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IMAGENS: Voa primeiro Mirage F1 da ATAC

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Mirage F1 registro N601AX realizou o primeiro voo no último dia 22.

Na última quinta-feira, 22, voou o primeiro Mirage F1 da Airborne Tactical Advantage Company (ATAC). O CAVOK noticiou aqui o registro da equipe de solo da ATAC durante um teste de acionamento do motor realizado esta semana.

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Mirage F1B da ATAC próximo do primeiro voo

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Pessoal de manutenção da ATAC foi visto na última semana “girando” motor de seu Dassault Mirage F1B. Esta aeronave foi comprada da Armée de l’Air (Força Aérea Francesa). (Foto: Dylan Phelps)

Uma equipe de manutenção da Airborne Tactical Advantage Company (ATAC) foi vista operando o motor em seu recém-adquirido Dassault Mirage F1B (registro N601AX) nas instalações do Adversary Center of Excellence (ACE) no Fort Worth Alliance Airport ( TX).

VÍDEO: 15 anos do RQ-4 Global Hawk

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Uma aeronave não tripulada RQ-4 Global Hawk.
Uma aeronave não tripulada RQ-4 Global Hawk.

O avião não tripulado Global Hawk da Northrop Grumman marcou o 15º aniversário de apoio às operações de combate da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF). Em 20 de novembro de 2001, o Global Hawk tomou aos céus em apoio da operação Enduring Freedom. Desde aquele voo inicial, o Global Hawk tem apoiado as necessidades de inteligência, vigilância e reconhecimento da nação americana.

VÍDEO: 35° Esquadrão de Caça da USAF demonstra sua força no Red Flag Alaska

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F-16 Alaska

Um belo vídeo produzido pelo 35° esquadrão de caça da Força Aérea Americana (USAF) durante o Red Flag Alaska 2015.

Lockheed Martin recebe novo contrato de manutenção do F-22A ‘Raptor’

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F-22A

Lockheed Martin recebeu um contrato de US$ 536 milhões da Força Aérea dos EUA (USAF) para manutenção dos caças F-22A Raptor. O financiamento é parte de um contrato de Logística (PBL) que prevê a manutenção dos sistemas de armas da frota de Raptors em todas as suas bases operacionais para o ano de 2017.

Treinador T-50A fará seu primeiro voo nos EUA essa semana

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Lockheed Martim T-50A durante seus testes de voo (Foto: Lockheed Martim)
Lockheed Martim T-50A durante seus testes de voo (Foto: Lockheed Martin)

O caça-treinador T-50A da Lockheed Martin terá seu primeiro voo de teste nos Estados Unidos nesta semana, de acordo com a Korea Aerospace Industries (KAI), co-desenvolvedora do T-50A.

USAF começa a testar o míssil JSM

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F-16C durante os testes (Foto: USAF)
F-16C durante os testes (Foto: USAF)

A Força Aérea dos EUA (USAF) está continuando o desenvolvimento do míssil de cruzeiro “Joint Strike Missile” (JSM), planejado para ser implementado no F-35A da Lockheed Martin.

Uma recente foto da Base Aérea de Edwards, confirmou que uma versão de teste de desenvolvimento do míssil JSM foi recentemente lançado a partir de um caça F-16C, que é parte de um esquadrão de teste sobre a área de testes no estado de Utah.

Os últimos acontecimentos demonstram a natureza internacional do programa JSM. Os engenheiros da USAF e os pilotos de teste estão trabalhando em conjunto com o governo norueguês e o pessoal da indústria para testar a arma, que é projetada para ser transportada no compartimento interno de armas do F-35A.

Conceito do F-35A lançando o míssil JSM
Conceito do F-35A lançando o míssil JSM

O que estamos fazendo é a realização de testes de risco com o F-16 antes que o JSM esteja integrado no F-35“, disse James Cook, gerente de programa.

Eu acho que é incrível ser uma parte de um caça de nova geração, enquanto testamos em um caça de geração passada. Estou animado para ver o resultado final, que será o culminar de tudo o que fizemos aqui. Para vê-lo atingir o alvo e explodir da maneira que foi planejado para fazer“, Cook continuou.

Fonte: CombatAircraft


Nota do editor: o JSM será essencial para o F-35 em suas missões contra radares (SEAD/DEAD), sendo um míssil de cruzeiro com capacidades furtivas, alcance de 250 km, e capaz de ser carregado internamente no F-35.

