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Com a entrega do último F-22A, a modernização do Raptor está apenas começando

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O último caça F-22A Raptor entregue para a Força Aérea dos EUA (Tail Number 10-4195). (Foto: Thinh D. Nguyen / Lockheed Martin)

A Lockheed Martin entregou nessa quarta-feira o Raptor 195 e último F-22 à Força Aérea dos EUA, em uma cerimônia na unidade da Lockheed Martin Aeronautics, em Marietta, Georgia. Com esta entrega, a Força Aérea dos EUA ainda possui a única frota de caças de 5ª geração stealth do mundo.

A produção dos caças Raptor terminou na Lockheed, embora tenham sido mantidos todos ferramentais para uma possível retomada da produção caso seja necessário, ou até mesmo para repor eventuais perdas. Mas o trabalho nos F-22 continua, já que está em andamento tarefas de modernização dos caças furtivos. Um relatório recentemente divulgado pelo Government Accountability Organization (GAO), a modernização da frota operacional de Raptors poderá custar US$ 9,7 bilhões, ou mais de US$ 50 milhões por aeronave, num trabalho que deve ser realizado pelos próximos 20 anos. Isso é quase o custo de um novo Super Hornet ou cerca de 40 por cento de um novo F-35, apenas para as modernizações. De acordo com GAO, o custo elevado de modernização está atribuído ao fato do Raptor não ter sido preparado para melhorias, mas concebido para proporcionar a mais ampla capacidade no seu projeto básico. Como tal, o desenvolvimento é caro e cada atualização deve ser concebida a partir do básico, ao invés de empregar uma infraestrutura pré-planejada de um produto com planejada preparação para futuras atualizações.

Parte das atualizações atuais incluem a conversão do caça de domínio aéreo num caça de ataque multi-função, fornecendo os equipamentos, sensores e software para apoiar a realização, orientação e lançamento de armas guiadas de precisão através dos compartimentos de armas internos ou em pontos fixos externos.

Com a modernização Incremento 3.1, os caças Raptor não tem mais a necessidade de realizar operações em companhia dos caças F-15. (Foto: Master Sgt. Kevin J. Gruenwald / U.S. Air Force)

Dentre as melhorias atuais do F-22 fazem parte o plano de modernização conhecido como Incremento 3.1, que permite que os pilotos possam mapear o solo usando o radar antes de lançar suas munições (o Raptor não tem um sistema de designação integrada EO/IR como no F35). Anteriormente, os Raptors tinham que contar com sensores externos e dados para localizar alvos e fornecer coordenadas antes de lançar suas armas, e os links de dados das outras aeronaves que fornecem tais informações são muitas vezes lentos, complexos e menos integrados, em comparação com os sistemas de comunicação do tipo ‘Stealth’ Raptor-Raptor. O Incremento 3.1, até agora, só foi realizado em missões de teste. Desde abril de 2012, as atualizações do Incremento 3.1 foram integradas como parte dos Raptors da 3ª Ala baseada no Alasca.

Outras melhorias devem incluir novos links de dados, permitindo que os Raptors (e F35s) possam melhor interoperar em grupos mistos, bem como com aeronaves não stealth. O conceito operacional anterior favorecido pela Força Aérea era de usar caças de 5ª geração independentes de outros elementos de apoio, portanto, eles poderiam usar links de dados proprietários e exclusivos. No entanto, com o número de Raptors operacionais limitados aos atuais 178, e os F35s lentamente sendo entregues, a Força Aérea dos EUA está desenvolvendo novos procedimentos operacionais onde os Raptors e os caças F-15/F16s são combinados, apoiando-se mutuamente na luta contra combatentes inimigos, tanto ativos na superfície como ativos aéreos e outros alvos de alta prioridade. Para permitir que essas operações combinadas, o Raptor terá de ser equipado com sistemas de comando e controle e sistemas de comunicações que podem compartilhar, transferir e coprocessar as informações, os dados de designação e o quadro situacional em diferentes tipos de tecnologias.

O Raptor F-22 é o único caça de 5ª geração que está operacional, tornando-se um ativo nacional de segurança inigualável. O Raptor é projetado para derrotar ameaças de acesso negado, e permite operações combinadas e de coalizão em áreas contestadas, e globalmente promovem a dissuasão e segurança.

Fonte: Defense-Update – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

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VÍDEO: Lockheed entrega último caça F-22 Raptor para a Força Aérea dos EUA

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Autoridades militares e civis posam na frente do último caça F-22 produzido para USAF. (Foto: ohn Rossino / Lockheed Martin)

A aeronave F-22 “10-4195”, o 195° e último caça Raptor entregue para a USAF (Força Aérea dos EUA), foi entregue hoje numa cerimônia realizada na unidade da Lockheed Martin em Marietta, Georgia. O caça será levado para Base Aérea Conjunta de Elmendorf-Richardson, e será integrado no 525° Esquadrão de Caça da 3ª Ala de Caça. A seguir, um vídeo produzido pela Lockheed para celebrar a entrega histórica do último F-22 produzido.

Participaram da cerimônia autoridades da Força Aérea dos EUA e executivos da Lockheed Martin, bem como autoridades nacionais, estaduais e locais. Participaram também diversos funcionários que participaram da fabricação do único caça stealth de quinta geração em operação no mundo.

“Não há mais qualquer nação que queira nos fazer mal ou qualquer adversário que queira nos ameaçar, pois eles não tem qualquer dúvida de que suas ações terão consequências – e que eles vão ser responsabilizados e que a nossa resposta será implacável”, disse Robert J. Stevens , presidente e CEO da Lockheed Martin. “A própria existência deste avião – o avião – alterou o panorama estratégico para sempre.”

O primeiro caça F-22 partiu da Lockheed para a Força Aérea dos EUA no dia 7 de setembro de 1997. Atualmente, os 187 Raptors estão atribuídos em sete bases nos EUA e são operados pelo serviço ativo da Força Aérea, Guarda Aérea Nacional, e pelos pilotos do Comando da Reserva da Força Aérea. Além dessas 187 aeronaves da ativa, outras oito foram fabricadas para testes e desenvolvimento.

Os ensaios de voo ocorrem na Base Aérea de Edwards, Califórnia, o desenvolvimento de táticas operacionais continua na Base Aérea de Nellis, Nevada, o treinamento de pilotos ocorre na Base Aérea de Tyndall, Flórida, e as aeronaves F-22 operacionais estão atribuídas a Base Aérea Conjunta de Langley-Eustis, Virgínia; Base Aérea Conjunta de Elmendorf -Richardson, Alaska; Base Aérea de Holloman, New Mexico; e Base Aérea Conjunta de Pearl Harbor-Hickam, Havaí.

Irã avisa que posicionar os caças F-22 nos Emirados Árabes Unidos é uma ameaça dos EUA à segurança regional

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O Irã disse que a presença dos caças F-22 no Oriente Médio afetam a segurança regional. (Foto: U.S. Air Force)

O Ministro da Defesa do Irã, brigadeiro-general Ahmad Vahidi, advertiu que o deslocamento de caças F-22 Raptor da USAF para uma base nos Emirados Árabes Unidos é “prejudicial para a segurança regional.” A informação foi divulgada pela agência de notícias iraniana FARS.

