F-5E iraniano espetado na província de Varamin, Pishva. (Imagem: panoramio.com)
F-5E iraniano espetado na província de Varamin, Pishva. (Imagem: panoramio.com)

No decorrer da História, o Oriente Médio tem sido uma região de grande instabilidade. Ali se desenrolou um longo e sangrento conflito entre o Irã e o Iraque; numa luta que ameaçou o frágil equilíbrio do mundo islâmico.

Seguindo-se ao bombardeio, pelo Irã, de posições na fronteira, em 4 de setembro de 1980, o Iraque decidiu prevenir qualquer ação subsequente encetando, ele também, um ataque. Em 22 do mesmo mês suas aeronaves cruzaram a fronteira para bombardear dez bases iranianas, e no dia seguinte tropas iraquianas marcharam sobre território iraniano. As ações se intensificaram rapidamente, e logo aeronaves McDonnell Douglas F-4 Phantom e Northrop F-5E Tiger II iranianos estavam atacando Bagdá, enquanto os Tupolev Tu-22 “Blinder” iraquianos investiam sobre Teerã. As instalações petrolíferas de ambos os lados sofreram ataques e, ao final de três dias de atividades incessantes, o Iraque noticiava a destruição de 140 aeronaves adversárias, enquanto o Irã dizia que tinha derrubado 68.

Grandes quantidades de helicópteros Beil AH-1J SeaCobra foram fornecidas ao Irã ainda nos tempos do xá. O governo dos aiatolás utilizou os SeaCobra contra as forças terrestres do Iraque, em preparação a ofensivas.
Grandes quantidades de helicópteros Beil AH-1J SeaCobra foram fornecidas ao Irã ainda nos tempos do xá. O governo dos aiatolás utilizou os SeaCobra contra as forças terrestres do Iraque, em preparação a ofensivas.

Sem dúvida, esses números eram bastante exagerados, mas para o Irã cada perda era catastrófica devido ao elevado nível de inoperância dos aparelhos de sua Força Aérea (FARII). O Iraque estava mais bem posicionado em equipamentos e reposições. Logo depois do ímpeto inicial, ambos os lados se acomodaram em uma guerra de desgaste.

A Guerra do Golfo Pérsico produziu atividade aérea intermitente, geralmente em apoio a ofensivas e contra-ofensivas de pouco efeito. Os exércitos dos dois países dependiam de helicópteros vetores para abrir caminho a seus avanços em terra: o Irã utilizava os Bell AH-1J Cobra, e o Iraque estava equipado com Aérospatiale SA.342L Gazelle, Mil Mi-8 “Hip” e Mi24 “Hind”, todos armados com foguetes, metralhadoras e mísseis antitanques.

O helicóptero mais potente da Guerra do Golfo Pérsico foi o Mil Mi-24. O Iraque tinha cerca de quarenta. Seu poderio de fogo era enorme, mas ele era vulnerável, devido a seu enorme tamanho.
O helicóptero mais potente da Guerra do Golfo Pérsico foi o Mil Mi-24. O Iraque tinha cerca de quarenta. Seu poderio de fogo era enorme, mas ele era vulnerável, devido a seu enorme tamanho.

As aeronaves de ataque ao solo foram envolvidas em operações de apoio aproximado, realizando o Iraque até quatrocentas ou mesmo quinhentas missões diárias em tempos de pico. Enquanto o Irã ficou limitado a poucos Phantom e Tiger II operacionais, o Iraque efetuou missões com aparelhos Dassault-Breguet Mirage F1.EQ, Sukhoi “Fitter” (principalmente Su-22) e Mikoyan-Gurevitch MiG-23BN “Flogger-F”. Em meados de 1983, quando o desempenho da Força Aérea do Irã (FARII) estava no mínimo, apenas cerca de trinta ou quarenta aeronaves estavam disponíveis, em comparação com aproximadamente trezentas do lado iraquiano.

