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Israel começará em breve uma competição para escolher novo treinador avançado

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Uma das aeronaves TA-4J Skyhawk da Força de Defesa Aérea de Israel, que brevemente deverá ser substituído. (Foto: Xnir.com via Flickr)

O Ministério da Defesa de Israel está aguardando para emitir em junho uma Requisição para Informação (RfI) para uma possível aquisição de uma nova frota de jatos de treinamento avançado.

Membros da italiana Alenia Aermacchi e da sul-coreana Korea Aerospace Industries recentemente visitaram Israel e se encontraram com membros da força aérea, do ministério da defesa e representantes da indústria local.

Enquanto isso, as empresas Israel Aerospace Industries (IAI) e a Elbit Systems estão em negociações avançadas sobre uma joint venture que poderia ver as compenhias adquirirem as aeronaves selecionadas e vender as horas de voo para a força aérea.

A Força Aérea da Israel está considerando as aeronaves Alenia Aermacchi M-346 e a KAI T-50 como potenciais substitutas para os treinadores Douglas A-4 Skyhawks utilizados na sua academia de voo.

A IAI e a Elbit também estão conversando com potenciais fornecedores a frente da seleção. Fontes dizem que essa joint venture poderá incluir a montagem do treinador selecionado em Israel, além da instalação de uma fábrica local para fabricação dos aviônicos que serão utilizados nas novas aeronaves.

Fonte: Flight Global – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

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O jato BAE Hawk compete em venda ao Iraque junto com jatos da Coreia e da Itália

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A Força Aérea do Iraque poderá ser mais um dos usuários do BAE Hawk T2, assim como a Royal Air Force e a Força Aérea da Índia. (Foto: Glenn Beasley / Airliners)

O Governo do Iraque está negociando a compra de 24 jatos de treinamento Hawk num negócio avaliado em cerca de US$ 1,5 bilhão que poderpa se tornar a maior compra do país em armas do Reino Unido em mais de 20 anos.

Oficias da Força Aérea do Iraque estarão no Reino Unido em maio e junho para testar o jato Hawk, o qual atualmente é utilizado pela RAF (Royal Air Force) no treinamento avançado de pilotos.

O jato BAE Systems Hawk está sendo considerado, juntamente com os modelos de jatos treinadores M-346 Master, da Itália, e o T-50 Golden Hawk da Coreia do Sul, como um dos modelos para auxiliar na reconstrução da força aérea iraquiana destruída pelas forças da coalisão durante a Guerra do Golfo.

O negócio poderá ter um valor inicial de US$ 750 milhões, chegando a US$ 1,5 bilhão durante todo vida operacional das aeronaves, uma vez que forem incluídos os contratos de serviços e manutenção.

Se a venda dos treinadores BAe Hawk for concluída, essa será uma importante marca no renascimento da aeronave, a qual alguns analistas acreditavam estar terminada. O declínio nos pedidos para os jatos de treinamento Hawk forçou a companhia de defesa britânica a desligar 450 trabalhadores na unidade de Brough, próximo a Hull, dois anos atrás.

Separadamente, a Índia se prepara para encomendar outros 60 jatos de treinamento Hawk, adicionalemente aos 66 já encomendados. O negócio poderá ser anunciado nas próximas semanas.

A BAE entrou numa parceria com a Hindustan Aeronautics para montar os jatos Hawk na Índia, mas uma grande parte do pedido será feito no Reino Unido.

A Polônia também está considerando uma nova frota de aeronaves de treinamento e até mesmo a França, a qual tradicionalmente adquire apenas aeronaves militares fabricadas no seu país, tem expressado interesse no Hawk. Os chineses e russos também disseram estar observando o mercado potencial.

O renascimento do treinador Hawk é em grande parte devido a falta de competitividade. Muitos fabricantes aeroespaciais abandornaram os jatos de treinamento devido a falta de pedidos e ao custo de desenvolvimento de novos modelos. Alguns países enviam seus pilotos para treinarem junto a outras forças aéreas, apesar do custo muito elevado desse tipo de operação.

