A aeronave vista em Chengdu no dia 20 de outubro levanta suspeitas que pode ser um terceiro protótipo do caça de quinta geração chinês J-20. (Foto: lt.cjdby.net) Clique para ampliar a foto.

Surgiram nesse sábado as primeiras imagens de um possível terceiro protótipo do caça chinês de quinta geração J-20 “Mighty Dragon”. A aeronave, possivelmente com o código “2003”, foi fotografada e filmada no aeródromo em Chengdu, realizando procedimentos de testes de sistemas no solo, e ainda não realizou nenhum voo. Veja a seguir um vídeo da possível nova aeronave a partir da marcação 1:11.

O primeiro protótipo, com a marcação “2001” voou pela primeira vez em janeiro de 2011, a segunda aeronave de testes, com a marcação “2002” decolou pela primeira vez em maio desse ano. Alguns comentários em fóruns de defesa falam que a aeronave da foto acima seria o segundo protótipo (2002) com várias modificações, incluindo com a inclusão de um radar AESA, já que o radome foi amplamente modificado.

O caça visto recentemente estava com diversos paineis de acesso abertos, prossivelmente para verificação dos novos sistemas instalados e que poderão ser instalados na aeronave.

A primeira aeronave continua realizando os testes de voo em Chengdu, contabilizando cerca de 60 voos até o momento, e a aeronave “2002” já faz algum tempo que não tem mais voado, indicando que o jato que surgiu com diversos painéis abertos poderia ser o segundo protótipo que recebeu as modificações e diversos novos sistemas. Além disso, a China também estaria desenvolvendo um segundo modelo de caça de quinta geração, o J-31 “Falcon Eagle”, visto e fotografado em setembro junto a fábrica da Shenyang.

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48 COMENTÁRIOS

  1. Como que ataca um país com capacidade dissuasória igual à China?

    Acho que não tem como…

    O plano de país de Deng Xiaoping já alcançou sucesso no plano econômico e começa a melhorar no campo militar, agora é ver se como prometido eles consigam entregar um padrão de vida Europeu até 2050 para o seu povo.

  2. Que burro esses chineses! Fazendo engenharia reversa e desenvolvendo aviões! Gastando anos e bilhões de dólares! Era só fazer uma parceria estratégica com alguma nação europeia e um tal de "ToT"…viria tudo tão fácil…tão simples…que burro esses chineses, dá zero pra eles!!!!

    • Olá amigo Giordani,

      Um dos equívocos existentes sobre os chineses e a noção de que eles preferem e adotam a "Engenharia Reversa". Na verdade os chineses só aplicam a prática de engenharia reversa naquilo que eles não conseguem desenvolver, ou comprar a licença de produção. A industria bélica dos sinos, cresceu rapidamente, justamente pelas compras de licença de produção de variadas fontes: russas, israelenses, francesas e italianas…

      É isso. Nós, agora, estamos aprendendo…

      • Também vejo assim. Na minha opinião os chineses foram os maiores compradores de tecnologia militar dos últimos 50 anos, seguidos pelos indianos. Compraram diversas licenças e tecnologias dos russos (aviões em geral, caças e transportes, submarinos, tanques, etc), dos franceses (principalmente helicópteros), Israelenses (o Lavi, eletrônica avançada, etc), dos italianos (Aspide/Sparrow, por exemplo). Mais recentemente tem comprado muita tecnologia dos ucranianos. O próprio J-15 só foi viabilizado com a compra de um dos protótipos além de diversas informações sobre o projeto que estava nas mão dos ucranianos. O programa chinês de motores e turbinas de alto desempenho para aplicações militares em aviões e navios é principalmente baseado em tecnologias compradas dos ucranianos. É claro que os chineses não ficaram esperando que suas diversas compras de tecnologias fizessem por si só todo o "milagre", investiram paralelamente em pesquisa e desenvolvimento, mas a política de aquisição de tecnologia foi de fundamental importância para atingirem o estágio em que estão. Toda a experiência com as licenças, tecnologias adquiridas, pesquisas, desenvolvimento de projetos com auxílio de empresas e profissionais estrangeiros tem levado a China a uma condição cada vez mais autônoma, possibilitando a eles depender cada vez menos desses expedientes e desenvolverem suas tecnologias por conta própria.

