A compra de 12 aeronaves T-6C+ Texan II pela Argentina ainda não está concretizada.
A compra de 12 aeronaves T-6C+ Texan II pela Argentina ainda não está concretizada.

A Argentina vem tentando modernizar as aeronaves de sua força aérea, e recentemente recebeu a aprovação dos EUA para aquisição de 12 treinadores T-6+ Texan II. Mas de acordo com fonte não oficiais, o acordo entre a Força Aérea Argentina e a fabricante norte americana Hawker Beechcraft, subsidiária da Textron, esta prestes a ser cancelado.

De acordo com o site Zona Militar, a fabricante não teria assinado o acordo com o governo argentino, com o prazo para assinatura do contrato vencendo no mesmo dia que se esgotava o prazo final para desistir do contrato. Caso houvesse quebra do contrato, deveria ser pago uma multa de US$ 15 milhões.

Segundo a notícia, a empresa norte-americana Textron, proprietária da Hawker Beechcraft, anunciou a sua intenção de cancelar o acordo, não só relatando o prazo final acima mencionado, mas também expressando sua insatisfação com as condições do contrato, que duraria até 2022 e com entregas anuais somente de 3-4 aeronaves.

Após a aprovação do Departamento de Estado dos EUA, e depois de definir os detalhes finais e ter a assinatura do chefe de gabinete argentino, Marcos Peña, começaria o processo de entrega.

As aeronaves T-6C+ Texan II seriam usadas pela Força Aérea Argentina para treinamento e policiamento aéreo.
As aeronaves T-6C+ Texan II seriam usadas pela Força Aérea Argentina para treinamento e policiamento aéreo.

O T-6C+ Texan II visa substituir as aeronaves turboélices Embraer EMB-312 Tucano nas tarefas de treinamento na Força Aérea Argentina, e também para apoiar as missões de policiamento aéreo no nordeste da Argentina junto aviões IA-58 Pucará.

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39 COMENTÁRIOS

  1. Se fosse a Embraer na época do PT, teria que engolir esse negócio.

    Isso o troll da Embraer não diz.

    • Bem lembrando Zé! Se fosse no tempo do PT e dos Kirchners esses aviões iriam sair de graça para os hermanos…

  2. Tem uma empresa, num certo vizinho da Argentina que vai gostar se for verdade…

  3. Com a esquerda ou a direita bandido é tudo igual. Se não cumpre um contratinho desses, imagine com o povo do país.

    • Não foi isso que eu li.

      O que entendi é que a empresa desistiu da negociação, não houve descumprimento argentino.

    • A propósito, raciocínio doido.

      A empresa não assina o contrato, nem desiste do negócio, e pode ser multada e a culpa é do governo?

  4. Eles estão quebrados, mais negocio comprar STs nossos de estoque… pra vender a conta-gotas…a gente tem.

    • KWHVelasco, quem lhe disse que a FAB tem Super Tucanos em estoque? Não temos! O que há é um parcos TUCANOS la na AFA e são mais úteis a nós que a eles.

      Agora se o amigo tem esta informação, de que existe em estoques passa pra gente. Mas nada de um amigo de um primo de um vizinho do conhecido de…. me falou ou li em algum lugar.

      Forte abraço!

      NOTA: Eu adoraria que tivéssemos mesmo A-29 na reserva ativa da FAB. Mas entre nossas forças armadas este conceito nem existe direito ainda! Agora que o EB está fazendo isto com seus MBT's Leopard 1A1 e com um punhado de MBT M-60A3TTS.

      CM

      • Segundo a coluna do Camazano na última revista Asas nº92:
        "A portaria nº 909 – T/GC4, de 22 de julho de 2016, do Comando da Aeronáutica, autoriza a alienação de até dez A-29 Super Tucano e de até oito T-27 Tucano, que integram o acervo patrimonial da União, para a EMBRAER.
        Não existem especificações se as aeronaves A-29 serão mono ou biplaces, bem como qual será o possível destino dessas aeronaves, mas supõe-se que deverão ser exportadas após revisão na EMBRAER."

        • Inicialmente obrigado AtorNelli por responder-me.
          Mas aonde le-se alienação, não significa necessariamente que as aeronaves A-29 estejam estocadas. Pode significar que fazem parte do inventário ativo da FAB.

          CM

    • A quantidade de 99 unidades era considerada mínima e já havia sido enxugada.

      Depois, houve a conversão de alguns para a esquadrilha da fumaça, que não estava prevista.

      Essa história nasceu do Líbano que dizia ter urgência. Seriam repostos por aeronaves novas com o dinheiro saudita (que bancava o pedido).

  5. Assim não tem como ser feliz. Eu iria dizer que os Hermanos poderiam adquirir alguns Nanchang JL-8 "K-8", porém não tem dinheiro para comprar 12 T-6C. Vamos ver os desdobramentos.

    • IvanMC,

      Penso que igual que aqui, por lá a FAA não vê com bons olhos o emprego de material militar chinês de alto valor agregado e que ainda dependerá de manutenção específica. Eles tal como nós temem a descontinuidade da manutenção por "n" motivos e em questão de meses ter toda uma força no chão com falta de manutenção.

