Um caça F-22 baseado no Havaí parte para mais um voo de treinamento, antes do esquadrão obter a Capacidade Operacional Inicial. (Foto: Tech Sgt. Andrew Jackson, 154th Wing Public Affairs / U.S. Air Force)

O 199° Esquadrão de Caça da Guarda Aérea Nacional do Havaí e o 19° Esquadrão de Caça do serviço ativo da Força Aérea dos EUA (pertencentes a 154ª Ala e 15ª Ala, respectivamente) atingiram o status de Capacidade Inicial Operacional (COI) com os caças F-22 Raptor. Veja a seguir um vídeo sobre a manobra realizada na Base Aérea Conjunta Hickan-Pearl Harbor, Havaí.

O anúncio do COI vem após a realização de um exercício de três dias de duração que demonstra claramente a capacidade das unidades em voar e manter a aeronave de caça mais avançada do mundo para qualquer tipo de operação de contingência.

O Major Shane Nagatani, piloto de F-22 do 199° Esquadrão de Caça da Guarda Aérea Nacional do Havaí, se prepara a bordo do caça Raptor. (Foto: Tech Sgt. Andrew Jackson, 154th Wing Public Affairs / U.S. Air Force)

“Este é um grande marco para as nossas combinadas Alas 154 e 15. O status de COI significa que somos capazes de implantar uma parte de nossos caças F-22 Raptors, a qualquer hora, em qualquer lugar, em apoio às operações nos teatros. Nossos F-22 Raptors destacam o compromisso dos EUA com a região do Pacífico e adiciona a capacidade de domínio aéreo adicional para o Comando dos EUA no Pacífico”, disse o brigadeiro general Braden Sakai, comandante da 154ª Ala de Caça. “Ter esta capacidade no Havaí oferece aos Comando dos EUA no Pacífico a capacidade de responder rapidamente a qualquer contingência, em qualquer lugar do teatro, num tempo mínimo”.

Atingindo a capacidade operacional inicial, os esquadrões baseados no Havaí poderão destacar seus caças F-22 Raptor para qualquer teatro de operações no Pacífico. (Foto: Tech Sgt. Andrew Jackson, 154th Wing Public Affairs / U.S. Air Force)

O F-22A Raptor é capaz de realizar missões ar-ar, assim como o ataques de precisão ar-solo, e é um caça primário de superioridade aérea da Força Aérea dos EUA, oferecendo capacidades incomparáveis para supremacia aérea e defesa aérea dos EUA.

No Havaí operam com 20 caças F-22 Raptors divididos em dois esquadrões. (Foto: Tech Sgt. Andrew Jackson, 154th Wing Public Affairs / U.S. Air Force)

A Base Conjunta de Hickam-Pearl Harbor, é o lar de 20 caças F-22 Raptors. A Guarda Aérea Nacional do Havaí e a Força Aérea dos EUA dividem a responsabilidade para manter em voo e prestar o apoio de manutenção dos furtivos F-22.

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Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

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13 COMENTÁRIOS

  1. Pois é o "completão" Raptor introduzido 15 de dezembro de 2005, quase sete anos depois de sua introdução oficial na USAF finalmente atinge sua Capacidade Operacional INICIAL…

    Very Goooood….

    • giltiger,

      O Rafale "nasceu" em 1986 e somente agora amadurece o AESA RBE2… A plena operacionalidade plena do Rafale F3 com o AESA ainda é coisa pra 2014/2015…

      O Tejas indiano começou a ser pensado nos anos 80 e somente agora fala-se alguma coisa sobre produção ( e sabidamente é uma aeronave menos complexa que o Raptor )… Ou seja, sua plena operacionalidade ocorreria, talvez, em 2016…

      Enfim…

    • Giba:

      Você realmente não desiste e desinformar! O F-22 atingiu o IOC na referida unidade meu caro, que foi convertida há pouco tempo.

  2. E o Raptor vai se tornando uma realidade! Se ele é complicado e levou todo esse tempo, imaginem o YF-23, a dor de cabeça que teria sido! Por esse ponto de vista se entende porque a USAF optou pelo "mais convencional" dos dois…

    Vida Longa e Próspera ao sucessor da Águia!

    • Caro Giordani,

      De repente, se a USAF tivesse escolhido o F-23 Black Widow II, a escolha teria sido a mais acertada. 🙂

      Era menos manobrável, mas mais furtivo e rápido. Hoje com esses misseis de 5ªgeração, e radares AESA, sua furtividade superior teria mais valor. Fora que era mais "Sinistro"… 🙂

      []'s

  3. hum… quer dizer que eles ainda não foram "usados" em missões reais pq não podiam?! não é pq muitos "experts" aqui diziam que não era necessário? vixe… a cada dia que passa a casa cai e vai levando um monte de bobagens com ela! rsrssrs

    • Francisco AMX,

      A falta de pressa ( gerada pela ausência de necessidade ) associada aos problemas que naturalmente ocorrem em máquinas dessa complexidade levaram ao atraso… E depois, nenhuma aeronave de caça é declarada operacional antes que seus próprios requisitos básicos sejam cumpridos. No caso do Raptor, chegou-se a isso recentemente…

      • perfeito! não discordo disso! na verdade se o país for inteligente e perceber suas reais ameaças, se existem ou existirão, pode-se projetar calculando melhor as etapas… enfim…
        mas eu estou a na "inquisição" dos que afirmavam categoricamene que o F-22 não fora usado em operação pela falta de necessidade tão somente… se tivesse necessidade, fato hoje, não poeria também… só em caso de "fim do mundo"! rsrssrrs

  4. Só pra lembrar, eles estão falando desse determinado Esquadrão.

    "O 199° Esquadrão de Caça da Guarda Aérea Nacional do Havaí e o 19° Esquadrão de Caça do serviço ativo da Força Aérea dos EUA (pertencentes a 154ª Ala e 15ª Ala, respectivamente) atingiram o status de Capacidade Inicial Operacional (COI) com os caças F-22 Raptor."

    Os Raptors entraram em serviço inicial em 2005 em outros esquadrões.

    "Entering service

    On 15 December 2005 the USAF announced that the Raptor had reached its Initial Operational Capability (IOC)" …

    Wikipedia.

    • de fato! concordo e retiro a "inquisição" feita nos posts anteriores, me parece também, que é apenas um "fardo" de esquadrão a ser devidamente almoxarifado! 🙂

  5. Belas fotos dos F-22 havaianos. Não importa o ângulo, sempre impressiona. 🙂

    []'s

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