Saab

Inicio Tags Shenyang

Tag: Shenyang

Será que a China usará o caça J-31 embarcado em porta-aviões?

4
O segundo protótipo do caça chinês J-31 durante recente voo na China.

O protótipo do caça furtivo chinês J-31 aumentou a frequência de voos de testes no mês passado, aumentando também a especulação de que se tornará o caça furtivo para os novos porta-aviões chineses, já que o primeiro porta-aviões fabricado na China, o 001A foi recentemente lançado. Os atuais caças embarcados chineses J-15 são aeronaves de terceira geração e ficariam muito atrás do caça F-35C que será usado em breve pelos EUA.

Anúncios

China pode estar desenvolvendo caça de sexta geração

18
Uma ilustração do que poderia ser o novo caça de sexta geração da China.
Uma ilustração do que poderia ser o novo caça de sexta geração da China.

Ultimamente, surgem cada vez mais testemunhos de que a China não apenas é o único país do mundo que realiza ao mesmo tempo dois programas de criação de caças da quinta geração, mas também tem projeto ativo de uma aeronave de sexta geração.

Antes, tais projetos eram objeto de boatos. Entretanto, recentemente, a existência do programa foi confirmada na imprensa chinesa. Provavelmente os trabalhos plenos de desenvolvimento de caças de sexta geração começarão na próxima década.

Em novembro surgiu na imprensa oficial chinesa uma das raras confirmações da existência do programa. Um artigo na Gazeta Industrial Chinesa contou sobre a introdução de sistemas modernos de criação automatizada de projetos na Corporação industrial de aviação de Shenyang. Nele foi dito que na China já foi inaugurada uma plataforma de criação automatizada de projetos de avião da próxima, sexta, geração.

Em relação aos aviões da quinta geração até agora no meio profissional foi elaborada uma série de critérios. O avião deve não se notado, ser super-manobrável e ter velocidade supersônica de cruzeiro. Mas em relação à sexta geração não existem critérios únicos. Pressupõe-se que tais aparelhos voadores podem ser sem piloto e equipados com novas classes de armas, em particular, com canhões eletromagnéticos ou laser. Eles terão ainda maior velocidade de cruzeiro e alcance do que os aviões da quinta geração.

Atualmente nos EUA e na França dedicam-se à projeção conceptual de tais complexos. Em particular a companhia Lockheed Martin no ano passado apresentou a imagem desse avião promissor. A França decidiu desistir da criação do caça de quinta geração e concentrar recursos no projeto de avião da sexta geração.

Até mesmo nos EUA o processo de criação de caças de sexta geração por enquanto está no estágio inicial de elaboração de exigências e enfoques básicos de semelhantes caças. Os trabalhos nessa direção são feitos na Força Aérea e Marinha de Guerra dos EUA. Sendo que se pressupõem que os aviões da sexta geração surgiram não antes de 2030, o mais provável será nos anos 2040 – 2050.

É perfeitamente provável que na China as buscas nessa direção são feitas não apenas em Shenyang, mas também em Chengdu. Mas sobre as exigências, que os militares chineses apresentam em relação aos aviões da sexta geração nós sabemos ainda menos do que sobre os projetos ocidentais análogos.

O programa de criação de caças da sexta geração, como também os dois programas de aviões da quinta geração são mais uma confirmação de que a China se vê na qualidade de superpotência militar, igual aos EUA, e até mesmo ultrapassando-os a longo prazo. Se a quinta geração foi relacionada com o aperfeiçoamento da tecnologia existente anteriormente, a sexta exigirá a mobilização de todo o potencial técnico-científico da RPC, se lá forem realmente usados novos materiais e armas com novos princípios físicos.

As novas tecnologias revolucionárias dificultam a adoção de soluções de outros países. Será também complexo basear-se na experiência acumulada antes. Os êxitos da China nesta competição irão depender sobretudo dos resultados da política, conduzida agora, de apoio à ciência fundamental e reforma das universidades, bem como ao estado dos ramos de base da indústria, tais como a metalurgia, produção de componentes de aviação, indústria eletrônica etc.

Fonte: Voz da Rússia / Vassili Kashin

Dica do amigo Konner. Obrigado 😉

Enhanced by Zemanta

China poderá criar uma versão embarcada em porta-aviões do seu caça J-31

6
Montagem fotográfica mostrando um caça J-31 durante operação embarcada em porta-aviões.
Montagem fotográfica mostrando um caça J-31 durante operação embarcada em porta-aviões.

Parece que a China pode de fato estar trabalhando para transformar seu segundo caça stealth, o J-31, em um avião de caça embarcado em porta-aviões.

O projetista chefe do J-31 (bem como do atual caça embarcado chinês, o Shenyang J-15), aparentemente disse a agência de notícias Xinhua da China que ele espera que uma versão melhorada do J-31 seja capaz de operar a partir de porta-aviões.

O J-31 tem um tamanho menor em comparação com o outro caça stealth chinês, o J-20, e poderia mais facilmente ser operado a partir do congestionado convés de voo do porta-aviões. O caça chinês J-31 também se parece muito com o F-35 norte americano que terá uma versão embarcada em porta-aviões. E por último, ele possui duas rodas em seu trem de pouso dianteiro, uma característica que é exclusiva de versões navais de caças norte americanos, devido às tensões crescentes durante as operações de pouso embarcado.

O J-31 foi revelado em setembro passado quando realizou seu primeiro voo, e provavelmente vai complementar as operações junto com o J-20, podendo ser um caça multimissão concebido para atacar tanto alvos aéreos como terrestres, da mesma forma que o F-35 é utilizado.

Enquanto isso, o primeiro porta-aviões chinês, o Liaoning, foi movido recentemente desde o estaleiro Dalian, onde foi equipado com novos motores, armas, eletrônicos e novas salas, para o seu novo porto natal de Dazhu Shan, perto de Qing Dao. A China disse estar construindo entre dois e três novos porta-aviões que poderão ser baseados no Liaoning. Estes navios irão supostamente entrar em serviço em algum momento entre 2015 e 2020.