“Nós consideramos a presença (militar), enquanto na região, como inútil e prejudicial, e mais vocacionada para a criação de um estratagema psicológico e uma atmosfera insegura na região. Nós não vemos como é útil”, disse Vahidi para rede de TV Al Alam, de acordo com a FARS.

Vahidi disse que garantir a segurança na região só é possível através da cooperação entre todos os estados regionais.

Os comentários do ministro iraniano vieram depois que reportagens revelaram que os EUA recentemente implantaram seus caças F-22 Raptors na Base Aérea de Al Dafra, nos Emirados Árabes Unidos.

Em um comentário, a FARS disse que as autoridades iranianas vem sempre advertindo sobre as conseqüências devastadoras da tensão na região, e chamou certos estados regionais para serem “vigilantes das parcelas de alguns estrangeiros que procuram agitar a tensão nesta região sensível.”

Ele disse: “Teerã acredita que a implantação de poderes trans-regionais no domínio da segurança prejudica a região e é uma fonte de tensão na região, reiterando que a paz e a segurança regional será estabelecida se todos os países da região crescerem de forma unida e num estágio de cooperação.”

Fonte: Arabian Aerospace – Tradução e Adaptação de texto: Cavok

Força Aérea dos EUA expressa confiança no caça F-22 Raptor

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Um caça F-22 Raptor da Força Aérea dos EUA realiza uma passagem baixa durante uma demonstração aérea. (Foto: Joerg Amman)

Líderes da Força Aérea dos EUA nessa segunda-feira expressaram sua confiança no seu caça top de linha, o F-22 Raptor, mesmo que continuem a investigar o problema de falta de oxigênio no cockpit. Em 11 incidentes desde setembro, os pilotos sentiram que eles não estavam recebendo oxigênio suficiente, e a causa não foi determinada.

Alguns pilotos pediram para não voar o Raptor, anunciado como o avião de combate mais sofisticados do arsenal dos EUA.

Esses pilotos são em “números muito pequenos”, disse o general Mike Hostage, comandante do Air Combat Command (ACC). “Temos procedimentos muito bem prescritos caso haja um receio de voar ou a recusa em voar. Vamos acompanhar esses procedimentos com muito cuidado.”

“Obviamente, é uma coisa muito sensível”, disse ele.

Líderes da Força Aérea receberam jornalistas na Base Aérea de Langley, também a sede do Comando de Combate Aéreo, para falar sobre a investigação sobre o Raptor, uma análise que continua em andamento.

A Força Aérea não está apenas examinando a aeronave. Ela está olhando para os indicadores de aptidão física dos pilotos e seus equipamentos. Ela vem aproveitado os especialistas da NASA e os mergulhadores da Marinha para saber o que acontece com o corpo humano em condições extremas.

O major-general Charles Lyon, diretor de operações do Air Combat Command, disse que seus investigadores não encontraram uma causa para explicar os sintomas evidentes de hipóxia em 11 casos desde que a frota de caças Raptor voltou ao ar em setembro, depois de quatro meses aterrados.

Essas são 11 casos das cerca de 12.000 surtidas, frisou.

Lyon disse que não é tão simples como encontrar uma simples “evidência” – uma peça com defeito que está com defeito, por exemplo. Ele comparou o seu trabalho como tendo peças de evidências que apareceram para ele, e seu trabalho agora é juntar todas elas.

“Em algum momento no futuro, vamos ter a evidência e a prova juntas”, disse ele. “Mas elas não estão paradas ali visíveis e evidentes para nós.”

O que pode acontecer, segundo ele, é que a investigação irá mostrar uma combinação de fatores que levaram à hipóxia. Não há pontos em comum entre os 11 casos, e em alguns casos os pilotos sentiram seus sintomas a partir da segunda metade do seu voo.

Cada Raptor custa US$ 143 milhões, de acordo com a Força Aérea. O Government Accountability Office estimou o custo por exemplar em US$ 412 milhões, contando pesquisa, desenvolvimento e upgrades.

Raptors destacados

O Tenente Coronel Jason Hinds, comandando do 94° Esquadrão de Caça, se prepara para desembarcar do último Raptor a ser entregue para Base Aérea Conjunta Langley-Eustis, no dia 27 de abril de 2012. (Foto: Airman 1st Class Kayla Newman / U.S. Air Force)

O evento em Langley nessa segunda-feira acontece em meio a relatos de que caças Raptors foram destacados para os Emirados Árabes Unidos, para chamar a atenção do Irã.

No fim de semana, vários meios de comunicação citaram uma reportagem da Aviation Week de que Raptors estão agora na Base Aérea de Al Dafra. Um porta-voz da Força Aérea disse que a implantação foi de rotina e não pretende ameaçar o Irã.

Questionado sobre a reportagem de segunda-feira, Hostage não disse porque os Raptors foram destacados. Ele disse que a implantação foi previamente planejada e forneceu poucos detalhes, embora os caças F-22 já haviam sido enviados para aquela região anteriormente.

E para deixar registrado, ele não se importa com “o zumbido” em torno dos blogs e da mídia.

“Isso é uma coisa boa para nós”, disse ele. “Nossos amigos estão tranquilos com isso. Nossos adversários estão preocupados com isso. As pessoas prestam atenção.”

Duas teorias para um problema

Os investigadores estão trabalhando em duas possíveis teorias sobre por que os pilotos se sentem privados de oxigênio: ou o piloto não está recebendo oxigênio suficiente ou o oxigênio está contaminado com toxinas.

A Força Aérea já implementou algumas melhorias desde que os Raptors voltaram aos voos em setembro de 2011. Naquela época, eles prometeram continuar a coletar dados e monitorar os pilotos ao fazer melhorias no sistema de suporte de vida.

Desde então, a Força Aérea modificou o cabo que envolve o fornecimento de oxigênio de emergência. Lyon disse que eles estão se preparando para instalar um sensor na máscara do piloto que vai medir o dióxido de carbono.

Uma morte

Um caça F-22 Raptor sobrevoa o Oceano Pacífico durante um voo de treinamento sobre a costa do Havaí. (Foto: U.S. Air Force)

O acesso ao sistema de oxigênio de emergência desempenhou um papel num acidente que matou um piloto em novembro de 2010, de acordo com um relatório da Força Aérea.

O Capitão Jeff Haney, 31 anos, morreu quando seu F-22 caiu numa área remota do Alasca. Sua viúva, Anna Haney, entrou com uma ação judicial pela morte injusta contra a Lockheed Martin e subcontratados, alegando que a aeronave está com defeito.

Hostage chamou o acidente de uma perda trágica e elogiou a habilidade de Haney como piloto. Ele também defendeu a aeronave, dizendo que ele gostaria de ter mais desses caças.

“Eu acredito”, disse ele, “estamos fazendo progressos significativos em direção a uma resposta.”

Quanto ao pequeno número de pilotos que solicitaram mudança, disse que os pedidos são julgados caso a caso. Aqueles que se alistam no serviço militar podem ter o direito de recusar algo simplesmente porque eles não se sentem bens com ele.

“Dito isto, se alguém diz ‘Eu sou fundamentalmente incapaz de voar neste avião – Eu estou com medo,’ – Eu não vou jogá-lo no avião e perder um avião e um piloto”, disse Hostage.

