O primeiro E-2D do Japão se prepara para voar no Northrop Grumman Aircraft Integration Center of Excellence em St. Augustine, Flórida. (Foto: Northrop Grumman)

A Northrop Grummam concluiu com sucesso o primeiro voo do E-2D Advanced Hawkeye (AHE) destinado para o Japão. O voo foi realizado a partir do Centro de Excelência de Integração de Aeronaves da companhia em St. Augustine, Flórida.

“O primeiro voo bem-sucedido do E-2D Advanced Hawkeye do Japão é um marco significativo na entrega de capacidades avançadas de alerta antecipado e vigilância no país”, disse Jane Bishop, vice-presidente do programa E-2D Advanced Hawkeye na Northrop Grumman. “O aumento da frota atual Hawkeye da Força de Aujtodefesa Aérea do Japão (JASDF) com o E-2D AHE reforça ainda mais sua capacidade de atender às necessidades de segurança e inteligência do Japão”.

O Ministério da Defesa do Japão selecionou o E-2D Advanced Hawkeye em 2014 para cumprir os requisitos de alerta aéreo antecipado do país. A Northrop Grumman começou a produção em 2016 em dois aviões que agora estão na fase de produção final.

Como o maior operador Hawkeye fora da Marinha dos EUA, a JASDF também possui 13 aeronaves E-2C em operação desde 1983.

Anúncios

3 COMENTÁRIOS

  1. O Japão encomendou 4 E-2D para se juntar aos 13 E-2C e 4 Boeing 767 AEW&C.
    Os 13 E-2C deverão ser gradativamente desativados pois os mais antigos ja vão completar 35 anos de uso.
    Existe modernização para os E-2C, mas como estão comprando novos E-2D não devem modernizar os antigos.
    Os E-2D tem modificações em relação aos americanos, pois o Japão quis 8 horas de autonomia e os americanos tem 5 horas, os japoneses como não operam em NAe podem ser mais pesados além de outras alterações.

    • Existiam poucas opções no passado, na época que o Japão comprou os E-2C a 35 anos, hoje tem várias da Embraer, SAAB, IAI etc mas o Japão escolheu a mais cara de operar.
      Singapura e Israel que ja usaram e E-2 hoje usam o G550 CAEW (Conformal Airborne Early Warning) que tem custo de operação bem mais baixo que o E-2C, o que é natural, um avião construido em poucas unidades para ser usado em um NAE acaba tendo uma operação cara em comparação com um ERJ-145, SAAB 2000 ou G550.

Comments are closed.