Apache AH-64D da Arábia Saudita foi abatido no último dia 29. Imagem ilustrativa.

Os rebeldes houthis apoiados pelo IRGC (Iran’s Islamic Revolutionary Guard Corps) divulgaram um vídeo do abate de um helicóptero de ataque Apache AH-64D das Forças Terrestres da Arábia Saudita na região de Asir, no Iêmen na última sexta-feira, 29.

Os rebeldes afirmam que derrubaram o helicóptero por um míssil terra-ar, matando os dois pilotos. As milícias houthis divulgam um vídeo mostrando a queda de um helicóptero Apache na fronteira entre a Arábia Saudita e o Iêmen.

 


A coalizão, que administra uma ofensiva militar desde 2015 no país mais pobre do Oriente Médio, visa desalojar os houthis do poder e restaurar o governo reconhecido internacionalmente pelo presidente Abd-Rabbu Mansour Hadi, que foi forçado a sair pelos houthis.

Em setembro de 2019, refinarias sauditas foram atacadas causando elevação do preço do barril de petróleo em todo o mundo. Durante o contra-ataque saudita, quatro instalações usadas para fabricar embarcações não tripuladas e minas marítimas foram destruídas, informou a coalizão em comunicado divulgado pela agência oficial saudita “SPA”. Os contra-ataques ocorreram depois que mais de 20 drones e mísseis foram lançados contra duas instalações petrolíferas na Arábia Saudita, provocando suspensão do 50% da produção do maior fornecedor de petróleo do mundo.


 

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8 COMENTÁRIOS

  1. Não adianta colocar equipamentos bons nas mãos de operadores mal treinados e/ou mal selecionados. O resultado teria sido o mesmo se o alvo fosse um Mi-28N ou um Mi-35. Sauditas mais uma vez passando perrengue por colocarem príncipes entediados para pilotar helicópteros, caças ou comandar MBTs.

      • Galileu, meu caro, o que tenho lido e ouvido, já a muito tempo, é que alguns deles (obviamente não são todos) enxergam na pilotagem um "esporte radical". Para outros, trata-se uma tradição (ou mesmo obrigação) familiar cumprir tal serviço.

        O fato é: não há o mesmo "peneiramento" que temos aqui no Ocidente.

  2. Uma parte dos rebeldes era membros do exército do Iêmen e ainda recebem dinheiro, armas e treinamento do Irã, então não são um grupo de pé rapados, tá certo que uma parte dos rebeldes são beduínos, mas mesmo os beduínos tem alguma experiência militar devido a história de conflitos entre as tribos de beduínos .

    • Para o Irã é ótimo testar equipamentos nacionais e verem a efetividade no campo de batalha. Um aprendizado super importante para um país que tem Israel como inimigo máximo e usuário de equipamentos norte-americanos.