Fonte: China Defense – Tradução: Cavok

Enhanced by Zemanta

China diz que caça J-15 tem capacidades semelhantes ao F/A-18

17
O caça chinês Shenyang J-15 "Flying Shark". (Foto: Chinamil)
O caça chinês Shenyang J-15 “Flying Shark”. (Foto: Chinamil)

O futuro caça embarcado chinês J-15, que fará parte de um grupo aéreo no porta-aviões Liaoning, possui suas características técnicas e capacidades de combate semelhantes ao norte americano F/A-18 Hornet, de acordo com a afirmação do designer-chefe de aviões da Shenyang, Sun Cong.

Segundo Sun Cong, e relatado pela agência Xinhua, a comparação foi feita em importantes parâmetros como carga de armamentos, raio de combate e manobrabilidade. Sobre qual versão do F/A-18, Cong não deu mais detalhes. Atualmente, a Marinha dos EUA utiliza o caça F/A-18E/F Super Hornet.

“O avião atende às normas técnicas de caças embarcados de terceira geração que estavam em serviço”, disse Cong. Ele observou que a aeronave precisa ainda passar por trabalhos no radar e nos sistemas de guerra eletrônica. Em missões de combate, o J-15 é capaz de cobrir uma área com um raio de mais de mil quilómetros.

O caça J-15 voou pela primeira vez em 2009 e, em novembro do ano passado realizou o primeiro pouso no convés do porta-aviões Liaoning. Até o momento, todas as aeronaves protótipos passaram nos testes com o motor AL-31F russo. Em dezembro de 2012, o Ministério da Defesa da China afirmou que os aviões já tinham começado testar o motor chinês WS-10A.

De acordo com a empresa Shenyang, foi desenvolvido o WS-10A, um motor com um peso de 1,6 toneladas, capaz de atingir um empuxo de 132 kN. Como comparação, o AL-31F é capaz de produzir um empuxo de 123 kN.

Note-se que a declaração das especificações do motor chinês WS-10A são uma dúvida. O fato é que as primeiras empresas chinesas ainda não conseguiram criar um motor a jato de confiança para aeronaves militares. Por esta razão, o Ministério da Defesa da China compra regularmente motores da Rússia. Os motores chineses geralmente apresentam uma TBO baixa e uma curta duração de vida até a revisão geral.

De acordo com alguns dados, o jato J-15 é uma cópia do caça embarcado russo Su-33, e uma versão revista do outro caça embarcado chinês, o J-11B (uma cópia editada do Su-27). O peso máximo de decolagem das aeronaves é de 33 toneladas, e os jatos podem atingir velocidades de até 2,7 mil quilômetros por hora e voar a uma distância de 3,5 mil quilômetros. O caça está armado com um canhão de 30 milímetros e tem 12 pontos fixos para armas, para até seis toneladas.

O caça F/A-18E/F Super Hornet tem peso máximo de decolagem de 29,9 toneladas e é capaz de atingir velocidades de até 1.900 quilômetros por hora, e pode operar a uma distância de 2,3 mil quilômetros. O raio de combate do avião é de 722 km. O Super Hornet pode ser armado com um canhão de 20 mm e tem 11 pontos fixos para armas para até oito toneladas.

Enhanced by Zemanta

IMAGENS: Caça chinês J31/F-60 realiza novos voos de testes

44
O caça de quinta geração J31/F-60 durante um voo de testes no dia 2 de fevereiro. (Foto: gundamzaku / top81.cn)
O caça de quinta geração J31/F-60 durante um voo de testes no dia 2 de fevereiro. (Foto: gundamzaku / top81.cn)

O início de 2013 foi bastante agitado para os chineses da fabricante Shenyang Aircraft Corporation (SAC). No dia 2 de fevereiro, a aeronave de caça chinesa de quinta geração F-60/J31 Shen Fei (Falcon Eagle) realizou mais dois voos de testes.

A fabricante localizada nos arredores norte da cidade de Shenyang, é uma das mais antigas da China, e realizou o primeiro voo com o segundo caça furtivo chinês no dia 31 de outubro de 2012.

Analistas dizem que melhorias foram feitas na aeronave J31/F-60. (Foto:
Analistas dizem que melhorias foram feitas na aeronave J31/F-60. (Foto: gundamzaku / top81.cn)

Nos novos voos realizados em 2013, o caça passou por algumas melhorias de projeto, e os voos de testes serviram para avaliar essas modificações, que não foram detalhadas pela imprensa chinesa. De acordo com analistas de defesa, o caça J31 está ainda equipado com dois motores russos Klimov RD-93.

A China é o único país além dos EUA que está desenvolvendo dois caças furtivos de quinta geração ao mesmo tempo. Além do J31 da Shenyang o país também desenvolve o J20 da fabricante Chengdu.

Solicitamos mais uma vez a ajuda de todos com contribuições espontâneas para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Se você gosta de ver notícias atualizadas aqui, colabore para manter o site no ar. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já, muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

China estaria desenvolvendo caça de 6ª geração baseado em novo UCAV stealth da Shenyang

29
O protótipo de um UCAV da Shenyang que voou recentemente na China.
O protótipo de um UCAV stealth da Shenyang que voou recentemente na China.

Segundo as últimas reportagens da imprensa chinesa, a China desenvolveu com sucesso uma série de caças de 5ª geração, como o J-20 e o J-31, e agora começaram a dedicar o trabalho de pré-pesquisa do caça de 6ª geração. Isso significa que a China não é só o segundo país do mundo a desenvolver pelo menos dois tipos de caças de 5ª geração, mas ao mesmo tempo, também tem projetos de pesquisa ativos de caças de 6ª geração.

Já em um mês, de acordo com o “China Industry Daily”, a Shengyang Aircraft Corporation (SAC), uma das principais empresas da espinha dorsal da AVIC, encolheu o ciclo de desenvolvimento de aviões de combate de 10-15 anos para 3-5 anos. A SAC utilizou apenas 19 meses para desenvolver o protótipo do J-31 e criou um novo recorde mundial. Depois do vôo de testes bem sucedido do caça stealth J-31 ocorrido no dia 31 de outubro, a fase de pesquisa e desenvolvimento de aeronaves de próxima geração da SAC foi oficialmente iniciada.

