Os jatos JF-17M Thunder da Força Aérea de Myanmar, sendo vistos pelos chefes militares do país.

Foram reveladas nas mídias sociais as imagens e um vídeo com os primeiros jatos de combate JF-17 Thunder da Força Aérea Myanmar, durante uma celebração que marcou o 71º aniversário do serviço.

A aeronave de combate JF-17 desenvolvida entre as empresas do Complexo Aeronáutico do Paquistão (PAC) e da chinesa Chengdu foi vendida para Myanmar no final de 2016. No evento realizado no dia 15 de dezembro é possível ver quatro aeronaves JF-17 com o distinto esquema de camuflagem azul, das seis supostamente vendidas para o país asiático.

O acordo de venda das aeronaves para Myanmar nunca foi anunciado oficialmente pela China ou Paquistão.

No evento deste ano, foram apresentadas seis aeronaves militares: quatro JF-17M Thunders (registros 1701-1704), um Z-9 Dauphin e um avião de transporte ATR72-200 (registro 0009).

Myanmar já recebeu suas seis aeronaves JF-17, e todas são baseadas na Base Aérea de Pathein.

De acordo com o banco de dados da Flight Global, além dos seis JF-17, Myanmar colocou em operação nos últimos anos 10 Yakovlev Yak-130, um único Shaanxi Y-8, 20 treinadores Grob G120TPs, três jatos Soko G-4, 12 treinadores a jato Hongdu K-8 e 31 caças MiG-29s.

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16 COMENTÁRIOS

    • E posso imaginar todos os países da regão que já caíram na área de influência russo/ chinesa comprando mais.
      E lembre-se. Cada um vendido é menos um da L..M. e da Boeing.
      Se vc ainda não percebeu, essa é a intenção dos chineses.

      • Índia, Vietnã e outros países discordam do seu rosário de bobagens Xings….

        No mais Mynamar nunca foi objeto sequer de campanhas de vendas de caças da Boeing e da LM. No mundo real o fato é que os países que levam sua defesa a sério descartam produtos sino russos e se voltam para o ocidente e os EUA, basta ver que a Índia comprou helicópteros Apache, CH-47 Chinook e descartou o Mig-35 (alvo de tiro ao pato) da concorrência para um caça leve.

        Aceite Xings

      • "Cair" é a palavra correta: miséria, morte, crime…

        Esses países nunca foram clientes americanos. Nem tem dinheiro pra isso.

      • Cara qual a influência, russa?

        Não vê que as armas chinesas disputam os mesmos mercados que os russos? Não vê que na Ásia central os russos vão ser substituídos pelos chineses?

        Não está tirando vendas da Boeing e ou da lockheed, está tirando vendas do russos.

      • São os chineses tirando espaço dos russos, não é um mercado americano.
        https://en.wikipedia.org/wiki/Myanmar_Air_Force

        Rússia e China disputando os mesmos mercados do terceiro mundo. E, com maior influência econômica, a China deve ganhar cada vez mais espaço tirando vendas dos russos.

        O maior prejudicado com o aumento das exportações militares chinesas é a Rússia, não é os EUA..

        "Cada um vendido" não é menos um da Boeing ou da lockheed Martin, é menos um da Mikoyan Gurevich.

  1. Se tem um país vítima do imperialismo chinês é Myanmar. Os chineses incentivam grupos guerrilheiros comunistas que (adivinhem) traficam drogas. Farc, Sendero Luminoso, ELN…

  2. Apenas mais um país que está na já gigantesca e ainda crescente área de influência chinesa.

      • Como assim?
        Segundo CIA World Factbook:
        Crescimento econômico de Myanmar (Burma no site)
        6,8% (2017 est.)
        5,9% (2016 est.)
        7% (2015 est.)
        E é o que está acontecendo com toda aquela região sob a influência chinesa.
        'O futuro da economia mundial está naquela região.'
        Deixe os EUA vendendo para Eslováquia, Eslovênia e Bulgária.
        É mais negócio para eles.

        • Sua estatística é tão furada que já fazem décadas que Myanmar não se chama Burma, duvido que a CIA cometesse esse erro….

          No mais compare o IDH de Eslovênia, Bulgária e Eslováquia com o de Myanmar e restará bem claro que países aliados a China não prosperam, no máximo enriquecem alguns espertos.

          Aceite Xings

      • Ele não percebeu ainda que a Rússia é a primeira prejudicada com as exportações de armas chinesas.

  3. O segredo revelado! Entrega de 4 J-17 para força aérea do país e outras aeronaves com tecnologia chinesa e turbinas russas. Na FAB só em 2021 o Gripen começa a chegar.

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