A Boeing apresentou hoje sua proposta de helicóptero na competição da futura aeronave de reconhecimento e ataque do Exército dos EUA.

A gigante aeroespacial norte americana está oferecendo ao Exército dos EUA um sistema ágil, totalmente integrado e desenvolvido especificamente para a competição de protótipo do FARA (Future Attack Reconnaissance Aircraft).

O Boeing FARA foi projetado para atender às necessidades atuais da missão do Exército dos EUA, evoluindo à medida que as tecnologias e as missões mudam. O helicóptero de rotor único composto possui um sistema de rotor de seis lâminas, um único motor, assentos em tandem e um cockpit modular de última geração, com uma tela de área grande reconfigurável e recursos autônomos.

“Estamos oferecendo mais do que um helicóptero – estamos oferecendo um sistema acessível e totalmente integrado ao Exército dos EUA, à missão e ao futuro. Combinamos inovação, engenhosidade e experiência comprovada em aeronaves a jato com extensos testes e análises avançadas para oferecer uma solução muito atraente”, disse Mark Cherry, vice-presidente e gerente geral da Phantom Works da Boeing.

O projeto fly-by-wire aproveita mais de 65 anos de experiência em aeronaves rotativas, tecnologia avançada de fabricação aditiva e comprovada e comunalidade de produtos, reduzindo riscos e custos. O sistema fornecerá capacidade perfeita dentro do ecossistema do Exército dos EUA para incluir disparos de precisão de longo alcance e armas lançadas pelo ar.

“Ouvimos o Exército dos EUA, avaliamos todas as alternativas e otimizamos nosso design para fornecer a aeronave certa para atender aos requisitos”, disse Shane Openshaw, gerente de programa da Boeing FARA. “Estamos oferecendo uma aeronave muito confiável, sustentável e flexível, com foco na segurança e na luta futura”.

O FARA preencherá uma lacuna crítica na aviação do Exército dos EUA para uma capacidade de ataque avançado leve e reconhecimento, anteriormente realizada pelo agora aposentado Bell OH-58D Kiowa Warrior.

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2 COMENTÁRIOS

  1. forte concorrente ao lado do Sikorsky. O US Army quer uma aeronave inovadora para os proximos 40 a 50 anos, entao a proposta da Bell, apesar de ser um belo helicoptero nao deve ser escolhida para a proxima fase onde 2 dos 5 projetos serao escolhidos para construcao de prototipos. Uma vaga ja deve estar reservada para a Sikorsky que ate ja esta construindo o prototipo por conta propria e a outra sera bem disputada.

  2. Eu achei o projeto bem legal e OUSADO esta configuração de 3 rotores (sustentação, propulsão e de cauda), mas achei particularmente bem estranho a configuração do rotor de cauda lateral muito fora do centro numa espécie de mastro alto e com uma carenagem redonda que me dá uma suspeita que ali esteja uma inesperadamente potente turbina para um rotor de cauda convencional.

    Não sei se foi impressão mas ACHEI que o tal conjunto mastro e o compartimento redondo PODERIA indicar que além do rotor de cauda ter esta turbina independente o conjunto poderia ter ter dois ângulos de grau de inclinação (um do mastro e outro do próprio rotor) por isso ter uma posição tão alta e tão distante do rotor propulsivo de cauda…

    As imagens não estão detalhadas pois em algumas imagens o mastro está a direita da fuselagem em gota (2ª e 4ª) e em outras está do lado esquerdo (1ª e 3ª), no vídeo aparece, sem muita clareza, que está à direita…

    Independente desta dúvida, sob a perspectiva da inovação tecnológica, seria interessante se tanto o mastro como o rotor tivessem a capacidade de girar 60º (ou mais) tanto no mastro como no compartimento da turbina do rotor e o conjunto do sistema fosse controlado por com****dor para auxiliar manobras bruscas e laterais de desvio uma vez que se trata de uma unidade de Reconhecimento e ATAQUE do exército onde se presume um enfrentamento direto e agressivo contra as defesas anti-aéreas do inimigo.

    Um rotor de cauda com uma potente turbina independente (e uma estrutura ampliada de alto grau de mobilidade ao seu vetor de empuxo) interligado a um sistema de pilotagem com****dorizado e integrado aos sensores de defesa da aeronave pode representar uma efetiva e inovadora característica de sobrevivência e manobrabilidade no geral para este helicóptero.

    Representaria se assim for implementado um impacto similar para as asas rotativas do que foi o empuxo vetorizado para as aeronaves de asa fixa na aviação de caça…

    Um sistema de rabo doido de cauda… he he…

    Se não é exatamente tudo isso DEVERIA SER…