pode ser um desafio que exige um alto nível de atenção aos detalhes e adesão às precauções de segurança.

“Estamos trabalhando todos tempo e todos os dias”, disse o sargento da equipe da Força Aérea dos EUA Mateus Duque, técnico de LO do 477° Esquadrão de Manutenção. “Nós temos mantido uma cobertura 24/7 para garantir um fluxo constante de progresso desde o início de uma reparação até o término. Nossa precisa catalogação de danos e reparos asseguram que a aeronave esteja funcionando como projetada.”

A pele do corpo pode ser dada como correta até que ela seja danificada. Os esforços por trás das cenas dos homens e mulheres do terceiro Esquadrão de Manutenção e do 477° Esquadrão de Manutenção é para manter o Raptor no topo do combate aéreo.

“A constante atenção aos detalhes e na manutenção da nossa seção de LO é essencial para projetar a capacidade do F-22 em combate”, disse Pearson. “Sabendo que nossos jatos estão completamente prontos para entrar em operação me dá a confiança que eu preciso para fazer o trabalho.”

Texto: Senior Airman Joan King / 3rd Maintenance Group – Tradução: Cavok

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SHOW AÉREO: San Francisco Fleet Week – San Francisco Bay, California (EUA)

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A equipe de demonstração aérea da Marinha dos EUA, os Blue Angels, fecharam os dois dias de apresentações em San Francisco. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)

No final de semana dos dias 6 e 7 de outubro, a cidade de San Francisco, na California, realizou o show aéreo San Francisco Fleet Week. Além do evento que contou com a presença de diversas aeronaves da Marinha dos EUA, a cidade da costa oeste dos Estados Unidos recebeu várias outras atrações, incluindo a America ‘s Cup Races World Series.

O San Francisco Fleet Week tem o centro da cidade atrás do público, e a ponte Golden Gate e Alcatraz na frente do público, sempre um ótimo cenário para as fotos das aeronaves. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)

Além do desfile tradicional de navios de guerra que entram na baía de San Francisco, passando sob aponte Golden Gate, o Fleet Week sempre destaca as apresentações aéreas, nosso real interesse, que misturam aeronaves civis e militares, entre jatos de combate, biplanos de acrobacia, grandes aviões de passageiros e incluisive o esquadrão de demonstração da Marinha dos EUA, os Blue Angels. A apresentação de voo ocorreu sobre a baía, com a Golden Gate servindo de fundo para as fotos. O evento possui apenas demonstrações aéreas, sem aeronaves na exposição estática.

As apresentações das aeronaves ocorriam sobre a baía de San Francisco, próximo à famosa ponte Golden Gate. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)

Além do final de semana, na sexta-feira que antecede o evento, um grande número de aeronaves utilizam o espaço para os treinos, e por isso muito aproveitam para fotografar os aviões num dia adicional. A área da baía de San Francisco seguidamente fecha com nevoeiros, e esse fator meteorológico acaba atrapalhando um pouco o evento.

Uma supresa no sábado foi a passagem do bombardeiro B-2 “Spirit of Georgia” que veio da Base Aérea de Whiteman, NM. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)
Um V-22 Osprey do VMM-166 “SeaElk” do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)
Dois AV-8B Harrier II do VMA-311 “Tomcats”, do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)

O show aéreo começou com uma simulada operação de busca e salvamento da Guarda Costeira dos EUA (U.S. Coast Guard), que descia um mergulhador de resgate na água com um helicóptero MH-65C Dolphin em voo pairado, que depois realizava uma passagem e voltava para resgatar o mergulhador. No sábado, após a apresentação da Guarda Costeira, um bombardeiro B-2 Spirit (Spirit of Georgia), vindo de uma missão de treinamento da Base Aérea de Whiteman, fez três passagens sobre a baía. Em seguida foi a vez da apresentação do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA (U.S. Marine Corps) que trouxe um tiltrotor MV-22 Osprey do VMM-166 “SeaElk“, sediados na MCAS Miramar, e um par de jatos AV-8B Harriers do VMA-311 “Tomcats”, sediado na MCAS Yuma.

Mike Wiskus e seu Pitts S-1. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)
Greg “Wired” Colyer com o jato T-33 “Ace Maker”. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)
O Oracle Challenger III de Sean D. Tucker. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)

Dentre as apresentações de aviões acrobáticos, o show em San Francisco contou com Mike Wiskus, no Pitts S-1 vermelho da Lucas Oil, o canadense “Super Dave” Mathieson num Scheyden MX-2, Greg “Wired” Colyer no jato de treinamento T-33A Shooting Star “Ace Maker”, e o sempre impressionante e empolgante Sean D. Tucker no potente biplano Oracle Challenger III.

