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IMAGENS: Voa pela primeira vez o segundo e o terceiro Gripen da Força Aérea da Tailândia

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O segundo (70102) e terceiro (70105) caças Gripen destinados para Força Aérea da Tailândia durante o primeiro voo de teste. (Foto: Saab)

Uma versão biplace (70102) e uma monoplace (70105) do caça Saab Gripen para Força Aérea da Tailândia foram respectivamente a segunda e a terceira aeronaves a voarem pela primeira vez na fábrica da Saab em Linköping, durante o início dos voos de testes antes da entrega para o país do sudoeste asiático.

As duas novas aeronaves Gripen, uma biplace e uma monoplace, para Tailândia voaram na fábrica da Saab, na Suécia. (Foto: Saab)

Na aeronave biplace 70102 foi instalado para teste o sistema de guerra eletrônica integrado, EWS-39, o que não havia sido feito com a primeira aeronave do primeiro voo.

O primeiro Gripen monoplace para Tailândia a voar foi o 70105. (Foto: Saab)

O Gabinete de Segurança da Tailândia também aprovou o orçamento para prover os caças Gripen adquiridos com os sistema de guerra eletrônica integrado EWS-39 em todas 12 aeronaves.No mês de janeiro de 2010 a Tailândia confirmou a compra de mais 6 caças, adicional ao lote inicial de seis adquiridos em 2007 (veja aqui no Cavok).

Esses dois caças Gripen deverão ser entregues para Força Aérea da Tailândia em 2011. (Foto: Saab)

As duas aeronaves juntam-se a primeira aeronave biplace (70101) que voou pela primeira vez no dia 16 de setembro de 2009. Os caças Gripen, do primeiro lote de seis unidades encomendadas em 2007, mais duas do segundo lote deverão ser entregues em 2011. As últimas quatro deverão ser entregues entre 2013 e 2017.

IMAGENS: Força Aérea da África do Sul recebe seus primeiros caças Gripen C

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Os dois caças Gripen C que chegaram na África do Sul por navio, sendo rebocados para Base Aérea de Ysterplaat, na Cidade do Cabo. (Foto: Dean Wingrin)

O tráfego de veículos na Cidade do Cabo, África do Sul, viu algo bem diferente na tarde do dia 11 de fevereiro: os dois primeiros caças Saab Gripen C (monoplaces) destinados para Força Aérea da África do Sul (SAAF) sendo rebocados para Base Aérea de Ysterplaat, via rodovia.

As duas aeronaves, 3911 e 3910, seguiram por uma estrada de 8km entre o porto e a base aérea. (Foto: Dean Wingrin)
A aeronave Gripen C 3911 sendo rebocada por uma estrada na Cidade do Cabo. (Foto: Dean Wingrin)

O primeiro caça Gripen C era inicialmente para ter sido entregue no final de outubro/início de novembro de 2009, mas foi atrasado pela África do Sul, e então agora duas aeronaves foram desembarcadas juntas na quinta-feira passada, dia 10. As duas aeronaves, seriais da SAAF 3910 e 3911, chegaram de navio no porto de Table Bay. E no dia 11 foram rebocadas por uma estrada de 8km do porto até a Base Aérea de Ysterplaat, onde eles serão preparados para poder voar.

O Gripen C 3911 deixando o porto de Table Bay. (Foto: Dean Wingrin)
O Gripen C 3910 entrando na Base Aérea de Ysterplaat. (Foto: Dean Wingrin)
O Gripen C 3911 entrando na Base Aérea de Ysterplaat. (Foto: Dean Wingrin)

Um vez que estajam operacionais, as duas aeronaves voarão para o Centro de Desenvolvimento de Teste de Voo (TFDC) da SAAF, no extremo sul de Cape. Eles permanecerão nesse centro por aproximadamente dus semanas antes de voarem para BAse Aérea de Makhado, próximo a cidade de Louis Trichardt, onde eles se juntarão ao Esquadrão 2.

Os caças Gripen atuarão como peça chave nos planos da força aérea de proteger o espaço aéreo sobre os estádios durante a Copa do Mundo de Futebol 2010. Pelo menos quatro caças  Gripen C deverão estar operacionais no país para Copa do Mundo, juntamente com as aeronaves Gripen D atualmente em serviço.

Os caças Gripen, através da Saab-BAE Systems, foram anunciados vencedores em novembro de 1998 como parte de um novo pacote de equipamentos de defesa que a SAAF propôs conforme requerimentos para uma nova Aeronave Avançada de Caça Leve. Os Gripen foram adquiridos para substituirem os caças Atlas Cheetah D (biplace) e Cheetah C (monoplace) que então estavam na frota da SAAF.

