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MRCA: Prosseguem os testes com os dois caças Gripen D na Índia

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Saab JAS39 Gripen D, da Força Aérea da Suécia

As duas aeronaves Saab JAS-39 Gripen D, que a Suécia enviou para as avaliações na Índia, decolaram na manhã de ontem, dia 22 para a Base Aérea de Jaisalmer, onde prosseguirão com os testes para a competição MRCA (Aeronave de Combate Multimissão), que escolherá a nova aeronave de combate para Força Aérea da Índia.

A Gripen é a última fornecedora de aeronaves a passar pelas avaliações, mas não enviou o caça Gripen NG, aeronave oferecida na competição que pretende adquirir 126 aeronaves de combate, num programa avaliado em US$ 12 bilhões com a Força Aérea da Índia. As duas aeronaves Gripen D enviadas, já passaram por uma semana intensiva de avaliações, incluindo reabastecimento aéreo e manobras de voo, e agora seguem para os testes finais nas regiões de Pokhran e Leh antes de seguir para Base Aérea de Jamnagar e depois retornar para Suécia.

As duas aeronaves efetuarão avaliações em separado. Um dos caças participará das avaliações em altas temperaturas na região da Base Aérea de Jaisalmer, efetuando testes de lançamentos de bombas na área de testes de Pokhran, enquanto a segunda aeronave participará das avaliações em temperaturas baixas,  na região de Leh, onde pousará, desligará seus motores, reabastecerá e então decolará novamente.

Segundo oficias da Força Aérea Indiana relataram ao jornal The Hindu, quatro de cinco aeronaves que já efetuaram as avaliações de teste enfrentaram problemas no acionamento dos motores na atmosfera rarefeita de Leh, tendo sido solicitado aos fabricantes pela Força Aérea da Índia modificações nos sistemas de combustível das aeronaves.

Uma vez finalizado a avaliação com o caça Gripen será redigido um relatório técnico, selecionando três ou quatro competidores finalistas. Após, esses fornecedores selecionados apresentarão suas propostas comercias, e a que tiver a melhor oferta – segundo o governo da Índia o de menor valor – vencerá o contrato.

Nota do Editor: Leram no final? As aeronaves finalistas, logicamente todas atendendo as exigências da Índia, terão suas propostas comerciais entregue e a de MENOR valor ganhará a competição. Espero que sirva de exemplo para alguém do alto escalão do governo brasileiro na hora de decidir pelo caça do programa F-X2.

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Jobim e ministro da Defesa da Suécia falam sobre compra de caças

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O caça Gripen NG decola para um voo de teste acompanhado de um caça JAS-39 Gripen D da Força Aérea da Suécia. (Foto: Gripen International)

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, recebeu nesta segunda-feira (22) seu colega da Suécia, Sten Tolgfors. A poucos dias da decisão sobre a compra de 36 caças para reequipar a Força Aérea brasileira (FAB), Jobim ouviu apelos para que o governo considere a proposta que, do ponto de vista sueco, é a mais competitiva: a do modelo Gripen NG.

O negócio pode chegar a US$10 bilhões e tem três interessados: os suecos, os franceses com o caça Rafale, e os americanos, com o F-18 Super Hornet.

Na semana passada chegou a Jobim o relatório final da FAB sobre a qualidade técnica dos caças. O relatório afirma que em termos operacionais, os três jatos satisfazem tecnicamente.

Mas diferentemente das análises anteriores, desta vez a Aeronáutica reavalia que, considerando a Estratégia de Defesa Nacional, os caças franceses Rafale representam “a proposta mais consistente”. Inicialmente, a preferência da FAB era pelos caças suecos.

Proposta sueca

Segundo Tolgfors, além do preço mais baixo e menor custo de manutenção, a proposta do Gripen é a única que vai transferir ao Brasil o conhecimento para integração de armas. Ou seja, o jato sueco permite que, com a integração de sistemas, seja possível “montá-lo” com diversas opções de fabricantes.

Isso tornaria o Brasil “menos dependente de um só fabricante”, assegurou o ministro sueco. O Gripen NG opera com um só motor, de fabricação americana. E foi oferecido pela metade do preço dos concorrentes.