Em ataques periódicos contra cidades mais afastadas da fronteira, tanto Irã como Iraque utilizavam caças-bombardeiros; em missões a grande altitude, o Iraque empregava o Tu-22 “Blinder”. Os bombardeios às cidades foram mais para provocar irritação, sendo efetuados por um ou dois pares de aeronaves. Os ASM Hughes AGM-65 Maverick iranianos, apesar de poucos, provaram ser úteis reforços ao armamento dos Phantom em ataques de precisão contra alvos como pontes e estações de força, embora pareça que a FARII confiou missões antinavios a bombas e foguetes não guiados. O Iraque possuía o Aérospatiale AM.39 Exocet, com o qual danificou na,vios e plataformas petrolíferas.

Nos dois primeiros meses, só um confronto nos céus foi noticiado. Até mesmo a atividade dos SAM foi grandemente moderada. No final de 1981, os MiG-21 “Fishbed” do Iraque foram modificados para levar o AAM francês de combate aéreo Matra 550 Magic e desde então obtiveram sucessos ocasionais. O formidável Grumman F-14A Tomcat parece não ter sido utilizado pela FARII em sua função principal, devido ao estado de inoperância dos AAM de longo alcance Phoenix possuídos pelo Irã. Ao contrário, os aparelhos desse tipo têm atuado como AWACS, fazendo uso de seu poderoso radar para localizar reides em aproximação e para guiar outros caças (principalmente F-5E Tiger II) em interceptações. O Iraque noticiou a derrubada de alguns dos 77 Tomcat da FARII, e, conta-se, que apenas cerca de quinze deles mantinham condição operacional. Em outubro de 1984, confirmou-se que o Irã estava produzindo peças sobressalentes para os Tomcat e também “depenando” aparelhos para usar partes em outros.

Os combates entre aeronaves em voo foram poucos, mas muitos aparelhos foram abatidos por fogo de terra. Na foto em preto e branco, destroços de um F-4 Phantom II do Irã.
Os combates entre aeronaves em voo foram poucos, mas muitos aparelhos foram abatidos por fogo de terra. Na foto em preto e branco, destroços de um F-4 Phantom II do Irã.

Em ambos os lados, a qualidade do material humano a bordo flutuava. O Irã mostrou-se inicialmente pobre, melhorou à medida que eram soltos os pilotos treinados nos Estados Unidos e que tinham sido presos durante a revolução. Depois, piorou novamente enquanto o impasse se arrastava. Os iraquianos não mostravam o mínimo conhecimento das regras universais de combate, mas a partir do início de 1984 seu desempenho melhorou. Essa foi a época do ataque iraniano a Majnoon (uma ilha seca na zona pantanosa de Hawiyah): o Irã construía um pontilhão sobre o pântano, com 16 km de extensão, sem defesa por caças ou SAM. Só no final da obra foi instalada uma barreira com os últimos SAM Raytheon MIM-23B Improved Hawk que restavam. De sua parte, o Iraque só usou a aviação contra o inimigo em terra quando ele utilizou a ponte recém-construída para desfechar um ataque.

Uma ajudazinha dos amigos

Mesmo sem saber usar adequadamente seus arsenais aéreos, Irã e Iraque trataram de comprar novos equipamentos. No caso do Irã, o adjetivo “novos” não quer dizer recém-saídos da fábrica, mas com pouco tempo de serviço, pois a FARII não podia obter produtos de alta tecnologia como seu oponente.

O Irã dos aiatolás tinha poucos amigos, mas conseguiu encontrar aliados suficientes para mantê-lo armado. No início da guerra, o Irã enfureceu a URSS rejeitando publicamente uma oferta secreta de armas, e então voltou-se para Líbia e Coréia do Norte, a fim de adquirir praticamente o mesmo equipamento. Israel entregou equipamentos ao Irã, seu inimigo jurado, e é acusado até de ter provido apoio aos F-14A Tomcat e SAM Improved Hawk. Essa ajuda foi fornecida mediante a “lógica” de que, sendo Irã e Iraque inimigos de Israel, o prolongamento da guerra manteria os dois países muito ocupados para tramar planos contra o Estado judaico (como medida de segurança, os israelenses lançaram ataques aéreos contra um reator que poderia fornecer materiais para uma arma nuclear iraquiana).