Os principais concorrentes do BAE Hawk são o KAI T-50 da Coreia do Sul, o qual é supersônico e muito mais caro, e o italiano Alenia/Aermacchi M-346 Master, o qual ainda está em fase de desenvolvimento.

O jato Hawk foi introduzido em operação em 1976, mas a RAF atualmente opera com a versão T2, a qual foi introduzida em 2009 e é praticamente uma nova aeronave.

O interesse do Iraque veio após o país começar a refazer suas forças armadas. O país assinou um contrato de compra de até 15 aviões de treinamento Beechcraft T-6A Texan II dos Estados Unidos, para oferecer o treinamento inicial de voo aos pilotos. No entanto, jatos de treinamento também fazem parte do treinamento dos pilotos iraquianos que precisam aprender técnicas para pilotar modernos jatos de combate que o país está em vias de adquirir.

A antecessora da BAE, a British Aerospace estava em negociações com o Iraque em 1989 para vender 50 jatos de treinamento Hawk. O negócio foi bloqueado pelo Governo do Reino Unido pois as aeronaves poderiam ser convertidas em jatos de combate, as quais iriam contra as restrições de armas impostas durante a guerra Irã-Iraque.

Fonte: Times On Line – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

Aeronaves T-50 e M-346 se enfrentam na competição para novos treinadores para Cingapura

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Aeronaves KAI T-50 Golden Eagle da Força Aérea da Coreia do Sul

A escolha da Força Aérea de Cingapura de um avançado sistema de treinamento a jato previsto para o mês de março poderá ser crucial para as futuras pretensões de exportação dos jatos Alenia Aermacchi M-346 Master, da Itália, e do KAI T-50 Golden Eagle, da Coreia do Sul. Esse jatos de treinamento esão disputando a venda para Cingapura através dos parceiros tecnológicos nos programas, ST Aero e Lockheed Martin, respectivamente.

Alenia Aermacchi M-346 Master

A decisão de Cingapura deverá influenciar os Emirados Árabes Unidos, os quais falharam no mês de novembro ao anunciar a vitória do M-346 sobre o T-50 e depois voltaram atrás (veja matéria relacionada aqui no Cavok).

A diferença entre essas duas competições é que Cingapura vai adquirir um sistema completo de treinamento, incluindo simuladores e treinadores fixos. Os Emirados Árabes Unidos farão a seleção da aeronaves e depois faraõ outra competição para os sistemas de treinamento simulados.

As maiores diferenças nas características entre o M-346 e o T-50 estão novamente sendo vistas no Singapure Airshow. O M-346 é um treinador subsônico, com dois motores, enquanto o T-50 é uma aeronave supersônica com apenas um motor.

Fonte: AIN Online – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

CATIC vê Ucrânia como primeiro cliente estrangeiro para o treinador L-15

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CATIC L-15 (LIFT)

A Força Aérea da Ucrânia (VVS) está sendo vista como o primeiro cliente para o jato de treinamento Hongdu L-15, informou a fabricante China Aviation Technology Import-Export Corporation (CATIC). Esse esforço é parte de uma agressiva promoção de venda do jato L-15 no qual a CATIC está procurando além dos tradicionais mercados para achar novos clientes.

Yakovlev Yak-130 (Foto: Richard Seaman)

A Ucrânia está usando a frota de antigos treinadores Aero Vodochody L-39 e vem conversando com a bastante tempo com a Força Aérea da Rússia para um desenvolvimento conjunto do treinador Yakovlev Yak-130. A aeronave foi originalmente equipada com duas turbinas Ivchenko/Progress AI-222K-25 feitas na Ucrânia, as qual fez parte da base de cooperação entre as duas ex-repúblicas soviéticas.