Perguntado se ainda acredita que o processo esteja aberto, Tolgfors disse que sim e completou: “somos a favor da transparência – é como fazemos negócios na Suécia”.

Dentro de alguns dias, o ministro da Defesa vai apresentar seu próprio relatório ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deverá escolher oficialmente o caça a ser comprado com base nos argumentos de Jobim.

Preferência por caças franceses

Jobim já havia afirmando na semana passada que os franceses tem vantagem na disputa. “A FAB diz que os três são satisfatórios, então o que pesa é a transferência de tecnologia e a redução da dependência”. Questionado se este quesito daria vantagem para a França, Jobim concordou: “Neste sentido, sim”.

Os Rafale da França possuem dois motores e os franceses afirmam que transferem tecnologia de forma irrestrita, além de oferecerem o mercado da América do Sul para o Brasil exportar a produção.

A preferência do presidente Lula pelos caças franceses já é conhecida – foi declarada no dia 7 de setembro do ano passado durante uma visita do presidente francês, Nicolas Sarkozy, a Brasília.

Fonte: TV Globo – Claudia Bomtempo via G1

F-X2: Vista da Família Real da Suécia no Brasil ocorre nessa semana

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Saab Gripen NG Demonstrator (Foto: Katsuhiko Tokunaga / Saab)

O presidente do Senado, José Sarney, recebe na quarta-feira (24), às 10h, os reis da Suécia, Carlos Gustavo XVI e Silvia Renate, no Salão Nobre do Senado, em companhia do presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer.Os reis da Suécia subirão a rampa do Congresso Nacional e serão recebidos por Sarney e Temer. Em caso de chuva, a recepção será na entrada da Chapelaria, que é coberta.

Com os reis, chega uma comitiva de empresários suecos para estabelecer negócios em vários setores, inclusive etanol e combustíveis limpos, além de tratar da venda de 36 caças Gripen NG, da indústria Saab, em uma disputa com os caças franceses Rafale, da Dassault, e com os norte-americanos F-18 Super Hornet, da Boeing.Os caças serão comprados para modernizar a Força Aérea Brasileira (FAB), e o governo brasileiro inclina-se pelos franceses.

Os reis da Suécia terão no Brasil uma longa agenda, que inclui jantar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no próprio dia da chegada, terça-feira (23), visitas ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e à Embraer, à base aérea de São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas. A rainha Silvia, por sua vez, vai a Recife visitar a sede da Vara da Infância e da Juventude, que tem parceria com a World Childhood Foundation, criada por ela em 1999, e que é dedicada à proteção e ao apoio de crianças pobres e vítimas de violência em todo o mundo.

Há alguns dias, os reis da Suécia receberam jornalistas brasileiros em Estocolmo, e o rei Carlos Gustavo disse que acompanha, pela imprensa, as negociações para a compra dos caças e afirmou que ficaria “muito orgulhoso” se os escolhidos forem os Gripen NG fabricados em seu país. “Poderemos estabelecer uma cooperação muito forte, caso sejamos os escolhidos”, disse o rei. “Espero que o Brasil faça a escolha certa”, completou. Por sua vez, a rainha Silvia, filha de mãe brasileira e pai alemão, lembrou que a indústria sueca está há 100 anos no Brasil e emprega 50 mil brasileiros. A rainha elogiou a Embraer e o programa brasileiro de produção de etanol.

Fonte: 1ª Edição – Cezar Motta via NOTIMP

F-X2: Prefeito de São Bernardo do Campo voa no Gripen NG

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O prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, em frente ao caça Gripen NG, na Suécia. (Foto: Saab)

O Prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho está em visita oficial a Suécia nessa semana através de um convite da Câmara de Comércio Exterior da Suécia. O prefeito está concentrando seus esforços para alavancar investimentos estrangeiros para a cidade de São Bernardo do Campo.

Durante a visita, Luiz Marinho visitou a fábrica da Saab de Linköping e a ele foi dada a oportunidade de conhecer mais sobre o caça Gripen NG proposto para o programa F-X2 no Brasil. Ele teve também a oportunidade de voar com o Gripen.