Dez curiosidades sobre o A-10 ‘Warthog’ #2

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1° curiosidade:

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Durante a operação Tempestade do Deserto na guerra do Golfo em 1991, devido a falta de um designador de alvos, os pilotos de A-10A eram obrigados a usar um binóculos para identificar possíveis alvos, afim de evitar fogo amigo e criar certa consciência situacional.

General Atomics Predador C com alcance estendido faz seu primeiro voo

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Novo Avenger durante seu primeiro voo (Foto: USAF)
Novo Avenger durante seu primeiro voo (Foto: USAF)

A General Atomics anunciou que no dia 27 de Outubro houve a conclusão do primeiro voo do drone Predador C, com alcance estendido, que além do alcance, apresenta asas estendidas em 3,2 metros.

A variante de alcance estendido do Avenger manteve sua fuselagem com 13,4 metros de comprimento e 1,360 kg de carga útil, mas General Atomics adicionou cerca de 1.000 kg de combustível, estendendo a permanência em combate da plataforma, de 15 horas para 20 horas.

De acordo com a General Atomics, tanto o antigo Avenger quanto o Predator B, operado pela Força Aérea dos EUA (USAF) também como o MQ-9 Reaper, têm uma envergadura de 20 metros. Em fevereiro, a General Atomics demonstrou o drone Reaper de alcance estendido, equipado com asas de 20 metros e pontos fixos adicionais. As asas melhoradas aumentaram a permanência em combate do Reaper de 27 horas para 40 horas, e também apresentam sistemas de de-gelo. A USAF opera uma versão anterior do Reaper de alcance prolongado, que possui dois tanques de combustível externos montados nas asas.

O motor do Avenger, o PW545B turbofan da Pratt & Whitney Canada, ajuda a levar a plataforma a até 400 knots, superando o Reaper com seu motor Honeywell TPE331, que voa a uma velocidade máxima de 240 knots. Mas enquanto Avenger supera com velocidade, é limitado em resistência quando comparado ao Reaper, que possui uma permanência em combate de até 27 horas.

Avenger C (Foto: USAF)
Avenger C (Foto: USAF)

Embora o Avenger tenha completado mais de 13.000 horas de vôo, nenhum serviço dos EUA reconheceu os registros da aeronave não tripulada.

A General Atomics desenvolveu a plataforma de reconhecimento armado com fundos de pesquisa e desenvolvimento próprios, demonstrou seu primeiro vôo em 2009. A USAF comprou um Avenger como demonstrador de tecnologia, embora acredita-se que a CIA (Central Intelligence Agency) também opera a aeronave.

Fonte: FlightGlobal

2017 será um ano decisivo para o próximo caça americano

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Conceito de um caça de sexta geração da Lockheed Martim.
Conceito de um caça de sexta geração da Lockheed Martin.

2017 pode ser um ano decisivo para o futuro caça da Força Aérea Americana (USAF), conforme os começão esforços para determinar os requerimentos da chamada “capacidade aérea de penetração“.

Coréia do Sul: Exercício Escudo Invencível

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Caças F-15K, F-16C, e Typhoon voando em formação. Foto: Força Aérea Sul Coreana
Caças F-15K, F-16C, e Typhoon voando em formação. Foto: Força Aérea Sul Coreana

A Força Aérea Real (RAF) durante o Exercício Escudo Invencível, fez a sua maior implantação de equipamentos e pessoal para a Península Coreana desde a década de 1950, uma interoperabilidade combinada, que está ocorrendo do dia 1, até o dia 10 de Novembro.

A RAF enviou vários caças Eurofighter Typhoon FRG4s para a Base Aérea de Osan, Coréia do Sul, voando ao lado dos F-16C/D Fighting Falcons. e A-10C Warthog dos EUA, além de caças-pesados F-15K Slam Eagle da Coréia do Sul. Foi a maior reunião da RAF na Coréia do Sul desde a Guerra da Coréia.

Espero que o Escudo Invencível, nosso primeiro exercício aéreo combinado entre Coréia do Sul, EUA e Reino Unido, isso não apenas aumenta a capacidade de operações aéreas combinadas para proteger a paz e a estabilidade na Península Coreana, mas também contribui bastante para a melhoria das forças armadas.” disse o tenente-general Won, In-Choul, comandante de Operações da Força Aérea da Coreia do Sul.

O intercâmbio proporcionou uma oportunidade para as três nações compartilharem informações e habilidades adquiridas ao longo de décadas de experiência aérea histórica combinada em diferentes teatros em todo o mundo.