O UCAV da Shenyang teria voado em dezembro.
O UCAV da Shenyang teria voado em dezembro.

O “Science and Technology Daily” chinês informou que apareceu um protótipo especial de UAV com direitos de propriedade intelectual independente da China, e um drone de auto-reconhecimento e vigilância também foi desenvolvido. O protótipo do drone não tripulado de combate (UCAV) da SAC já teria realizado seu vôo inaugural no último mês de 2012. Alguns dados internos da indústria militar chinesa mostram que o UCAV SAC tem um tamanho maior do que o nEUROn francês, com envergadura de 14 metros, comprimento de 11 metros, mas menor do que o X-47B dos EUA.

Especialistas de aviação chineses especulam que ele possua as características de um caça de 6ª geração da China: o desempenho stealth é significativamente maior do que os caças de 5ª geração numa completa gama de vôo, desde velocidades subsônicas, supersônicas até no voo hipersônico, são equipados com sistemas aviônicos e sensores integrados e altamente sensíveis no espectro eletromagnético, pode voar tanto tripulado como não-tripulado, carrega vários tipos de armas de energia dirigida, como arma eletromagnética e uma arma laser. Sob esta padrões tecnológicos, os caças de 5ª geração, como o F-22, F-35, T-50, J-20, J-31 seriam facilmente derrotados pelos sistema de combate aéreo de 6ª geração.

Modelo escala do UCAV Tiannu que está sendo desenvolvido na China.
Modelo escala do UCAV Tiannu que está sendo desenvolvido na China.

E o caça chinês de 6ª geração não é apenas uma aeronave de combate, mas sim uma plataforma de informação, ou um nó da rede no campo de batalha. Ele pode transferir informação dos alvos inimigo para todo sistema C4ISR em tempo real, para proporcionar a tomada de decisões com base para efetivamente combater, e por outro lado, ele também pode obter todas as informações necessárias para o desempenho maximizado da rede de combate. Além disso, a 6ª geração de caças pode completar missões de rotina de combate aéreo e de ataque ao solo dentro da atmosfera, e implementar ataques de precisão precisos sobre alvos remotos selecionados no espaço próximo.

A partir da velocidade de desenvolvimento do novo drone da SAC, 2020 será o prazo do caça chinês de sexta geração. Ao lado da SAC, a CAC (Chengdu Aircraft Corporation) também vai desenvolver um caça de sexta geração. Na verdade, a 6ª geração de caças chineses é uma família enorme: um poderoso caça, um caça de médio porte, bem como uma variedade de plataformas furtivas não tripuladas de combate, como o “Dark Sword”.

O UCAV Dark Sword chinês poderá ser usado como demonstrador de tecnologia para um futuro caça de 6ª geração.
O UCAV Dark Sword chinês poderá ser usado como demonstrador de tecnologia para um futuro caça de 6ª geração.

No processo de desenvolvimento do caça de 6ª geração da China, não há atalho para copiar os caças existentes dos EUA ou da Rússia. A China tem de adquirir um lote de aviação de alta-tecnologia através de seu próprio setor de pesquisa e desenvolvimento. Nos últimos anos, a China forneceu suporte completo para áreas de alta tecnologia em defesa, tais como novos materiais, microeletrônica, e sistema de propulsão. E cada vez mais jovens entram nas equipes chinesas de Pesquisa e Desenvolvimento da Indústria de Aviação. Portanto a China tem a capacidade e a confiança para criar um novo recorde mundial no campo do caça de sexta geração.

Fonte: China Defense – Tradução: Cavok

Dica do amigo Konner. Obrigado 😉

Iniciamos o ano de 2013, e eu gostaria de desejar um maravilhoso ano para nossos leitores e amigos. Aproveito para solicitar mais uma vez a ajuda de todos com as contribuições para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

Caça russo Sukhoi Su-35S avança para o mercado chinês

15
A China vai encomendar 24 caças Su-35S da Rússia. (Foto: Denis Apalkov)
A China vai encomendar 24 caças Su-35S da Rússia. (Foto: Denis Apalkov)

O vice-diretor do Serviço Federal de Cooperação Militar russo, Viatcheslav Dzirkaln, considerou muito boas as perspectivas de entrada para o mercado chinês do caça polivalente russo Su-35. Segundo acrescentou, o uso desse avião moderno poderá vir a lançar uma excelente base para o início da colaboração frutífera entre os dois países no domínio técnico-militar.

Pelo contrato russo-chines vigente, a Rússia se compromete a fornecer à China um lote de 24 caças Su-35S. O respectivo acordo resultou das conversações bilaterais difíceis que duraram vários anos. Inicialmente, estava prevista a venda de uma parcela de 48 caças do tipo, enquanto que a China insistia para que lhe fossem vendidos apenas alguns aviões do modelo.

Claro que Pequim manifestou interesse, sobretudo, pelos motores 117C sem perder de vista algumas modificações introduzidas em relação aos conhecidos caças Su-27. O exame do propulsor permitiria que a China tomasse uma decisão definitiva quanto à sua aquisição para seus aviões militares da 5ª geração. Algumas inovações teriam sido aplicadas em mais recentes modificações de aviões J-11B.

Como é evidente, a Rússia se mostrou interessada na venda de um lote considerável. As conversações culminaram com uma solução consensual: uma parcela de 24 aviões faz parte importante para a realização do programa de produção dos Su-35S. O Ministério de Defesa da Rússia fez uma encomenda para a compra centralizada de 48 caças do tipo. Assim sendo, um contrato com a China alargará o portfólio de encomendas em 150%.

Ao mesmo tempo, vários peritos russos não encaram com bons olhos a eventual exportação de 24 caças, receando que a China, pagando uma importância relativamente pequena por este lote, tenha acesso aos modernos aviões procedendo à produção de aeronaves semelhantes como foi o caso dos Su-27SK.

