Caças Su-30SM Flanker da Marinha russa são interceptados por caças F-15C do esquadrão ‘Grim Reapers’ da USAF.

A Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) divulgou detalhes da recente implantação de Policiamento Aéreo da OTAN no Báltico (BAP) realizado pelos jatos F-15C/D Eagles do 493º Esquadrão de Caça Expedicionário (EFS) ‘Grim Reapers’, da Base da RAF de Lakenheath, no Reino Unido. No vídeo a seguir, é possível ver imagens de duas interceptações feitas pelos F-15 da USAF, de dois caças Su-30SM da Marinha Russa, em novembro e dezembro de 2017.


No vídeo divulgado pela 48ª Ala de Caça, é possível ver etapas de um treinamento dos pilotos do esquadrão ‘Grim Reapers’ em 2014, além da interceptação dos dois Su-30SM no dia 23 de novembro e 13 de dezembro de 2017 sobre o espaço aéreo internacional (a partir de 1:39 do vídeo), e no fim detalhes sobre a operação de interceptação em uma entrevista com o comandante do destacamento na Lituânia, Tenente Coronel Clint Guenther.

Um piloto do 493º Esquadrão de Caça Expedicionário na Base Aérea de Siauliai, Lituânia, no dia 31 de agosto de 2017. (Foto: TSgt Matthew Plew / U.S. Air Force)

De acordo com um comunicado de imprensa da USAF “as intercepções foram iniciadas porque as aeronaves russas não transmitiram os códigos apropriados exigidos pelo controle de tráfego aéreo e não tinham nenhum plano de voo informado anteriormente.”

A USAF completará no próximo dia 8 de janeiro sua quinta rotação como país líder no policiamento no Báltico, quando a tarefa realizada a partir da Base Aérea de Šiauliai, na Lituânia, passará para a Real Força Aérea dinamarquesa.

Um caça F-15C do 493º Esquadrão de Caça Expedicionário em alerta na base aérea de Siauliai, na Lituânia, em 4 de setembro de 2017. (Foto: TSgt Matthew Plew / U.S. Air Force)

O 493ª EFS fez parceria com os F-16AM da Força Aérea Belga na última implantação de quatro meses, durante a qual os jatos da OTAN foram acionados quase 60 vezes, de acordo com um comunicado de imprensa. Somente o 493º EFS realizou aproximadamente 30 interceptações ao longo da implantação. Os quatro caças F-15C/Ds dedicados à missão de policiamento aéreo completaram um total aproximado de 3.000 horas de alerta, mais de 170 surtidas e 300 horas de voo dedicadas a tarefa, bem como missões de treinamento associadas.

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13 COMENTÁRIOS

  1. Seguindo a lógica russa, os F-15 ganharam o dogfight contra os su-30 (e com provas).

      • Não.
        Alguns dias atrás um suposto oficial da Força Aérea Russa disse que em uma interceptação os Su-35 tinham chegado pelas 6 horas de um par de F-22 da USAF, ganhando assim o “dogfight”, mas foto, vídeo que é bom nada.

        Então, seguindo esta lógica, ao interceptar um avião inimigo você está automaticamente ganhando um dogfight.

  2. PutinKGb faz como no tempo da URSS. Testar a reação da OTAN. jogo de gato e rato de novo.

  3. Interceptação comum, sem plano de voo e sem transponder, só se sabe que são aviões russos quando chegam perto. Os Russos por um lado tem informações de reação e alcance das defesas da OTAN naquela região.

  4. Maldito profissionalismo;

    Interceptação sem peripécias russas não tem graça…

  5. Nada mais que uma operação rotineira. Os russos mantém voos constantes perto da fronteira de outros países. Na minha opinião também não existe vantagem nenhuma em “testar” o tempo de reação das aeronaves da OTAN sendo que os procedimentos seguidos em casos de guerra são diferentes de interceptações feitas em tempo de paz.

  6. Aviso: depois de muito tempo, um allahu akbar! Aqui não é lugar para troll! Para isso existe o plano barril e o sputnik!

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