      • Uma coisa que esqueci de escrever acima. Pra mim EUA e URSS foram alvos do maior programa de transferência de tecnologia que já houve. O espólio dos nazistas, que permitiu saltos tecnológicos gigantescos aos dois países. É claro que ambos estavam com o dever de casa em dia, não estavam em estágio tecnológico neolítico. Mas as tecnologias e conhecimentos nazistas foram preponderantes na dianteira que esses dois tomaram no pós-guerra.

        • caio,

          Isso é discutível…

          É bem verdade que os americanos estavam relativamente atrasados em relação aos alemães, mas com o decorrer da guerra, avançaram significativamente na área de motores aeronáuticos e, notadamente, na área eletrônica.

          Quanto a Russia, pode-se dizer que houve certa influência alemã. Contudo, os russos avançaram quase que sozinhos em muitas áreas, notamente no campo de foguetes/mísseis. E isso deve-se ao fato de que os russos tiveram acesso a uma quantidade muito menor de recursos alemães que os aliados. É para tanto, que hoje os equipamentos russos, embora possam ter desempenhos similares aos ocidentais e apliquem praticamente os mesmos princípios, podem ter muita disparidade em desenho, prova dos caminhos diferentes seguidos com o passar dos anos.

          No mais, não se pode dizer que houve uma "transferência", visto que tudo o que restou foi simplesmente tomado, incluindo os ciêntistas…

          • Certamente não foi voluntária, mas isso não muda o fato de ter sido uma gigantesca transferência de tecnologia. E como disse antes, russos e americanos fizeram o dever de casa, não estavam no neolítico, mas certamente estavam, mesmo no fim da guerra, bem atrás dos alemães. Tinha muita coisas nas mentes dos cientistas, nas pranchetas, e em protótipos, que não chegaram à serialização e a participar da guerra, já que a Alemanha vinha sendo estrangulada.

            • Se houve transferência ou essa foi tomada, é puramente uma questão semântica. O fato é de que a tecnologia do III Reich impulsiona o mundo contemporâneo…

              • Concordo Giordani. E uma coisa que esqueci de escrever. Muito da tarefa de casa feita por americanos e russos foi feita por cintistas alemães que escaparam do III Reich antes e durante a guerra. Mesmo antes e durante a guerra já estava ocorrendo "transferência/tomada de tecnologia".

        • Pra mim o Brasil perdeu uma grande oportunidade nesse aspecto no início dos anos 90, com o fim da guerra fria, em que milhares de cientistas do extinto bloco soviético estavam sem trabalho e sem perspectiva. Mas na época estávamos no início do neoliberalismo por aqui, com o governo Collor vendendo o que podia e não podia, demitindo centenas de milhares de servidores. Era demais esperar por uma atitude visionária na época.

      • Considero ToT como um dos elementos importantes para avanços tecnológicos na área militar e esse mecanismo tem sido amplamente usado pelos países que tem conseguido os maiores avanços, China e Índia. Isso sem contar os aliados mais próximos dos EUA que costumam receber tecnologias também, como Japão e Coréia do Sul. Mas o temor, que eu considero legítimo, especialmente no caso do Brasil, é querer colocar a tal da "ToT" como salvadora da pátria. ToT tem que ser acompanhada de outros elementos importantes como investimento em pesquisa e desenvolvimento, ensino e qualificação nessas áreas, além de desenvolvimento de projetos que apliquem e ampliem os conhecimento, com sério e constante comprometimento financeiro governamental. ToT por si só, sem essas outras coisas, é jogar dinheiro fora.

