Tejas naval realiza primeiro pouso enganchado.

A variante naval da Aeronave de Combate Leve (LCA) Tejas realizou o primeiro pouso curto e enganchado nos cabos da pista da Instalação de Teste no Solo (SBTF), em Goa, no dia 13 de setembro.

“Um evento marcante para o desenvolvimento de uma aeronave de caça embarcado nacional foi alcançado, com o primeiro pouso enganchado na Estação de Teste no Solo na Estação Naval de Goa, pela aeronave LCA Naval (Marinha) pilotado pelo Comandante JA Maolankar”, disse o porta-voz para a Marinha indiana no Twitter.

“O LCA Naval fez um pouso enganchado de sucesso na SBTF em Goa há pouco tempo. Essa é uma variante de dois lugares”, disse uma fonte de defesa ao The Hindu. Mais detalhes ainda devem ser divulgados posteriormente.

O LCA naval fez seu primeiro voo em abril de 2012 e dois protótipos estavam voando como parte do desenvolvimento. O primeiro protótipo (NP1) do LCA Naval realizou um primeiro voo bem-sucedido no SBTF em 2014.

Após uma série de testes bem-sucedidos na SBTF, o Tejas naval tentará pousar no convés do porta-aviões INS Vikramaditya.

A SBTF, que replica o convés de voo de um porta-aviões, foi construído especificamente para treinar pilotos navais nas complexas manobras de pouso no curto convés de um porta-aviões, antes de passarem para o porta-aviões.

O LCA naval foi projetado com trens de pouso mais fortes para absorver as forças exercidas pela rampa do salto durante a decolagem, quando são lançados em voo em apenas 200 metros, contra 1000 metros exigidos para pistas normais. Seu modo especial de controle de voo permite a decolagem no modo automático, reduzindo a carga de trabalho do piloto, à medida que a aeronave salta da rampa e coloca automaticamente a aeronave em uma trajetória ascendente.

Em dezembro de 2016, o chefe da Marinha, Almir Sunil Lanba, declarou que o LCA na presente forma “não atende à capacidade de transporte exigida pela Marinha”, mas acrescentou que continuaria apoiando o programa de desenvolvimento. Ele afirmou que o peso atual do Tejas naval com o motor de pouca potência não permitia que ele voasse desde um porta-aviões.

Atualmente, a Marinha opera caças russos MiG-29K no INS Vikramaditya, que também voarão do primeiro porta-aviões nacional Vikrant quando entrar em serviço. Atualmente, a Marinha está avaliando propostas globais para 57 aeronaves de caça bimotores baseadas em porta-aviões.

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1 COMENTÁRIO

  1. Que Deus tenha misericórdia de quem estiver prestes a pousar esse bichinho indiano num porta-aviões.

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