(Arte: aviationart)
(Arte: aviationart)

…que em 10 de março de 1967 o Capitão da USAF, Robert Pardo, usou seu F-4 Phantom para empurrar um outro F-4 danificado pela AAA do Vietnã do Norte até a zona amigável?

Fazendo uso do gancho de cauda, o Capitão Pardo conseguiu empurrar o companheiro por 88 milhas, até atingirem uma zona segura, porém, o Phantom de Pardo, devido ao esforço, ficou sem combustível e um dos motores se incendiou. Ambos os aviões ficaram sem combustível e os tripulantes tiveram de ejetar, sendo logo recolhidos por uma unidade SAR.

Pardo foi inicialmente muito criticado por não salvar o seu avião, mas em 1989, ele foi reconhecido e recebeu a medalha Silver Star pela manobra que hoje é conhecida como Pardo´s Push.

 

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86 COMENTÁRIOS

  1. Enquanto obrasiu doa aas coisas para estes parias ,a china vende de cueca a carros e em troca recebem um amem para as suas investidas comprando terras , ja o brasiu se da por satisfeito com um muito obrigado ,querem ser amados bancando os bonzinhos , serao sempre os pseudos irmaos QUASE importantes ,uma peninha !

  2. Ow, valeu! Não entendi muito bem essa manobra de "empurrar" com um gancho até ver. Quando podia, não perdia um episódio de JAG. Tomcat, como sempre, astro principal. KKKKKKKKK

  3. Criatura! Não sou contra! Mas dá uma linha de crédito, cria um FMS ou coisa parecida para estas nações, não fica nessas de vamos dar três aviões porque eles talvez comprem mais três…
    Ah! Por favor! Já chega com a proposta pronta!
    – Tá aqui! Contratinho pronto, 120 parcelas e aviões novos! E todo aquele blá-blá-blá de vendedor…
    É fazer a coisa com vontade, com seriedade, com gestão de responsabilidade! Mas não! O que se faz hoje é para aparecer na mídia e mandar empreiteira pra lá para custear campanha eleitoral!

  4. Blaya, tanto você, quanto o Giordani estão corretos.
    Eu acho até que o Brasil faz pouco, muito pouco. O problema é a ausência de um mecanismo efetivo para atuar em política externa ajudando nações amigas e que sejam necessitadas.
    É preciso ser pragmático. O que não pode é fazer política externa com base em "tapinha nas costas".
    Isso que o Brasil está fazendo, ao doar 3 EMB-312, é dar um "tapinha nas costas".

    Nesse ponto, os americanos são exemplo de excelência.

  5. Trata-se de cooperação técnico-militar, é uma obrigação dos principais países da comunidade portuguesa, referindo-me obviamente ao Brasil e Portugal. Portugal ainda é o principal suporte para estes países, se o Brasil quer ganhar influencia tem mais é que ultrapassar o país mãe, sendo que é potencia suficiente para tal…. Oferecer a Moçambique é bem melhor que oferecer à Angola.
    Tudo o que Portugal ofereceu a Angola foi deixado a apodrecer, no entanto, equipamentos oferecidos a Moçambique ainda operam, o que mais me custa é uma lancha de desembarque que daria jeito a Portugal ter sido cedida a Moçambique quando a armada portuguesa ainda necessitava dela, a embarcação está actualmente "encalhada" na respectiva base naval, apenas metade dela se vê, o resto encontra-se debaixo de água.

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