      CM

      • CMoreno1972,

        cada um com o seu ponto de vista, no contexto eu conjecturei "iria dizer"… para os Hermanos adquiriem alguns K-8 em minha singela opinião. Os quais já foram construídos mais de 500 aviões, K-8. E também, não seria para ser no lugar do T-6C ou de qualquer outro treinador, mas para agregar mais um. Contudo, eu não estou fazendo apologia por aviões chineses, americanos ou de qualquer gênero. Apenas alguma opção hipotética no campo das ideias, as quais eu acredito.

        • O K-8 é um treinador para ser usado no lugar de um T-27.
          No Paquistão o cadete voa primário e básico no Mushshak, da classe de um T-25 e depois metade vai para o avançado no T-37 e outra metade dos cadetes no K-8.
          OBS: Quando receberam os K-8 a Força Aérea do Paquistão quis dar golpe e aposentar os T-37, coisa de criança que ganha presente novo e não quer brincar no velho. Mas o orgão equivalente ao Min. Público alertou o Gov. que os T-37 tinham acabado de sofrer modernização para voar mais 12 anos e se fossem aposentados os responsáveis seriam processados. Voltaram atrás e mantiveram os T-37 até acabar a vida útil.

        • IvanMC,

          Eu entendi teu ponto de vista e espero sinceramente que a FAA saia logo da crise que se encontra, já que tanto Argentina como Brasil saem perdendo pois estamos falando de um aliado.
          Realmente desejo que tenhamos no continente alguém que encomende o FC1. Assim poderíamos ver mais de perto até que ponto os espertos estão corretos em dizer que trata-se de um Mig-21 repaginado.

          CM

          • É isso aí, nobre CMoreno1972, corroboro em gênero, número e grau. Assino em baixo.

            Sds. 😉

  6. Perfeito ZeAbelardo!

    Eu realmente faço torcida para que a FAA recupere-se a ponto de voltar a fazer alguma diferença. Mas que isso não seja as custas do dinheiro do contribuinte brasileiro que já terá que arcar com as contas de muita farra realizada por PT e companhia.

    CM

  7. Se eu não me engano o ST também tem que ter aval dos EUA para venda não?

    • toda tecnologia americana que seja utilizada para fins militares deve ter aval do congresso americano, e o ST utiliza tecnologia americana, ou seja, sim precisa do aval deles por isso o Brasil não conseguiu realizar vendas para Venezuela e recentemente para Emirados Árabes (esse último iria repassar os aviões para o Iraque, mas os americanos temiam que quem os pilotassem fossem iranianos)

  8. Concluo o seguinte: espero que a FAA não seja a FAB de amanhã… e que a Argentina de hoje não seja o Brasil de amanhã.

    Porém… lamentavelmente parece que um está trilhando o caminho do outro…

  9. A EMBRAER deve tá pulando de alegria nas "intocas"… Podem substituir as aeronaves, mas que troquem por novos EMB ! kkkkk

  10. Crianças aprendam! Nenhuma venda de SuperTucanos será feita se não forem fornecidos pela Sierra Nevada! A Embraer discretamente já encerrou a linha de fabricação do ST por aqui. E se depender da diretoria vai logo, logo, iniciar o KC-390 pela Sierra Nevada. Aguarda-se para breve um tremendo aporte de capital de investidores na Sierra Nevada para encampar de vez essa linha de defesa da Embraer. Breve no Brasil só restará um reduzido aparato de funcionários para cumprir o contrato do Saab Gripen NG (Especula-se que a Saab estaria disposta a adquirir parte das instalações da Embraer para isto e fabricar diretamente aqui o Gripen como acordado!) e outras coisas mais. A Sierra também está se preparando para fabricar toda a linha civil de Jatos da Embraer, daí o tremendo aporte de capital esperado! Enfim estamos perdendo a Embraer!

    • Boa sorte a empresa. Que encontre um ambiente de negócios melhor que o brasileiro.

    • Cara de onde você tira tanta besteira… a linha do Super Tucano aqui no Brasil está aberta e produzindo. Mês passado foram entregues 2 aeronaves, áté o final do ano vão mais duas e outras no ano que vem.

      Quanto ao KC390, sem comentários. Você não sabe de nada então não vem falar bobagem aqui…

      Aliás, de tudo o que você escreveu… simplesmente tudo….ou é mentira mal intencionada ou é pura especulação de quem não entende nada… ou as duas coisas juntas.

      Vê se dá próxima vez fala alguma verdade tá bom… mentir é feio menino!!!

  11. No Cavok foi noticiado em setembro que eram 24 solicitados pela Argentina e liberados pelos EUA e agora são 12 e deu tudo errado?

    • A liberação de venda do congresso não implica que todos serão vendidos, é um número máximo.

  12. Os Tucanos não poderiam ser utilizados pelos hermanos como treinador e como ave de caça ?
    Qual o preço por unidade do Super Tucano e do T-6C Texan II ? se são equivalentes os hermanos ainda tem a Embraer Americana. EmUSAer.

    • O Tucano pode ser usado como instrutor e ataque leve, para isto existe o T-27 e AT-27.
      O T-6C II é equivalente ao AT-27 e o Super Tucano é equivalente ao AT-6.

  13. bom, quanto a notícia, não ficou claro o motivo da desistência…quase fico com dó dos Hermanos, mas fico no quase mesmo…kkkkk

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