A pressão sobre a comunidade de reabastecimento aéreo está criando estresse sobre as tripulações, disse o chefe do Comando de Transporte da Força Aérea dos EUA.

O General Stephen Lyons disse à congressistas que seu comando não ficará no ar tempo suficiente se o plano da USAF de aposentar o KC-10 e o KC-135 em 2021 for implementado antes que o KC-46 seja declarado operacional.

“Tanto na Reserva quanto na Guarda, o ritmo elevado de nossos aviadores que estão realizando essas missões estão muito, muito perto de uma sobrecarga.”

Depois que a Força Aérea dos EUA divulgou sua solicitação de orçamento fiscal para 2021, detalhando a retirada dos aviões-tanque mais antigos, o TRANSCOM (Transportation Command) em sua própria lista de prioridades pediu ao Congresso cerca de US$ 110 milhões para manter os 23 aviões boeing KC-135 e McDonnell Douglas KC-10 que a USAF listou para serem aposentados.

Lyons disse que o plano da Força Aérea cria uma “queda na capacidade operacional nas operações do dia a dia“, porque o KC-46 não está pronto para operações em tempo de guerra e esses cortes “devem” ser revertidos.

Sem alterações nos cortes planejados pela Força Aérea, essa lacuna em “tarefas de reabastecimento aéreo e tripulações aéreas” durará de cinco a sete anos, disse ele.

Essa combinação de fatores eleva o risco não apenas das missões de guerra, mas também nas operações globais do dia-a-dia em vários comandos de combate“, disse Lyons. “A capacidade reduzida limita as opções e restringe o espaço de decisão dos líderes em momentos de crise.


FONTE: Air Space MagazineIMAGENS: U.S. Transportation Command


NOTA DO EDITOR: “A capacidade reduzida limita as opções e restringe o espaço de decisão dos líderes em momentos de crise. – que o dia os argentinos em 1982!


NOTA DO EDITOR: Que inveja ver parlamentares e militares debatendo sobre políticas e equipamentos de defesa.

Anúncios