Fonte: Daily Press – Tradução: Cavok

IMAGEM: Penúltimo caça F-22 da USAF chega em Langley

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O F-22 Raptor (10-4194) no momento que chegava na Base Aérea Conjunta Langley-Eustis, na Virginia. (Foto: U.S. Air Force)

A Força Aérea dos EUA divulgou a imagem do último caça Raptor a ser entregue para Base Aérea Conjunta Langley-Eustis, Virgínia (F-22 número 10-4194), e também o penúltimo caça Lockheed Martin F-22 Raptor construído para a Força Aérea dos EUA. A aeronave havia decolado na unidade da Lockheed em Marietta, Geórgia, no começo dessa sexta-feira, dia 27, com o Tenente-Coronel Jason Hinds, o comandante do 94° Esquadrão de Caça no cockpit. Na semana que vem vai ocorrer uma cerimônia especial em Langley, junto a 1ª Ala de Caça, para marcar a chegada do último caça stealth Raptor da base. A última aeronave F-22 Raptor para USAF seré entregue para Base Aérea Conjunta de Elmendorf-Richardson, no Alaska.

Estados Unidos envia caças F-22s para os Emirados Árabes Unidos como aviso ao Irã

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A Força Aérea dos EAU enviou de forma discreta seus caças F-22 Raptor para uma base nos Emirados Árabes Unidos, como forma de pressionar o Irã. (Foto: DoD)

Continua a aumentar a tensão entre Teerã, Telaviv e Washington devido ao persistente programa de tecnologia para armas nucleares iraniano, e enquanto isso os Estados Unidos decidiram enviar um destacamento dos seus caças stealth Lockheed Martin F-22 Raptor para uma base nos Emiratos Árabes Unidos.

Segundo uma fonte não identificada, diversos caças F-22A Raptor irão operar a partir da Base Aérea de Al Dhafra. Esta base é uma das mais movimentadas da região, onde a Forca Aérea Americana (US Air Force) opera diversos tipos de aeronaves após os ataques terroristas de 11 de Setembro, como o U-2 ou os UAVs Global Hawk.

“A Força Aérea dos EUA já destacou o F-22 para o sudoeste Asiático,” refere o capitão Phil Ventura, porta-voz da USAF. “Estes destacamentos fortalecem as relações militares, promovem a soberania e a segurança da região, melhoram as tácticas combinadas de operações aéreas e a interoperabilidade das instituições, equipamentos e procedimentos.” Ventura recusou-se a especificar as missões que as aeronaves vão efetuar neste destacamento.

Devido as capacidades supercruise, alta manobrabilidade, furtividade, motores com empuxo vetorial e uma elevada capacidade para coleta de informações através dos seus sistemas, o F-22 é atualmente considerado o caça mais sofisticado do mundo. A sua presença em qualquer local não passa despercebida. O timing para este destacamento no Golfo Pérsico pode ser um sinal americano para que o Irã comece a pensar seriamente em parar com as ambições do seu programa nuclear.

“O F-22 é diferente de todos os outros caças, e os nossos aliados e potenciais adversários sabem disso,” afirmou um especialista em assuntos militares não identificado. “Quando os F-22s foram destacados para Guam e para o Japão, toda a gente na Ásia e no Pacífico ficou atenta.”

O Raptor já realizou alguns destacamentos na região do Pacífico, e em Dezembro de 2009 viajou para o sudoeste Asiático para o seu primeiro destacamento com o objetivo de participar num exercício internacional de jogos de guerra, embora não tivesse participado diretamente. Um antigo responsável pelo programa do F-22 salientou que deveriam ser efetuados mais destacamentos para zonas desérticas para manter os pilotos e equipes de terra treinados naquele tipo de condições mais exigentes.

O caça F-22 Raptor já esteve destacado no Oriente Médio outras vezes, mas nunca foi utilizado em combate. (Foto: Staff Sgt. Michael B. Keller / U.S. Air Force)

Apesar do F-22 já ter sido destacado algumas vezes, desde que em 2005 foi dado como operacional, nunca entrou em combate, e o alto custo operacional da aeronave é a principal razão para que o Pentágono não queira utilizar esta aeronave em campanhas como a ocorrida na Líbia, ao menos que seja extremamente necessário a presença de uma aeronave deste gênero para a missão. Mas o Raptor também tem sido assolado por um preocupante problema com o seus sistema gerador de oxigênio (OBOGS).

Durante a próxima semana, a Lockheed-Martin irá realizar uma cerimônia para comemorar a entrega do último F-22 Raptor (n° 4195) produzido na linha de montagem em Marietta, Geórgia, fechando assim um importante capitulo na história da Forca Aérea dos EUA e da Lockheed Martin.

Fonte: Aviation Week – Tradução: Cavok

Pratt & Whitney finaliza testes em bancada com motor do caça F-22

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O motor Pratt & Whitney F119 que equipa o caça F-22 terminou um extensivo teste numa bancada junto a um centro de desenvolvimento da USAF. (Foto: Rick Goodfriend / Lockheed)

O Centro de Desenvolvimento de Engenharia Arnold (AEDC), na Base Aérea de Arnold, Tennessee, completou em abril um extenso teste de missão acelerada, ou AMT, num motor Pratt & Whitney F119 que equipa o caça Raptor F-22.

Durante um AMT, um motor sofre uma sequência de perfis de missão para gerar um número específico do total de ciclos acumulados, ou TAC, simulando a utilização operacional. O objetivo deste teste foi adicionar mais 2.165 TACs para o motor, valor este que aproximadamente equivale a mais cinco anos de vida para os atualmente esperados vinte anos (8.660 TACs) em operação.

Este motor especial vai agora voltar a Pratt & Whitney para ser inspecionado e remontado. Ele irá retornar a AEDC no final deste ano para outro ciclo de trabalho de AMT.

Caças F-22 Raptor com incremento 3.1 participam de seu primeiro exercício operacional

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Os caças F-22A Raptors, modernizados com o Incremento 3.1, participaram do primeiro exercício operacional, durante uma missão de ataque de longa distância. (Foto: Senior Airman Laura Turner / U.S. Air Force)

Uma mistura de pessoal do 477° Grupo de Caça, da 3ª Ala, e da 673ª Ala Aérea deixaram a Base Aérea Conjunta de Elmendorf-Richardson, Alasca, para participar de um exercício de ataque de longo alcance no dia 4 de abril. Dentre as aeronaves estavam os F-22 Raptors com o pacote de modernização Incremento 3.1.

Os F-22 Raptors e E-3 que estavam atribuído à 3ª Ala, juntamente com caças F-16 da Base Aérea de Misawa, Japão, e bombardeiros B-1 da Base Aérea de Ellsworth, South Dakota, e reabastecedores KC-135s da Base Aérea de Eielson, Alasca, participaram da operação do Comando Estratégico dos EUA. Os caças F-22s, os aviões tanques KC-135s e as aeronaves “aggressor” F-16 operaram a partir de Eielson, enquanto no céu as aeronaves E-3 Sentry e F-16 da equipe azul davam apoio aéreo ao exercício operando fora da base de Elmendorf. Os bombardeiros B-1 que participam no exercício de ataque de longo alcance efetuaram uma viagem de 10 horas a partir da Base Aérea de Ellsworth para atacar seus alvos a leste da Base Aérea de Eielson.