É óbvio que a produção de cópias implicaria numa série de dificuldades maiores em relação aos Su-27SK e Su-33 de uso naval. Na etapa det desintegração da URSS, o Su-27 era um dos principais caças em serviço com as forças aéreas soviéticas. Muitos regimentos aéreos ficaram no antigo espaço soviético. Por ali ficaram ainda oficinas de manutenção técnica com a respectiva documentação e especialistas. A Ucrânia teve acesso aos numerosos materiais e a um modelo do Su-33 que, em 2005, teria sido comprado pela China.

Na Rússia, os caças Su-27 foram postos em serviço em várias unidades da Força Aérea que, na década de 90 do século passado, nem sempre estava em condições de fazer a manutenção técnica. A maior parte de documentos necessários foi adquirida pela China nos marcos de um contrato de licenciamento para a sua produção em Shenyang.

Isto significa que, na altura em que a Rússia procurava fechar o acesso da China para as tecnologias de produção de alguns agregados do Su-27, não era difícil encontrar nos países da CEI tanto materiais, como especialistas e modelos para a realização de novas provas com estes equipamentos.

A exploração do Su-35, sem análogos no antigo espaço soviético, estará sob uma supervisão especial. Apesar da semelhança visível com o Su-27, os sistemas fundamentais do Su-35 e seus componentes são diferentes. Por isso, as tentativas de copiá-lo poderão levar muitos anos, sendo essa uma perspectiva inaceitável para a China.

Todavia, a experiência do uso deste avião sofisticado poderá marcar o início da colaboração frutífera. O primeiro lote de Su-27SK/UBK, vendido à China em 1992, também era composto de 26 caças que, contudo, passaram a assinalar uma nova época da cooperação militar russo-chinesa.

Fonte: Voz da Rússia

Iniciamos o ano de 2013, e eu gostaria de desejar um maravilhoso ano para nossos leitores e amigos. Aproveito para solicitar mais uma vez a ajuda de todos com as contribuições para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

Voa na China o modelo biposto do caça embarcado J-15 ‘Flying Shark’

28
O caça embarcado J-15S, uma versão com dois assentos em tandem do caça J-15 Flying Shark.

No dia 2 de novembro, o caça naval chinês J-15S fez seu primeiro vôo. Esta é a versão de dois lugares (biposto), com o assento traseiro sendo para o oficial de armas (ou WSO). Assim, o J-15S é semelhante ao F-15E da Força Aérea dos EUA. Durante a última década, a Marinha dos EUA abandonou os aviões de combate de dois lugares nas operações embarcadas em porta-aviões.

O J-15 parece estar pronto para a produção. Um deles foi visto recentemente fazendo manobras de toque e arremetida no novo porta-aviões chinês Liaoning. Este navio foi recentemente visto voltando de uma viagem de treinamento com marcas de derrapagem perto dos cabos de paradar no convoo, o que indica que a aeronave teve, pela primeira vez, pousos e decolagens no navio. Vários J-15 tem sido visto nas bases navais pintados com esquemas de combate, não pinturas de aeronaves em desenvolvimento. Cerca de 20 caças J-15 foram construídos até agora para utilização em ensaios. A China também está usando treinadores a jato JL-9 para operações no porta-aviões, bem como treinamento.

Durante a maioria da década passada, a China vem desenvolvendo o J-15, que é uma versão embarcada em porta-aviões do caça russo Su-27. Já existe uma versão russa deste, chamada de Su-33. A Rússia se recusou a vender os Su-33s para a China, quando observou que a China estava fazendo cópias ilegais do Su-27 (o J-11) e não quis colocar um grande pedido para os Su-33s, mas queria apenas dois, para “avaliação”. A China acabou recebendo um Su-33 da Ucrânia, em 2001, que herdou uma parte, quando a União Soviética se dissolveu em 1991.

O caça embarcado chinês J-15 voou pela primeira vez em outubro de 2010.

Os primeiros protótipos do J-15 estavam em construção há dois anos, e o avião fez seu primeiro vôo há dois anos. Os russos não estavam felizes com este desenvolvimento. Os especialistas em aviação russos abertamente ridicularizaram o J-15, lançando dúvidas sobre a capacidade dos engenheiros chineses de replicar as principais características do Su-33. Isso continua a ser visto, enquanto os chineses copiam tecnologia militar russa do passado. Mas os chineses têm muita experiência em roubar tecnologia estrangeira e fazê-la funcionar, e assim como o J-15, muito bem pode vir a ser pelo menos tão bom como o Su-33. Enquanto isso, a própria Rússia parou de usar o Su-33 em favor do mais barato MiG-29K (que também está sendo usado pela Índia).

O caça Su-33 de 33 toneladas é maior do que o MiG-29K de 21 toneladas, e ambos os tipos de aeronaves foram projetadas para operar a partir dos três porta-aviões Classe Kuznetsovs de 65.000 toneladas que a União Soviética estava construindo na década de 1980. Mas quando terminou a Guerra Fria, em 1991, apenas um Kuznetsov estava quase pronto. O segundo navio da classe, o Varyag, foi vendido para a China e foi reconstruído como Liaoning. O Gorshkov menor, foi reconstruída e vendido para a Índia (que acreditava que o MiG-29K menor fosse mais adequado para este porta-aviões).

Jato treinador JL-9 da fabricante chinesa Guizhou Aircraft Industry Corporation.

Aeronaves de treinamento JL-9 da China foram vistas com um tailhook, indicando o uso para pilotos em treinamento em porta-aviões. A Marinha Chinesa construiu uma pista em base terrestre no tamanho e na forma de uma plataforma embarcada, de modo que o pouso em porta-aviões pudesse ser praticado. Isso prepara o aviador para o novo desafio de pouso no pequeno espaço em porta-aviões, que está se movendo para cima e para baixo, para os lados, e para frente.

O JL-9 é uma versão atualizada do treinador JJ-7, que foi baseado no J-7 (uma cópia chinesa do russo MiG-21). O JL-9 tem entradas de ar laterais e um radome de radar maior na frente. Ele não se parece muito com um MiG-21 e é um pouco mais fácil de voar. O JL-9 entrou em produção no ano passado e custa vários milhões de dólares mais barato do que seu concorrente, o treinador bimotor JL-15.

