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Israel decide não comprar o V-22 Osprey

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Israel pretendia adquirir cerca de uma dúzia de tiltrotores V-22 Osprey.

A Força Aérea de Israel não vai adquirir o V-22 Osprey da Boeing devido a questões orçamentárias.

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Boeing conclui certificação de reabastecimento aéreo entre o KC-46 e o V-22 Osprey

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Aeronaves KC-46 Pegasus reabastecendo um V-22 Osprey.

Uma equipe liderada pela Força Aérea dos EUA concluiu os testes de certificação de receptores dos aviões-tanque KC-46 Pegasus com aeronaves tiltrotoras V-22 Ospreys na Base Aérea de Edwards no mês passado, anunciou a Boeing.

Israel solicita preço e disponibilidade para aquisição do V-22 Osprey

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Israel vem demonstrando interesse no V-22 Ospreys há mais de 5 anos.

Depois de um interesse de longa data, o Ministério da Defesa de Israel está pedindo detalhes sobre novas aeronaves para as Forças de Defesa de Israel (IDF). Uma dessas aeronaves é o tiltrotor V-22 Osprey, que decola e pousa verticalmente e voa horizontalmente como uma aeronave, é projetado principalmente para forças e operações especiais. Israel pretende adquirir entre 12 e 24 dos tiltrotores.

Japão adia entrega dos seus MV-22 Ospreys

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O primeiro V-22 Ospreys destinado à Força de Autodefesa Terrestre do Japão, visto durante um voo nos EUA. (Foto: Brady D. Kendrick)

Incapaz de obter apoio local para a implantação da base dos MV-22 Ospreys em Saga, no sudoeste do Japão, o governo japonês está atrasando a entrega de aeronaves propensas a problemas.

Bell/Boeing recebe contrato para fabricar 78 novos tiltrotores V-22 Ospreys

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Dentro do contrato autorizado esta semana consta quatro MV-22 Ospreys para o Japão.

Uma joint venture entre a Boeing e a Bell Helicopter, uma unidade da Textron, recebeu um contrato de US$ 4,2 bilhões para a fabricação e entrega de 78 novas aeronaves tiltrotores V-22 Osprey, conforme anunciado pelo Departamento de Defesa dos EUA no dia 29 de junho, contendo o valor para fabricação de 4 unidades para o Governo do Japão.

Israel renova interesse na compra do V-22 Osprey

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Israel estaria interessado novamente no MV-22 Osprey.

Os militares israelenses aproveitaram uma nova oportunidade para avaliar as capacidades do Bell Boeing MV-22 Osprey, durante um exercício conjunto realizado com o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA (USMC).

Israel suspende avaliação do V-22 Osprey

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Israel pretendia adquirir o tiltrotor V-22 Osprey, mas descartou por enquanto o programa de aquisição.

A Força Aérea Israelense congelou sua avaliação do tiltrotor Bell-Boeing V-22 Osprey, com uma fonte de defesa sênior indicando que o Osprey é incapaz de realizar algumas missões atualmente realizadas usando seus helicópteros de transporte Sikorsky CH-53.

IMAGEM: Primeiro V-22B Osprey para o Japão

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O primeiro V-22B Osprey Block C visto em Amarillo, Texas, durante testes de motores. (Foto: Paul Lawrence Braymen)

A Bell Helicopter iniciou os testes de motores com o primeiro tiltrotor Bell/Boeing V-22B Osprey destinado para Força de Auto-Defesa Terrestre do Japão (JGSDF). Esse é o primeiro V-22 Osprey que será entregue para um operador militar fora dos EUA. O primeiro voo deve ocorrer nos próximos dias.

Novo sistema permitirá que tiltrotores V-22 reabasteçam caças em voo

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Um caça furtivo F-35B Lightning II é reabastecido em voo por um MV-22 Osprey com o sistema VARS da Cobham. (Foto: Cobham plc)
Um caça furtivo F-35B Lightning II é reabastecido em voo por um MV-22 Osprey com o sistema VARS da Cobham. (Foto: Cobham plc)
A empresa britânica Cobham recebeu um contrato por parte do Escritório de Projeto Conjunto Bell-Boeing para desenvolver um sistema de reabastecimento aéreo paletizado para que a aeronave tiltrotor MV-22B Osprey do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA possa ter a capacidade de reabastecer outras aeronaves durante o voo.