“Eu agora tenho um claro entendimento da proposta do Gripen NG e do impacto político que o caça sueco trará para a indústria brazileira e para cidade de São Bernardo do Campo. Eu acredito que é uma única oportunidade para real transferência de tecnologia para o Brasil e gerará vagas de trabalho de alta qualidade em novas tecnologias” disse Luiz Marinho.

Fonte:Saab – Tradução: Cavok

F-X2: Testes realizados com o Gripen na semana passada animaram os concorrentes Dassault e Boeing

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Decolagem de uma das aeronaves Saab JAS-39 Gripen D da Suécia rumo à Índia para as avaliações que serão feitas no programa MRCA. (Foto: Gripen International)

Mesmo após a matéria sobre o andamento dos testes da Saab com o novo caça Gripen NG, divulgado aqui no Cavok nesse final de semana, uma notícia anterior animou os competidores no F-X2 da Força Aérea Brasileira, conforme a revista Istoé.

Segundo o artigo divulgado no Cavok no sábado, o modelo Gripen NG avançou nos testes realizados na Suécia, mas segundo a revista semanal Istoé, esses testes realizados foram uma exigência da agência de certificação sueca SMV para que os testes fossem refeitos, motivo o qual a aeronave Gripen NG Demonstrator não foi enviada para as avaliações na Índia (veja aqui no Cavok), favorecendo as empresas francesa e norte americana no programa militar para aquisição de 126 aeronaves de combate da Índia e indiretamente para o programa F-X2 da FAB . Segue abaixo o texto divulgado pela revista Istoé:

“Os americanos da Boeing e os franceses da Dassault, que disputam a licitação da FAB, comemoraram na semana passada uma notícia sobre o caça Gripen, da sueca Saab.

Acontece que a Força Aérea da Suécia ordenou um série de melhorias no protótipo do Gripen NG. Com os retoques ainda em andamento, a agência de certificação sueca, a SMV, exigiu testes adicionais de voo.”

Nota do Editor: Falei que isso ia gerar discussão.

F-X2: Nova cartada na visita do casal real

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O novo caça Gripen NG Demonstrator decola junto a um caça JAS39 Gripen. (Foto: Saab)

Diretores da Saab integram a comitiva sueca que desembarca no país dentro de uma semana. A Suécia se define como um país pacífico. Não participou em nenhuma das duas guerras mundiais do século 20: manteve-se neutra. Nunca se envolveu em confrontos internacionais. No entanto, uma das forças de sua economia é a indústria militar. O país não entra em guerras, mas vende para os outros equipamentos de defesa e ataque. A justificativa é que, para manter a neutralidade, foi preciso investir muito no setor, de modo a não ficar vulnerável. Em outras palavras: proteger-se para não ser atacado. Não toma partido, mas garante lucros no mercado de material bélico.

É o caso, por exemplo, do projeto Gripen NG, da empresa sueca Saab, que concorre na licitação aberta pelo governo brasileiro para a compra de 36 aviões de caça.

Para ganhar a licitação, que envolve bilhões de reais, a Suécia vai insistir no argumento de que, para ser uma potência respeitada, o Brasil precisa ter domínio sobre a tecnologia militar. E isso será assegurado com o desenvolvimento em parceria do Gripen NG. Os suecos prometem partilhar todo o conhecimento que já têm com o Brasil. Acenam até com autonomia, no futuro, para que o nosso país produza e exporte o avião para outros países. Os escandinavos insinuam que, com os franceses e os americanos, concorrentes na licitação da Força Aérea Brasileira (FAB), o Brasil não terá tanta facilidade para absorver tecnologia.

Enfim, é com a esperança de convencer o presidente Lula e o ministro da Defesa, Nelson Jobim, que a direção da Saab desembarca mais uma vez no Brasil, na próxima semana. Dessa vez, integrando uma grande comitiva de 35 empresários suecos que acompanhará o rei Carl Gustaf e a rainha Silvia na visita oficial ao Brasil, entre 23 e 26 de março.