Aparentemente, os chineses acreditam que é melhor e mais barato, para os novos pilotos dos J-10 e J-11 aprender no JL-9, em vez de gastar mais tempo nos mais caros mas mais similar em desempenho (para J-10s e 11s) JL-15s. Em vez do JL-15, a Força Aérea e a Marinha da China estão comprando JL-9s e equipando alguns deles para operar a partir de porta-aviões.

Fonte: Strategy Page – Tradução: Cavok

Solicito um minuto da atenção de você leitor do Cavok. Estamos tendo despesas elevadas com servidores devido ao alto tráfego gerado mensalmente, e precisamos da ajuda de todos para continuar mantendo o site estável e permanentemente no ar. Sem a ajuda de vocês, fica inviável manter o Cavok, já que infelizmente as empresas aeronáuticas brasileiras até o momento não anunciaram no nosso site, mesmo sendo o Cavok uma das maiores referências sobre notícias de aviação do país, reconhecido inclusive internacionalmente, e um dos sites de aviação mais visitados do país, senão o maior. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral.




Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

Enhanced by Zemanta

Caça chinês de quinta geração será resultado de ciberespionagem?

14
O caça chinês J-31 no momento que chegava para pouso após seu primeiro voo no dia 31 de outubro.

O novo caça chinês de quinta feração J-31 efetuou com sucesso o seu primeiro voo e entrará na história como o primeiro exemplar de alta tecnologia militar a dever o seu aparecimento ao êxito na ciberespionagem.

As fontes de inspiração dos criadores da Corporação Aeronáutica de Shengyang foram evidentes logo que apareceram as primeiras imagens do segundo caça chinês de quinta geração. As fotos do seu primeiro voo, que mostram o caça de diferentes ângulos, não deixam dúvidas de que o seu design repete de uma forma bastante fiel os contornos do prometedor caça estadunidense F-35.

Não se pode dizer que o aparecimento do avião chinês inspirado no F-35 tenha sido uma grande surpresa. É largamente conhecido o fato de ter havido, em 2009, a partir de território chinês, uma infiltração nas redes informáticas de uma das empresas construtoras do F-35 com uma posterior entrada na rede do Pentágono e o roubo de uma grande quantidade de dados acerca desse avião. Antes se considerava, porém, que a informação roubada, apesar do seu grande volume, não seria suficiente para copiar o F-35, se bem que permitisse ter uma ideia bastante precisa do seu aspeto e capacidades, assim como preparar métodos para o combater. Por outro lado, pode ter havido outros episódios de roubo de dados sobre o F-35 que os serviços secretos norte-americanos não detetaram ou não divulgaram.

De qualquer forma, não se pode dizer que os chineses tenham copiado o F-35 de uma forma minimamente completa. Para isso seria necessário conhecer o fabrico do motor, do radar de bordo e do sistema de comando. O nível técnico desses e outros componentes está muito à frente das capacidades da indústria chinesa. No protótipo funcional do J-31, segundo tudo indica, estão instalados motores russos RD-93 dos que foram fornecidos à RPC para equipar o caça FC-1 de exportação.

Comparativo de imagens entre os caças de quinta geração.chineses e norte americanos.

Se isso for assim, então o mais recente avião de combate chinês tem um propulsor de um caça soviético de quarta geração que nem era o mais avançado, tendo o seu fornecimento à força aérea da URSS sido iniciado em 1983. Já há muitos anos que decorrem os trabalhos para a criação de um motor chinês análogo ao RD-93, conhecido por WS-13 Taishan, mas estarão longe, provavelmente, de estarem terminados. Neste momento faltam também à China outros componentes importantes para um caça de quinta geração, nomeadamente um radar moderno com uma matriz ativa faseada.

Assim, o J-31, tal como o J-20 que levantou voo um ano e meio antes, será mais provavelmente um demonstrador de tecnologia, um protótipo experimental, que ainda vai ter de ser durante muito tempo recheado com os aparelhos e sistemas necessários. Provavelmente, no início as necessidades de componentes e sistemas serão satisfeitas à custa de importações e com uma substituição gradual dos componentes importados por análogos nacionais. Contudo, se o J-20 é em geral um projeto original, já o J-31 copia o desenho exterior, os parâmetros principais e uma série de outras decisões estruturais de um protótipo estrangeiro.

Com um défice evidente de criatividade por parte dos construtores, o J-31 se torna no símbolo mais visível da entrada na era da espionagem informática. Apesar de o próprio fenómeno ter já cerca de 30 anos, para muitos ela foi durante demasiado tempo um conceito abstrato. Agora, porém, já existe algo para mostrar aos que ainda consideram a ciberespionagem como algo exótico.

De qualquer forma, o êxito parece ser evidente. Para a China, no entanto, este trabalho de imitação de soluções técnicas estrangeiras poderá não ser completamente inofensivo. O desenvolvimento baseado em tecnologias alheias (compradas ou roubadas) é inevitável numa determinada etapa, mas não pode ser olhado como uma estratégia de sucesso a longo prazo. Os hábitos de copiar anulam o potencial de inovação próprio e trava a acumulação de experiência na realização de projetos complexos autônomos. A URSS, que também tinha poderosos serviços de informação técnico-científicos e que roubava de forma ativa tecnologias ocidentais, demonstrou um maior atraso precisamente nas áreas onde a cópia de modelos estrangeiros tinha sido transformada na opção principal do seu desenvolvimento.

Fonte: A Voz da Rússia

Solicito um minuto da atenção de você leitor do Cavok. Estamos tendo despesas elevadas com servidores devido ao alto tráfego gerado mensalmente, e precisamos da ajuda de todos para continuar mantendo o site estável e permanentemente no ar. Sem a ajuda de vocês, fica inviável manter o Cavok, já que infelizmente as empresas aeronáuticas brasileiras até o momento não anunciaram no nosso site, mesmo sendo o Cavok uma das maiores referências sobre notícias de aviação do país, reconhecido inclusive internacionalmente, e um dos sites de aviação mais visitados do país, senão o maior. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral.




Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

Enhanced by Zemanta

Implicações do teste de voo do segundo caça stealth chinês

8
O caça chinês J-31 retornando para pouso após o primeiro voo no dia 31 de outubro.

Os esforços da China no desenvolvimento de caças stealth parece que deu mais um salto a frente após a mídia local ter informado que Shenyang Aircraft Corporation (SAC) havia testado com sucesso seu protótipo do jato J-31 na semana passada. Após o teste de voo do protótipo do avião J-20 desenvolvido pela Chengdu Corporation (CAC) menos de dois anos atrás, o teste do J-31 sugere que a China poderá, eventualmente, tornar-se o único país depois dos EUA a desenvolver dois programas de caças furtivos – uma importante desenvolvimento e com graves implicações potenciais para o mercado de exportação de aeronaves assim como para a tática militar dos EUA.

Vídeo e fotos divulgadas na quinta-feira mostram o protótipo do J-31 realizando uma corrida de táxi inicial de alta velocidade e 10 minutos de vôo de teste acompanhado por um par de caças SAC J-11BS. O voo inaugural do J-31 representa a “revelação” siginificativa do segundo avião de caça da SAC em menos de um ano, sendo o outro, o J-16, um caça biposto do multimissão J-11B, semelhante ao F-15E e ao russo Su-30MKK.

A indústria de defesa da China agora pode sustentar múltiplos programas avançados sobrepostos. A SAC está atualmente trabalhando sozinha em quatro aviões de caça – o J-31 e o J-16, assim como o pai do J-16, o monoposto J-11B e o caça embarcado J-15, também baseado no J-11B.

Assim como nos aviões de combate mais modernos, o J-31 provavelmente será uma aeronave de combate multi-função capaz de empregar modernas munições de precisão, tanto ar-ar como ar-superfície. Apesar de um rápido avanço aparente, no entanto deverá levar tempo para o caça alcançar o status operacional pleno. Como Xu Guangyu da Associação de Controle de Desarmamento da China explica, “ainda há um enorme abismo entre as tecnologias da China e dos EUA em aviões de caça porque ainda estamos testando tanto o J-20 e J-31. Pode levar mais alguns anos antes que possamos colocá-los na linha de produção.”

A observação de Xu levanta uma questão interessante, porque não está ainda claro se o J-20 e o J-31 são destinados a complementar-se ou ser concorrentes. Alguns analistas chineses, como o ex-vice-editor do site World Aviation Bai Wei, compartilha a visão de colegas ocidentais que eles podem ser complementares, como parte de uma mistura “high-low”, com o maior J-20 parecido com o F-22 e o menor J-31 semelhante ao F-35 Joint Strike Fighter dos EUA.

Um fator que sugere que o J-20 e o J-31 podem se complementar é que o J-31 pode ser modificado para ser utilizado em porta-aviões, mas o J-20 é improvável que seja. O analista militar Capitão Li Jie da Marinha do Exército de Libertação Popular da China (PLAN) cita meios de comunicações ocidentais, que afirmam que o protótipo do J-31 “pode tornar-se um caça embarcado”, porque ele é menor e mais leve que o J-20.

Impactos Regionais

Vista lateral do no caça J-31 no momento que chegava para pouso após seu primeiro voo.

A perspectiva de tornar o J-20 e o J-31 os principais caças de ataque tático da China durante a próxima década está influenciando o planejamento regional de defesa e os mercados de exportação de aeronaves táticas. A revelação do J-31 afirma que, sem contar os motores a jato, o setor aeroespacial da China está agora em muitos aspectos tão avançado como a Rússia e sugere que os fabricantes russos em breve serão incapazes de competir com os fabricantes de caça da própria China. Pequim já é a sexta maior nação exportadora de armas do mundo, e o crescimento das exportações de aeronaves chinesas viria em grande parte à custa de Moscou.

Isso significa que a Rússia terá que mudar suas exportações de armas da China para vizinhos chineses, como Vietnã e Índia. No entanto, dado aos cortes de gastos de defesa nos EUA e na Europa Ocidental, as empresas russas terão de competir com os gostos da Boeing, Lockheed Martin e BAE de uma forma que nunca teve com a China (já que empresas de defesa ocidentais são amplamente proibidas de vender para vários países por embargos), que era essencialmente um mercado cativo para os exportadores de armas russos. E portanto, o cada vez maior desenvolvimento paralelo chinês do J-20 e J-31, dará um impulso adicional para a indústria de aviação da China para dominar a produção em massa de modernos motores de alto desempenho a jato – o seu último grande obstáculo para ser capaz de exportar aeronaves táticas.

O J-31 também está afetando significativamente as decisões sobre gastos de defesa dos EUA, especialmente se ele acabar sendo produzido em conjunto com o J-20 e eles acabarem sendo complementares um ao outro. Se o J-31 e J-20 entrarem em produção em massa, a China poderia finalmente atingir a paridade, ou talvez mesmo a superioridade numérica na região da Ásia-Pacífico, em termos de geração moderna de caças implantados. Há uma probabilidade crescente de que o rápido avanço da China no projeto de aeronaves táticas irá estimular um novo debate nos EUA sobre o reinício da produção de altamente avançadas, mas também muito caras aeronaves F-22 Raptor.

Indústria militar aeroespacial da China próxima da massa crítica

Vista frontal do J-31.

É extremamente significativo que a China poderá em breve juntar-se aos EUA como a única nação a desenvolver dois caças furtivas simultaneamente. O setor aeroespacial de defesa da China pode estar se movendo em direção a um modelo de arquitetura global em que vários pólos distintos de especialização se desenvolvem em Shenyang, Xian, Chengdu e em seguida, competem uns com os outros sobre os principais projetos para um grande pedido. As múltiplas bases da indústria da aviação com o significativo desenvolvimento e a capacidade de produção, incluindo a SAC, permitem a concorrência interna por programas de aeronaves chaves. Isso pode minimizar as chances de um único ponto de falhas que comprometem as metas de desenvolvimento, aumentam a eficiência e maximizam as chances de descobertas úteis.