Trabalhando ombro a ombro, estamos mostrando uma frente unificada para aqueles que gostariam de nos fazer mal“, disse o tenente-general Thomas W. Bergeson, o comandante da Sétima Força Aérea Real.

O pessoal da RAF parecia estar apreciando a oportunidade de não só treinar ao lado das forças aéreas dos EUA e da Coréia do Sul, mas também por continuar fortalecendo suas relações com a Coréia do Sul há décadas.

Comandantes Britânicos, Americanos e Sul Coreanos com um F-15K de fundo. Foto: USAF/ Dillian Bamman

Falando com aqueles que participaram do exercício, eu sei que foi um sucesso, aumentando a interoperabilidade entre nossas Forças Aéreas e fortalecendo nosso interesse mútuo em segurança e defesa“, disse o Chefe do Comando Aéreo da RAF Aéreo Sir Stephen Hillier. “Os participantes da RAF também me disseram que privilégio eles sentiram ao exercer tão estreitamente com nossos parceiros e amigos coreanos, ao lado das forças dos EUA, no Escudo Invencível”.

A implantação ativa da RAF e a continuação de missões de treinamento ao lado das equipes Sul-Coreanas e Americanas continuarão até o dia 10 de novembro.

Fonte: U.S Airforce

Bombardeiro B-1B realizou treinamento CAS “na vizinhança da Austrália”

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B-1B decolando em pós-combustor da Base Aérea de Guam. Foto: USAF/Senior Airman
B-1B decolando em pós-combustor da Base Aérea de Guam. Foto: USAF/Senior Airman

No dia 25 de Outubro, um B-1B Lancer do 34º Esquadrão de Bombardeio Expedicionário da USAF, implantado na ilha de Guam, realizou um exercício de integração com JTACs (Controladores Aéreos Terminais Conjuntos) da Força Aérea Real Australiana (RAAF), sendo a primeira vez em uma década que um B-1B treina CAS perto da Austrália.

O papel dos JTACs, é atuar como uma espécie de “intermediário” entre o comandante das tropas no solo e o piloto no ar, coordenando ataques ao solo junto ao piloto.

Através do sistema ROVER (Receptor Avançado de Vídeo de Operações Remotas) disponibilizado pelos pods transportados por vários aviões (como o ATFLIR, um avançado designador de alvos que os F/A-18 carregam no lado esquerdo da fuselagem ou o Sniper pod no caso do B-1), os JTACs são capazes de receber e imagens em tempo real de cima em um terminal portátil similar a um. Essa transmissão de vídeo ao vivo é usado para determinar se o piloto está apontando as armas para o alvo em terra correto (e evitar fogo amigável ou danos colaterais).

O B-1B já demonstrou ser capaz de suportar o sistema ROVER em setembro de 2013, quando foi capaz de formar uma rede através do designador de alvos Sniper XR para vários ROVERs no solo, permitindo-lhes passar apoio aéreo digitalmente com coordenadas ou pontos de interesse para a tripulação B-1.

B-1B momentos após a decolagem
B-1B momentos após a decolagem. Foto: USAF/Senior Airman

CAS estão entre as missões mais freqüentes voadas pelo B-1, durante a sua implantação de 6 meses no ano passado em apoio da Operação Inherent Resolve (OIR) contra o Estado Islâmico, os B-1s tinham voado 490 missões usando 3.800 munições em 3.700 alvos

O desdobramento do B-1B em Guam visa além da substituição do B-52 em Guam, uma ofensiva em larga escala contra a China e Coréia do Norte.

Fonte: The Aviationist – Edição: Cavok

USAF avança com o programa EPAWSS

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F-15E em REVO sobre algum lugar do Afeganistão.
F-15E fazendo REVO em algum lugar sobre o Afeganistão.

A Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) anunciou que está tendo progresso com o programa EPAWSS, que visa a modernização de uma nova suite de guerra eletrônica (EW) para o F-15E Strike Eagle e F-15C Eagle. O Eagle Passivo/Sistema Ativo de Alerta e Sobrevivência (EPAWSS) passou da fase de engenharia, para a fase de desenvolvimento e construção.

A Boeing foi a ganhadora do contrato de US$478 milhões, junto a BAE Systems como subcontratada para ajudar a desenvolver o programa que vai modernizar mais de 400 caças F-15E e F-15C.

De acordo com a BAE, o EPAWSS é um conjunto de guerra eletrônica digital que melhorará a consciência situacional do F-15 e proporcionará proteção em ambientes ofensivos, usando contra-medidas eletrônicas avançadas, tal como alerta de radar (RWR), e capacidade de chaff e flare aumentadas. O EPAWSS substituirá o antigo Tactical Electronic Warfare Suite (TEWS), em uso desde a década de 1980.