O pedido original era para 9 caças Gripen D (biplaces) e 19 Gripen C (monoplaces). No entanto, o pedido foi revisto em 2005 para 9 aeronaves biplace e 17 na versão mon0place.

O primeiro Gripen da África do Sul foi apresentado na fábrica da SAAB em outubro de 2005 e efetuou seu primeiro voo no dia 11 de novembro do mesmo ano. A aeronave voou pela primeira vez na África do Sul no dia 19 de setembro de 2006, na Base Aérea de Ysterplaat, em Cape Town.

A SAAF colocou em operação o primeiro Gripen D em abril de 2008 e o últimos dois caças Gripen D chegaram na África do Sul em julho de 2009. As oito aeronaves que chegaram estão atribuídas ao Esquadrão 2, na Base Aérea de Makhado.

Fonte: South African Air Force – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

F-X2: Diplomatas aumentam pressão sobre o Planalto

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Saab Gripen NG, concorrente no programa F-X2 da FAB

Depois de uma ofensiva de diretores das fabricantes do Gripen, Rafale e F-18 Hornet, que aterrissaram em Brasília em meados de janeiro para pressionar o governo brasileiro na licitação de compras dos caças para a Força Aérea Brasileira (FAB), a diplomacia entrou em campo.

Nem bem retornou de uma viagem a Israel, o ministro da Defesa, Nelson jobim, reuniu-se ontem com a embaixadora da Suécia no Brasil, Annika Markovic. Na quinta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva receberá as credenciais dos novos embaixadores da França e dos Estados Unidos, países que estão na disputa junto com a Suécia.

O encontro de Lula com os embaixadores será protocolar, mas assessores do Planalto já alertaram o presidente de que a disputa entre os caças deverá ser tratada.

A Suécia, com o Gripen, a França com o Rafale, e Estados Unidos, com o F-18, disputam a concorrência pela venda dos 36 caças para o Brasil, orçada em R$ 10 bilhões. O pacote, no entanto, pode se estender para uma aquisição de até 120 aeronaves.

Fonte: Zero Hora

Força Aérea da Tailândia adquire mais seis Gripen e modernizará os caças F-16

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Saab JAS-39D Gripen, da Real Força Aérea da Tailândia

O Gabinete de Segurança da Tailândia aprovou hoje, dia 26, a requisição da Força Aérea para aquisição de mais seis aeronaves Saab JAS 39 Gripen, de fabricação sueca, além da modernização da atual frota de caças F-16 Falcon.

A Real Força Aérea da Tailândia já havia adquirido seis aeronaves Gripen em 2007, as quais deverão ser entregues em 2011, juntamente com outras duas desse recente pedido. As quatro restantes estão previstas para serem entregues entre os anos de 2013 e 2017. A primeira aeronave Gripen, versão biplace, da Tailândia voou no dia 16 de setembro de 2009.

O orçamento aprovado de US$ 480 milhões para compra de mais seis aeronaves Gripen, inclui manutenção, apoio logístico e treinamento dos pilotos, será aprovado através de uma alocação de verbas num período de quatro anos, a começar em 2012.

Treze caças F-16 da Força Aérea da Tailândia.

O Gabinete também aprovou uma verba inicial de US$ 210 milhõs para modernização de seis caças F-16B, fabricados nos EUA, também com investimentos começando em 2012, como parte de um programa de três fases.

Os dois projetos estavam aguardando desde a última reunião do gabinete de maio de 2009.

A Força Aérea da Tailândia pretendia inicialmente modernizar 18 caças F-16, mas que teria um custo maior do que a aquisição dos seis caças Gripen.

O projeto de modernização dos F-16 será feito em três fases, sendo que em cada fase serão modernizadas seis aeronaves.

Os caças F-16A/B ficam na base aérea da Nakhon Sawan, como a Ala 4.

A Força Aérea da Tailândia espera com isso retirar de operação 12 caças F-5E/F, que estão em operação na base de Surat Thani, com a Ala 7, por 30 anos, uma vez que receba 12 novos caças Gripen JAS-39C/D.