Expectativa

A Suécia está preocupada com a preferência declarada de Lula pelo avião francês, o Rafale. Há grande expectativa pelo resultado da licitação, que ainda não tem data certa para ser divulgado. O anúncio é esperado para abril, já que todas as etapas foram cumpridas. Os suecos pretendem insistir, como ponto a favor, na proposta de financiamento integral do projeto. O Rafale tem componentes produzidos pela Saab e também pelos americanos.

Apostando alto no projeto em parceria com o Brasil, o Ministério da Defesa sueco demonstra incômodo com a possibilidade de a Saab perder para os franceses. E sinaliza que a frustração poderá se converter em falta de interesse por novos projetos com o país. Especula-se sobre a intenção da Saab de comprar ações da Embraer, para fortalecer ainda mais a parceria entre a indústria Aeronáutica dos dois países.

Olho para os investimentos

Outra preocupação dos suecos é com o preço e o fornecimento do etanol brasileiro. A Suécia é a maior consumidora do biocombustíveis na Europa e vem importando menos do Brasil, por causa principalmente das oscilações da produção e, consequentemente, do preço. As montadoras de veículos Volvo e a Scania têm interesse direto no assunto, porque investem na produção de ônibus movidos a etanol. Depois do Brasil e da Letônia, a Suécia é o país que mais usa o álcool combustível no mundo.

A agenda dos empresários que acompanham o casal real prevê também uma visita à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), onde examinarão as dificuldades para a liberação de novos produtos suecos no mercado brasileiro.

O fato de ter se mantido neutra nas guerras mundiais ajudou a Suécia a conseguir uma das maiores taxas de crescimento econômico do mundo entre 1870 e 1970. No século 19, o país escandinavo já esteve entre os mais pobres da Europa. Depois de 100 anos, atingiu o maior PIB per capita do mundo. Antes uma economia fundamentalmente agrícola, tornou-se referência em indústria de ponta e desenvolvimento de tecnologias.

Hoje, a Suécia tem centenas de multinacionais espalhadas pelo mundo, muitas delas atuando no Brasil, como a Ericsson, no setor de telecomunicações. O interesse das empresas suecas pelo Brasil aumentou ainda mais depois que o país foi escolhido para sede da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016. O crescimento nos últimos anos e o impacto relativamente ligeiro da crise econômica internacional, em 2008 e 2009, são fatores que reforçam o potencial brasileiro.

Fonte: Correio Brasiliense – Samanta Sallum

Testes em voo do caça Gripen NG Demonstrator avançam na Suécia

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O Gripen NG Demonstrator taxia na pista de Linkoping, Suécia, após retornar de seu voo de testes no dia 12 de março. (Foto: Stefan Kalm / Saab)

O programa de testes em voo com o caça Gripen NG Demonstrator avançam na Suécia de acordo com os planos na unidade da Saab em Linköping. O último voo, número 117 desde que o programa de voo começou, foi feito nessa sexta-feira, dia 12.

Os testes agora estão sendo feitos no sistemas táticos, como o radar AESA e no novo sistema de comunicação. O programa de testes é bem intensivo e as condições do tempo frio e com tempestades de neve na Suécia tem sido um desafio para a programação dos testes, mas que a Saab informa estar conseguindo superar, conforme disse Mattias Bergström, o gerente do projeto Gripen NG Demonstrator.

Foram finalizados, e com sucesso verificados, os testes em voo do Sistema de Aviso de Aproximação de Mísseis (MAW) e o novo sistema de combustível com maiores tanques de combustíveis internos.

O Gripen NG é a mais nova geração de caça da Gripen, e está participando do processo de seleção do novo caça da Força Aérea Brasileira (FAB), através do programa F-X2, e para a nova aeronave de combate multifunção da Força Aérea da Índia, através do programa MRCA.

Aliás, nessa semana, o Gripen NG deveria ter seguido para Índia para avaliações no processo de escolha da nova aeronave de combate (MRCA). Segundo a Gripen International, devido a estes testes realizados nessa semana, a Suécia enviou dois caças JAS39D Gripen, o que poderá ocasionar a desclassificação do caça sueco no programa indiano, conforme relatado aqui no Cavok.

Fonte: Gripen International – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

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