      • Ocorre que, meu caro ucraniano, a engenharia reversa e a espionagem foram utilizadas justamente nos programas mais críticos ou seja, ainda é discutível a capacidades dos chinas em desenvolver tecnologia de ponta. Vide a cópia carbono do Su-33 e o seu casco russo guaribado dos anos 80. Quanto à nossa política de defesa e de indústria bélica, é apenas uma piada de muito mal gosto que reflete com clareza e precisão o bananão que somos, bem distante dos delírios de "Brasil-PuTênfia" cantado em prosa e verso pelo DIP estatal, blogs aparelhados e revistas semanais capengas dirigidas por jornalistas decrépitos.

        • HMS, a questão que mesmo para fazer engenharia reversa ou copiar algo no campo da tecnologia de ponta tem que ter-se competência, como diz um engenheiro amigo meu, demolir é facil, quero ver molir de novo.

        • "revistas semanais capengas dirigidas por jornalistas decrépitos."

          Tá falando da Veja? 🙂

          • Veja não faz denúncia falsa de Ministro do STF meu caro. Pelo contrário como bem viram os réus da AP 470. Estou a falar da Carta Estatal mesmo, aquela que sem o patrocínio estatal fecha.

            • Caro Tireless, a Carta Capetal foi criada pelo "pai" da Quatro Rodas. O velhinho pulou para o ramo errado da imprensa há tempos…

              • Verdade amigo Armand Assante! Há tempos que o velhinho anda sobre Quatro Patas…..

  3. Será que os chinas a cada mexida séria no protótipo renumeram ele???? acho dificil já terem três assim, semiprontos…

    • Essa negação do óbvio é uma coisa muito feia, kwhvelasco.

      E por que seria tão dificil assim? os caras já fabricam subnucs, ICBMs, enviam missões tripuladas ao espaço. Dificil é a Europa sair dessa pindaíba que estão. A China só tende a crescer ainda mais, em todos os sentidos.

      • Estaline, não estou negando. Estou afirmando que pode sim, ser apenas um método de denominação de protótipos. Não sou dos que choramingam contra chineses ou russos. Apenas estou trazendo uma hipótese. Ou nas regras de nosso blog há algum artigo que me impeça de duvidar de algo? aliás, Relojoeiro – Valduga me desculpe pela má educação – sua opinião sobre beleza de pensamento honestamente pouco me interessa. Abraço.

  4. A capacidade de carga e autonomia desse caça bombardeiro deve ser respeitável!

    • Pra mim ,o J-20 esta mais pra um bombardeiro tático do que pra um caça-bombardeiro.

    • Com a exposição do novo F-60 já ficou meio lógico que o J-20 será será mesmo um caça bombardeiro stealth de grande capacidade de carga. A doutrina das tres maiores potencias militares do Globo poderá ficar assim, segundo minha opinião de curioso:

      -Russia: com o PAK-FA multirole de bom alcance e boa capacidade de carga.

      -EUA com o F-22 otimizado para superioridade aérea e o F-35 como multirole (na verdade é o low do F-22 q tbm é multirole).

      -China com o F-60 otimizado para superioridade aérea e o J-20 como caça bombardeiro stealth.

      -Europa caindo aos pedaços e dependendo dos EUA pra quase tudo.

      Se for isso mesmo a China estaria na contramão da doutrina formada nos ultimos 20 anos com a tendência ao Omnirole, que pra mim também é uma grande bobagem.

      • Dois reparos amigo relojoeiro:

        O F-35 não é o low do F-22. O F-22 não é multirole mas sim um caça de superioridade aérea clássico. Assim, o poderio aéreo dos EUA irá se basear na combinação de capacidades entre os dois vetores.

        Ainda creio que os russos vão desenvolver outro caça na linha do F-35 pois não creio que o PAK FA consiga ser acessível o suficiente para ser construído em grande escala.

        Por fim você disse, com outras palavras, o que digo há tempos: A expressão "Omnirole" é tão somente uma invenção de marketing.

        Sds!

        • "O F-22 não é multirole mas sim um caça de superioridade aérea clássico"

          Valeu HMS.

      • (na verdade é o low do F-22 q tbm é multirole)

        O F-22 não é multirole e nunca teve a intenção de ser! é um interceptador puro, basta observar o perfil operacional do caça.