Os bombardeiros partiram da Base Aérea de Ellsworth, Dakota do Sul, para um voo simulado de ataque de 10 hors até o Alasca. (Foto: Airman 1st Class Kate Thornton / U.S. Air Force)

“O objetivo desta operação era para validar a capacidade de ataque de longo alcance dos B-1s, bem como a capacidade do F-22 e F-16 para escoltá-los para uma área alvo com acesso bloqueado”, disse o tenente-coronel Joseph Kunkel, comandante do 90° Esquadrão de Caça, que enviou cinco pilotos de seu esquadrão, um piloto do 302° Esquadrão de Caça, 20 técnicos em manutenção, um cirurgião de vôo e um engenheiro bioambiental para participar do exercício na Base Aérea de Eielson.

Esta foi a primeira vez que os Raptors participaram neste exercício integrados com várias plataformas de diferentes comandos principais. Foi também a primeira vez que o hardware do incremento 3.1 do F-22 e sua recente atualização de software, foi utilizado num exercício de emprego de grande força.

“O incremento 3.1 dá ao Raptor os meios para localizar e atacar alvos no solo. Durante esta operação, foi fundamental para o acompanhamento nas forças para completar as suas missões”, disse Kunkel. “Nossa integração com o 3.1 foi extremamente bem. Nós fomos capazes de coletar lições valiosas com este exercício que não tínhamos visto antes e nós completamos o treinamento nas melhorias do incremento 3.1 para dois dos pilotos.”

A operação foi realizada no Complexo Conjunto da Faixa Alasca-Pacífico perto da Base Aérea de Eielson. O espaço aéreo de 65.000 milhas quadradas fornece um ambiente de formação diversificado permitindo que os pilotos treinem de forma realista e em conjunto em situações semelhantes as que serão encontradas em combate.

O grupo de ataque composto por caças F-22 e outras aeronaves partiu da Base Aérea de Elmendorf, no Alasca. (Foto: U.S. Air Force)

Enquanto este foi o primeiro exercício que os Raptors com Incremento 3.1 participam, não foi a primeira vez que os pilotos da reserva do F-22 designados para o 302° Esquadrão de Caça são integrados com o serviço ativo. Desde que a unidade foi ativada em 2007, pilotos e mantenedores têm integrado em todos os aspectos das operações da 3ª Ala.

“Este treinamento realista é o resultado de aviadores de alta qualidade aproveitando novas capacidades em uma área de excelente formação”, disse o coronel Tyler Otten, vice-comandante do 477° Grupo de Caça. “Este é um grande exemplo de parceiros integrados de força total trabalhando juntos para cumprir a nossa missão compartilhada.”

Texto: Capt. Ashley Conner, 477th Fighter Group Public Affairs – Tradução: Cavok

IMAGEM: Agora só falta entregar mais 3 Raptors para USAF

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O Raptor "4191" partiu no dia 10 de abril da unidade da Lockheed em Marietta para sua nova base em Langley. (Foto: Lockheed Martin)

A Força Aérea dos EUA aceitou a aeronave F-22 “4191” que decolou da unidade da Lockheed Martin em Marietta, Georgia, no dia 10 de abril de 2012. Este F-22A Raptor foi então levado para a Base Comum de Langley-Eustis, Virgínia, onde será baseado.

Com a entrega do F-22 “4191”, há existem apenas três caças F-22 Raptors restantes na unidade da Lockheed Martin em Marietta.

IMAGEM: Lockheed entrega mais um F-22 Raptor para USAF

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O Raptor 4192 decola para seu voo de entrega no dia 23 de março. (Foto: Lockheed Martin)

A Lockheed Martin entregou no dia 23 de março mais um caça Raptor para a Força Aérea dos EUA (USAF). O caça F-22 número 4192 partiu da unidade de Marietta, Georgia, e seguiu diretamente para a Base Conjunta de Langley-Eustis, na Virgínia, onde ficará baseado.

USAF começa a colocar em operação os primeiros caças F-22 Raptor modernizados com o Incremento 3.1

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A primeira aeronave a usar a atualização Incremento 3.1 foi o F-22 Raptor "4115" da Base Aérea Conjunta Elmendorf-Richardson.

A Força Aérea dos EUA começou a colocar em operação seus primeiros caças Lockheed Martin F-22 Raptors atualizados com recursos avançados de ataque ar-solo, começando com a 3ª Ala na Base Conjunta de Elmendorf-Richardson, no Alasca.

“O 525° Esquadrão de Caça foi o primeiro esquadrão de combate aéreo da Forças Aérea a receber uma aeronave modificada com o Incremento 3.1”, disse o comandante do esquadrão Tenente-Coronel Paul “Max” Moga. “As capacidades dessa atualização incremental são uma completa mudança de jogo para o F-22, tornando-o ainda mais letal e resistente em combate.”

A aeronave de teste da unidade, número de cauda 4115, é a primeira aeronave a ser equipada com as modificações, que adiciona um radar com capacidade de abertura sintética (SAR), ataque eletrônico, melhor capacidade de localização geográfica para encontrar os radares inimigos, e capacidade para transportar oito bombas de pequeno diâmetro (SDB) GBU-39 de 113 kg (250 libras).

A atualização incremento 3.1 permite que um piloto manualmente possa designar dois alvos terrestres em um momento usando duas armas em cada, de acordo com a Lockheed, permitindo que um F-22 possa atingir quatro alvos distintos com suas oito armas. Por outro lado, a configuração anterior do incremento 2 da USAF permitia que cada aeronave pudesse atacar dois alvos fixos usando suas duas bombas guiadas inercialmente Joint Direct Attack Munition de 454 kg com correção via satélite.

“Uma formação de quatro aeronaves com o Incremento 3.1 pode com êxito encontrar, corrigir, rastrear, apontar e atingir alvos nos ambientes anti-acesso mais desafiadores”, disse Moga. “A combinação de capacidade stealth e velocidade, junto com uma capacidade avançada de ataque eletrônico, permitem que os pilotos operem com impunidade e alcancem seus objetivos da missão.”

Com a nova modernização os caças F-22 adquirem uma capacidade melhorada para ataques ar-solo além de novos sistemas de guerra eletrônica. (Foto: Senior Airman Ryan Whitney / U.S. Air Force)

O radar Northrop Grumman APG-77 no modo SAR, registra imagens em preto e branco com qualidade fotográfica da superfície da Terra, permitindo que os pilotos possam escolher as suas próprias metas, enquanto a nova capacidade de ataque eletrônico permite que o F-22 possa confundir os radares inimigos usando o sensor.

Uma futura atualização Incremento 3.2 foi dividida em pacotes menores chamados de A, B e C. A primeira está agendada para entrar em operação em 2014, enquanto que a segunda deve começar os retrofits em 2017. A terceira ainda não foi totalmente definida, mas a USAF está tentando adicionar uma arquitetura aberta de hardware e software.

Outros elementos do pacote de modernizações futuras incluem a adição de mísseis ar-ar Raytheon AIM-9X (HOB) e AIM-120D AMRAAM, e a capacidade de redirecionar de forma independente até oito SDBs contra oito alvos separados. O Raptor também vai ganhar um sistema automático anti-colisão no solo e proteção eletrônica para defendê-lo de bloqueios inimigos.

Fonte: Flightglobal – Tradução: Cavok

Voa pela primeira vez o último caça F-22 Raptor produzido pela Lockheed

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O caça F-22 Raptor 4195, o último produzido pela Lockheed Martin para USAF, decolou no dia 14 de março de Marietta, Georgia. (Foto: Lockheed Martin)

O último caça Lockheed Martin F-22 Raptor decolou pela primeira vez nessa quarta-feira, dia 14 de março, para um voo de teste a partir da unidade em Marietta, Georgia, com o piloto de testes da Lockheed, Bret Luedke nos controles, um dos pilotos da fabricante que voou quase todos caças Raptors produzidos.