Os jatos L-39 pretos do Patriots Jet Team. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)
O CF-188 Hornet do CF-18 Demonstration Team das Forças Armadas Canadense. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)
O piloto “Paco” Gobeil encerrou a temporada 2012 de shows com a apresentação em San Francisco. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)

A equipe de demonstração civil Patriots Jet Team, cujos pilotos incluem veteranos dos esquadrões Thunderbirds, Blue Angels e Snowbirds, fez uma bela apresentação com seus seis jatos de treinamento L-39 pintados de preto, soltando fumaça vermelha, branca e azul no céu. Em seguida foi a vez do conhecido pelos brasileiros CF-188 Hornet do Canadian Demo Team, da Real Força Aérea Canadense. A apresentação em San Francisco marcou o final da temporada para a equipe, e o capitão “Paco” Gobeil realizou todas manobras previstas na sua demonstração, com diversas passagens em alta velocidade. A especial pintura do Hornet ficou realçada no seu azul sobre San Francisco.

Uma das passagens baixas do Boeing 747-400 da companhia aérea United. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)
Na sexta-feira a United fez passagens baixas com um Boeing 777-200. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)
A passagem do Boeing 727 da Fry’s Electronics foi nostálgico para os presentes. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)

A cidade de San Francisco contra com três aeroportos internacionais localizados na área da baía, e sendo assim, a companhia aérea United enviou um Boeing 747 para realizar uma série de passagens, incluindo uma com o trem de pouso baixado, em velocidade baixa, voando lentamente sobre o público quase na velocidade de aproximação. Na sexta-feira a United fez a mesma coisa com um Boeing 777. Outra aeronave comercial foi um trijato Boeing 727 da Fry’s Electronics que fez um sobrevôo nostálgico.

As incríveis manobras do Lockheed F-22A Raptor da Força Aérea dos EUA. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)
O Raptor retornou após sua apresentação para o Heritage Flight com um P-51 Mustang e um F-16C Fighting Falcon. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)

Uma das apresentações mais aguardadas foi a da Força Aérea dos EUA (U.S. Air Force) com o F-22 Raptor Tactical Demonstration, com o piloto Major Henry “Schadow” Schantz demonstrando todas capacidades de manobras aéreas do caça de quinta geração F-22 Raptor. A manobras foram como sempre impressionantes, ainda mais sob a água. Após terminar a demonstração, o F-22 se afastou da baía e retornou em formação com P-51D Mustang “Wee Willy II” e o F-16C Fighting Falcon da equipe de demonstração “Viper West” para o Heritage Flight, no padrão de três passagens e depois a separação com passagens solos das aeronaves.

O C-130T “Fat Albert” do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, a aeronave de apoio dos Blue Angels. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)
O Fat Albert abriu a apresentação dos F-18 dos Blue Angels. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)
Os caças F-18 Hornets são usados pelos Blue Angels, o esquadrão de demonstração da Marinha dos EUA. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)

San Francisco foi escolhida como uma das cidades que recebeu a apresentação do querido C-130 “Fat Albert”, que com tripulantes do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA demonstrou as manobras de tirar o fôlego como a subida em grande ângulo de ataque e a descida em vertical, com diversas passagens baixas sobre a baía, incluindo uma sobre a Ilha de Alcatraz, vindo de frente para o público.

A apresentação dos Blue Angels é uma das mais impressionantes pelo arrojo e pela perícia dos pilotos. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)
Um F/A-18E Super Hornet da Marinha dos EUA, vindo da NAS Lemoore também se apresentou no evento. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)

O show nos dois dias foi finalizado com a apresentação dos caças F-18 Hornets dos Blue Angels da Marinha dos EUA, que realizaram passagens muito baixas sobre a água, levantando espuma d’água numa das passagens. Além dos Blue Angels, a Marinha dos EUA também se apresentou com um caça F/A-18E Super Hornet do VFA-122 “Flying Eagles”, sediado na NAS Lemoore.

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Nota do Editor: Agradecemos ao amigo Ricardo von Puttkammer pelo envio das belas imagens de mais um sensacional show aéreo nos EUA.

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Base Aérea de Tyndall retoma voos com caças F-22 após o acidente no dia 15 de novembro

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O primeiro caça F-22 a decolar na Base Aérea de Tyndall, Florida, no dia 19 de novembro, às 7:45 hora local. (Foto: Lisa Norman / U.S. Air Force)

A 325ª Ala de Caça, da Base Aérea de Tyndall, Flórida, retomou as operações de voo normais com o comandante da ala, Coronel David Graff, voando uma das primeiras missões com o F-22 Raptor no dia 19 de novembro, logo no começo da manhã.