        • Interceptador puro??? tu nem sabe o que fala JPC! depois desta vou ver TV… coloca mais esta na tua lição de casa! pesquisar o que é interceptado! depois o que seria "puro"…? tá vivendo na década de 70?!

          • Bom, adianta não é um caça multifuncional ou multipropósito como você afirmou. Foi desenhado para substituir os F-15 modelo C, não é pq leva bombas que se torna multi-uso!

            "tá vivendo na década de 70?!"

            agora deixou na reta, foi projetado para os tempos de guerra para enfrentar a força aérea da URSS, semelhante ao que acontecia nos anos 70. Meus livros dizem isso e a realidade confirma, basta observar o perfil operacional do caça!

            Não adianta se revoltar, você não é expert, não comprou livros e será corrido sempre que disser algo errado.

            Asssuma seu erro! Não adinat ficar seguindo meus posts,você estava enganado e eu tenho todo o direito de dizer isso quer você goste ou não!

          • Não adianta espernear, você falou bobagem e quanto mais cedo reconhecer o erro menos gente via reparar nele. Não adianta seguir meus posts por implicância, quanto mais fizer isso mais vou corrigir seus erros. Pense que no futuro você pode se enganar denovo como já fez outras vezes!

          • "tá vivendo na década de 70?!"

            Curiosamente os requisitos do F-22 surgiram na década de 70!rsrsr!!!

            Segundo meus livros, o caça foi projetado para substituir apeans o F-15C na função de superioridade aérea deixando as missões de ataque para outras plataformas como o F-15E, F-16 e um caça futuro que hoje é o F-35. E se você observar bem vai perceber que é exatamente isso que ocorre na realidade atual.

            Você pode questionar os livros, mas não os fatos!

            Embora possa realizar missões de ataque o Raptor não foi projetado como aeronave multirole e tem design expecífico para vôos a grandes altitudes e velocidades. Se voc~e não consegue perceber isso olhando para o Raptor, então olhe para o YF-23 (que foi construido sobre os mesmos requisitos) onde as caracteírticas do design são mais evidentes.

            Só relembrando os requsitos do F-22 foram criados ná década de 70 (como você falou), no auge da guerra fria para conter a ameaça de milhares decaças soviéticos equipados com radares potentes e para enfrentas os SAMs de longo alcance como os S-300. Ameaças que não existem mais e portanto justificando o cancelamento do caça.

            Se hoje a capacidade ar-terra do caça está sendo ampliada é para garantir sua utilidade nos cenários atuais, onde na prática, ele não é mais necessário

            Sinto muito, mas é cansativo ter que reptir isso todos os dias!

            • conta para nós, estudioso, como o F-22 foi projetado para ser um "interceptador"… ah, já foi ver o significado e a função de um interceptador? devia…
              Vou te mostrar que o que tu quer dizer é "superioridade aérea", conheça os termos e suas aplicações, "interceptador puro"…

              • "conheça os termos e suas aplicações, “interceptador puro”…"

                O cara que diz que o raptor é multirole corrindo os outros?

                Talvez tenha me expressado mal, mas o raptor está muito mais próximo de ser um interceptador puro do que um multirole ou multipropósito que você afirmou sem saber.

  5. Parabéns para os Chineses. 🙂

    Com o J-20 sendo desenvolvido (e pelo visto não é um mero demonstrador) e o J-21(ou 31 ou F-60), eles poderão compor uma aviação de caça comparável ao dos EUA.

    []'s

  6. Esse avião é gigante, alguem sabe qual a motorização definitiva.Não sabia que a china já tinha desenvolvido radar AESA.

    • A China já usa radares AESA em alguns navios ( como o destróier Type 052 ) e aparentemente em seus aviões AWACS. Provavelmente já devem ter desenvolvido uma versão para equipar seus caças. Detalhes são difíceis já que a China não costuma dar muitas informações sobre sua verdadeira capacidade militar. Mas uma coisa é certa. Não poderíamos ter um caça 5G sem um radar AESA.

      • Por enquanto só a carcaça é parecida com o atual 5g em operação, mas se eles ja tem esses radares em outras plataformas não há porque duvidar que este já não tenha um disponivel.