A aeronave Raptor 4195 deve ser entregue oficialmente no dia 2 de maio e será integrado a frota de caças F-22 da 3ª Ala de Caça, 525º Esquadrão de Caça, da Base Conjunta de Elmendorf-Richardson, Alaska.

No momento da decolagem, praticamente a empresa parou, com todos funcionários do lado de fora dos prédios para assistir a decolagem histórica.

O Raptor 4195 deve ainda realizar mais ums três voos de testes para ter certeza que todos sistemas estão funcionando perfeitamente. O teste de velocidade supercruzeiro será realizado durante um voo entre os estados de Tennessee e Alabama. A aeronave é capaz de atingir uma velocidade de cruzeiro em torno de Mach 1.8 sem pós-combustão e tem uma velocidade máxima de cerca de Mach 2.2.

A aeronave ainda não recebeu sua pintura e o revestimento especial que aumenta sua furtividade radar, o qual é aplicado após a conclusão dos testes e de uma inspeção governamental obrigatória.

A Lockheed ainda tem mais cinco caças F-22 a serem entregues para USAF. A próxima será o 4191, que será entregue hoje para USAF, e será destinado para Base Aérea de Langley, Virginia

Pilotos dos caças F-22 ainda ofegantes

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Mais casos de aparentes falhas no sistema de geração de oxigênio a bordo dos F-22 tem levado a USAF a criar uma solução de emprego de garrafas de oxigênio como reserva a bordo do mais moderno caça da USAF. (Foto: Air National Guard)

A Força Aérea dos EUA ainda está tendo problemas com o abastecimento de oxigênio de seus pilotos de caças F-22. Recentemente, houve mais três casos de pilotos de F-22, aparentemente com problemas. O termo “aparentemente” é apropriado porque os pilotos não apagaram, e uma verificação completa do sistema de abastecimento de oxigênio a bordo e na aeronave não encontrou nada errado. Houve cerca de 30 desses incidentes de “tontura e desorientação” nos últimos quatro anos. Isso é cerca de um incidente para cada 100 surtidas. Apenas um F-22 foi perdido em acidente nesse período, e ao mesmo tempo que envolveu um problema no fornecimento de oxigênio, também foi causado por falha do piloto, de acordo com um relatório da USAF. Posteriormente um líder da USAF pediu desculpas por ter dado a culpa ao piloto, e não no equipamento.

Depois disso, a Força Aérea dos EUA está investindo US$ 7 milhões para instalar sensores comerciais do nível de oxigênio nos sistemas de fornecimento de ar de seus caças F-22. Isso faz parte de um esforço de dez meses para descobrir o que está causando que o suprimento de ar nos F-22 fique contaminado e cause aos pilotos sintomas de desorientação ou desmaio. Duas vezes no ano passado, a frota de F-22 foi toda mantida no solo por causa dos problemas de geração de oxigênio. A primeira suspensão durou 140 dias e terminou em setembro passado. A segunda suspensão durou uma semana e terminou há quatro meses. Os 180 caças F-22 Raptor compreendem o componente mais poderoso de capacidade de combate aérea da Força Aérea dos EUA e os militares estão ansiosos para descobrir o que está errado.

A Força Aérea já encontrou uma série de problemas com o sistema de suprimento de ar (nitrogênio em demasia e outros contaminantes). O principal problema foi sempre sobre ter algo ruim no suprimento de ar. Mas o ar não é enviado mal em qualquer forma previsível. Assim, a força aérea ainda está à procura de causas. Assim, os pilotos dos F-22s, por exemplo, doam amostras de sangue após a maioria dos vôos e os mantenedores tem uma atenção extra para o sistema de oxigênio. E agora, haverá todos os dados de todos os novos sensores de oxigênio.

A Marinha dos EUA teve um problema semelhante com os seus F-18. Houve 64 incidentes entre 2002 e 2009, resultando em duas mortes. A Marinha descobriu que o problema era o monóxido de carbono que era sugado para dentro do sistema de ar da aeronave (que a Marinha modificou, eliminando o problema). A força aérea olhou para a experiência da Marinha para ver se há algo similar acontecendo com os F-22s. Não teve sorte. A força aérea debruçou-se sobre um monte de causas potenciais, sem muito sucesso.

Processo simplificado do funcionamento do OBOGS.

Os problemas da força aérea começaram quando parecia que o F-22 podia estar tendo um problema com o seu OBOGS (sistema de geração de oxigênio a bordo), fazendo com que os pilotos ficassem sonolentos, ou até mesmo apagassem, por falta de oxigênio. Antes de maio passado, houve 14 incidentes de pilotos com sensação de fadiga, ou desmaios, por causa do “ar ruim”. Por isso, todos os F-22s foram mantidos no solo em maio passado. A Força Aérea dos EUA também verificou os OBOGS nas aeronaves F-16, F-15E, A-10, F-35, B-1, B-2, VC-22 e T-6. Aparentemente não houve nenhum problema nessas. A Força Aérea acreditava, num certo ponto, que o problema do F-22 podia não envolver apenas o OBOGS.

O principal culpado de tudo isso, o OBOGS, já possui pouco mais de meio século. Mas foi apenas nas últimas duas décadas que os OBOGS tornaram-se compactos, baratos e confiáveis o suficiente para substituir os antigos compressores de gases ou LOX (oxigênio líquido) gerando uma fonte de ar respirável para tripulantes que voam em grandes altitudes. Cada aeronave, especialmente o F-22 e o F-35, recebe um OBOGS voltado para o espaço, peso ou outras condições específicas para qual o projeto de avião de guerra necessita. É este projeto personalizado que também foi bem estudado, para descobrir como as toxinas iam para dentro.

Um problema é que as aeronaves tinham permanecido mais tempo no ar (por causa do reabastecimento em vôo) e transportar oxigênio comprimido suficiente tornou-se insustentável. Assim, a necessidade do OBOGS para resolver o problema. Desde os anos 1990, a maioria dos aviões militares americanos substituíram os antigos sistemas de oxigênio com o OBOGS. A maioria dos países ocidentais e a Rússia, têm seguido, pelo menos com os seus mais recentes modelos de aeronaves. A maioria dos sistemas OBOGS trabalham usando uma reação química para remover o nitrogênio do ar antes de entrar no OBOGS e, em seguida, enviando o ar com a quantidade adequada de oxigênio para a tripulação.

Fonte: Strategy Page – Tradução: Cavok

Dica do amigo Nolasco. Obrigado 😉

Nota do Editor: Mudamos um pouco o texto para corrigir a parte que fala sobre o erro do piloto no acidente do Alaska, que posteriormente a USAF pediu desculpas pelo relatório ter culpado o piloto e não o sistema da aeronave.

Força Aérea dos EUA se contradiz e afirma que queda de F-22 em 2010 não foi culpa do piloto

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O piloto Jeff Haney, que morreu na queda de um F-22 Raptor em novembro de 2010. (Foto: U.S. Air Force)

Três meses depois que a Força Aérea colocou a culpa justamente sobre um piloto de caça F-22 que morreu quando ele caiu com o avião mais caro da USAF depois que seu sistema de oxigênio falhou em voo, um oficial superior da Força Aérea está, aparentemente, voltando atrás – e dizendo que o piloto não foi culpado e que ele fez o melhor que pôde na situação em que se encontrava.