No total, oito aeronaves F-22 completaram as missões de treinamento no período da manhã e outras seis voaram na parte da tarde. O comandante da ala havia suspendido as operações de voo da ala após um acidente com um F-22 na base no dia 15 de novembro.

“Eu tenho total confiança no F-22. Vamos continuar a cumprir nossa missão enquanto continuam as investigações do Conselho de Segurança sobre a causa do acidente da semana passada”, disse Graff.

Destroços do caça F-22 que caiu no dia 15 de novembro. (Foto: U.S. Air Force)

Numa declaração anterior, o Comando de Combate Aéreo da Força Aérea dos EUA informou que os sintomas de hipoxia sentidos por pilotos e os problemas detectados nos trajes dos pilotos dos Raptors não estavam entre as causas do acidente ocorrido na semana passada.

No acidente ocorrido na manhã do dia 15 de novembro, um caça F-22 do 43° Esquadrão de Caça caiu minutos após a decolagem, com o piloto conseguindo ejetar. As equipes de resgate chegaram dois minutos após a queda, resgataram o piloto e isolaram a área.

Imediatamente após o acidente do dia 15 de novembro, uma investigação do Conselho de Segurança interino foi estabelecido com os membros locais, com a tarefa de garantir a preservação da cena e de todas as provas. O conselho oficial composto por membros especialmente treinados de diferentes instalações militares chegaram esta semana e assumiram a investigação.

Os resultados da investigação do Conselho de Segurança nunca são liberados para o público, mas são realizados para evitar acidentes futuros. As Investigações de segurança dos sistemas de armas, como aviões, mísseis e plataformas espaciais também avaliam possíveis amplas implicações na prontidão para esses sistemas de combate.

Um Conselho de Investigação de Acidentes se reunirá após a concluisão do conselho de segurança. O objetivo do conselho de investigações é de apresentar um relatório para o público sobre os fatos e circunstâncias do acidente para incluir uma declaração de opinião sobre a causa ou causas do acidente. Nenhum calendário para a realização de um ou outro relatório está definido neste momento.

O caça Lockheed F-22 Raptor realiza tanto missões ar-ar como ar-terra que permitem a plena realização de conceitos operacionais vitais para a defesa aérea dos EUA. O caça de US$ 143 milhões é projetado para implantar o domínio aéreo rapidamente e para derrotar as ameaças à segurança nacional e à segurança dos EUA e seus aliados.

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Acidente com caça F-22 Raptor da Base Aérea de Tyndall, Flórida

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Um caça F-22 Raptor sobrevoa Panama City Beach, na Florida. (Foto: U.S. Air Force)

Um caça Lockheed F-22A Raptor caiu hoje, dia 15 de novembro, às 15:30 hora local (17:30 horário de Brasília) na Base Aérea de Tyndall, na Flórida, a um quarto de milha a leste da pista. A aeronave fazia parte da 325ª Ala de Caça situada na base. A base fica localizada a 12 milhas da cidade de Panama City Beach.

A Rodovia 98, que passa próximo da base, foi fechada num trecho como medida de precaução, embora o acidente não tenha ocorrido na estrada.

O piloto conseguiu ejetar com segurança e está atualmente sob a supervisão do 325° Grupo Médico. Uma equipe de socorristas foi enviada ao local da queda, uma área desabitada próxima da estrada. Não houve feridos no local.

A causa do acidente ainda está sob investigação e detalhes adicionais serão fornecidas assim que estiverem disponíveis.

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VÍDEO E IMAGENS: Esquadrões de caças F-22 no Havaí atingem a Capacidade Operacional Inicial

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Um caça F-22 baseado no Havaí parte para mais um voo de treinamento, antes do esquadrão obter a Capacidade Operacional Inicial. (Foto: Tech Sgt. Andrew Jackson, 154th Wing Public Affairs / U.S. Air Force)

O 199° Esquadrão de Caça da Guarda Aérea Nacional do Havaí e o 19° Esquadrão de Caça do serviço ativo da Força Aérea dos EUA (pertencentes a 154ª Ala e 15ª Ala, respectivamente) atingiram o status de Capacidade Inicial Operacional (COI) com os caças F-22 Raptor. Veja a seguir um vídeo sobre a manobra realizada na Base Aérea Conjunta Hickan-Pearl Harbor, Havaí.