Assim, não é muito cedo para considerar a possibilidade de que a indústria de aviação da China, apesar das limitações duradouras, já pode desfrutar de algumas vantagens sobre contrapartes ocidentais. Como um retardatário, a China pode aproveitar os conhecimentos provenientes de espionagem industrial, engenharia reversa, e estudo de sistemas estrangeiros, padrões e especificações, permitindo reduzir os custos de desenvolvimento ao invés vez de desenvolver cada componente em si. Enquanto isso, ela pode se beneficiar com a falta de obstáculos legais para subvenções e divulgação técnica através da falta de integração civil-militar que os empreiteiros ocidentais sem dúvida se beneficiaram durante seu auge da Guerra Fria, antes de regulamentações mais rígidas surgirem na década de 1980 e 1990.

A indústria aeroespacial militar da China está se aproximando rapidamente da massa crítica. Continuar adicionando investimento para esta base de crescimento permitirá que a indústria de aviação da China possa aproveitar plenamente os flashes de proezas técnicas mostradas quando novas aeronaves como o J-31 decola pela primeira vez.

Fonte: Andrew Erickson e Gabe Collins / China Realtime Report (The Wall Street Journal) – Tradução: Cavok

Solicito um minuto da atenção de você leitor do Cavok. Estamos tendo despesas elevadas com servidores devido ao alto tráfego gerado mensalmente, e precisamos da ajuda de todos para continuar mantendo o site estável e permanentemente no ar. Sem a ajuda de vocês, fica inviável manter o Cavok, já que infelizmente as empresas aeronáuticas brasileiras até o momento não anunciaram no nosso site, mesmo sendo o Cavok uma das maiores referências sobre notícias de aviação do país, reconhecido inclusive internacionalmente, e um dos sites de aviação mais visitados do país, senão o maior. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral.




Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

Enhanced by Zemanta

IMAGENS: Voa pela primeira vez o caça stealth chinês J-31

62
A primeira imagem que surgiu nos sites chineses do J-31 em voo.

No dia 31 de outubro, às 10:32 hora local, o J-31 (também conhecido como J-21/F60/Blackie), o segundo caça stealth de quinta geração da China, decolou com sucesso da base de testes da AVIC SAC (Shenyang Aircraft Corporation) e completou seu voo de ensaio, acompanhado por um caça J-11BS. O piloto de testes foi Li Guoen, que também é o piloto de testes da SAC nos jatos de combate J-15 e J-16.

O J-31 foi acompanhado em voo por um J-11BS.
O primeiro voo do J-31 foi curto, de apenas 10 minutos.
O caça J-11BS que acompanhou o voo estava equipado com um pod com câmera para registrar o voo do J-31.
O caça J-11BS acompanhou o J-31 em voo para registrar em vídeo.
O caça J-31 chegando para pouso na unidade da Shenyang.

O tempo de duração do vôo foi de cerca de 10 minutos. Às 10:41, o J-31 pousou de voltou na base, acionando o paraquedas de frenagem. Alguns funcionários da AVIC e da Força Aérea do Exército de Libertação Popular (PLAAF) acompanharam o voo de teste. A Shenyang realizou o primeiro voo de testes apenas 19 meses depois que o primeiro Chengdu J-20 decolou pela primeira vez.

Solicito um minuto da atenção de você leitor do Cavok. Estamos tendo despesas elevadas com servidores devido ao alto tráfego gerado mensalmente, e precisamos da ajuda de todos para continuar mantendo o site estável e permanentemente no ar. Sem a ajuda de vocês, fica inviável manter o Cavok, já que infelizmente as empresas aeronáuticas brasileiras até o momento não anunciaram no nosso site, mesmo sendo o Cavok uma das maiores referências sobre notícias de aviação do país, reconhecido inclusive internacionalmente, e um dos sites de aviação mais visitados do país, senão o maior. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral.




Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

Enhanced by Zemanta

VÍDEO E IMAGENS: Possível terceiro protótipo do caça chinês J-20

48
A aeronave vista em Chengdu no dia 20 de outubro levanta suspeitas que pode ser um terceiro protótipo do caça de quinta geração chinês J-20. (Foto: lt.cjdby.net) Clique para ampliar a foto.

Surgiram nesse sábado as primeiras imagens de um possível terceiro protótipo do caça chinês de quinta geração J-20 “Mighty Dragon”. A aeronave, possivelmente com o código “2003”, foi fotografada e filmada no aeródromo em Chengdu, realizando procedimentos de testes de sistemas no solo, e ainda não realizou nenhum voo. Veja a seguir um vídeo da possível nova aeronave a partir da marcação 1:11.

O primeiro protótipo, com a marcação “2001” voou pela primeira vez em janeiro de 2011, a segunda aeronave de testes, com a marcação “2002” decolou pela primeira vez em maio desse ano. Alguns comentários em fóruns de defesa falam que a aeronave da foto acima seria o segundo protótipo (2002) com várias modificações, incluindo com a inclusão de um radar AESA, já que o radome foi amplamente modificado.

O caça visto recentemente estava com diversos paineis de acesso abertos, prossivelmente para verificação dos novos sistemas instalados e que poderão ser instalados na aeronave.

A primeira aeronave continua realizando os testes de voo em Chengdu, contabilizando cerca de 60 voos até o momento, e a aeronave “2002” já faz algum tempo que não tem mais voado, indicando que o jato que surgiu com diversos painéis abertos poderia ser o segundo protótipo que recebeu as modificações e diversos novos sistemas. Além disso, a China também estaria desenvolvendo um segundo modelo de caça de quinta geração, o J-31 “Falcon Eagle”, visto e fotografado em setembro junto a fábrica da Shenyang.

Enhanced by Zemanta

Surgem questões sobre o novo caça chinês J-31/J-21/F60

18
O caça J-31/J-21/F60 visto junto a fábrica da Shenyang. (Foto: tiexue.net)

No último final de semana surgiram na internet as primeiras imagens nítidas do que seria o mais novo caça chinês, provavelmente fabricado pela AVIC Shenyang, concorrente da Chengdu na China, a qual fabrica o J-20, considerado o primeiro caça chinês de quinta geração. A aeronave com características furtivas J-31, também chamado de J-21 e F60, possui uma pintura preta e tem semelhanças com os caças norte americanos F-35 e F-22. Mas qual será que a China vai utilizar os dois tipos de caças no futuro?