Boeing e Saab iniciam ofensiva contra escolha de caça francês

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Boeing F/A-18F Super Hornet (Foto: Mass Communication Specialist 3rd Class Ricardo J. Reyes / U.S. Navy)

A americana Boeing e a sueca Saab iniciaram uma nova ofensiva para impedir que o governo brasileiro escolha o caça Rafale, da francesa Dassault, na concorrência da Força Aérea Brasileira (FAB) para a compra de 36 aeronaves. Em pleno lobby, a Boeing reiterou sua última oferta de venda do F-18 Super Hornet, de dezembro passado, que prevê a inclusão da Embraer no desenvolvimento da próxima geração do jato. A sueca Saab reforçou os critérios que colocaram o Gripen NG no topo da avaliação da Aeronáutica – preço baixo e tecnologia a ser desenvolvida junto com a Embraer.

Saab Gripen NG

Sem data marcada, o governo promete anunciar em breve sua decisão. Questionado sobre essa nova batalha de lobbies, um colaborador do presidente Lula afirmou nesta quarta-feira, 20, que essas iniciativas não mudam o jogo e que os critérios de escolha não serão alterados. A vitória da Dassault, para este assessor de Lula, está cimentada.

Gerente sênior de Desenvolvimento de Negócios Internacionais da divisão de aeronaves militares da Boeing, Michael Coggins, anunciou na última terça-feira que o governo americano liberou a transferência de tecnologia, inclusive dos códigos informáticos para armar os caças com mísseis brasileiros, e insistiu que nada impedirá a futura fabricação dessas aeronaves no Brasil. “Nós oferecemos à Embraer e à FAB a opção de produzir os Super Hornet no Brasil”, afirmou.

Cogins admitiu que há um sério problema de confiança do Brasil em relação à oferta americana. Mas, mostrou-se otimista com as gestões do novo embaixador dos EUA em Brasília, Thomas Shannon, a partir de 4 de fevereiro, e nas respostas aos três lobbies diretos do presidente americano, Barack Obama, junto a Lula. O mesmo colaborador do presidente brasileiro rebateu essa versão. “Nenhum compromisso do governo americano impede um eventual veto do seu Congresso.”

A direção da Saab não poupa esforços para tentar convencer que seu projeto é superior e rebater as críticas de que o Gripen NG existe apenas no papel. “O Gripen é o melhor não só pela tecnologia como pelo conceito e pelo preço”, afirmou Bob Kemp, vice-presidente da Saab. “O avião já existe”, emendou Bengt Jáner, representante da Saab no Brasil. Eles explicaram que o Gripen NG é baseado em um caça em operação, o Gripen C, que foi vendido para quatro países. Existe hoje uma espécie de protótipo do Gripen NG, já testado por pilotos da FAB.

Proposta da versão naval do Gripen: o Sea Gripen

De olho em outros negócios, a Saab apresentou para a Marinha brasileira, em dezembro, o projeto do Gripen Naval, para o porta-aviões São Paulo. A expectativa é que, em uma década, os 12 caças da Marinha em operação sejam substituídos por novos modelos. “Não é algo para agora; é para daqui uns dez anos”, observou Kemp.

Fonte: Denise Chrispim Marin e Eugênia Lopes, da Agência Estado

A FAB prefere o Gripen ao invés do caça Rafale para o F-X2

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Saab Gripen NG

O caça francês Rafale, da empresa Dassault, ficou em terceiro e último lugar no relatório técnico que o Comando da Aeronáutica entregou ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, sobre o projeto FX-2, de renovação da frota da FAB. O Gripen NG, da sueca Saab, ficou em primeiro lugar na avaliação, e o F-18 Super Hornet, da norte-americana Boeing, em segundo.

Concepção artística do Saab Gripen nas cores da FAB

O resultado tende a gerar constrangimentos no governo e mais atrasos para a decisão final sobre o projeto de compra de 36 caças, ao contrapor a avaliação técnica da Aeronáutica pró-suecos à preferência política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da área diplomática pela oferta que foi apresentada pelos franceses.

A decisão pró-Rafale chegou a ser anunciada em nota conjunta assinada pelos presidentes Lula e Nicolas Sarkozy, em setembro passado, mas o governo brasileiro recuou depois da repercussão negativa na FAB e entre os concorrentes, já que a avaliação técnica nem sequer havia sido concluída.

Agora, o governo está num impasse: ou passa por cima do relatório da FAB e fica com os Rafale, ou desagrada o governo francês e opta pelo Gripen NG. Formalmente, o presidente Lula está liberado para escolher qualquer um dos três.

