A USAF quer modernizar sistemas de armas do bombardeiros B-1B e B-52H.

A Boeing recebeu um contrato de US$ 14,3 bilhões para modificação, modernização, engenharia, manutenção e teste de sistemas de armas dos bombardeiros estratégicos B-1B Lancer e B-52H Stratofortress da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF).

O contrato foi concedido pelo Centro de Gerenciamento do Ciclo de Vida da Força Aérea dos EUA (AFLCMC), localizado na Base da Força Aérea Wright-Patterson, em Dayton, Ohio. Este contrato de Aquisição e Sustentação Flexível B-1/B-52 prevê os esforços futuros de modernização e sustentação para aumentar a letalidade, aumentar a capacidade de sobrevivência, melhorar a capacidade de suporte e aumentar a capacidade de resposta.

O contrato de trabalho será realizado em Oklahoma City, Oklahoma, e deverá estar concluído em 11 de abril de 2029.

O B-1B Lancer e o B-52 Stratofortress são dois dos três bombardeiros estratégicos da frota da Força Aérea dos EUA, sendo o outro o bombardeiro stealth B-2 Spirit. Todos esses bombardeiros são operados pelo Comando de Ataque Global da Força Aérea (AFGSC).

Um B-1B Lancer chega para pouso na Base Aérea de Andersen, em Guam.

O Rockwell B-1B Lancer é um bombardeiro pesado supersônico com asa de geometria variável comumente chamada de “Bone” (de “B-One”). Foi desenvolvido pela Rockwell International (agora parte da Boeing).

A Força Aérea dos EUA tinha mais de 60 B-1B em serviço. O B-1B deverá continuar a servir na década de 2030, com o Northrop Grumman B-21 Raider começando a substituir o B-1B após 2025. Os B-1s atualmente em estoque serão aposentados em 2036.

O bombardeiro B-52H em primeiro plano.

O Boeing B-52H Stratofortress é um bombardeiro estratégico de longo alcance, subsônico, projetado e construído pela Boeing. Ele tem sido operado pela USAF desde a década de 1950.

O bombardeiro é capaz de transportar até 70.000 libras (32.000 kg) de armas e tem um alcance de combate típico de mais de 8.800 milhas (14.080 km) sem reabastecimento aéreo.

O B-52 completou sessenta anos de serviço contínuo com a sua operadora original em 2015. Depois de ser atualizado entre 2013 e 2015, espera-se que continue voando na década de 2050.

4 COMENTÁRIOS

      • Se tivesse 10 países com tal arma "defasada" ainda seria motivo para manter, imagina então só 1.

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