F-15C fazendo a famosa "decolagem america".
F-15C fazendo a famosa “decolagem americana”.

EPAWSS é um elemento-chave das atualizações que a Boeing propôs em um esforço para manter o F-15C um caça de superioridade aérea viável até pelo menos 2040, sendo um multiplicador de força para F-22A Raptor, que é capaz de penetrar a fundo as defesas inimigas.

O coronel Robert Novotny, atual comandante da 48ª Ala de caças na base de RAF Lakenheath, Inglaterra, disse em julho que gostaria que os F-15 adotassem tecnologias cada vez mais sofisticadas. Perguntado sobre as capacidades que gostaria de ver integrados, ele chamou EPAWSS em particular como uma atualização especialmente vital para o F-15.

Fonte: DefenseNews

Primeiro F-35A norueguês volta a voar após reparos no tanque de combustível

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F-35A norueguês reparado decolando pela primeira vez. Foto: Ministério de Defesa Norueguês
F-35A norueguês reparado decolando pela primeira vez. Foto: Ministério de Defesa Norueguês

Enquanto um terceiro caça F-35A da USAF foi reparado e voltou para operação na Base Aérea de Hill, Utah, um F-35A Norueguês também recebeu reparos no isolamento do tanque de combustível e já está voando novamente a partir da Base Aérea de Luke, Arizona.

O problema de isolamento do tanque afetou 15 caças F-35A operacionais em setembro, 13 desses sendo da USAF, e 2 sendo da RNAF. O problema era causado por uma linha de refrigeração defeituosa instalada nas linhas de combustível da asa, que deixava resíduos no combustível que poderiam interromper o fluxo de combustível para o motor.

Embora os reparos estejam acontecendo antes do esperado, a Lockheed Martin ainda trabalha para reparar as 11 unidades restantes, a previsão é que até o final do ano todos os caças afetados sejam reparados.

F-35A norueguês reparado decolando pela primeira vez. Foto: Ministério de Defesa Norueguês
F-35A norueguês reparado decolando pela primeira vez. Foto: Ministério de Defesa Norueguês

No total 57 caças F-35A foram afetados, 15 sendo operacionais, e 42 em produção que pertencem a países como Japão, Itália, e Israel que deve ser receber mais duas unidades em Dezembro.

Os reparos não foram muito extensos como se pensava inicialmente. Apesar da preocupação inicial dos engenheiros de ter que abrir a asa para consertar as linhas de refrigeração, os engenheiros conseguiram criar pequenos buracos de fácil acesso que os permitissem ter acesso as linhas de refrigeração sem ter a necessidade de cortes massivos na asa. Uma vez dentro da aeronave, os engenheiros retiram o revestimento defeituoso das linhas de refrigeração e instalam telas para evitar que qualquer tipo de problema aconteça.

Fonte: AviationWeek – Edição: Cavok


Leia também: F-35 reparados estão de volta ao voo

USAF vai manter o A-10 voando indefinidamente

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A-10 prestes a receber REVO. Foto: USAF
A-10 prestes a receber REVO. Foto: USAF

Recentemente, a Força Aérea Americana fez declarações que implicam contra a aposentadoria do A-10 na USAF.

EUA: Acidente com caças F-16

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F-16Dois caças da Guarda Aérea Nacional colidiram em pleno ar.

Congresso dos EUA quer a retirada total dos Lockheed F-117A Nighthawk

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F-117Embora aposentado em 2007, a Força Aérea dos EUA mantém a frota de jatos bombardeiros Lockheed F-117A Nighthawk em uma condição que permite ser reativada se necessário. Agora o Congresso dos EUA está propondo a retirada em definitivo destes aviões.

USAF redesigna esquadrões de MQ-1 Predator em Esquadrões de Ataque

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151001-F-WU210-906Oito esquadrões da Força Aérea dos EUA dotados com aeronaves não tripuladas MQ-1 Predator que atualmente são designados como esquadrões de reconhecimento se tornarão esquadrões de ataque.

USAF confirma a perda de seu satélite meteorológico

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Concepção artística de um satélite DMSP (Imagem: spacetoday.org)
Concepção artística de um satélite DMSP (Imagem: spacetoday.org)

A Força Aérea dos EUA confirmou a perda em definitivo de contato com seu satélite DMSP-19.

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