Conforme a Folha apurou, o “sumário executivo” do relatório da FAB, com as conclusões finais das mais de 30 mil páginas de dados, apontou o fator financeiro como decisivo para a classificação do caça sueco: o Gripen NG, até por ser monomotor e ainda em fase de projeto (se baseia no Gripen atual, uma versão inferior em performance), é o mais barato dos três concorrentes finais.

A diferença de valores é tanto no quesito preço do produto como no custo de manutenção. A Saab diz que ofereceu o Gripen pela metade do preço do Rafale, ou seja, algo na casa dos US$ 70 milhões. Afirma que a hora-voo de seu avião é quatro vezes menor do que a do francês, o que a Dassault rejeita: como o Rafale tem duas turbinas, é mais caro de operar, mas teria melhor performance.

Quem vai arcar com todos esses custos, durante os cerca de 30 anos de vida útil do jato, é a FAB, que considera a questão prioritária.

Pesou também o compromisso de transferência de tecnologia. O Gripen NG é um projeto em desenvolvimento que oferece em tese mais acesso a tecnologias para empresas futuramente parceiras, como a Embraer. Há a promessa genérica de produção final no Brasil, mas de resto o Rafale também diz isso. O problema é que o francês é um produto pronto, supostamente com menor taxa de transferência de conhecimento de produção.

O relatório da FAB não considerou como negativo o fato de o jato sueco ser monomotor, já que em aviões modernos isso é visto com um problema menor na incidência de acidentes.

Já o Rafale apresentou três obstáculos, na análise da FAB:

  1. Continuou com valores considerados proibitivos, ao contrário do que o presidente da França, Nicolas Sarkozy, havia prometido a Lula.
  2. O prometido repasse de tecnologia foi considerado muito aquém da ambição brasileira. Trata-se de um “produto pronto”, que teria, ou terá, dificuldades para ser vendido a outros países a partir do Brasil.
  3. A Embraer, consultada pela Aeronáutica, declarou que, se fosse o Rafale, não teria interesse em participar do projeto, pois lucraria muito pouco em tecnologia e em negócios.

O relatório foi feito pela Copac (Comissão Coordenadora do Programa Aeronaves de Combate) e ratificado pelo Alto Comando da Aeronáutica no dia 18 de dezembro.

Jobim voltou ontem à noite a Brasília pronto para se reunir com o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito. Oficialmente, para ganhar tempo, a versão do governo é que a FAB ainda não lhe entregou o documento.

O ministro já sabe do resultado desde uma viagem que fez com Saito à China e à Ucrânia, no final do ano. Os dois aproveitaram uma escala justamente em Paris para discutir a questão com o presidente da Copac, brigadeiro Dirceu Tondolo Noro, que, conforme a Folha apurou, foi chamado de última hora a viajar à capital francesa para encontrá-los.

É uma das grandes compras em curso no mundo, e pode bater os R$ 10 bilhões.

Em entrevista à Folha em dezembro, Jobim admitiu que tinha interferido para mudar as regras do relatório da Copac, mas sem assumir que a intenção era evitar que a FAB indicasse um favorito que não batesse com o do Planalto.

Fonte: Folha de São Paulo – Eliane Cantanhede

IMAGENS: Paquistão apresenta em cerimônia oficial seu primeiro Saab 2000 AEW&C

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Saab 2000 (AEW&C) Erieye da Força Aérea do Paquistão (Foto: Força Aérea do Paquistão)

Conforme divulgado aqui no Cavok, a Força Aérea do Paquistão havia recebido sua primeira aeronave de Alerta Aéreo Antecipado e Controle (AEW&C) no dia 8 de dezembro, mas somente na semana passada, no dia 29 ela foi oficialmente apresentada na Base Aérea de Minhas. A nova aeronave Saab 2000 equipada com radar Erieye ficará deslocada na base aérea de Kamra.

Adquirida sob o projeto chamado ‘Horizon’, a primeira das quatro aeronaves que chegou foi originalmente adquirida em 2005, num lote de cinco aeronaves, depois reduzido para quatro em maio de 2007.

Como mostramos no outro post, a Força Aérea do Paquistão opera uma aeronaves Saab 2000 (não AEW&C) como plataforma de treinamento com o Esquadrão 3 ‘Globetrotters’ na base aérea de Chaklala, próximo a Islamabad.

Fotos da cerimônia oficial de entrega da primeira aeronave Saab 2000 Erieye para Força Aérea do Paquistão (Fotos: Javed Qureshi)

A aeronave foi entregue oficialmente numa cerimônia para autoridades militares, com a presença do primeiro-ministro paquistanês Yousaf Raza Gillani.

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