  7. Europa latina e os gregos caindo aos pedaços,diga-se de passagem,os escandinavos ,alemaes,austriacos e britanicos estao no fio da navalha por causa da torma de sempre,sempre se achando e gastando mais doque arrecadava,mas discutir esta peleja neste blog nao e´indicado,alem de haver moderadores e blog pode ser contaminado,so registrei para lembrar aos que ensistem em colocar todos os europeus no mesmo saco,para as naçoes citadas ,o melhor que poderia ocorrer seria os incopetentes sairem do barco,o resto e´falacia de miopes !

    • Queira Deus que a noticia do Su-35 seja real, sonho nosso … 120 SU-35 mais u 60 T-50 Golden Eagle, ou Yak 130 na versão de ataque leve… + uns PAK FA… to sonhando mesmo…+ vai que rola…

    • Não sei até que ponto isso é uma tremenda viagem do brasil247, mas… Su-35 + PAK-FA daqui a alguns anos?!

      I want to believe! 🙂

      • Eu acho que uma gigantesca "viagem na maionese" do brasil247, mas se fosse verdade não ficaria trite nao! 🙂

    • Mais tenho uma pergunta, se essa história for real, a Sukhoy conseguiria entregar esses SU-35 até 2014? porque se forem Pak-fa só depois de 2015, será que viriam 12/24 SU-27 modernizados com tampões? a Russia dispõem de Su-27 em boas condições para nos fornecer como tampões? mais tem aqueles SU-30MK ex-India? então olha ai, é uma ideia bem plausível…

      • Respondendo ao MIB e consequentemente a todos: resolvi não publicar essa notícia pois não consegui achar um fundo de verdade nas informações. Boatos sobre a volta dos caças Sukhoi no F-X2 se ouve há mais de dois anos. E quando a publicação escreve o nome do fabricante de forma errada, já fico com um não, mas os dois pés atrás.

        E pelo que eu li nos comentários aqui, muitos pensam da mesma forma que eu.

        Abraço,

        Fernando Valduga
        Editor Cavok Brasil

        • Caro Valduga, sua prudência é cabível, mas existe um aspecto que deve ler levado em conta: da Espanha, já peguei muita coisa séria escrita ao modo deles — como por exemplo, "Sujoy". É bizarro, mas jornalistas do mundo aeronáutico de lá escrevem assim, mesmo existindo a forma ocidental amplamente conhecida "Sukhoi". Para mim, é a única correta, pois o próprio fabricante usa no nosso alfabeto (e olha que ainda vemos aqui, no Brasil, escrito Sukhoy!). Portugal é um outro país acostumado a grafar nomes estrangeiros, mesmo notórios, do seu jeito: sempre via referências ao "príncipe Carlos" no noticiário internacional de lá. Nunca dava bola. Mas no dia em que vi referência ao seu (dele) irmão, "piloto das Falklands/Malvinas, príncipe André", me toquei se tratarem dos ingleses Charles e Andrew… Daí, para uma repórter da Agência Brasil ou outra somente traduzir do espanhol o Sujoy para Sukói, sem saber do que se trata, é que está o ponto. O problema ali seria checar de onde ela tirou as demais informações, mas aí demandaria um tempo que eu acredito que o editor do Cavok e a enorme maioria de nós não tenha… Entón, pela estranheza, vale mesmo a prudência e os dois pés atrás.

  8. Jason Bourne se "aposentou" sem trabalhar: estariam os americanos hoje tão alheios ao que fazem os russos assim? Interessante é essa brincadeira chinesa de "permitir" a divulgação de fotos (essas, meio de longe) em blogs e fóruns de lá, como se fosse um "furo jornalístico"…

  9. Jason Bourne se "aposentou" sem trabalhar: estariam os americanos, hoje, tão alheios ao que fazem os chineses? Interessante é essa brincadeira oriental de "permitir" a divulgação de fotos (essas, meio de longe) em blogs e fóruns de lá, como se fosse um "furo jornalístico"…

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