Aeronave V-22 Osprey conduz operações de familiarização no porta-aviões USS Carl Vinson

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A aeronave MV-22 Osprey dos Fuzileiros Navais dos EUA, a bordo do porta-aviões USS Carl Vinson, no dia 12 de junho. (Foto: U.S. Navy)
A aeronave MV-22 Osprey dos Fuzileiros Navais dos EUA, a bordo do porta-aviões USS Carl Vinson, no dia 12 de junho. (Foto: U.S. Navy)

O porta-aviões nuclear norte americano USS Carl Vinson (CVN-70) deu o início antecipado para preparação da transição da aeronave embarcada de COD (carrier onboard delivery) C-2 Greyhound para o V-22 Osprey, com a tripulação do navio levando a aeronave tiltrotor para participar do evento de avaliação de comando, prontidão e formação de treinamento básico (CARAT) II.

Marinha dos EUA busca tripulante de V-22 que caiu no mar

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MV-22 USS Makin IslandOperação de resgate está em andamento no Golfo Pérsico.

Motor atualizado para o V-22 foi testado com sucesso

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wpv22osprey_2O motor 1107C AE atualizado para o V-22 foi testado com sucesso pela Rolls-Royce no Novo México.

V-22 atravessa o Atlântico voando pela primeira vez

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VMGR-252 aerial refuels HMX-1 during trans-Atlantic flightQuatro V-22 cruzaram o Atlântico em 28 de maio para participarem do 70º aniversário do Dia D, na Normandia, França.

Pilotos israelenses relatam experiência de voo na aeronave Bell-Boeing V-22 Osprey

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Dois pilotos de helicóptero CH-53 da Força Aérea de Israel puderam avaliar em voo a aeronave tiltrotora V-22 Osprey. (Foto: IAF Magazine)
Dois pilotos de helicóptero CH-53 da Força Aérea de Israel puderam avaliar em voo a aeronave tiltrotora V-22 Osprey. (Foto: IAF Magazine)

 

Não há outro como ele no mundo. O Bell-Boeing V-22 Osprey tem sido a fonte de muita curiosidade, uma vez que entrou em serviço com as forças armadas dos EUA e ainda não está claro se a inclinação do rotor tem mais pontos positivos ou negativos. No mês passado, dois pilotos da Força Aérea de Israel desembarcaram nos EUA para experimentar a nova aeronave por conta própria e tentar responder a estas perguntas.

 

Levou semanas para o pessoal dos fuzileiros navais planejar a Operação “Cobra’s Anger“. Cerca de 100 soldados do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA e mais de 100 soldados afegãos iriam pousar no fundo do reduto do Taliban na calada da noite, emboscando os terroristas e desativando minas na região.

 

No início de dezembro de 2009, nas primeiras horas da madrugada, as forças decolaram de uma base no sul do Afeganistão em direção ao Vale Nawzad na província de Helmand. Mesmo que eles estivessem armados com armamento ideal e tecnologia militar, os aviões que transportam os soldados foram os que chamaram a atenção. Com rotores basculantes e a parte de baixo bem larga, asas e motores afixados com eixos variáveis: eram os V-22s.

 

O V-22 Osprey da Bell Boeing é a única aeronave tilt-rotora em operação no mundo. (Foto: IAF Magazine)
O V-22 Osprey da Bell-Boeing é a única aeronave tilt-rotora em operação no mundo. (Foto: Bell-Boeing)

Três décadas antes, imediatamente após o fracasso da operação “Eagle Claw” (1980) para resgatar reféns americanos em Teerã, o Congresso dos EUA determinou a necessidade de um tipo “novo avião que fosse capaz de decolar e pousar verticalmente e também carregar as forças em altas velocidades”.

 

Assim começou o desenvolvimento do primeiro helicóptero de rotor basculante no mundo. O protótipo já decolou em 1989 e, desde então, os EUA tem sido o único país no mundo que forneceu para suas forças com a inédita aeronave, que é fabricada através de uma cooperação das empresas Bell e Boeing.

 

Não é uma, são duas

 

O V-22 não é nem um avião nem um helicóptero. “É uma nova plataforma”, reivindica a Bell-Boeing. É uma nova plataforma que pode mudar sua configuração com o toque de um botão e se tornar um avião ou, em alternativa, um helicóptero.