O anúncio do COI vem após a realização de um exercício de três dias de duração que demonstra claramente a capacidade das unidades em voar e manter a aeronave de caça mais avançada do mundo para qualquer tipo de operação de contingência.

O Major Shane Nagatani, piloto de F-22 do 199° Esquadrão de Caça da Guarda Aérea Nacional do Havaí, se prepara a bordo do caça Raptor. (Foto: Tech Sgt. Andrew Jackson, 154th Wing Public Affairs / U.S. Air Force)

“Este é um grande marco para as nossas combinadas Alas 154 e 15. O status de COI significa que somos capazes de implantar uma parte de nossos caças F-22 Raptors, a qualquer hora, em qualquer lugar, em apoio às operações nos teatros. Nossos F-22 Raptors destacam o compromisso dos EUA com a região do Pacífico e adiciona a capacidade de domínio aéreo adicional para o Comando dos EUA no Pacífico”, disse o brigadeiro general Braden Sakai, comandante da 154ª Ala de Caça. “Ter esta capacidade no Havaí oferece aos Comando dos EUA no Pacífico a capacidade de responder rapidamente a qualquer contingência, em qualquer lugar do teatro, num tempo mínimo”.

Atingindo a capacidade operacional inicial, os esquadrões baseados no Havaí poderão destacar seus caças F-22 Raptor para qualquer teatro de operações no Pacífico. (Foto: Tech Sgt. Andrew Jackson, 154th Wing Public Affairs / U.S. Air Force)

O F-22A Raptor é capaz de realizar missões ar-ar, assim como o ataques de precisão ar-solo, e é um caça primário de superioridade aérea da Força Aérea dos EUA, oferecendo capacidades incomparáveis para supremacia aérea e defesa aérea dos EUA.

No Havaí operam com 20 caças F-22 Raptors divididos em dois esquadrões. (Foto: Tech Sgt. Andrew Jackson, 154th Wing Public Affairs / U.S. Air Force)

A Base Conjunta de Hickam-Pearl Harbor, é o lar de 20 caças F-22 Raptors. A Guarda Aérea Nacional do Havaí e a Força Aérea dos EUA dividem a responsabilidade para manter em voo e prestar o apoio de manutenção dos furtivos F-22.

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Força Aérea dos EUA busca realizar mais exercícios usando os F-22s junto com seus aliados

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Um caça F-22 lidera uma formação com caças F-7 da Força Aérea Paquistanesa durante um exercício realizado no Paquistão.

Um alto comandante da Força Aérea dos EUA abriu a oportunidade para realização de mais operações conjuntas com a coalizão usando seus caças furtivos F-22 Raptor. Falando na Conferência Internacional de Caça organizada em Londres pelo IQPC, o major-general Larry Wells, comandante da Nona Força Aérea dos EUA, disse: “Nós precisamos envolver nossos parceiros nos exercícios com os caças F-22.”

Até agora, o nível de classificação de segurança ao redor do interceptador mais moderno da USAF tem impedido uma cooperação significativa com as forças aéreas aliadas. Mas Wells observou que a frota de aviões furtivos dos EUA não é grande o suficiente para realizar sozinha as operações principais de ataque. “Devemos integrar as frotas de aeronaves de quarta e quinta gerações”, disse ele.

Caças F-16 e F-15 já vem realizando uma série de exercícios com os F-22, tanto nos EUA como no exterior. (Foto: Mass Communication Specialist 3rd Class Jacob D. Moore / U.S. Navy)

Wells disse que os exercícios com caças F-15 e F-16 da Força Aérea dos EUA já foram intensificados. Atualmente, os pilotos dos F-22 podem se comunicar com outras aeronaves somente pela voz, mas a funcionalidade link 16 será instalada nos Raptors no próximo ano, revelou Wells. Ele disse que caças F-22 “passam um monte de dados de alta fidelidade entre eles” através do seu link de dados único, mas não podem se comunicar até mesmo com outras aeronaves stealth dos EUA, como o B-2 ou o F-35. Mas o MADL (multifunction advanced datalink) do F-35 acabará por fornecer essa capacidade, acrescentou Wells.

Wells também revelou que um esquadrão de caças F-22 já foi equipado para lançar a SDB (Small Diameter Bomb) de 250 libras. Isto aumenta a capacidade ar-superfície da aeronave, que já inclui a capacidade de lançar JDAM (Joint Direct Attack Munitions) de 1.000 libras em voo subsônico.