“Nós não atribuímos a culpa ao piloto”, disse o chefe de pessoal da Força Aérea dos EUA General Norton Schwartz, perante um subcomitê da Câmara nessa semana, quando questionado sobre o acidente e o programa F-22 pelo deputado Jim Moran, democrata do estado de Virginia, de acordo com vários relatórios. “… Esta foi uma contingência complexa onde ele fez o seu melhor para gerir e, no final, perdeu o controle da aeronave.”

Os comentários de Schwartz parecem contradizer as conclusões de um relatório da Força Aérea que foi divulgado depois de uma intensa investigação de meses de duração em novembro de 2010, no acidente que ceifou a vida do capitão Jeff Haney, que a Força Aérea chamou de um aviador excepcional. Haney caiu no Alasca, depois de uma avaria causada no seu sistema de oxigênio, que se desligou completamente, o que significa que o piloto sofreu “uma sensação semelhante à asfixia” em pleno vôo, de acordo com o relatório da Força Aérea.

“O presidente do conselho encontrou, que com provas claras e convincentes, a causa do acidente foi a falha do [piloto] em reconhecer e iniciar uma recuperação de mergulho oportuna devido à atenção focada, quebra de varredura visual, e desorientação espacial não reconhecida”, disse o relatório, essencialmente dizendo que Haney estava muito distraído por não ser capaz de respirar para pilotar o avião corretamente. O relatório também apontou outros fatores que contribuiram para o acidente, mas disse que ainda era um mistério, como o que causou o mau funcionamento original.

Moran observou na audiência de terça-feira que o conselho de investigação culpou Haney e disse: “Houve uma sugestão… dizendo que o serviço está tentando proteger suas aeronaves de caça de quinta geração e as pessoas envolvidas no programa,” de acordo com um relatório do The Air Force Times.

Um caça F-22 Raptor na Base Aérea de Elmendorf, Alaska. (Foto: U.S. Air Force)

Em janeiro, o escritório do Inspector Geral do Pentágono informou que a Força Aérea deveria realizar sua própria revisão da investigação – a primeira grande revisão de uma investigação de acidente militar em quase 20 anos.

Os sofisticados caças F-22 Raptors, que custaram ao governo dos EUA cerca de US$ 77,4 bilhões, têm como objetivo estar entre os aviões de combate mais avançados do planeta. Mas eles ainda têm que ser provados em qualquer combate – pois não foram utilizados no Iraque, Afeganistão e Líbia, apesar de estar prontos para o combate operacional desde o final de 2005 – e têm sido atormentados com um raro e misterioso problema de oxigênio.

No ano passado, a Força Aérea dos EUA suspendeu os voos de toda frota de aviões por quase cinco meses, enquanto o serviço investigava por que, em algumas ocasiões em separado, os pilotos experientes sentiam “sintomas semelhantes aos de hipóxia” em pleno vôo. A hipóxia ocorre quando o cérebro fica privado de oxigênio e é caracterizada por tonturas, confusão, ocasionando um julgamento ruim e desatenção.

Mas depois de procurar nos aviões pela fonte do problema, a Força Aérea foi incapaz de apontar qualquer “sinal de fumaça”, como o tenente-general Herbert Carlisle colocou na semana passada, e cautelosamente permitiu que os pilotos retornassem ao cockpit em setembro de 2011. Uma vez que os aviões voltaram ao voo, a Força Aérea registrou outros nove casos de pilotos experimentarem os sintomas de “hipóxia” – levando as aeronaves a pararem por mais uns dias suas operações em diferentes bases.

Um porta-voz da Força Aérea disse que a Força Aérea está auxiliando seus pilotos de muito perto, pois isso permite que as aeronaves possam continuar voando.

“O principal fator é que esse avião é importante para a segurança nacional e nós temos as melhores mentes que podemos encontrar… e estamos trabalhando duro para que ambos gerenciem o risco e identifiquem a causa exata”, disse Schwartz na terça-feira.

Fonte: ABC News – Tradução: Cavok

IMAGENS: Exercício em Holloman tem ponto alto com lançamento de 15 caças F-22 Raptor

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Um caça Lockheed F-22 Raptor parte da Base Aérea de Holloman no dia 29 de fevereiro durante o exercício de prontidão operacional (ORE). (Foto: Airman 1st Class Daniel E. Liddicoet / U.S. Air Force)

Os membros da Equipe da Base Aérea de Holloman participaram de do Exercício de Fase Um de Prontidão Operacional (ORE), que testou a capacidade de Holloman para preparar e mobilizar suas aeronaves do tempo de paz para a guerra a qualquer momento. O exercício ocorreu na base entre os dias 27 e 29 de fevereiro e culminou com o lançamento simultâneo de 15 caças F-22 Raptor, um número recorde para Holloman.

No total, 15 caças F-22 Raptor foram lançados da Base Aérea de Holloman durante o exercício, provando a capacidade de implantação em pouco tempo das aeronaves, pilotos e equipe de manutenção. (Foto: Airman 1st Class Daniel E. Liddicoet / U.S. Air Force)

“O significado de qualquer Fase Um do ORE é garantir que a base está repassando as suas práticas e procedimentos para garantir a prontidão, caso ela seja chamada para ser implantada rapidamente em qualquer lugar do mundo”, disse o major da Força Aérea dos EUA, Max Vollkommer, chefe de planejamento e inspeções da 49ª Ala de Caça.

Os quinze jatos F-22 Raptor lançados no dia 29 de fevereiro foram um recorde para Base Aérea de Holloman, no Novo México. (Foto: Airman 1st Class Daniel E. Liddicoet / U.S. Air Force)

Durante o exercício de três dias, os pilotos de Holloman participaram de várias tarefas de implantação que vão desde o processamento da bolsa de mobilidade até a partide de aeronaves para testar a prontidão da base numa implantação no mundo real. Adicionais testes dos membros da base foram feitos nos diferentes níveis de ameaças externas ao longo do ORE, que exigiram ajustes para as condições locais da força de proteção.

Embora o ORE seja destinado para testar a prontidão da base em destacamento, a equipe de Holloman está sempre preparada para atender a chamada ao dever no mundo real.

“Acho que os aviadores estão sempre prontos para serem destacados”, disse Vollkommer. “É importante manter as práticas e procedimentos a frente de suas mentes de modo que essas habilidades não atrofiem ao ponto onde os aviadores percam seus ensinamentos no caso de uma implantação.”

O exercício de prontidão operacional serviu para aprimorar as tarefas da base no caso de um destacamento real ser solicitado. (Foto: Senior Airman Kasey Close / U.S. Air Force)

Os avaliadores do ORE examinaram as operações de comando e controle, processamento de destacamento do pessoal e de carga; acionamento das aeronaves, implantação e recuperação; operações de informação e outras várias áreas dentro da proteção da força.

Após a conclusão, o exercício foi bem sucedido em provar a competência de Holloman num destacamento.

