A NASA pediu a uma equipe liderada pela Boeing para explorar as possibilidades de uma aeronave híbrida elétrica. Marty Bradley, da equipe de Pesquisa e Tecnologia da Boeing, explica como o conceito Sugar Volt está definindo o futuro de vôo. O programa de pesquisa Sugar Volt da Boeing, está progredindo da fase de projeto para a concepção, e parece um candidato perfeito para um dia substituir as atuais configurações de aeronaves turboélices como o Q400 e os ATR 42/72, dentro de 20 anos ou mais. A Boeing prevê uma redução de cerca de 70% no consumo de combustível, em comparação com as aeronaves atuais em categoria de tamanho.

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3 COMENTÁRIOS

  1. Todos falam em carros elétricos, agora aviões com motores híbridos. Mas eu me pergunto de onde iremos tirar tanta enérgia? As atômicas começam a ser descartadas, após o incidente no Japão, a Europa e os Estados Unidos (me corrigam se eu estiver errado) usam muito termoelétricas, que usam combustível fóssil. O Brasil tem muito potêncial hidroelétrico, mas atualmente está tendo problemas com os defensores do meio ambiente (não sou contra nem a favor), além disso, ainda tem a eólica já sendo explorada no Nordeste, mas ocupam um espaço muito grande. Então eu repito a pergunta: De onde iremos tirar tanta enérgia?

    • Além da eólica que você citou, biomassa, energia solar (e não apenas painéis fotovoltaicos) há uma série de usinas de energia solar que aproveitam a energia solar sem utilizar painéis fotovoltaicos. Eu não acho que a energia nuclear esteja em desuso. Países que tem grande população devem e tem que usar energia nuclear. O Brasil tem que continuar investindo em energia hidroelétrica, porque temos um potencial imenso na região amazônica, mas temos que também aumentar a participação da energia nuclear na nossa matriz energética assim como fontes de energia renováveis. Países como EUA, Rússia, China, Índia, ainda não cogitaram descarte de usinas nucleares, que eu saiba. O futuro, deve ser de uma matriz energética mais variada e não concentrada em uma ou duas fontes como antigamente. Adendo: Sobre usinas de biomassa, tem usina que utiliza capim para gerar energia. Aqui na Bahia tem uma. http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/de

  2. Sou um cético a utilização pela aviação de modos alternativos de geração de energia senão a combustão em turbinas a gás. Claro, é um paradigma que a indústria terá que romper, mas o passo será muito maior do que aquele que nos levou dos motores a hélice dos primeiros aviões ao conceito atual de turbinas a gás. Confiabilidade e disponibilidade e facilidade de manutenção levaram a turbina atual a um nível difícil de ser alcançado. O investimento deveria estar em tornar todos os equipamentos suplementares ao vôo mais eficientes em consumo de energia.
    A infraestutura de aeroportos e companhias aéreas estão saturados. Não existe espaço para gastos e demandas como esta, ainda.
    [ ]s

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