O vídeo acima mostra um teste de “desenvolvimento de limite operacional” de um helicóptero Westland Lynx Mk90B, pousando no mar agitado no convés de um navio de patrulha Knud Rasmussen da Marinha Real da Dinamarca. Os limites são baseados na combinação de fatores ambientais e no movimento do navio. Helicópteros operando embarcados em navios é extremamente complexo, devido a dificuldade de pousar o helicóptero numa plataforma em movimento, mas também devido a inúmeras questões de engenharia.

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4 COMENTÁRIOS

  1. Caramba: muito sangue frio e perícia deste piloto. Aliás, a maioria dos pilotos de helis, incluindo os das policias militares, resgates, etc, que vemos nos noticiários de tvs, inclusive aqui no Brasil, tem essa perícia, esse dom. Parabéns a esta classe de heróis! Quando cursava pós em eng, computação, pela Federal de Uberlândia, o prof. de Processos Estocásticos estava engajado em um projeto com a Marinha Brasileira para desenvolver um sistema para situação semelhante, para os Lynx e as fragatas da classe Defensora: o sistema iria "calcular" o movimento da embarcação, fazer uma previsão e avisar o momento certo de se "jogar" no convés. Não sei o que deu do projeto…

  2. Isto não é treino, não é nada.
    É apenas uma brincadeira de garotos que por acaso até acabou em bem. Normalmente acaba em mal.
    Com um mar destes, aterrar um linx num PATRULHA é inconsciência, é brincadeira.
    Com um mar destes aterrar um linx numa fragata ou num destroyer já é o que é, quanto mais aterrar num navio tão pequeno e com uma diminuta pista de pouso..
    Quem autorizou devia responder porque colocou a tripulação, o héli e o navio em risco já que a possibilidade de acidente é demasiado alta e sem motivo.
    Eu compreenderia se o heli tivesse uma avaria e que as opções fossem aterrar no mar ou no patrulha, vai daí escolhia o patrulha.
    Brincadeira de criança que algum dia corre mal.

  3. J.Carlos,

    Concordo em tese com sua obs, porem, eh isso q diferencia os otimos dos medianos. Pode ser q algum dia isso tenha q ser feito em situaçao real e onde vidas dependam dessa decisao. O risco eh inerente nessas operaçoes e todos q a praticam sabem bem, ate mesmo em condiçoes normais.

    So para citar um caso recentemente documentado, vide a operaçao de resgate de SAs da Marinha Britanica nas ilhas Georgia do Sul, qdo na infiltraçao dos mesmos inumeras coisas deram errado e onde de tres helis Sikorski utilizados, somente hum conseguiu retornar com mais de 15 soldados amarrotados na carlinga e tendo ainda q pousar numa fragata ou destroier se nao me engano num mar extremamente encapelado, coisa de profissionais mesmo e muito treino. Atente q o heli utilizado nessa operaçao tbm estava cerca de 30 % acima de seu peso de decolagem , era ja um tanto antigo e tendo somente hum motor, coisa q hoje seria uma temeridade……………..Porem nao deixo de entender seu comentario OK ??

    Sds

  4. Sangue nos olhos, faca nos dentes…

    Esses caras e outros mais incluindo os da MB tem essa destreza, inconsequentes, pode ser, mas em épocas de guerra isso pode ser o diferencial entre a vitoria e a derrota.

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