Todas aeronaves F-22 Raptor que decolaram de holloman partiram com tanques externos de combustível sob as asas. (Foto: Airman 1st Class Daniel E. Liddicoet / U.S. Air Force)

“Estou muito orgulhoso do que todos os esforços feitos neste exercício”, disse o coronel David Krumm, comandante da 49ª Ala de Caça. “As pessoas estavam seguras, eficazes, e elas fizeram seus trabalhos. É emocionante ver, como comandante, que esses caras sabem o que estão fazendo, e é uma verdadeira alegria fazer parte disso.”

Texto: Airman 1st Class Anthony M. Ward, 49th Wing Public Affairs – Tradução: Cavok

USAF ainda não sabe o que asfixia seus pilotos de F-22

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Os caças F-22, considerados os mais avançados do mundo, continuam com problema na geração de oxigênio a bordo. (Foto: U.S. Air Force)

O caça mais avançado da Força Aérea dos EUA (USAF) tem um grave problema: seus pilotos não conseguem respirar devido ao mau funcionamento do sistema de geração de oxigênio (OBOGS). Por meses, a USAF estuda o problema, inclusive com a suspensão temporária dos vôos dos F-22 Raptors, que pode ter contribuído para a morte do piloto. Hoje, a Força Aérea admitiu que ainda não entende as causas do problema.

“Nós olhamos detalhadamente todo sistema, e não encontramos os ‘vestígios de pólvora da arma’”, disse o Tenente-General Herbert “Hawk” Carlisle, sub-Chefe de Operações, Planejamento e Requisições da Força Aérea dos EUA. Mais tarde Carlisle afirmou ao Air Force Times que as investigações encontraram um vazamento no sistem de refrigeração do Raptor. Algo como, o fluído de arrefecimento penetrou no sistema de oxigênio, bloqueando o ar para o piloto.

Este problema não é uma novidade, resultando na suspensão dos vôos em 2011 e provável causa da morte de um piloto no ano anterior. A possível causa está num defeito no sistema OBOGS (On-Board Oxygen-Generation System) dos F-22. Uma falha no OBOGS gera um débito de oxigênio para o piloto que em pouco tempo leva a hipoxia e a doença de descompressão, o que leva a perda de consciência. No entanto, ninguém sabe ao certo a real causa do problema.

Além do susposto vazamento de fluído do sistema de refrigeração, a interação entre os contaminantes e o material do OBOGS é uma causa que está sob investigação. Também foi encontrado um problema de conexão entre a válvula do sistem de oxigênio e a máscara do piloto. Então, acontecendo o problema, o piloto não teria um alerta adequado e tempo suficiente para reagir. Investigações anteriores apontaram para presença de nitrogênio tóxico, mas esta causa é considerada atualmente pouco provável.

A combinação de alguns dos fatores acima pode ter ocorrido no Alaska, no dia 10 de novembro de 2010, no acidente que matou o Capitão Jeffrey Haney. De acordo com as investigações, o sistema responsável por conduzir o ar para longe dos motores começou a vazar para dentro do cockpit do F-22 de Haney. Para prevenir o sistema OBOGS de ser contaminado, este se auto-desligou – Haney ficou sem ar em poucos segundos. A Força Aérea dos EUA creditou o acidente ao piloto, mas uma análise dos sistemas de gravações de vôo encontrou a tentativa de Haney de ligar o sistema de oxigênio de emergência antes do choque com o solo.

Os pilotos dos caças F-22 Raptor estão voando com um sistema de oxigênio de reserva devido ao problema no OBOGS. (Foto: U.S. Air Force)

Por enquanto, a Força Aérea dos EUA afirma estar adicionando aos Raptors um sistema de oxigênio de backup e irá continuar as investigações. O caça furtivo segue voando, desde da suspensão de vôos em outubro. Como precaução, os aviões estão voando abaixo de 50.000 pés (15.240 m). Apesar de tudo, os F22 continuam voando com um sistema de oxigênio defeituoso, e sem uma solução a vista, colocando os pilotos em risco.

Fonte:  Wired – Tradução: Cavok

Para USAF, caças de quinta geração são cruciais para superioridade aérea

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O caça F-35 (a frente) e o F-22 representam os mais modernos caças da atualidade, e são essenciais para manter a superioridade aérea dos EUA. (Foto: Lockheed Martin)

A Força Aérea dos EUA é o força aérea e espacial mais avançado do mundo e, com a integração de aeronaves de quinta geração, está ganhando novas vantagens táticas que transcendem além da furtividade em áreas como a capacidade de manobra aprimorada, capacidade multi-tarefa e sensores e sistemas integrados que pode se comunicar com outros sistemas de armas.

É por isso que é imperativo que as forças americanas continuem desenvolvendo e comecem a usar a quinta geração de caças enquanto elas mudam para nova estratégia baseada no Pacífico, de acordo com o tenente-general Herbert J. “Hawk” Carlisle, vice-chefe do Estado Maior de Operações, Planejamento e Requisições, da sede da Força Aérea dos EUA.

Durante o café da manhã mensal da Associação da Força Aérea em Washington, no dia 28 de fevereiro, o general disse que os caças de quinta geração, como o F-35 Joint Strike Fighter e o F-22 Raptor, são essenciais para manter a superioridade aérea e as competências essenciais de ataque de precisão global.

“O ambiente de ameaça continua a crescer, assim enquanto nós olhamos como vamos manter essas competências no futuro, e é onde os caças de quinta geração surgem”, disse ele. “Não é apenas sobre a capacidade stealth”.

O furtivo F-22 Raptor, o único caça de quinta geração em operação. (Foto: Senior Airman Vernon Young / U.S. Air Force)

“O F-22 é melhor do que qualquer outra aeronave do mundo no cenário ar-solo, exceto para o F-35, e o F-35 é melhor do que qualquer outra aeronave do mundo no cenário ar-ar, exceto para o F-22”, disse Carlisle.

O general disse que a Força Aérea pode continuar a manter a quarta geração de aeronaves de elite do mundo, mas isso não irá preparar os EUA para lidar com as ameaças no futuro. “A nossa Força Aérea tem de continuar a evoluir para atender a esses novos desafios à medida que avançamos para o futuro”, disse Carlisle.

Além da furtividade, a super manobrabilidade e a integração de sensores e equipamentos é essencial para a supremacia aérea com os caças de quinta geração. (Foto: Lockheed Martin)

Para ilustrar esta evolução e a tecnologia de quinta geração de jatos de combate, o general partilhou um cenário no qual um links de dados coordenadas por um F-22 com um submarino da Marinha lançava um míssil Tomahawk num alvo.

“Agora você tem duas plataformas furtivas, um submarino e um F-22, comunicando-se com a artilharia naval”, disse ele.

Esse nível de interoperabilidade é uma grande parte do que faz o avião de quinta geração, tão vital para a Força Aérea e para os militares dos EUA em geral, acrescentou. A aeronave não deve apenas ser invisível, mas também de ser altamente manobrável, ser capaz de realizar várias funções, e estas aeronaves devem também ser capazes de lidar com sensores e informações da aviônica de uma maneira em rede integrada não só para o piloto mas para toda a força combinada .

“Temos que ter uma capacidade de sistema integrado e tê-los em rede e integrados em toda a força”, disse ele. “Para mim, isso é tão importante em um caça de quinta geração como qualquer outra coisa.”

