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O Northrop Grumman MQ-8B Fire Scout completou os testes de capacidade autônoma de ressuprimento

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O Northrop Grumman MQ-8B Fire Scout durante os testes em Fort Benning, Georgia. (Foto: Northrop Grumman)

O Sistema Aéreo Vertical Não Tripulado (VUAS) MQ-8B Fire Scout da Northrop Grumman completou os testes de capacidade autônoma de ressuprimento na sede da Expeditionary Warrior Experiment (AEWE), do Exército dos Estados Unidos, localizado em Fort Benning, na Georgia.

“A habilidade do Fire Scout de entregar os suprimentos de forma autônoma demonstra a prontidão para apoiar as tropas no campo de batalha,” disse Al Nikolaus, Diretor do Programa para Northrop Grumman. “Nós amadurecemos essa capacidade e agora nós estamos ansiosos para apoiar nossos soldados no teatro de operações com o ressuprimento de pequenas unidades logísticas que são vitalmente necessárias.”

Para a missão do AEWE, o Fire Scout voou de forma autônoma desde a decolagem até o lançamento da carga que era de dois containers presos nos pilones externos. O Fire Scout é equipado com uma unidade de “interface de carga”, a qual permite soltar a carga sem a presença de um soldado. A aeronave observa a área de pouso para confirmar se o local não possui obstáculos e pessoas antes de pousar, e durante o pouso o processo de liberação da carga ocorre dentro de segundos, para logo depois decolar novamente e seguir na missão planejada.

“A habilidade do Fire Scout de operar em velocidade baixas e de operar em áreas remotas e de zonas de pouso não preparadas permite que ele possa se mover com os soldados no campo e facilmente adquirir e rastreas alvos em terrenos complexos e urbanos,” disse Nikolaus. “Ele é totalmente autônomo, e suavemente efetua todas missões sujas e perigosas sem colocar os soldados em situações complciadas.”

Fonte: Northrop Grumman – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

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IMAGEM: RQ-170 visto numa nova imagem quase frontal

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Nova imagem da aeronave não tripulada RQ-170, também conhecida como "Besta de Kandahar"

O site Militaryphotos.net postou uma visão mais clara da parte frontal da aeronave não tripulada RQ-170. A Força Aérea dos EUA ainda nega-se a divulgar imagens oficias do novo projeto da Skunk Works, e portanto só podemos se basear nessas imagens feitas por spotters pelo mundo. Essa imagem em particular apareceu na última edição da revista mensal Combat Aircraft. Mais fotos estão disponíveis na edição do mês passado. A primeira imagem do RQ-170 foi divulgada aqui no Cavok.

Nessa nova imagem pode-se ver uma entrada de ar frontal e uma saliência sobre a aeronave, possivelmente uma antena SATCOM. A imagem também oferece uma melhor perspectiva da parte frontal da aeronave e do bordo de ataque. Ainda é desconhecida a verdadeira missão da aeronave, pois não pode ser visto cargas externas de sensores, equipamentos ou armas. Inicialmente a aeronave aparenta ter características stealth, mas sem maiores informações sobre a real capacidade fica difícil descobrir detalhes.

RQ-170 após o pouso no Afeganistão

Outra foto recente divulgada num forum militar é a imagem acima, que mostra a aeronave no final de um pouso numa base aérea no Afeganistão.

Fonte: The DEW Line – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

Aeronaves P-3 começam a operar junto aos UAS Reaper em Seicheles no combate a pirataria

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Lockheed P-3 Orion do Esquadrão de Patrulha VP-26 "Tridents"

O Comando dos Estados Unidos na África (AFRICOM) aumentou suas forças contra a pirataria na região com a recente adição de uma aeronave de patrulha marítima P-3 Orion, além de um aumento no pessoal de apoio nas ilhas Seicheles. O avião de patrulha P-3 deverá operam em conjunto com os Sistemas de Aeronaves Não Tripuladas (UAS) Reaper que já operam na região.

A U.S. Navy no mês passado deslocou três aeronaves P-3 Orion da NAS Brunswick, no estado do Maine (Esquadrão da Patrulha VP-26 “Tridents”, juntamente com 112 marinheiros, para Seicheles com a missão de patrulhar as águas da costa leste da África e as ilhas da região contra os piratas. A insígnia do Esquadrão de Patrulha 26, uma caveira sobre uma bússula e duas bombas ou torpedos que formam um X, remete a bandeira do Jolly Roger, símbolo o qual simboliza a pirataria.

As aeronaves P-3 vão operam a partir do aeroporto regional de Mahe, em Seicheles, e podem permanecer em voo por mais de oito horas.