 

“O avião tem as vantagens de um helicóptero. Ele pode decolar como um, e tem a habilidade de voar em velocidades lentas. Além disso, ele combina as vantagens com a estabilidade, velocidade e alcance de um avião regular”, disse Bob Carrese, Vice-Presidente de Desenvolvimento de Negócios do V-22 na Bell-Boeing. “Enquanto outros fabricantes ao redor do mundo estão demonstrando tecnologia, nós já temos isso. Estamos demonstrando um tilt-rotor como um conceito que muda o mundo aeronáutico”.

 

O Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA utiliza a aeronave MV-22 Osprey destacada em diversos teatros de operações. (Foto: U.S. Marine Corps)
O Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA utiliza a aeronave MV-22 Osprey destacada em diversos teatros de operações. (Foto: U.S. Marine Corps)

Com uma velocidade de 270 quilômetros por hora e o teto operacional de um avião, não há dúvida de que a Bell-Boeing está introduzindo um novo jogador para o campo.

 

“Não há outros aviões no mercado que podem funcionar como um helicóptero e alcançar as altitudes de um Hercules. Essas habilidades dão a aeronave uma imensa vantagem em operações. Ele pode funcionar como um helicóptero durante toda a operação e além de decolar e chegar ao destino, o avião pode subir a altitudes enormes e longe de perigosas ameaças e condições meteorológicas desfavoráveis durante todo o vôo”.

 

As capacidades do avião contribuem, entre outras coisas, para executar uma evacuação mais rápida. “O avião chega a um ponto a partir do qual você pode ajustar o piloto automático para o modo de busca”, diz Carrese. “A partir desse momento, o avião pode manobrar no ar da maneira desejada e os pilotos estão livres para procurar pessoas no chão”.

 

A Bell-Boeing não esquece de salientar a durabilidade do sistema. “Todo sistema tem dois ou três backups. Além disso, há uma chance muito mais forte dos membros da tripulação e os passageiros possam sobreviver caso um acidente ocorra do que em um helicóptero regular”.

 

Totalmente analisado

 

O tenente-coronel Nimrod Golan-Yanay e o tenente-coronel Avi Carmeli, ambos pilotos de helicóptero na Força Aérea de Israel, chegaram no mês passado a uma base aérea dos fuzileiro em Carolina para testar a única capacidade de inclinação do rotor.

 

“A Força Aérea de Israel determinou que precisamos testar a aeronave e analisar a possibilidade de comprá-lo”, disse o tenente-coronel Nimrod, um piloto do esquadrão “Rolling Sword”. “Passamos quatro semanas nos Estados Unidos. Nas primeiras duas semanas, estudamos o avião de manhã à noite e registramos 80 horas nos simuladores. As duas últimas semanas foram passadas pilotando o avião quase todos os dias e examinando cada exercício com ele”.

 

Os pilotos israelenses Tenente Coronel Nimrod Golan-Yanay e Tenente Coronel Avi Carmeli conversam com o Primeiro Tenente Derek T. Ancira, na Estação Aérea dos Fuzileiros de New River. (Foto: IAF Magazine)
Os pilotos israelenses Tenente Coronel Nimrod Golan-Yanay e Tenente Coronel Avi Carmeli conversam com o Primeiro Tenente Derek T. Ancira, na Estação Aérea dos Fuzileiros de New River. (Foto: IAF Magazine)

Durante o dia, na escuridão total, através de desembarques em ambientes com areia e em condições extremas, os pilotos israelenses tentaram testar e entender a aeronave e determinar o quão bem poderia operar nas condições do tempo em Israel. “Nós percebemos que a aeronave vai absolutamente mudar o balanço para Israel. Ele será capaz de realizar operações que nunca imaginamos que um dos nossos aviões poderiam executar. Se comprarmos o avião, as nossas gamas de atividade vão mudar radicalmente e nós vamos ser capazes de atingir pontos que nós nunca sequer sonhávamos”, disse o tenente-coronel Nimrod.

 

A Bell-Boeing tem o mesmo pensamento dos usos possíveis para o avião em Israel da próxima década. “Quando chegarmos ao dia que teremos poços de petróleo lá no Mediterrâneo, o avião será capaz de realizar ações que nenhum helicóptero na Força Aérea de Israel será capaz de fazer. Ele pode chegar a um ponto no mar, ficar lá por um longo tempo e retornar”, disse um representante executivo da Boeing, em Israel. “Os países da ordem de grandeza de Israel não têm um avião com capacidades semelhantes às que tem o V-22”.

