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Um raro acontecimento ocorre duas vezes a bordo do porta-aviões USS Eisenhower

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Catrapo com um F/A-18 Super Hornet
Catrapo com um F/A-18 Super Hornet

O comandante do porta-aviões classe Nimitz, USS Dwight D. Eisenhower (CVN 69) e o chefe executivo do Strike Fighter Squadron (VFA) 143 se tornaram membros de um clube da elite após completarem com sucesso seu 1.000º pouso no porta-aviões, ou catrapo, no dia 18 de novembro.

O Capitão Dee L. Mewbourne e o Comandante Joe W. Barnes, ambos completaram seus históricos pousos com uma diferença mínima de minutos entre cada um, a bordo do Eisenhower, enquanto esse navegava pelo Oceano Atlântico durante o exercício militar Composite Training Unit Exercise (COMPTUEX).

Ambos os pilotos disseram que o crédito para este extraordinário feito veio através dos homens e mulheres que trabalham nos bastidores das operações dos porta-aviões durante todos esses anos.

“O foco das atenções deveria ser para essas pessoas que comprometem suas vidas para manter-nos seguros, e eu sou extremamente grato por isso,” disse Mewbourne. “Nós precisamos reconhecer o quanto é feito por trás das cenas.”

Barnes, que fez seu primeiro catrapo a bordo do USS Saratoga (CV 60) em 1991, passou o mesmo sentimento dizendo que estava muito prestigiado por fazer parte do grupo de marinheiros e fuzileiros que ajudam a manter as aeronaves voando em segurança por tantos anos.

“Colocando todas pessoas envolvidas numa operação de colocar um caça voando, são quase 5.000 pessoas, que formam uma equipe extraordinária,” disse Barnes.

A habilidade de pousar um caça de quase 23 toneladas, voando a mais de 120 nós, numa pista pequena em movimento e em apenas uma tentativa é um incrível feito; todavia, efetuar isso mais de mil vezes é algo para celebrar.

“Eu quase fiquei nervoso dessa vez,” disse Mewbourne com a mesma risada que ele havia dado no primeiro catrapo em 1984, a bordo do USS Nimitz (CVN 68). “Cada um dos pousos que eu fiz foram cheios de tensão.”

Mewbourne disse que estava muito agradecido por ter a oportunidade de poder ter feito o 1.000º catrapo a bordo do navio que ele tem orgulho de comandar e servir.

“E espero que os EUA possam ver o extraordinário trabalho que esse pessoal efetua todo dia,” disse ele. “Eles poderão ver que seu país está em boas mãos.”

Para muitos aviadores navais, atingir 1.000 pousos com ganchos, ou catrapos, marca uma importante evento nas suas carreiras, e somente uns poucos conseguem atingir isso. Para dois aviadores alcançar essa marca no mesmo dia, deixando apenas alguns minutos de diferença entre cada um, é extremamente raro.

“Eu nunca ouvi que isso tivesse ocorrido antes. Isso é o equivalente a dois jogadores de baseball atingirem a marca de 500 home runs no mesmo jogo, ou talvez dois golfistas acertartem o buraco na primeira tacada num mesmo torneio,” disse o Capitão Ted Williams, oficial executivo do porta-aviões Eisenhower.

Para pousar em um convés de vôo, um avião precisa de um gancho de cauda, que é exatamente o que a palavra sugere: um gancho preso à cauda do avião. O objetivo do piloto é pegar, com o gancho de cauda, um dos quatro cabos de travamento, cabos robustos entrelaçados com fios de aço de alta tensão, que faz com que a aeronave pare com apenas 325 pés de extensão.

Quando os aviadores sairam de suas aeronaves, eles compartilharam o momento especial com o pessoal do navio, que deram os parabéns pela marca alcançadam e depois foram recepcionados numa cerimônia com direito a torta especialmente preparada.

O esquadrão “Pukin’ Dogs” do VFA 143 está destacada no porta-aviões nuclear USS Eisenhower, na Carrier Air Wing (CVW) 7.

O Eisenhower participa da COMPTUEX, que está sendo realizada na costa leste dos EUA, entre os dias 03 e 24 de novembro.

Fonte: U.S. Navy

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