O Iraque tinha muitos aviões de transporte, principalmente de fabricação soviética. O Antonov An-12 era muito usado, juntamente com o llyushín Il-76.
O Iraque tinha muitos aviões de transporte, principalmente de fabricação soviética. O Antonov An-12 era muito usado, juntamente com o llyushín Il-76.

Em outra transação incomum, a neutra Suíça forneceu 35 aviões de treinamento Pilatus PC-7 e quinze transportes leves PC-6, entre 1982 e 1984. A China foi acusada de ter entregue Shenyang F-6 (MiG-19 “Farmer”) via Coréia do Norte, a partir de 1983, e de ter fornecido os tão necessitados SAM (tipo CSA-1 ou SA-2 “Guideline”, soviéticos) juntamente com os HN-5 (SA-7 “Grafi”), lançados do ombro. As acusações foram negadas por Pequim, pois a China também estava envolvida com o Iraque.

Os fornecedores do Iraque

F-6 e F-7 Xian, montados no Egito e na Jordânia, reforçaram as linhas de MiG-19 e MiG-21, respectivamente, enquanto a URSS substituía os aviões perdidos, na proporção de um por um. Ela também forneceu MiG-25 “Foxbat” e quarenta treinadores a jato armados, de construção tcheca Aero L-39ZO. A Arábia Saudita, o Kuwait e outros países árabes, temerosos do expansionismo iraniano, concederam imensos empréstimos a Bagdá, para a obtenção de helicópteros navais construídos na Itália, MBB BO 105 (armados com mísseis antitanques HOT) montados na Espanha, Hughes 300C e 500D dos EUA e muitos outros equipamentos.

Na Europa, a França é a maior fonte de equipamentos iraquianos, tendo entregado nada menos que 89 Mirage F1 entre 1981 e 1984, em caráter de prioridade. O Iraque também consumiu uma grande parte da produção de mísseis AM.39 Exocet e comprou ASM Aérospatiale AS.30L para fornecer uma capacidade de ataque aéreo de precisão juntamente com o SAM Roland. A França mantinha uma equipe de 1 000 assessores no Iraque, juntamente com 6 000 soviéticos, para auxiliar na operação de seus armamentos.

De fabricação britânica, o Hawker Hunter servia a Força Aérea Iraquiana como avião de ataque ao solo. A seu lado, lutaram aparelhos de origem soviética: MiG-19, MIG-21, MiG-23 e Su-22.
De fabricação britânica, o Hawker Hunter servia a Força Aérea Iraquiana como avião de ataque ao solo. A seu lado, lutaram aparelhos de origem soviética: MiG-19, MIG-21, MiG-23 e Su-22.

Incluído no pedido dos Mirage estava um grupo de vinte Mirage F1.EQ5, equipados com radar Agave para operações sobre o mar e armados com mísseis Exocet. Como estes não puderam ser entregues tão rapidamente quanto o necessário, a França emprestou cinco Dassault-Breguet Super Étendard por dois anos, a partir de outubro de 1983. Antes da entrega desses aviões, haviam sido afundadas 24 embarcações, com a utilização de mísseis Exocet e de bombas convencionais.

Em 1984 o total aumentou para 51, sendo alguns afundamentos resultantes de retaliações iranianas contra petroleiros entrando em portos do Iraque, da Arábia Saudita e do Kuwait. Muitos outros sucessos foram noticiados sem serem comprovados objetivamente, devido à grande distância da qual os Exocet eram lançados e ao fato de o Irã usar iscas de contramedidas eletrônicas nas águas. Os mísseis que realmente atingiram o alvo tiveram sua quantidade de movimento (energia resultante do produto massa x velocidade) absorvida pela espessa carga de petróleo bruto, de maneira que o efeito foi bem menor do que o obtido normalmente nos ataques com Exocet na Guerra das Falklands/Malvinas em 1982.