 

Apesar de serem pilotos de helicóptero treinados, o tenente-coronel Avi e o tenente-coronel Nimrod rapidamente se adaptaram com a nova plataforma. “Ao longo do período de estudo aprendemos tudo o que podíamos sobre o avião e quebramos recordes em relação a horas gastas no simulador”, disse o tenente-coronel Nimrod. “Os sistemas do avião são muito amigáveis e fáceis de operar, portanto, fomos capazes de se acostumar a eles rapidamente”.

 

Um dos principais objetivos da Bell-Boeing é ajudar aos novos pilotos de tilt-rotores a se adaptar rapidamente com os aviões. “O sistema fly-by-wire instalado no Osprey reduz grande parte da carga sobre os ombros dos pilotos e permite que eles se concentrem mais em completar a tarefa que no voo do avião. O piloto automático instalado no avião também ajuda a chegar num ponto no céu e, literalmente, ‘permanecer nele'”, disse Carrese.

 

Decolagem ainda complicada

 

A técnica de voar pode ser uma habilidade adquirida gradualmente, como reivindica a Bell-Boeing. Mas o tenente-coronel Avi, um piloto de helicóptero Sikorsky CH-53 no Centro de Testes de Voo, aponta várias brechas que podem ser mais difíceis de superar.

 

“O avião é naturalmente energético. As acelerações são literalmente de tirar o fôlego e no meio da fase onde a aeronave transiciona a partir do ponto de vista vertical para uma posição horizontal também é problemática”, explica.

 

Os pilotos israelenses realizaram todo treinamento e puderam realizar vários voos com o V-22 Osprey durante o tempo que permaneceram nos EUA. (Foto: IAF Magazine)
Os pilotos israelenses realizaram todo treinamento e puderam realizar vários voos com o V-22 Osprey durante o tempo que permaneceram nos EUA. (Foto: IAF Magazine)

Embora a Bell-Boeing insistir que a aclimatação para o controle do avião quando transiciona de um ponto de vista para outro é uma simples questão de tempo e prática, a realidade não é sempre assim.

 

“O piloto usa um control stick e um sistema que é similar a um regulador de pressão. Num ponto de vista, a alavanca de controle serve para determinar a altitude, enquanto o “acelerador” serve para determinar a velocidade. Em outro ponto de vista, cada um deles serve para função oposta. No meio do estágio você sente que está perdendo o controle do avião. Imaginei que o sistema fly-by-wire iria funcionar de forma mais suave, mas descobri que em alguns casos foi necessário intervir“.

 

Em todas as outras áreas, o tenente-coronel Avi disse que o sistema superou suas expectativas. “Um dos maiores problemas que os pilotos de helicóptero têm ao voar um avião com asas fixas é quando você estola”, explica. “Em aviões regulares é muito fácil perder o controle, enquanto no V-22 você precisa tentar bastante e é muito difícil estolar”.

 

Em alguns casos, o calor que emana de motores do avião pode queimar a grama na área de desembarque. “Às vezes surgem problemas e há operações que o avião não será capaz de realizar, como pouso num telhado, o que pode ser perigoso por causa do peso da inclinação do rotor e sua potência”, disse um executivo da Boeing.

 

Assim, a questão é levantada mais uma vez: onde é que a Força Aérea de Israel realmente precisa do avião?

 

“Nós examinamos como o avião iria alterar as atividades operacionais que temos realizado e iremos realizar, no futuro, dentro das linhas inimigas. Enquanto algumas das operações mudariam completamente com a sua ajuda, há algumas que não seriam alteradas totalmente, por exemplo, na situação em que foi necessário trazer de volta as forças do Líbano, onde eu suspeito que o avião não teria vantagens reais”, diz o tenente-coronel Nimrod. “É seguro supor que ao evacuar feridos dentro de Israel, o avião seria uma escolha menos eficiente, mas ao resgatar num local afastado em terra, usar o avião iria fazer uma diferença significativa”.

 

A Bell-Boeing acrescenta que uma das desvantagens da plataforma é o seu preço, que é maior do que o preço médio de helicópteros e aviões no mercado.

 

“O preço do tilt-rotor é ainda desconhecido e esperamos que nós possamos ser capazes de determinar isso em breve”, diz Carrese. A questão da necessidade da aeronave sequer foi levantada no congresso dos EUA. No ano de 2000, o projeto foi paralisado pela Câmara dos Deputados, depois que 19 fuzileiros navais morreram tragicamente em um acidente.

 

A Bell-Boeing, por outro lado, afirma que a má reputação do avião é puramente resultado de boatos de concorrentes. “Não há outra plataforma como esta no mundo. É muito mais seguro do que muitos outros aviões e helicópteros”, disse o executivo.

