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Tag: UAVs

Chile apresenta seus recursos para combate a incêndio, incluindo os drones Hermes 900

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Helicópteros e veículos aéreos não tripulados foram apresentados pela FACh, incluindo os UAVs Hermes 900 adquiridos em 2011. (Foto: FACh)

A Força Aérea Chilena (FACh) apresentou recentemente seus ativos para combate a incêndios florestais, incluindo seus drones Hermes 900 adquiridos da Elbit Systems em 2011.

Argélia apresenta seus UAVs MALE construídos no país

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Os UAV Yabhon United 40, projetados pela Adcom dos EAU, e fabricados na Argélia com o nome de “Argelia 54”. (Foto: Ministério de Defesa da Argélia)

Os militares da Argélia colocaram em serviço vários veículos aéreos não tripulados (UAV) originalmente desenvolvidos pelos Emirados Árabes Unidos (EAU), como visto em imagens transmitidas pela TV nacional e postadas na página oficial do Facebook do Ministério da Defesa da Argélia (MoD).

Spy vs Spy

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UAVMuita gente, pouco espaço.

Drone de Israel fez pouso de emergência perto da fronteira com o Egito

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ShovalDevido a um mau funcionamento, operadores forçaram o pouso. Tropas da IDF encontraram o drone perto da fronteira com o Egito.

Marinha da Índia interessada em adquirir entre seis e oito aeronaves de vigilância marítima BAMS

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O Northrop Grumman MQ-4C Broad Area Maritime Surveillance que a Índia tem interesse de adquirir. (Foto: Northrop Grumman)

Para garantir uma cobertura permanente das suas fronteiras oceânicas, a Marinha Indiana precisará de seis a oito UAVs Northrop Grumman MQ-4C Broad Area Maritime Surveillance (BAMS).

Este número permitirá à India manter um BAMS em missão durante 24 horas, todos os dias, 365 dias por ano, afirmou um executivo da Northrop Grumma durante a Defexpo 2012 a realizar-se em Nova Deli.

O sistema BAMS será particularmente útil para a Índia porque este sistema é optimizado para trabalhar em conjunto com o Boeing P-8A Poseidon, que a Marinha Indiana recentemente encomendou oito exemplares com a designação P-8I Neptune.

Nova Deli está estudando a utilização de sistemas não-tripulados para patrulhar as suas vastas fronteiras oceânicas, que inclui o Mar da Arábia, o Oceano Índico e a Baía de Bengala. Em Janeiro de 2011, a Marinha Indiana formou o seu segundo esquadrão de UAS’s, que irá operar os sistemas israelitas Heron e Searcher II na parte norte do Mar da Arábia.

Índia procura nova aeronave para patrulha marítima

A proposta de aeronave de patrulha marítima baseada no turboélice Saab 2000. (Foto: Saab Group)

Além de novos UAV’s a Índia está preparando um pedido de propostas (RFP) para dois novos programas de patrulha marítima: a aeronave de Reconhecimento Marítimo de Médio Alcance (MRMR) para a Marinha e a aeronave de Patrulhamento Marítimo Médio para a Guarda Costeira (MMP).

Segundo uma fonte do setor, ambos os programas preveem a compra inicial de seis aeronaves, com opção para seis aeronaves adicionais. Outra fonte afirmou que o requerimento inicial do MMP poderia chegar às nove aeronaves.

Ambos os pedidos de propostas são esperados para o decorrer de 2012, prevendo-se que o MMP seja emitido em Abril ou Maio. Os pedidos de informação (RFI) para os dois programas foram executados em 2010.

Ao contrário do que foi exigido no programa para a aeronave de patrulha marítima de longo alcance, ganho pelo Boeing P-8I Neptune, o MRMR não terá capacidade para efetuar missões de luta anti-submarina (ASW), centrando-se em missões de patrulhamento marítimo e com capacidade para transportar mísseis anti-navio. Estas novas aeronaves substituirão 12 Britten-Norman Islanders.

Na RFI emitida em 2010, a Marinha Indiana solicitava que a aeronave tivesse uma velocidade máxima de 300kt (556km/h) e uma velocidade de patrulha de cerca de 200kt. Terá de ser equipada com um pacote completo de sistemas de auto-defesa, incluindo receptores de alerta de radar e laser, radar AESA (active electronically scanned array) de superfície e de busca e um sensor FLIR (forward looking infrared)

Um possível concorrente será uma variante do P-8I, mas um representante da Boeing afirmou que terão de ter acesso ao RFP antes de tomar alguma decisão se participarão no MRMR. De acordo com o representante da Boeing esta variante faria todo o sentido numa perspectiva de logística e de formação das tripulações visto o P-8I ter sido escolhido como aeronave de patrulha de longo alcance.

Outros concorrentes para o MRMR poderão incluir o Saab 2000 MPA, o Airbus Military C295 MPA e o sistema israelita ELI-3360 da IAI baseado no Bombardier Q400. Um RFP para este programa já haveria sido cancelado em 2009.

Algumas fontes do setor afirmam que o requerimento para o MMP estará menos bem definido. “Baseado no RFI, o MMP será uma aeronave de tamanho consideravel,” afirma uma fonte de um construtor Europeu.

O RFI sublinha um diversificado conjunto de missões, incluindo a busca e salvamento, luta anti-superficie, monitorização ambiental e evacuação aeromédica com três estações de cuidados intensivos.