Texto: Tech. Sgt. Jess Harvey, Air Force Public Affairs Agency – Tradução: Cavok

USAF divulga agenda de apresentações do F-22 Raptor Demo Team

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Caça Lockheed F-22 Raptor, a única aeronave de combate de quinta geração atualmente em operação. (Foto: U.S. Air Force)

O Comando de Combate Aéreo da Força Aérea dos EUA divulgou a agenda de apresentações do F-22 Raptor Demo Team para o primeiro semestre de 2012. A equipe utiliza os caças de combate Lockheed F-22A Raptor da USAF nas apresentações. Normalmente a agenda divulgada é para todo ano, mas em 2012 a equipe divulgou apenas as datas até julho.

O Raptor é o caça mais avançado do mundo e um dos mais preferidos do público que acompanha o circuito de shows aéreos. Sua manobrabilidade incrível, auxiliado por seus controles computadorizados e poderosos motores de empuxo vetorial tornam o espectáculo aéreo surpreendente e emocionante. Na estreia, no show aéreo “Thunder Over Utah”, a equipe F-22 Raptor Demonstration utilizará dois caças F-22 da Base Aérea de Holloman, Novo México. A demonstração em 2012 ficará a cargo do piloto Major Henry “Schadow” Schantz, de Clinton, New Jersey.

A seguir a primeira metade do cronograma de apresentações da equipe F-22 Raptor de Demonstração:

17-18 março – St. George, UT
21 de abril – Louisville, KY
28-29 abril – Robins AFB, GA
05-06 maio – St. Joseph, MO
18-20 maio – Andrews SFB, MD
26-27 maio – Wantagh (Jones Beach), NY
8-9 junho – Evansville, IN
4 de julho – Tacoma, WA
21-22 julho – Sioux Falls, SD
28-29 julho – Elmendorf AFB, AK

VÍDEO: Lockheed F-22 Raptor, o caça do domínio aéreo da USAF

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Quem curtiu o vídeo do clássico caça P-51 Mustang, agora pode assistir a um novo vídeo divulgado essa semana pela Lockheed Martin de seu caça de superioridade aérea F-22A Raptor, o primeiro e até então único caça de quinta-geração em operação atualmente. O F-22 teve apenas 187 aeronaves introduzidas em operação na Força Aérea dos EUA, mas marcou a história com sua tecnologia e capacidades ainda únicas que não conseguiram ser alcançadas por caças adversários, como velocidade supercruzeiro. além disso possui alta manobrabilidade, permitindo realizar impressionantes manobras em voo graças a seus motores com empuxo vetorado. Apesar de ainda não ter sido batizado em combate, o simples fato de existir na frota da USAF, oferece um grande poder de disuasão dos EUA sobre seus inimigos, servindo de parâmetros para o desenvolvimento de novos caças de quinta geração na Rússia e na China.

Líderes dizem que estratégia da USAF exige as capacidades dos caças F-22 e F-35

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Os dois caças de quinta-geração dos EUA, o F-35 e o F-22, ambos fabricados pela Lockheed Martin. (Foto: U.S. Air Force)

As aeronaves de caça de quinta geração são a chave para a América manter o domínio nos próximos anos, disseram os oficiais da Força Aérea no dia 24 de janeiro em Washington.

O tenente-general Christopher D. Miller, vice-chefe de estado dos planos estratégicos e programas, e o major-general Noel T. “Tom” Jones, diretor do serviço para os requisitos de capacidade de operação, disseram que a tecnologia – exemplificada no F -22 Raptor e no F-35 Lightning II Joint Strike Fighter – assumem a maior importância no combate a crescente capacidade anti-acesso e área de negação.

Os generais falaram durante uma mesa redonda com a imprensa no Pentágono.

Atualmente, os Estados Unidos possuem apenas o F-22 em operação, mas em breve ele terá a companhia do F-35.

As aeronaves de quinta geração são particularmente valiosas como parte da nova orientação estratégia de defesa que o presidente Barack Obama anunciou em Washington no início deste mês, disseram os dois oficiais. A estratégia explicitamente afirma que os militares dos EUA devem ser capazes de derrotar as ameaças de anti-acesso e área de negação.

“Esta não é uma coisa nova”, disse Miller. “Os militares têm operado em ambientes anti-acesso provavelmente desde o início dos tempos. Mas o que é diferente, e por isso os aviões de quinta geração são relevantes nesse fato, é que operar em ambientes de anti-acesso continua sendo cada vez mais complexo e desafiador.”

Há uma competição permanente entre as nações no desenvolvimento de capacidades anti-acesso e outras inventando maneiras de derrotar isso, disse o general.

“A aeronave de quinta-geração é uma habilidade chave que a Força Aérea está trazendo para capacitar a nação para operar nesses ambientes”, acrescentou.

A Força Aérea voou contra ambientes anti-acesso desde que foi fundada. Caças americanos responderam a essa capacidade nos céus da Coréia e do Vietnã. Aviadores se enfrentaram contra mísseis superfície-ar disparados em Hanoi. Na Guerra do Golfo Pérsico, os aviadores derrotaram a ameaça solo-ar sobre o Iraque e, mais recentemente, eles nocautearam as capacidades anti-acesso ao redor de Trípoli.

Mas a tecnologia de mísseis se tornou mais complexa e mais difícil de combater. As capacidade de comando e controle têm crescido. Isso vai exigir um novo conjunto de capacidades de voo contra eles, disse Jones a repórteres.

“As capacidades de quinta geração que o F-22 e o F-35 possuem nos permitirão lidar com esse ambiente”, disse ele.

Os Estados Unidos acreditam que as capacidades dos dois caças de quinta geração, F-35 e F-22, serão importantes para manter o domínio no combate futuro. (Foto: Lockheed Martin)

Os caças F-22s e F-35s trazem manobrabilidade, capacidade de sobrevivência, aviônicos avançados e tecnologia stealth para o combate. Ambos os aviões são capazes de desenpenhar multi-funções, capazes de lutar contra ameaças ar-ar e ar-terra.

“Esses recursos dão os nossos líderes a capacidade de reter qualquer alvo em risco, em qualquer lugar do globo, a qualquer momento”, disse Jones. “Eu acho que é importante para qualquer adversário entender que possuímos essas capacidades e pretendemos continuar o desenvolvimento.”

Outro aspecto da estratégia inclui a capacidade de operar contra adversários de todo o espectro no conflito. Os F-22s e F-35s são particularmente relevantes no topo do espectro”, onde nem sempre podemos estabelecer as condições para as nossas operações tão facilmente como nós fizemos no último par de décadas de conflito militar”, disse Miller.

Este é um recurso extremamente valioso que deve ser nutrido, disseram os generais.

Os americanos se acostumaram a ter o domínio do domínio, disse Miller, esperando que os membros da USAF sejam capazes de operar em terra, no mar, no ar com um bom grau de autonomia à medida que buscam os objetivos nacionais.

“Este não é um direito de nascença”, disse Miller. “Isso é algo que tivemos que trabalhar muito duro no passado para ganhar, … e não podemos tomar como certo que vamos ser capazes de apoiar a equipe conjunta em ambientes futuros, a menos que mantenhamos um objetivo de capacidade de ponta contra as forças adversárias no ar, suas forças de armas superfície-ar e, basicamente, sermos capazes de assumir o controle de partes do espaço aéreo e outros domínios atendendo as necessidades conjuntas dos comandantes.

“É uma capacidade da Força Aérea”, acrescentou, “mas é uma contribuição chave da Força Aérea para a capacidade de combate conjunto da nação”.

Texto: Jim Garamone / American Forces Press Service – Tradução: Cavok

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