Desde aquele tempo, as relações pioraram, e a Ucrânia não está mais envolvida no programa. Durante este tempo, a Hongdu está usando o mesmo motor Ivchenko/Progress para o L-15, e também está comprando uma versão com pós-combustão, o AI-222K-25F, para a planejada, aeronave versão supersônica do Lead-In Fighter Trainer (LIFT).

A CATIC que existem sérias negociações entre a China e a Ucrânia para uma venda do L-15, e que houveram visitas de membros da Força Aérea da Ucrânia a fábrica CATIC em Beijing, para falar com pessoas da CATIC e da Força Aérea da China (People’s Liberation Army Air Force – PLAAF).

“A Ucrânia – como um número de países – não possuem verba suficiente para adquirir os treinadores [KAI] T-50 ou o Alenia Aermacchi M-346, então eles podem adquirir ou os Yak-130 ou os L-15,” disse um representante da CATIC. “A diferença entre adquirir um ou outro é que se a Ucrânia adquirir o Yak-130, isso significa que eles estarão direcionando toda verba para Rússia. Se eles aduirirem o L-15, será um melhor negócio para ele também, pois os motores são feitos pela Ucrãnia, o que aumentaria substancialmente os negócios para indústria ucraniana.”

Força Aérea da Índia apresenta RFP para compra de 75 aeronaves de treinamento básico

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Hindustan Aeronautics Limited HPT-32 da Força Aérea da Índia

Conforme divulgado anteriormente aqui no Cavok, a Força Aérea da Índia está divulgando uma requisição de propostas (RFP – Request For Proposal) para 12 fabricantes aeronáuticos, pretendendo adquirir 75 aeronaves básicas de treinamento para substituir suas antigas aeronaves HPT-32.

Embraer Super Tucano

Dentre os fabricantes estão empresas como a Embraer (Super Tucano), Pilatus (PC-7 ou PC-9), Raytheon (T-6 Texan), Finmeccanica (M-311), Grob Aircraft Company (G-120TP), EADS PZL (PZL-130-TC-11 Orik) e Korea Aerospace Industries (KT-1) que foram contatados para enviarem suas propostas até o dia 17 de março.

Pilatus PC-9
Raytheon T-6B Texan II
Aermacchi M-311
Grob G-120
PZL-130-TC-11 Orik
Korea KT-1

Membros do Ministério da Defesa disseram ao jornal The Hindu que uma conferência com pré candidatos está marcada para o dia 2 de fevereiro durante a qual serão esclarecidos maiores detalhes. A Força Aérea da Índia avaliará tecnicamente as aeronaves uma vez que as propostas seja recebidas.

Essa intenção de adquirir novos treinadores veio após a retirada de serviço de toda frota de 125 aeronaves de treinamento Hindustan Aeronautics Limited (HAL) Hindustan Piston Trainer-32 (HPT-32) após uma dessas aeronaves cair e matar dois instrutores durante um voo na Academia da Força Aérea (AFA) em Dundigal.

Segunda a RFP, os fabricantes se comprometem a entregar as primeiras 12 aeronaves dentro de 24 meses após a assinatura do contrato. As aeronaves restantes seguem em lotes programados.

Como a Força Aérea da Índia pretende manter as novas aeronaves de treinamento escolhidas para seu inventário por pelo menos 30 anos em operação, a RFP especifica que a aeronave que participar deverá ter sida “recentemente certificada”. As 75 aeronaves são parte de um plano Governo da Índia de adquirir 181 treinadores básicos para Força Aérea da Índia.

Fonte: The Hindu – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Emirados Árabes Unidos reabrem negociações para compra de treinadores T-50 da Coreia do Sul

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KAI/Lockheed TA-50 Golden Eagle (Foto: Lockheed)

Os Emirados Árabes Unidos reabriram as conversas para aquisição do jato de treinamento T-50 Golden Eagle fabricado na Coreia do Sul, após discussões para compra do concorrente italiano M-346 Master, que não prosseguiu além da suposta escolha, de acordo com uma fonte de defesa da região do Golfo no dia 27.