Quatro navios foram tomados por piratas na costa da Somália na semana passada, enquanto os piratas continuam a pedir milhões de dólares de resgate, apesar dos navios mercantes e as frotas armadas da região terem aumentado as medidas de segurança contra esses ataques.

O deslocamento desses P-3 baseados agora em Seicheles veio após a marinha norte americana ter testado a ideia em agosto quando um Orion foi operado fora da área do aeroporto e os Estados Unidos começaram a voar com os UAS Reapers a partir das ilhas da nação no final de outubro para combater a pirataria. A AFRICOM e a U.S. Navy informaram que não existem planos de armar as aeronaves P-3 e os UAS Reaper.

As aeronaves P-3 Orion frequentemente efetuam a rota até o Cabo Horn e depois retornam para Seicheles. O programa para prover a capacidade de inteligência, vigilância e reconhecimento no Cabo Horn da África foi planejado a muitos meses atrás, mas houve demora para determinar a efetividade da operação.

Fonte: AFRICOM – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Helicóptero não tripulado Fire Scout da Northrop Grumman completa testes de sensoreamento marítimo

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MQ-8B Fire Scout
MQ-8B Fire Scout

A Northrop Grumman com sucesso completou as demonstrações de sensoreamento marítimo usando o Sistema de Aeronave de decolagem vertical Não-Tripulada (VUAS) MQ-8B Fire Scout fabricado pela própria empresa. O Fire Scout estava equipado com um radar Telephonics e sistemas Infravermelhos eletro ópticos FLIR, e apresentou a versatilidade de um helicóptero não tripulado com arquitetura modular de equipamentos de sensoreamento e sua flexibilidade em usar vários tipos de sistemas de vigilância.

A demonstração foi efetuada sob um contrato assinado em setembro entre a ABS Group, uma empresa contratada da Systems Engineering Technical Assistance (SETA), e a U.S. Coast Guard Research and Development Center. Os testes foram realizados durante a semana do dia 19 de outubro na Baía de Chesapeake, conduzidos pela Naval Air Station de Patuxent River, Maryland, no campo de pouso de Webster Outlying.

Após a demonstração de sensoreamento marítimo, a Guarda Costeria participou de um exercício virtual de vários dias no centro de Desenvolvimento de Sistemas Não Tripulados da Northrop Grumman, em Rancho Bernardo, Califórnia. O exercício foi realizado no simulador da Northrop, o Cyber Warfare Integration Node (CWIN). A simulação foi operada numa configuração da Guarda Costeira gerando informações para o centro de operações contra narcóticos da National Security Cutter, da Guarda Costeira.

Fonte: Northrop Grumman – Tradaução: Cavok

VÍDEO: Jornalista Bill Sweetman comenta sobre o RQ-170

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Na terça-feira, a rede de TV norte americana MSNBC entrevistou Bill Sweetman, especialista de aviação, editor da publicação Jane’s e escritor da renomada publicação Aviation Week, além de ter escrito mais de 50 livros de aviação.

Na entrevista o jornalista comentou sobre a nova aeronave não tripulada dos EUA, o RQ-170 Sentinel, também conhecido como “A Besta da Kandahar”, que já foi visto e fotografado em operação no Afeganistão.

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O site Cavok divulgou sobre a nova aeronave aqui no mesmo dia que a U.S. Air Force divulgou a informação sobre as operações com o misterioso UAS.

O UAS Global Hawk Block 40 voa pela primeira vez

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Northrop RQ-4 Global Hawk Block 40 (UAS)
Northrop Grumman RQ-4 Global Hawk Block 40 (UAS)

O primeiro Sistema de Aeronave Não Tripulada (UAS) para altas altitudes e longa duração (HALE) RQ-4 Global Hawk, na configuração Block 40, realizou com sucesso seu primeiro voo no dia 16 de novembro.

Designado AF-18, a aeronave com capacidade avançada voou aproximadamente por duas horas a partir da sede da empresa fabricante, a Northrop Grumman Corporation, em Palmdale, Califórnia até a Base da Força Aérea de Edwards.

O Global Hawk AF-18 é o 11º avião da família das gerações avançadas de Global Hawk (Blocks 20, 30 e 40) a pousar em Edwards.

Momento que o Global Hawk Block 40 chegava na base de Edwards
Momento que o Global Hawk Block 40 chegava na base de Edwards

O primeiro voo também marcou o final de uma era, pois todas atividades relacionadas a aceitação de produção dos Global Hawk serão conduzidos num futuro próximo na unidade 42 da USAF em Palmdale, e não mais na Base Aérea de Edwards, aumentando a eficiência e no fluxo de manufatura das aeronaves. Adicional ao AF-18, uma aeronave Block 30, a AF-19, foi recentemente entregue para Força Aérea dos EUA, conforme mostrado aqui no site Cavok.