Acredita-se que apenas dois Lockheed P-3F Orion voassem com as cores da Marinha iraniana. Eles eram valiosos para observar a movimentação de petroleiros no golfo. Na foto de cima e a esquerda, um helicóptero Bell 214A, do Irã, capturado pelos iraquianos na região pantanosa na fronteira entre os dois países em conflito. Poucos aparelhos capturados foram aproveitados pelo outro lado. O Aérospatiale Alouette III foi usado pelo Iraque para missões ligeiras sobre o campo de batalha. Além de orientar a artilharia e funcionar como transporte leve, ele executava missões anticarro.
Acredita-se que apenas dois Lockheed P-3F Orion voassem com as cores da Marinha iraniana. Eles eram valiosos para observar a movimentação de petroleiros no golfo. Na foto de cima e a esquerda, um helicóptero Bell 214A, do Irã, capturado pelos iraquianos na região pantanosa na fronteira entre os dois países em conflito. Poucos aparelhos capturados foram aproveitados pelo outro lado. O Aérospatiale Alouette III foi usado pelo Iraque para missões ligeiras sobre o campo de batalha. Além de orientar a artilharia e funcionar como transporte leve, ele executava missões anticarro.

Atento à possibilidade de retaliação, em janeiro de 1984 o Iraque revelou sua próxima arma “antipetróleo”: o SSM SS-12 “Scaleboard”, soviético. Ele possuía um alcance de 800 km, muito além do dos outros mísseis iraquianos (SS-1B “Scud” e Frog-7), apesar de ter sido o Irã quem causou inquietação durante março de 1984, lançando seus SS-1 “Scud”, fornecidos pela Líbia, contra Bagdá. Finalmente, com a entrega dos Mirage F1.EQ5, em outubro de 1984, foi dado alerta de escalada de guerra, mas em fevereiro de 1985 foi noticiado que o Iraque havia encomendado outro aparelho: o Dassault-Breguet Mirage 2000 (48 a 60 unidades, provavelmente seriam financiadas pela Arábia Saudita), mas eles nunca chegaram. Aparecendo ou não, o Mirage 2000 pouco influenciaria no desfecho da Guerra do Golfo Pérsico, pois do mesmo modo que o Irã, já exausto, utilizava-se de ameaças iminentes de “ataques finais” que nunca se materializam, o Iraque anunciava as adições a seu arsenal na esperança de que um novo equipamento pudesse vencer a guerra por sua reputação, não por seu emprego.

Desfecho

O prolongamento da guerra entre esses dois países do Oriente Médio resultou em pelo menos meio milhão de vítimas e de vários bilhões de dólares em danos, mas sem ganhos reais por ambos. Iniciada pelo Iraque do ditador Saddam Hussein em setembro de 1980, a guerra foi marcado por ataques de mísseis balísticos indiscriminados, uso extensivo de armas químicas e ataques a navios petroleiros de outros países no Golfo Pérsico. O conflito terminou em julho de 1988 com a aceitação da resolução 598 da ONU.

Três coisas distinguiram a Guerra Irã-Iraque. Primeiro, foi excessivamente prolongada, durando mais do que qualquer guerra mundial, essencialmente porque o Irã não queria acabar com ela, enquanto que o Iraque não podia.

Em segundo lugar, foi fortemente assimétrica nos meios empregados por cada lado, embora ambos os lados fossem ricos exportadores de petróleo e compradores de equipamento militar de toda parte. Some-se a isso o fato de o Iraque era subsidiado e apoiado pelo Kuwait e a Arábia Saudita, que lhe permitiu adquirir armas e conhecimentos avançados em uma escala muito maior do que a do Irã.

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Em terceiro lugar, algo ausente em todas as guerras anteriores, desde 1945: ataques de mísseis balísticos indiscriminados contra cidades de ambos os lados, mas principalmente pelo Iraque; o uso extensivo de armas químicas (principalmente por parte do Iraque); e cerca de 520 ataques a navios petroleiros de países terceiros no Golfo Pérsico.

Saddam Hussein deliberadamente começou a guerra, porém ele calculou mal. Acreditava-o que ao atacar um país muito desorganizado pela revolução. Ao nível da estratégia a invasão contra um país muito grande, sem alvos definidos, cuja profundidade estratégica foi maior que a capacidade militar iraquiana. As investidas e ofensivas iraquianas iniciais caíram no vazio, encontrando unidades de fronteira só fracos antes de atingir os seus limites logísticos. Nos meses finais da guerra, oito anos depois, o Iraque estava na defensiva, tendo que enfrentar ofensivas iranianas periódicas sobre um setor ou outro, ano após ano.