A maioria das restrições de operação impostas após os bem divulgados problemas de abastecimento de oxigênio aos pilotos já foram retiradas, relatou Wells. “Nós recentemente realizamos duas importantes implantações para a Ásia Oriental e o Sudoeste da Ásia, sem incidentes”, disse ele. Soluções para os problemas incluem filtros de carvão no fornecimento de oxigênio; uma fonte de oxigênio de back-up, e modificações no regulador de pressão para o traje “Combat Edge” do piloto.

Fonte: AIN Online – Tradução: Cavok

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IMAGENS: Caças F-22 retornam de sua implantação no Japão

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Os primeiros caças F-22 Raptors que retornaram do Japão alinhados no pátio da Base Aérea de Langley, na Virgínia, no dia 13 de outubro de 2012. (Foto: Master Sgt. Carlos J. Claudio / U.S. Air Force)

Mais de 200 aviadores e mantenedores dos caças F-22 na ativa com o 27° Esquadrão de Caça e da 27ª Unidade de Manutenção de Aeronaves, juntamente com a 192ª Ala de Caça da Guarda Aérea Nacional dos EUA, retornaram para sua base natal na Base Conjunta da Força Aérea de Langley-Eutis, Virgínia, no dia 13 de Outubro 2012, depois de uma implantação de três meses na Base Aérea de Kadena, no Japão.

Um F-22 Raptor taxia na pista da Base Aérea de Langley, logo após a chegada do voo que partiu de Kadena, no Japão. (Foto: Master Sgt. Carlos J. Claudio / U.S. Air Force)

A implantação dos caças F-22 Raptor na Base Aérea de Kadena foi para apoiar as obrigações dos EUA na segurança no Pacífico Ocidental prestado pelo Comando da Força Aérea EUA do Pacífico. A unidade combinada permaneceu implantada sob a direção da 18ª Ala de Caça de Kadena. Os caças F-22 são rotineiramente implantados a partir de suas bases continentais nos EUA para locais em todo o Pacífico.

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IMAGENS: Caças F-22 Raptor realizam reabastecimento “quente” enquanto nevava no Alasca

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As equipes da Base Aérea de Elmendorf-Richardson, no Alasca, realizaram um reabastecimento “quente” em caças F-22 Raptor num dia que estava nevando na região. (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)

No dia 15 de outubro, caças F-22 Raptor e as equipes do 3° e do 477° esquadrões de manutenção realizaram um procedimento de reabastecimento “quente” (hot pit) na Base Aérea Conjunta de Elmendorrf-Richardson, no Alasca, enquanto nevava na região.

Num reabastecimento “quente”, o piloto permanece a bordo do jato que mantém os motores em funcionamento. (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)

O abastecimento hot pit é um procedimento realizado onde a aeronave é reabastecida rapidamente e permite que ela conclua uma segunda surtida num curto espaço de tempo. Durante um reabastecimento hot pit o piloto permanece na cabine com o jato em funcionamento enquanto as equipes de manutenção executam verificações de segurança e reabastecem a aeronave, permitindo que o caça volte ao voo em menos de 30 minutos.

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Caças F-22 da Base Aérea de Tyndall batem recorde de surtidas num único dia

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Caças F-22 Raptor participaram de um exercício na Base Aérea de Tyndall, Florida, realizando 53 saídas num único dia. (Foto: Master Sgt. Michael Ammons / U.S. Air Force)

O 43° Esquadrão de Caça, da Base Aérea de Tyndall, Flórida, uma unidade de treinamento de pilotos dos caças F-22 Raptor, estabeleceu um novo recorde de voos num único dia, em 24 de Setembro de 2012, realizando 53 missões locais durante os períodos da manhã e da tarde.

O esquadrão normalmente tem uma média entre 18 e 24 surtidas por dia. O aumento começou na parte da manhã, com três lançamentos conjuntos de 10 caças F-22 e depois com três conjuntos de oito Raptors no período da tarde. Os pilotos voavam, pousavam, taxiavam para um ponto onde reabasteciam com os motores acionados, e depois decolavam novamente. Apenas os pilotos instrutores participaram do exercício para garantir que os requisitos de segurança e proficiência fossem atendidos antes do final do ano fiscal, em outubro.

O recorde anterior era de um esquadrão de caça F-22, que realizou 46 surtidas num dia.

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Pratt & Whitney entrega o 500° motor F119 para caças F-22 da Força Aérea dos EUA

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O motor Pratt & Whitney F119 é usado nos caças F-22 Raptor da Força Aérea dos EUA. (Foto: U.S. Air Force)

A Pratt & Whitney anunciou no dia 25 de Setembro de 2012, que a empresa havia entregue o 500° motor F119 para a Força Aérea dos EUA. A Pratt também anunciou que finalizou os testes simulados de serviço operacional de umais de vinte anos no F119, o motor de 35.000 libras de empuxo que equipa caça de quinta geração F-22 Raptor.

