Caças Kfir da Força Aérea Colombiana retornarão para os EUA onde participarão do Red Flag 2018.

Mantendo o treinamento permanente das tripulações da Força Aérea da Colômbia que farão parte do exercício de combate Red Flag 2018, avançou o “Fighter Drag”, uma operação na qual seis aeronaves de superioridade aérea são acompanhadas por um reabastecedor KC767, realizando missões no espaço aéreo nacional, a fim de aumentar a experiência de suas equipes, em voos de mais de 3.000 quilômetros de distância.

Foi assim que os oficiais e suboficiais que representarão a Colômbia no exercício, que acontecerá em julho próximo nos Estados Unidos, reuniram-se no Comando de Combate Aéreo nº 1, da Base Aérea de Palanquero, para planejar e executar a missão que incluía aeronaves, equipamentos de logística aeronáutica e os serviços necessários para realizar um voo de loga distância que atravessava o país, passando pela região insular de San Andrés e Providencia, até as águas do Oceano Pacífico e aos departamentos da fronteira do sul.

Inicialmente, a equipe de solo consolidou as informações técnicas seguindo os manuais dos fabricantes, bem como a equipe de transporte precisou calcular o combustível, carga e passageiros da Força Aérea da Colômbia a caminho da América do Norte, uma operação que exige cálculos cuidadosos devido ao distância para cobrir e a operação necessária.

Assim, durante três dias, a Força Aérea da Colômbia realizou voos ininterruptos sobre a Colômbia que duraram entre 4 e 5 horas, cobrindo 1.800 milhas náuticas (3.333 km) por trechos, durante os quais foram estabelecidos planos de trabalho rígidos para alcançar o destino sem incidentes, simulando o deslocamento para o estado do Texas, nos Estados Unidos, onde será a primeira parada da missão Red Flag, um desafio em que Colômbia já ocupa um lugar proeminente no hemisfério, fazendo parte de uma elite de pilotos cujas habilidades, treinamento e disciplina são reconhecidas em todo o mundo.

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1 COMENTÁRIO

  1. Sorte da Força aérea deles que não teve uma dilma ou cristina governando o país para sabotar a economia. Mesmo com ajuda dos EUA o governo Santos não se descuidou com a segurança nacional como no Brasil e Argentina

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