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China revela seu drone de reconhecimento supersônico WZ-8

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A China divulga pela primeira vez o seu drone de reconhecimento de alta altitude e alta velocidade, o WZ-8, no desfile do Dia Nacional realizado em Pequim em 1º de outubro de 2019. Desfilado em caminhões, ele é realmente projetado para o lançamento a partir de uma aeronave. (Foto: Global Times)

A China apresentou pela primeira vez seu drone de alta altitude e alta velocidade, o WZ-8, no desfile do Dia Nacional em Pequim, e especialistas chineses disseram que o drone pode fornecer dados de reconhecimento mais confiáveis ??do que os satélites.

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FAB: Capacidades da Aviação de Reconhecimento são treinadas em exercício

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A aviação de reconhecimento celebra 72 anos neste dia 24 de junho.

Do uso de balões ao emprego de Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP), passando também de câmeras fotográficas a sensores de última geração. O reconhecimento aéreo tem muito a celebrar neste dia 24 de junho, data que marca os 72 anos da Aviação de Reconhecimento na FAB, com novas tecnologias empregadas.

Elbit Systems lança pod fotográfico multi-espectral com inteligência artificial

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A Elbit Systems lançou um novo pod fotográfico multi-espectral para ser integrado em plataformas como as aeronaves F-16, Su-30 e Boeing 737 para operações de reconhecimento.

USAF realiza voos de reconhecimento no Mar Báltico, próximo da costa russa

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Uma aeronave de reconhecimento RC-135U Combat Sent teria realizado voos sobre o Mar Báltico, próximo da fronteira russa. (Foto: U.S. Air Force)
Uma aeronave de reconhecimento RC-135U Combat Sent teria realizado voos sobre o Mar Báltico, próximo da fronteira russa. (Foto: U.S. Air Force)

Na terça-feira, dia 9 de agosto de 2016, outro avião da Força Aérea EUA, projetado para identificar e interceptar sistemas antiaéreos de radiação radar, voou até a fronteira da Rússia, perto do Mar Báltico.

Moderna aeronave de reconhecimento Tu-214R da Rússia chega novamente na Síria

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A aeronave de reconhecimento Tu-214R da Força Aérea da Rússia.
A aeronave de reconhecimento Tu-214R da Força Aérea da Rússia.

A Rússia enviou para base aérea russa na Síria de Hmeymim,em Latakia, a aeronave de reconhecimento, vigilância e inteligência (ISR) Tu-214R, conforme registros do site de rastreamento de dados Flightradar24.

Força Aérea da França vai usar o pod de reconhecimento ASTAC nas aeronaves Mirage 2000D

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Os caças Mirage 2000D da Força Aérea da França devem começar a testar o uso do pod de reconhecimento tático ASTAC. (Foto; Armée de L'Air)

A agência francesa de aquisição de defesa (DGA) concedeu a Thales um contrato para adaptar os pods táticos de reconhecimento ASTAC nas aeronaves Mirage 2000D da Força Aérea Francesa. Quando a operação estiver concluída, em 2014, a frota de Mirage 2000D da França será capaz de executar as missões de reconhecimento tático atualmente atribuídas aos jatos Mirage F1CR, que deverão ser retirados de serviço por volta do mesmo tempo.

O contrato inclui todas as modificações necessárias para a interface do pod ASTAC com o Mirage 2000D, incluindo a adaptação para a plataforma e adaptações dos sistemas de contramedidas alojados dentro do pod.

Até então, o pod de reconhecimento ASTAC vem sendo utilizados pelos jatos Mirage F1CR da Força Aérea da França. (Foto: SIRPA Air)

O pod ASTAC foi projetado para ser instalado sob a fuselagem das aeronaves F-4 Phantom, Mirage F1 e aviões de combate Mirage 2000 para fornecer uma inteligência eletrônica (ELINT) e capacidade de reconhecimento tático, incluindo a atualização da situação global, e gerando uma ordem eletrônica de batalha.

Projetado para operar em densos ambientes eletromagnéticos, o pod ASTAC oferece alta precisão de estimativa de direção de chegada e usa algoritmos sofisticados para determinar a localização dos sinais interceptados. Parâmetros de fontes de sinais chaves são medidos com alta precisão em qualquer ambiente eletromagnética, independentemente das técnicas de transmissão empregadas.

O pod ASTAC foi implantado em muitas ocasiões, em diferentes teatros de operações. Durante a Operação Harmattan, na Líbia, por exemplo, ele foi levada pelos jatos Mirage F1CR da Força Aérea Francesa, e mais uma vez demonstrou sua contribuição decisiva para a capacidade de coleta de inteligência, que foi fundamental para o sucesso da missão.