Por análises, o tamanho do J-31 (apelidado de “Falcon Eagle”) é ligeiramente menor que o F-35 dos EUA. A Shenyang segue o mesmo conceito do irmão maior J-20: duas derivas inclinadas, dois motores e superfícies multifacetadas, que dão um aspecto de furtividade. A diferenção de quase dois anos entre os dois caças chineses impressiona pela rapidez com que a China está desenvolvendo novos caças, e a aparição das primeiras fotos do J-31 coincide com a chegada do Secretário de Estado dos EUA Leon Panetta ao país, assim como ocorreu com seu antecessor Robert Gates em janeiro de 2011, quando o J-20 voou pela primeira vez.

As primeiras imagens do caça J-31, na época chamado de J-21, surgiram em junho, quando a fuselagem de um caça coberto por uma lona era levado pelas estradas próxima a Pequim. Desde então a aeronave foi montada e teve os motores instalados, os quais são provavelmente dois Klimov RD-93S, o mesmo motor usado na aeronave sino-paquistanesa Chengdu/Pakistan Aeronautical Complex JF-17 Thunder.

Concepção artística do novo caça chinês. (Foto: tiexue.net)

A China parece não ter adotado a configuração STOVL, usada no F-35, e os motores não possuem as características de empuxo vetorado usado no F-22, mas os dois estabilizadores verticais são grandes e muito semelhantes aos do caça Raptor da Lockheed. No trem de pouso dianteiro estão duas rodas, normalmente encontradas em caças embarcados como o Rafale, Su-33, e F/A-18, que dá a indicação de que o caça chinês poderá ser usado embarcado em porta-aviões. Embora a China não tenha um porta-aviões, ela está realizando testes em alto mar com sua nova embarcação Varyag.

A dúvida que permanece é qual exatamente a função do J-31. Ao que tudo indica pelo seu formato é que será usado no combate aéreo, enquanto o J-20 demonstra ser um interceptador de longo alcance, bem maior e provavelmente com mais espaço para armas nos compartimentos internos.

Agora precisamos esperar para ver quanto tempo a China vai demorar para colocar o caça J-31 em voo. E depois ver se realmente o país vai ter condições de colocar em produção os dois caças de quinta geração. Basta lembrar que os EUA desde a década de 1980 criou quatro protótipos de caças furtivos (YF-22 x YF-23 e X-32 x X-35), mas até o momento só conseguiu colocar em operação seis esquadrões operacionais, com menos de 200 aeronaves, a um custo de quase US$ 700 milhões por avião.

Por isso uma das hipóteses é que a China possa estar desenvolvendo dois protótipos de caças furtivos para depois escolher um apenas para produção, que provavelmente vai passar por melhorias e juntar as melhores tecnologias disponíveis no país.

Outra dúvida é saber exatamente o que existe de tecnologia nas duas atuais aeronaves. Será que já possuem pinturas com absorção do sinal radar? Será que atingem a velocidade de supercruzeiro? Quais os sistemas de guerra eletrônica e o quanto desenvolvido está o sistema radar dos caças chinese? Ainda é muito cedo para saber isso, mas é impressionante a velocidade com que a China está colocando em testes seus novos caças.

Até mesmo a designação ainda está em dúvida. Até surgir uma confirmação oficial, os diversos sites de defesa e os blogs chineses estão chamando o caça de J-31 (pela suas marcas 31001 na fuselagem), J-21 como era conhecido na China, e F60 como estava sendo chamado antes das fotos surgirem.

Enhanced by Zemanta

IMAGENS: Novo caça de quinta geração chinês J-31/J-21/F60 sendo preparado para testes

20
O caça de quinta geração J-31 (J-21?) “Falcon Eagle”, visto na fábrica da Shenyang neste sábado, com a matrícula ’31001?.

No ano passado surgiram na internet supostas informações que a China estaria desenvolvendo um segundo caça de quinta geração, menor que o Chengdu J-20, que realizou seu primeiro voo em janeiro de 2011. Na metade de 2012, fotos de um possível protótipo, sendo transportado sobre um caminhão, surgiram em diversos sites e blogs chineses. Hoje surgiram novas imagens em fóruns chineses do novo caça, chamados de Shenyang F60 “Falcon Eagle” (aparentemente J-31 em uso na China). A aeronave foi vista no sábado, realizando verificações junto a fábrica da AVIC Shenyang Aircraft Corporation.

O caça J-31/F60 que ao que tudo indica deve realizar em breve seu primeiro voo na China.
Visto de frente, o caça lembra muito o norte americano F-35 da Lockheed Martin.

As imagens do F60 mostram um caça de tamanho médio, similar ao F-35 mas com dois motores, e cauda vertical dupla. A entrada do motor também possui característica furtivas, como o F-35. Alguns especialistas dizem que o F60/J-31 seria utilizado em porta-aviões, diferentemente do maior J-20 que deve ser utilizado como caça interceptador. Duas hipóteses foram levantadas: será um caça para competir com o J-20 para uma possível escolha futura da PLAAF (Força Aérea do Exército Popular da China), ou será uma opção de caça de quinta geração para PLAN (Marinha da República Popular da China). A PLAN também usa do caça russo Su-33 e sua cópia designada localmente J-15, também fabricada pela Shenyang.

O jato F60 quando era levado sobre um caminhão pelas estradas chinesas em junho desse ano.

Na semana que vem, o Secretário de Defesa dos EUA, Leon E. Panetta, estará na sua primeira visita a China, e quem sabe poderá testemunhar o primeiro voo do novo caça furtivo chinês, que foi visto com a matrícula “31001”, podendo indicar que sua designação poderá ser J-31. As duas primeiras aeronaves de testes do J-20 tinham as matrículas “2001” e “2002”.

Enhanced by Zemanta

Cavok nas redes sociais

61,799FãsCurtir
340Inscritos+1
6,298SeguidoresSeguir
2,505SeguidoresSeguir
10,510SeguidoresSeguir
2,390InscritosInscrever
Anúncios