O helicóptero de ataque T129 ATAK da Turkis Aerospace Industries.(Foto: TAI)

A Turkish Aerospace Industries (TAI) informou hoje que os executivos da companhia estarão no Brasil na semana do dia 26 de março, durante a LAAD, para a realização de um roadshow de demonstração de voo do helicóptero T129 ATAK no Brasil.

Segundo a fabricante turca, as demonstrações acontecerão em Taubaté, Brasília e Rio de Janeiro.

O objetivo desse roadshow é mostrar o helicóptero T129 ATAK, apresentar as tecnologias desenvolvidas pela companhia e estreitar relacionamento com a Força Aérea Brasileira (FAB).

O helicóptero de combate T129 ATAK foi otimizado para atender às necessidades específicas de desempenho hot & high das Forças Armadas da Turquia. Um helicóptero de ataque com dois assentos, interoperável com a OTAN e otimizado para ataque, reconhecimento armado, ataque de precisão e missões de ataque profundo, de dia e noite e em todos os ambientes, independentemente das condições meteorológicas.

O T129 ATAK incorpora capacidade de carregamento de armas assimétricas e permite o uso de todas as armas de forma eficaz de acordo com os requisitos da missão. Para missões de apoio a combate aproximado, uma metralhadora de 20mm com capacidade para 500 disparos e lançador de foguetes de 70mm com capacidade para 76 foguetes; enquanto para missões polivalentes, 16 mísseis ar-terra CIRIT de 70mm guiados por laser, 8 mísseis anti-tanque de longo alcance UMTAS e 8 mísseis ar-ar SINGRE podem ser integrados, bem como avançados sistemas de EW e EO.

O cockpit do T129 ATAK fornece consciência situacional através de bons arcos de visibilidade e sistemas integrados de missão e comunicação. O sistema de mira Aselflir-300T aumenta a qualidade da imagem e o desempenho do alcance com processamento de imagem em tempo real e rastreamento de múltiplos alvos com uma câmera térmica, telêmetro a laser, designador e rastreador. O Sistema de Exibição Montado no Capacete AVCI fornece recursos de exibição integrados à tripulação para uma missão extensiva.

12 COMENTÁRIOS

  1. Seria um grande ganho de capacidade se o EB adquirisse um esquadrão de asas rotativas de ataque. Minha preferência é pelo Apache, mas se vier algum lote de qualquer outro modelo eu já fico satisfeito. Melhor alguma coisa do que nada.

    • A questão é que pra gastar menos, usar a mesma logística da FAB e todo o conhecimento que ela já possui, o melhor seria o Mi-35 Hind ou AH-2 Sabre como a FAB chama.
      Mas com uma possível aproximação com os EUA, quem sabe Apache-E ou Super Cobra-Z ?

  2. Sou somente um entusiasta que adora o mundo militar mas sinceramente não acho uma boa ideia colocar todos os ovos na mesma cesta, seria muito interessante ter apaches nas nossas forças mas não podemos depender somente dos EUA temos que ter uma certa diversificação de armamentos, mas que seria interessante ter uns helis de ataque no exército isso seria mesmo mas qual?

  3. 1) Como os turcos pretendem vender um helicóptero sem motor? Ou eles esperam que os britânicos, da Rolls Royce, contrariem os aliados americanos, caso esses últimos decidam boicotar o Erdogan? E a quem insistir: "se quiser esse helicóptero, com nosso propulsor, que compre o original italiano"…

    2) Como esses "brima" pretendem se aproximar (logo) da FAB, se o comandante Rossato, da Aeronáutica, disse com todas as letras (em OUT18), que "os Mi-35M seriam melhor aproveitados pelo Exército"? Ele não quer helicóptero de ataque NENHUM! Por ele, seriam só os de SAR, C-SAR e VIP. 'Cabou.

    O foco seria EB…

  4. Bom pra LAAD que sempre foi um zumbi.
    Quanto ao EB, só um milagre mesmo, tipo o da fab que só voa Mi35 devido aos porquinho brasileiro que os russos embargaram ahah

  5. Qual a prioridade do EB Hoje? Talvez a previdência?! Sim, depois da previdência, a prioridade deveria ser um sistema efetivo de defesa anti-aérea, e por favor compre o que puder dos estoques dos Marines, AH-1W e máximo possível de Blackhawks via FMS. O resto é devaneio de lunático, marciano, ou boi da cara preta.

    • Mas e os heli franceses, vamos jogar fora toda grana gasta na ToT ahahah

      • Sim, as vezes é preciso cessar as perdas, pode deixar de lado os H225, bons helicopteros mas caros. Nosso cavalo de batalha deve-se chamar Blackhawk.

    • A prioridade das três forças é uma só: folha de pagamento, sempre foi sempre será! Estou errado?

  6. Ainda prefiro optar pelos helicópteros americanos mesmo que usados. Depois quem sabe no futuro células novas. Com a Turquia se distanciando cada vez mais do Ocidente não acredito ser uma boa opção uma parceria na área de defesa.

    • Sem contar que os estoques americanos tem suprimento de componentes a perder de vista. No longo prazo é a opção mais sensata e brarata.

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