“Não temos a indicação que estas capacidades terão de estar presentes em simultâneo ou se poderão ser configuradas,” afirma a fonte.

Fonte: Flightglobal – Tradução: Cavok

Vírus infecta computadores de centros de controles de UAVs nos EUA

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Um veículo aéreo armado não-tripulado MQ-9 Reaper num hangarete na Base Conjunta de Balad, Iraque. (Foto: Tech. Sgt. Erik Gudmundson / U.S. Air Force)

Os computadores usados para controlar os veículos aéreos não-tripulados (UAVs) Predator e Raptor usados no Afeganistão e em outras zonas de guerra foram supostamente infectados por um vírus que captura o que está sendo teclado pelos pilotos que operam as aeronaves não-tripuladas nas estações de controle.

Uma estação de controle de aeronaves Predator na Base Aérea de Creech, Nevada.

Embora detectado há duas semanas por sistemas militares de segurança de rede, os militares estão sendo incapazes de remover de seus computadores os vírus que registram tudo que é teclado, disse Noah Shactman nesta sexta-feira na Wired, no blog Danger Room.

“Tentamos removê-lo, e ele continua voltando”, uma fonte familiarizada com a infecção da rede disse a Shactman. “Achamos que é benigno. Mas nós simplesmente não sabemos. ”

Segundo o relatório, o vírus não impediu os pilotos estacionados na Base Aérea de Creech, em Nevada – onde o centro de controle dos UAVs está localizado – de completar as suas missões. Nenhuma informação considerada secreta foi perdida ou enviada para uma fonte externa, informou a Wired.

Ninguém sabe como o malware entrou no sistema ou se a sua chegada foi deliberada ou acidental, mas foram infectadas estações de controle e computadores com informações secretas ou não. Isso significa informações existente em redes sigilosas podem acabar passando para as redes não protegidas, podendo vazar para lugares clandestinos na Internet pública.

Uma aeronave não-tripulada Predator.

De acordo com a Wired, a Força Aérea não comentou diretamente sobre a infecção. Um porta-voz do serviço Comando Aéreo de Combate, que supervisiona o programa de UAVs, disse que que não discute vulnerabilidades específicas, as ameaças e as respostas às suas redes de computador, porque ele pode ajudar a refinar os ataques intrusos em seus sistemas militares.

“Nós investimos muito na proteção e monitoramento de nossos sistemas para combater as ameaças e garantir a segurança, que inclui uma resposta abrangente aos vírus, worms e outros malwares que descobrimos”, disse o porta-voz a Wired.

Embora o vírus pareça ser inofensivo, alguns especialistas de segurança encontrados disseram que a notícia da intrusão é alarmante.

“Isso é ruim, de muitas formas”, disse Richard Stiennon, analista chefe de pesquisa com a IT-Harvest em Birmingham, Michigan. “Isso indica que os militares estão usando sistemas operacionais completamente inseguros nas furnções de controle crítico das aeronaves não-tripuladas.”

Um veículo aéreo não-tripulado MQ-9 Reaper sobrevoa a Base Aérea de Creech, Nevada. (Foto: Paul Ridgeway / U.S. Air Force)

“Essas são armas mortais que devem trabalhar com o que for requerido e somente quando requerido”, continuou ele. “Para ter o seu comando e controle corrompido por malwares aparentemente comuns é indesculpável.”

Ele afirma que os discos rígidos nos computadores infectados devem ser restaurados a partir de uma imagem limpa. “A ferramenta de remoção não pode ser confiável para remover completamente um vírus”, afirmou. “O fato de que eles tentaram várias vezes remover este malware indica o estado lastimável de proteção, dentro deste sistema militar crítico”.

John Bumgarner, diretor de tecnologia da Unidade de Consequências Cibernéticas dos EUA acrescentou: “É altamente preocupante que os sistemas de computadores militares usados para voar as missões de ultra-secretos Predators foram invadidos por um adversário desconhecido. Os controles de segurança para esses sistemas sensíveis de segurança nacional deveriam ser operados num nível muito mais elevado do Departamento de Defesa.”

Apesar da natureza sensível de suas operações, a segurança do computador não tem sido uma marca das operações dos veículos aéreos não-tripulados. Em 2009, por exemplo, os militares apreenderam um laptop de um militante xiita no Iraque e encontraram dias de imagens de vídeo interceptadas das missões dos UAVs que operavam na região. Desde que as transmissões de vídeos dos UAVs foram criptografadas, o militar explicou, é relativamente fácil para os militantes capturar essas transmissões enquanto eles voam com um software que pode ser comprado pela Internet por US$ 26.

Dois pilotos de aeronaves não-tripuladas Reaper na Base Conjunta de Balad, no Iraque. (Foto: Master Sgt. Steve Horton / U.S. Air Force)

Desde os ataques terroristas aos Estados Unidos no dia 11 de setembro de 2001, os UAVs têm aumentado em importância como uma arma tática. Nos 10 anos seguintes ao 11 de setembro, 30 UAVs da CIA foram responsáveis pela morte de mais de 2.000 militantes e civis. Cerca de 150 aeronaves não-tripuladas Predator e Reaper são operados pela Força Aérea dos EUA nos céus do Iraque e Afeganistão. Os UAVs dos EUA também foram utilizados para apoiar os ataques aéreos da OTAN na Líbia e foram responsáveis pela morte na última semana de Anwar al-Awlaki, apelidado por alguns como o “Osama da Internet.”

Fonte: PC World – Tradução: Cavok

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