 

Uma melhoria ou uma substituição?

 

Outra vantagem do referido tilt-rotor é o seu departamento de manutenção. “A manutenção do avião é muito semelhante a manutenção de plataformas existentes, tais como o Sikorsky CH-53”, explica Carrese. “Como o avião é mais sofisticado e inteligente, requer um plano de manutenção ligeiramente diferente do que os helicópteros de 60 anos de idade de qualquer tamanho, e estima-se que a sua manutenção seja mais fácil: afinal, metade do avião é feito a partir de materiais compostos que a ferrugem e idade afetam mais lentamente do que nos materiais normais”.

 

Além disso, os membros da tripulação de voo que irão pilotar o avião não vão notar uma diferença profissional e não precisam de um curso de voo separado.

 

O objetivo da avaliação é para estudar a viabilidade de operação do Osprey com a Força Aérea de Israel. (Foto: IAF Magazine)
O objetivo da avaliação é para estudar a viabilidade de operação do Osprey com a Força Aérea de Israel. (Foto: IAF Magazine)

“Voar o avião é como pilotar um avião normal, mas as missões do tilt-rotor são semelhantes aos de um helicóptero típico”, disse o tenente-coronel Nimrod. “É seguro assumir que a maioria dos pilotos que voam serão pilotos de helicóptero”.

 

A situação nos Estados Unidos acaba por ser semelhante. “Os pilotos aqui completam seu curso como pilotos de helicóptero e depois passam por preparação para se tornar pilotos de V-22”, diz Carrese.

 

Por enquanto, não parece que o tilt-rotor vai substituir o fiel Sikorsky CH 53. “O tamanho do espaço de carga do tilt-rotor é de dois terços do tamanho do CH-53 da Sikorsky, mas o custo por hora de vôo são bastante semelhantes em ambos os casos. Existem operações que preferimos levar a cabo com o CH-53 e não com qualquer outro helicóptero”, disse o tenente-coronel Avi. “Nós precisamos nos lembrar de uma coisa: o tilt-rotor é uma plataforma única, e no final das contas, ele terá as suas próprias tarefas e terá de se integrar com as aeronaves existentes na Força Aérea de Israel sem substituir qualquer uma delas” .

 

Fonte: IAF Magazine – Tradução: Cavok

 

 

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Rolls-Royce fecha contrato de US$ 52 milhões com Departamento de Defesa dos EUA

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O contrato com a Rolls-Royce visa a manutenção dos motores dos V-22 durante o ano de 2013. (Foto: Rolls-Royce)
O contrato com a Rolls-Royce visa a manutenção dos motores dos V-22 durante o ano de 2013. (Foto: Rolls-Royce)

A Rolls-Royce firmou contrato de cerca de US$ 52,2 milhões com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O objetivo é fornecer suporte aos motores AE 1107C, que equipam as aeronaves V-22 da Força Aérea e do Corpo de Fuzileiros Navais americanos.

De acordo com o contrato, os serviços de suporte e reparo dos equipamentos ocorrerão ao longo de 2013 e poderão ser feitos tanto nas fábricas da Rolls-Royce, localizadas em Indianápolis, estado de Indiana, e em Oakland, na Califórnia, como nas bases próprias das duas forças militares.

O presidente de Serviços de Defesa da Rolls-Royce, Paul Craig, comemorou a parceria: “Esse contrato representa mais um voto de confiança dado pelo Departamento de Defesa americano aos serviços oferecidos por nossa companhia”, afirmou o executivo. “Continuaremos dando toda a assistência necessária a esses clientes para que mantenham suas aeronaves no ar sempre que preciso, dando prosseguimento a suas missões.”

A Rolls-Royce é a fabricante exclusiva de motores para aeronaves V-22 e já forneceu mais de 550 unidades do modelo AE 1107C para o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O modelo integra a classe de motores turboshaft da companhia britânica, que ajuda a oferecer uma capacidade singular para o V-22. De acordo com a Rolls-Royce, os equipamentos permitem, por exemplo, que a aeronave decole e pouse como um helicóptero e que voe como um avião, graças à rotação frontal.

Ainda segundo a empresa, o modelo AE 1107C integra a família de motores AE, linha que já possui cerca de cinco mil unidades em operação em todo o mundo e que, juntas, acumulam mais de 53 milhões de horas de operação.

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