Durante o período mais recente de testes, um motor de produção F119 funcionou por quase 570 horas, acumulando mais de 2.000 ciclos, ou aproximadamente quatro anos de serviço. O F119 já acumulou mais de 230.000 horas de voo operacionais reais junto com a frota de caças F-22.

O último motor F119 está previsto para ser entregue à Força Aérea dos EUA até o final de 2012.

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NORAD aciona dois caças F-22 para interceptar dois pequenos aviões sobre Nova York

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Caças F-22 Raptor foram acionados da Base Aérea de Langley para interceptar duas pequenas aeronaves que entraram no espaço aéreo restrito sobre a Assembléia Geral da ONU, em Nova York. (Foto: NORAD)

Dois caças F-22 Raptor, sob a direção do Comando de Defesa Aeroespacial Norte Americano (NORAD), interceptaram duas aeronaves de aviação geral durante separados acionamentos, depois que as duas pequenas aeronaves violaram a área restrita temporária sobre a Assembléia Geral da ONU realizada nessa quarta-feira, no momento do discurso do presidente dos EUA Barack Obama.

Os caças interceptaram as duas aeronaves sobre o centro de Nova Jersey, por volta das 11:00hs horário local, depois que eles entraram na área restrita sem comunicação rádio. Ambas aeronaves pousaram no Aeroporto Regional Jersey Central sem incidentes.

Os caças F-22s foram acionados para a missão de interceptação poucos meses depois que a Força Aérea dos EUA afirmou ter resolvido um misterioso problema com os caças de US$ 420 milhões, onde os pilotos relataram ter sintomas de privação de oxigênio durante o vôo.

Os antigos problemas dos F-22 aparentemente não estão mais preocupando o comando do NORAD nos EUA-Canadá, onde o porta-voz, tenente Al Blondin, disse que a escolha de uma aeronave para uma missão de interceptação – seja um F-22, F-15, F-16 ou um caça canadense – na verdade, apenas se resume a uma questão de conveniência, onde o que estiver disponível mais próximo será acionado, seja de dia ou de noite.

A última vez que caças F-22 foram acionados pelo NORAD foi em 2009, quando bombardeiros russos ficaram próximos do espaço aéreo norte americano no Ártico.

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Frota de caças F-22 Raptor no Havaí esta completa

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Um caça F-22 Raptor parte para uma missão de treinamento na Base Aérea Conjunta Pearl Harbor-Hickam, no Havaí. (Foto: Hawaii Air National Guard)

O 199° Esquadrão de Caça da Guarda Aérea Nacional (ANG) do Havaí e o 19° Esquadrão de Caça da Força Aérea dos EUA (USAF), estão no modo de treinamento completo com a chegada dos seus últimos quatro caças F-22 Raptors. A frota está completa, com o primeiro conjunto de caças chegando em julho de 2010, e agora 18 aeronaves estão alojadas na Base Aérea Conjunta Pearl Harbor-Hickam. Duas aeronaves estão passando por manutenção de rotina em outra base.

O caça F-22 Raptor vem sendo bastante elogiado pelos pilotos da Guarda Aérea Nacional do Havaí, que atualmente possuem 18 caças a disposição na base. (Foto: Hawaii Air National Guard)

“Este jato tem uma capacidade única de furtividade, super-cruzeiro, aviônicos integrados e excepcional manobrabilidade em comparação com outros caças,” disse o capitão Lucas “Money” Swanson, pertencente ao 19° Esquadrão de Caça da USAF.

Esta semana, os pilotos e equipes de apoio estão realizando uma missão de treinamento chamada de “Táticas de Combate Aéreo.” Essa formação somente foi possível com a chegada de todos os F22s que substituíram os antigos caças F-15s.

Um caça F-22 Raptor sendo preparado para mais uma missão de treinamento na Base Aérea Conjunta Pearl Harbor-Hickam, no Havaí.

“Nós não poderíamos receber esse tipo de treinamento que estamos recebendo hoje, e agora que todos os aviões estão aqui somos capazes de treinar num ambiente mais realista”, disse o tenente-coronel Glen Nakamura, Comandante do 154° Esquadrão de Operações Aéreas.