O AF-18 é a primeira de 15 aeronaves Global Hawk Block 40 que serão destinadas para a Base Aérea de Grand Forks, Dakota do Norte, em 2010. A aeronave carrega um sensor radar multiplataforma para qualquer condição de tempo (MP-RTIP), oferecendo uma melhor capacidade de avaliação situacional em um combate para as aeronaves militares em uma missão através da detecção, rastreamento e identificação de alvos fixos e móveis

Voando em altitudes maiores que 60.000 pés, por mais de 32 horas em cada sortida, numa velocidade de 630 km/h, o novo sensor MP-RTIP que equipa os Global Hawk Block 40 pode insistentemente enxergar todos alvos em condições diurnas, noturnas e em qualquer condição de tempo.

A Northrop Grumman é a fabricante principal do Global Hawk, mas diversos sistemas são fabricados com apoio de outros fabricantes. As principais empresas no programa são: Aurora Flight Sciences, de Bridgeport, West Virgínia (Montagem da cauda em V e outros componentes compostos); L-3 Communications, de Salt Lake City (sistemas de comunicação); Raytheon Company, de Waltham, Massachusets (estação terrestre); Rolls-Royce Corporation, de Indianapolis (motor); e Vought Aircraft Industries, de Dallas (asas).

Fonte: Northrop Grumman – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Predator B Guardian para o U.S. Custom é revelado

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Predator B UAS, do U.S. Customs and Frontier Guard
Predator B UAS Guardian, do U.S. Customs and Border Protection

O U.S. Customs and Border Protection (Controle de Fronteira Alfandegário) recebeu hoje o primeiro modelo marítimo do UAV (Sistema de Aeronave Não Tripulada) Predator B.

Numa cerimônia em Palmdale, California, o Controle de Fronteira Alfandegário (CBP), a Guarda Costeira (USCG) e a General Atomics Aeronautical Systems, revelaram o protótipo da versão marítima do Predator B conhecido como Guardian.

Predator B atualmente usado pela U.S. Coast Guard
Predator B atualmente usado pela U.S. Coast Guard

Para apoiar as futuras missões exigidas, a CBP em parceria com a USCG estão explorando a versão marítima do UAS Predator B para aumentar as capacidades de reconhecimento, vigilância e aquisição de alvos nas operações marítimas. Para essas missões, a General Atomics Aeronautical Systems, o fabricante do Predator B UAS, modificou um já existente Predator B da CBP para se tornar o Guardian.

O Guardian foi modificado a partir de um modelo padrão do Predator B com avanços na estrutura física, aviônicos e sistemas de comunicação, bem como a adição de uma Radar de Procura Marítima Raytheon SeaVue e um Sensor Eletro-Óptico/Infravermelho que é optimizado para operações marítimas.

O Guardian deverá estar preparado para entrar em operação no início de 2010. Os testes de avaliação do Guardian serão executados em conjunto pela CBP e a USCG a partir da Estação da Força Aérea no Cabo Canaveral, Flórida. Após o Guardian completar seus testes operacionais, no início do ano que vem, ele será destacado para ajudar nas operações de combate ao narcotráfico.

O projeto do Guardian começou em 2008, quando o CBP e a USCG se uniram num programa para identificar e desenvolver um projeto de um UAS marítimo que pudesse atender as exigências das duas forças, com diversos sensores novos.

Os UAS Guardian inicialmente serão usados na região de fronteira da costa sudeste, próximo a Flórida, uma das áreas que mais sofre com o tráfico de drogas. O CBP planeja utilizar o Guardian para conduzir operações de vigilância em voos de longa duração, em parceria com as operações anti-drogas, onde os radares marítimos são necessários para detectar as ameaças.

No futuro, na região norte, os UAS Guardian permitirão a CBP conduzir vigilância na região dos Grandes Lagos, criando uma imagem mais compreensiva da expansão marítima da região, conseguindo com acuracidade diferenciar as operações legais das ilegais.

A U.S. Custom and Border Patrol opera três Predator B do Campo de Pouso do Exército em Libby, em Sierra Vista, Arizona, e mais dois a partir da Base da Força Aérea de Grand Forks, em Dakota do Norte.

Fonte: U.S. Customs and Border Patrol – Traduçao e Adaptação do texto: Cavok

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