Pod RecceLite prova sua efetividade no Afeganistão

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A equipe do Destacamento F-16 da Real Força Aérea da Holanda comemora a marca de 2 milhões de imagens registradas pelo pod RecceLite. (Foto: Ministério da Defesa da Holanda)

Em fevereiro de 2012, os caças F-16 da Real Força Aérea da Holanda (RLNAF) entregou a imagem de número 2 milhões registrada no Afeganistão com o sistema infravermelho RecceLite. Os Falcons de combate holandeses estão situados na Base Aérea de Mazar-e-Sharif na parte norte do país.

O Destacamento F-16 utiliza o pod RecceLite nas missões de reconhecimento desde 2009 para detectar os explosivos improvisados (IEDs). Durante as missões, as imagens são transferidas durante os vôos para analistas táticos de reconhecimento aéreo para a interpretação. Quando necessário, os resultados são compartilhados com os parceiros holandeses da coalizão.

Os caças F-16 da Holanda também estão equipados com um pod designador avançado para enviar imagens para as tropas terrestres para avaliação da situação no campo de batalha.

Força Aérea da Holanda usa pods de reconhecimento em caças F-16 para avaliar nível de represas

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O pod de reconhecimento RecceLite dos caças F16 da Real Força Aérea da Holanda está sendo utilizado para avaliar o nível das represas no norte do país. (Foto: RNLAF)

No dia 6 de janeiro, um F-16 da Real Força Aérea da Holanda (RLNAF) realizou um voo de reconhecimento fotográfico sobre a parte norte da Holanda com o sistema infravermelho chamado RecceLite, com o objetivo de inspecionar as represas ao lado de dois canais (o Eemskanaal e o Winschoterdiep).

O vôo foi necessário devido a sérias ameaças causadas pelo alto nível de água nos lagos e canais, que já provocou a evacuação de pessoas a partir de pequenas aldeias como Woltersum, Wittewierum e partes de Ten Boer e Ten Post. As autoridades de gerenciamento de recursos hídricos da Holanda vão usar essas imagens para avaliar a situação relativa aos níveis elevados de água.

O pod RecceLite também foi usado no Afeganistão para detectar minas escondidas e outros dispositivos explosivos.

OPERAÇÃO ÁGATA 3: Jatos da FAB realizam missões de reconhecimento a partir de Vilhena (RO)

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Um piloto aguarda na cabine de um RA-1 e Vilhena durante a Operação Ágata. (Foto: Agência da Força Aérea)

A Força Aérea está baseada na cidade de Vilhena, sul de Rondônia, na fronteira oeste do Brasil. Caças A-1, A-29 Super Tucano, helicópteros H-60 BlackHawk, avião de reconhecimento R-35 e de transporte C-95 Bandeirante e C-98 Caravan movimentam o aeroporto da cidade durante a Operação Ágata 3.

As aeronaves A-1 e RA-1 do Esquadrão Centauro, da Base Aérea de Santa Maria (RS), foram destacados para Villhena para missões de reconhecimento na Operação Ágata. (Foto: Agência da Força Aérea)

Nessa operação, a FAB está cumprindo as missões de reconhecimento aéreo. As informações coletadas nos voos sobre a região de fronteira são usadas em apoio ao Exército, Marinha, Receita Federal, FUNAI, IBAMA, ABIN e órgãos de Segurança Pública.

Um helicóptero H-60L registrado na câmera termal do RA-1. (Foto: Agência da Força Aérea)

Além disso, as aeronaves da Força Aérea Brasileira estão preparadas para cumprir missões como interceptações de aviões em voos irregulares ou até o ataque de alvos no solo.

Uma aeronave de reconhecimento R-35 Learjet durante a Operação Ágata. (Foto: Agência da Força Aérea)

Com 77 mil habitantes, Vilhena (RO) é uma posição estratégica para as Forças Armadas do Brasil. Na cidade, funciona um Destacamento de Controle do Espaço Aéreo e o aeroporto tem um pátio de estacionamento construído para operações militares. Durante a Ágata 3, Rio Branco (AC) e Cuiabá (MT) também recebem aviões da FAB durante a Operação, além das Bases Aéreas de Campo Grande (MS) e Porto Velho (MS).

As aeronaves no novo pátio de manobras em Vilhena. (Foto: Agência da Força Aérea)

A área de operações tem aproximadamente 8 mil quilômetros de extensão e envolve toda a região de fronteira do Brasil com o Peru, a Bolívia e parte do Paraguai. O principal objetivo da Operação Ágata 3 é combater o tráfico de drogas, armas, além de crimes ambientais e fiscais, como o contrabando.

Uma aeronave RA-1 chega para pouso em Vilhena. (Foto: 3º Grupo de Aviação / Agência da Força Aérea)

Acompanhe os detalhes da Operação no hotsite www.agata3.defesa.mil.br

Fonte: Agência Força Aérea

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