“Nós estávamos (praticando) escolta de aeronaves de ataque que bombardeariam um alvo e enfrentariam algumas ameaças do mundo real que nós esperamos enfrentar, nós planejamos enfrentar e nós treinamos para enfrentar”, disse Nakamura.

No início deste ano, uma emergência em voo foi anunciada por um F-22 Raptor baseado no Havaí. O piloto relatou a experiência momentânea de tonturas devido a uma falta de oxigênio e hoje o comandante do esquadrão disse que aprenderam que a aeronave furtiva está alertando os pilotos de forma adequada, e eles estão seguros para voar.

A equipe de apoio no solo tem sido de extrema importância para a capacidade de operação dos F-22 Raptor na base localizada no Havaí.

“Nós aprendemos que a aeronave é estável, e ela não possui as deficiências como se supõe, e nós estamos reconhecendo bem essas informações no cockpit”, disse o tenente-coronel Marcos Ladtkow, comandante do 199° Esquadrão de Caça.

Atualmente os Raptors estão comprometidos em manter os céus protegido sobre o Pacífico. Além disso também mantém a defesa aérea sobre o Estado do Havaí.

“Uma vez que você aprender a voar este avião em combate, ele é incomparável e imbatível”, disse Nakamura. “A sofisticação do Raptor está num outro nível, além dos F-15s que eram usados pelos esquadrões da base”.

“Eu realmente aproveitei o F-15“, disse Nakamura. “Era um avião muito gracioso, um avião muito maravilhoso, mas o F-22 muito além de qualquer coisa que alguém está colocando em voo atualmente. Isso digo com toda a minha experiência como piloto de F-15, e eu acredito que vai ser o fator decisivo em qualquer conflito.”

Fonte: Hawaii News Now – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

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IMAGENS: Caças F-22 e F-35 voam juntos pela primeira vez com a Força Aérea dos EUA

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Os dois modelos de caças de quinta geração da Força Aérea dos EUA, o F-22 e o F-35, voam pela primeira vez juntos em serviço. (Foto:Master Sgt. Jeremy T. Lock / U.S. Air Force)

Pela primeira vez, a Força Aérea dos EUA realizou um voo em formação com seus dois caças de quinta geração, o F-22A Raptor e o F-35A Lightning II, ambos fabricados pela Lockheed Martin. O voo foi realizado na quarta-feira, dia 19 de setembro, e durou cerca de uma hora e meia, com os caças partindo das bases aérea de Tyndall e Eglin, respectivamente, ambas localizadas na Florida.

Os caças F-22 e F-35 sobrevoaram diversas cidades no sudeste dos EUA.

A bordo do F-35A, que decolou antes da Base Aérea de Eglin, estava o tenente-coronel Lee Kloos, comandante do 58º Esquadrão de Caça junto a 33ª Ala de Caça. Durante o voo ele encontrou-se com o coronel Charles Corcoran, comandante da 325ª Ala de Caça, que voava com o F-22 Raptor F-22 do 43° Esquadrão de Caça, sobre o Lago Compass, no espaço aéreo ao norte da Base Aérea de Tyndall.

Esse é o segundo voo no geral, e o primeiro pela Força Aérea com os dois caças furtivos de quinta geração.

“Eu estive no programa F-22 desde 2002”, disse Corcoran. “Eu vi ele percorrer um longo caminho e fazer grandes progressos, e é bom ver o F-35 seguindo junto. O que estamos tentando fazer … é tirar as lições aprendidas a partir do F-22 e não ter que reaprender no F-35. A conversa cruzada entre as comunidades F-22 e F-35 é um imperativo.

Acompanhando os dois caças, F-22 e F-35, estava um F-16D.

“Isso só vai acontecer mais e mais vezes, e isso precisa acontecer”, Corcoran acrescentou. “Este é o futuro da nossa força de caças de combate. Você não pode ir para a guerra junto se você não treinar junto, e é aí que tudo vai começar, em Tyndall e em Eglin.”

Os dois aviões, que foram seguidos por um F-16, voaram sobre Tyndall, sobre a Cidade do Panamá e, em seguida, em direção oeste para Destin e Eglin.

O voo especial com o F-22 e o F-35 durou cerca de uma hora e meia.

Kloos disse que uma parte regular do treinamento para pilotos de Eglin e Tyndall é o voo para a outra base para toques e arremetidas e outras manobras.

“É uma parte importante da nossa formação curricular aqui”, disse Kloos. “Como pilotos, você quer ter a opção de ir para outra base se o tempo foi ruim aqui. Essa é a nossa base alternativa primária.”

A tendência é que os voos em formação entre as duas aeronaves ocorram mais seguido com a intensificação dos treinamentos no F-35.