O Irã revolucionário era muito limitado em seus meios taticamente ofensivos. Cortado de suprimentos norte-americanos para suas forças em grande parte dos Estados Unidos equipados e privados de quadros de oficiais do xá que haviam sido expulsos para o exílio, presos ou mortos, ele nunca conseguiu reconstituir formações blindadas eficazes ou a sua força aérea, uma vez grande e moderna.

Em 1988, o Irã foi desmoralizado pelo fracasso persistente de suas muitas ofensivas “finais” ao longo dos anos, com a perspectiva de baixas intermináveis, pela sua capacidade de diminuir para importar bens civis, bem como suprimentos militares, e pelos ataques de mísseis Scud em Teerã.

Mas o que finalmente acabou com a guerra foi a principal ofensiva iraquiana que tendo conservado as suas forças ao longo dos anos podia agora sobrepujar o fogo inimigo. O Iraque atacou em grande escala, em abril de 1988. O fim veio em 18 de julho, quando o Irã aceitou resolução da ONU 598 pedindo uma cessar-fogo imediato.

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FONTE/IMAGENS: Aviões de Guerra # 17

Edição do texto e pesquisa adicional: CAVOK


9 COMENTÁRIOS

  1. Discordo do "assimétrica". A guerra foi bastante simétrica, o Irã mesmo empregando o que havia do tempo do Xá, comprou bastante armas no mercado negro e ambos lados sofriam com pilotos mau preparados, o Iraque até usou mercenários.

    Foi se não me engano a ultima guerra em que usaram armas químicas e biológicas, muita atrocidade aconteceu e as instituições internacionais fecharam os olhos.

    Pra mim o maior adversário numa guerra é o bloqueio econômico.

  2. Essa antiga coleção – Aviões de Guerra – é um show de informação e ilustração.
    Consegui comprar alguns fascículos…!!!

    • Só para te causar uma "pontinha" de inveja, tenho a coleção toda, encadernada… rs
      É muito boa para se conhecer o que se pensava e se projetava há quase 30 anos.

  3. O Irã venceu a guerra, por duas razões:
    1- Conseguiu impedir a invazão e a tomada de seus territórios mesmo contra um inimigo muito mais forte e contando com o apoio do mundo todo(literalmente)
    2- Aprendeu que não deve confiar em ninguém, e para se tornar uma potência, deveria fabricar suas próprias armas e tecnologia civil também
    Por isso, o Irã é a maior potência da região, mesmo tendo um arsenal bem inferior ao da Turquia por exemplo, porque o material turco é essencialmente importado dos EUA e demais potências ocidentais, a Arábia Saudita idem, Israel é um meio termo, já que desenvolve e fabrica muito do que usa(mas não tudo, que fique claro, além da infantaria israelense ser hoje mito fraca, porque o homens se tornaram covardes).

  4. Por isso, o Irã é a maior potência da região, Israel é um meio termo,
    Israel é um meio termo,Israel é um meio termo,Israel é um meio termo,Israel é um meio termo,Israel é um meio termo,Israel é um meio termo,Israel é um meio termo,Israel é um meio termo,Israel é um meio termo,Israel é um meio termo,Israel é um meio termo,Israel é um meio termo,Israel é um meio termo,Israel é um meio termo,Israel é um meio termo,Israel é um meio termo,Israel é um meio termo,Israel é um meio termo,Israel é um meio termo,
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  5. Giordani

    Parabéns pela excelente matéria, muito boa e explanativa.

    Gostaria de dar o meu pitaco, essa guerra tem muito o que pode ser explorado, como as missões de ataque ao reator, e as ofensivas as capitais de ambos, e inclusive a própria questão logística que foi criada.

    No mais, Parabéns pela matéria.

  6. Analfabetos, não vou me dar o trabalho de dar pérola aos porcos.

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