Caças Eurofighter da Força Aérea Alemã.

Durante os dias 13 e 14 de dezembro, uma reunião ministerial do programa Eurofighter foi realizada em Florença, cuja presidência correspondeu à Itália nesta ocasião. Espanha e Alemanha disseram ter interesse em novos caças Typhoon.

A reunião contou com a presença dos líderes da defesa dos países parceiros do grupo, Espanha, Alemanha, Itália e um representante do Reino Unido. Também participaram os executivos das principais empresas européias de aviação de defesa (Airbus D&S, Leonardo, BAE Systems e Eurojet) e representantes da agência da OTAN NETMA.

O objetivo destas reuniões regulares entre Secretários de Estado das nações do ‘Eurofighter’ é dar continuidade e promover este programa tão relevante para a Defesa Europeia. Nesta ocasião, os principais tópicos abordados foram o futuro do ‘Eurofighter’, a evolução de suas capacidades, a incorporação do radar de varredura eletrônica ativa (E-SCAN), a relação com o sistema de combate aéreo do futuro (FCAS / NGWS) e a transformação no gerenciamento do programa.

Os representantes também conversaram sobre as campanhas de exportação, bem como as intenções dos parceiros de fazer novas encomendas da aeronave Typhoon em 2019. Nesse sentido, tanto a Espanha quanto a Alemanha anunciaram que no próximo ano considerarão a opção de encomendar mais caças ‘Eurofighter’ para substituir suas frotas de jatos F-18 e Tornado, respectivamente.

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20 COMENTÁRIOS

  1. A Alemanha sucateou suas forças armadas nos últimos 25 anos, agora vão ter que correr atrás e formar uma força militar mínima para dissuadir aventuras expansionistas do Leste.

  2. Um dos dois sairia desmoralizado da Síria: S300 PMU ou o F35.
    Perdeu Lockheed. Ganhou Kret.

    • Os F16 entraram, jogaram bombas e saíram. Não houve comunicação aos russos. A área era defendida por duas baterias de S400.

      O que o F35 tem com o post atual ou estaria desmoralizado não dá pra entender.

    • A lockheed perdeu.?

      A LockHeed venceu, porque o F-16 "da Lockheed" continua bombardeando a Síria mesmo com S-300.

      Imagine o F-35.

    • Primeiro você tem que esperar o avião ser derrubado antes de achar qualquer coisa.

      Na verdade nem se sabe sobre os voos que o F-35 faz na Síria.

      Muita ingenuidade achar que vão botar na internet as operações com aeronaves furtivas da força aérea de Israel.

    • Na verdade o F-22 da lockheed funcionou muito bem, talvez tenha sido detectado algumas vezes, mas em várias outras se aproximou de formações russas sem ser percebido pelos S-300 e S-400 entre outros radares que os russos usaram lá.

  3. Me parece natural, até para anunciar ao público, mas depois irão mostrar para o mesmo pública que comprar o F-35 ser além de mais efetivo, mais barato para o cidadão-contribuinte, e deixarão a Airbus no seu foco principal, que é a aviação civil e helicópteros.
    Porém, é fato que veremos F-35 com as cores de Espanha e Alemanha, principalmente Alemanha, para manter seu poder nuclear.

      • Fatos:

        – o Estado maior da Luftwaffe quer o F-35. Entretanto os políticos querem comprar mais Typhoons pois precisam manter empregos e capacidade industrial, o que é compreensível;

        – Integrar as B61 no Typhoon sairá muito custoso;

        – O F-35 tem capacidade de sobrevivência ante às defesas aéreas russas muito superior à do caça europeu e já tem a B61 integrada.

        • Não creio que a B61 já está integrada ao F-35, somente recentemente a Lockheed Martin recebeu um contrato do Departamento de Defesa dos EUA para integração e testes da B61. Se não me engano, somente no Block 4 o F-35 terá capacidade nuclear, ou seja até o começo da próxima década.

    • Os Tufões austríacos são Tranche 1, nas palavras dos próprios: "são limitados e com custos incertos". Estão restritos a armamentos já vetustos; IRIS, AMRAAM, Meteor, Taurus, etc só com o Tranche 2.

      Muito provavelmente é mais factível adquirir novos.

      • Um amigo da Áustria estava me dizendo que os Typhoon deles nem flare possuem, não sei a veracidade.

        • A Áustria não possui vontade política de denunciar acordos do pós guerra. Se não me engano, se restringe apenas a Sidewinder e ao Mistral.

  4. Creio que faz todo o sentido encomendarem mais alguns Eurofighters até o NGF ficar pronto em 2030. A Espanha já solicitou formalmente a entrada no programa franco-alemão.

    • Com os franceses no meio o futuro caça europeu não fica pronto em 2030. Se ficar.

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