A Base Aérea de Eglin possui atualmente 19 caças F-35s, sendo nove F-35A da Força Aérea dos EUA, e 10 aeronaves F-35B, sendo nove do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA e um pertencente ao Reino Unido.

A previsão é que Eglin receba mais quatro caças F-35Bs este ano, incluindo dois para a 33ª Ala. O Reino Unido vai receber seu segundo jato e a Holanda receberá sua primeira, disse o coronel Andrew Toth, comandante da ala. Os próximos F-35As somente devem chegar em Eglin no segundo trimestre de 2013.

Os dois esquadrões que participaram do voo com os caças F-22 e F-35 são responsáveis pelo treinamento dos pilotos da Força Aérea dos EUA.

O voo com os dois caças de quinta geração não foi totalmente o primeiro realizado. Em 2011 a Lockheed realizou um voo conjunto com os dois caças, conforme pode ser visto no vídeo abaixo.

Para saber mais sobre o primeiro voo conjunto realizado em 2011, clique aqui.

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IMAGENS: Caças F-22 Raptor partem do Alasca num destacamento para Guam

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Um caça F-22 Raptor do 90° Esquadrão de Caça se prepara para decolar rumo a Base Aérea de Andersen, em Guam. (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)

Quatro caças F-22 Raptor da Base Aérea Conjunta Elmendorf-Richardson, no Alasca, partiram no dia 18 de setembro para mais um período de implantação na Base Aérea de Anderson, em Guam, no apoio aos pacotes de segurança das forças aéreas implantadas no Pacífico.

Os caças F-22 do 90° Esquadrão de Caça na linha de voo da Base Aérea Conjunta de Elmendorf-Richardson, Alasca. (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)
Este será o primeiro destacamento dos caças F-22 Raptor da base desde 2011. (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)
A equipe e material de apoio está seguindo a bordo de um C-17 Globemaster III. (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)

Os caças F-22 fazem parte do 90° Esquadrão de Caça da 3ª Ala, e é a primeira vez desde 2011 que os caças da ala estão sendo implantados no Teatro de Operações do Pacífico. Para a missão, eles estão recebendo o apoio do pessoal da ativa e da reserva da ala e também do 477° Grupo de Caça, que estão seguindo junto num C-17 Globemaster III.

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Força Aérea Alemã detalha sucesso dos Eurofighters no Red Flag-Alaska

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Um caça Eurofighter Typhoon da Força Aérea Alemã chega para pouso na Base Aérea de Eielson, Alasca, após completar uma missão no dia 14 de junho de 2012, no Red Flag-Alaska. (Foto: Tech. Sgt. Michael R. Holzworth / U.S. Air Force)

A histórica implantação da Alemanha de oito aviões de combate Eurofighter durante o Red Flag-Alaska no início deste ano, alcançou o seu principal objetivo: provar a capacidade da Luftwaffe em participar de uma complexa operação ar-ar multinacional ao lado de seus aliados, informou a Força Aérea da Alemanha.

“Nós podemos fazer esse trabalho. Estamos prontos para Força de Reação da OTAN”, disse o tenente-coronel Marc Grüne, oficial da força aérea alemã no projeto para a implantação no Red Flag-Alaska ocorrida na Base Aérea de Eielson, Alasca.

O compromisso de um mês – que envolveu cerca de 150 funcionários da Luftwaffe e incluiu também uma oportunidade do pré-exercício para voar junto com os caça F-22 Raptor da Força Aérea dos EUA – resultando em 10 pilotos de Ala de Caça 74 da Base Aérea de Neuburg obtendo de status de “prontos para o combate”.

Os aviões alemães ficaram envolvidos num exercício de duas semanas, que envolveu também caças e outros ativos da Austrália, Japão, Polônia e USAF, incluindo a força agressor desta última.

Numa missão aérea defensiva ordenada aos alemães, a força aliada teve o recorde de pontuação do Red Flag-Alaska de 38:1, disse Grüne. Quatro caças Eurofighters acredita-se que responderam por 16 desses “kills” a partir de 18 disparos de mísseis simulados, com caças F-22 responsáveis por um número adicional não revelado.

Os Eurofighters da Luftwaffe voaram 208 de 212 missões planejadas. “Isso era um sonho para a força aérea”, disse Grüne, descrevendo o jato como “um avião muito poderoso e capaz”. Os caças alemães poderão voltar para o Alasca, para participar de um exercício Red Flag, em 2014, acrescenta.

Fonte: Flightglobal – Tradução: Cavok

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