Aermacchi/Alenia M-346 Master

Os Emirados Árabes Unidos selecionaram o treinador Alenia Aermacchi M-346 Master em fevereiro de 2009 para um pedido de 48 aeronaves, incluindo 20 na configuração de caça leve. A Alenia Aermacchi é uma unidade da Finmeccanica. O M-346 havia vencido o T-50, o qual é fabricado pela Korean Aerospace Industry (KAI), em cooperação com a Lockheed Martin.

Mas as negociações para assinatura do contrato para aeronave italiana, avaliado em US$ 1,4 bilhão, estagnaram, disse a fonte. “Houve um desentendimento entre uma autoridade chefe dos Emirados Árabes Unidos e a liderança da Finmeccanica sobre as especificações,” disse ele.

“Alguns componentes que os Emirados pensavam que estariam inclusos, na verdade não estavam. Os Emirados Árabes Unidos então voltaram-se para os coreanos e iniciaram negociações avançadas. Agora estão focados na aquisição dos T-50 e um novo acordo deve sair logo,” adicionou a fonte, a qual é familiar com o programa de aquisição.

A fonte não especificou quais componentes que criaram o problema, ou se as conversações com a Aermacchi poderão ser retomadas. Não ficou claro se o reinício das conversações com KAI foi uma tática de negociação ou sinalizou uma ruptura definitiva com a Aermacchi.

Um porta voz da Finmeccanica não quis comentar o motivo dos Emirados Árabes Unidos estarem agora em conversa com a KAI. Apenas disse que “essa é uma negociação complexa e nossas conversas então em andamento,” ele disse.

A Lockheed não foi encontrada para comentar o assunto.

Os jatos M-346 e T-50 são considerados as melhores aeronaves de treinamento avançado do mercado. Apesar de eles terem sidos adquiridos pelas forças aéreas de seus respectivos países, a Itália e a Coreia do Sul, a competição dos Emirados Árabes Unidos foi o primeiro duelo no mercado internacional, com o M-346 aparecendo como o suposto vitorioso.

Eles também estão numa fase final de escolha dos novos jatos de treinamento para Força Aérea de Cingapura e ambas aeronaves estarão presentes no Singapore Air Show na semana que vem, se apresentando diariamente em voo.

A Itália foi a cliente lançadora do jato M-346, aceitando adquirir uma pequena quantidade de aeronave no ano passado, logo após o Dubai Air Show (veja matéria aqui no Cavok).

Fonte: DefenseNews – Tradução: Cavok

Força Aérea da Índia se prepara para lançar competição para compra de um novo treinador básico

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Embraer AT-29 Super Tucano
Embraer AT-29 Super Tucano

A Embraer deverá ser um dos competidores de acordo com fontes da Força Aérea da Índia.

A Índia começou o estudo para aquisição de 75 treinadores básicos para Força Aérea, para substituir seus treinadores Hindustan Aeronautics HPT-32 Deepak. Atualmente são 125 aeronaves que estão fora de voo desde agosto, depois que dois instrutores morreram na queda de uma dessas aeronaves.

Hindustan Aeronautics HPT-32 Deepak
Hindustan Aeronautics HPT-32 Deepak

Uma investigação sobre o acidente descobriu que um dos pistões do motor ficou seco e cortou o motor antes da queda, e foi descoberto mais de 90 incidentes semelhantes desde a entrada em serviço dessa aeronave, em 1984.

A Embraer poderá ser uma forte candidata nessa competição, com a aeronave AT-29 Super Tucano. A requisição para essa compra deverá ser informada em breve, e segundo fontes da HAL, a nova aeronave deve possuir a configuração de assentos em tandem, trem de pouso retrátil, teto operacional de 6.000m e velocidade máxima em voo acima de 400km/h. Outras possíveis empresa competidoras, além da Embraer, são: Alenia Aermacchi, Grob Aircraft, Korea Aerospace Industries e Pilatus.

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