O Tenente da Marinha Brasileira durante treinamento nos EUA.

Em dezembro de 2017, mais um oficial aluno do Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais (T-1/2013), o Capitão-Tenente Ricson Raggio Mello, concluiu o curso E2/C2 Pipeline, na Marinha dos Estados Unidos.

Na fase inicial, foi realizado o curso intermediário em aeronave multimotor (T-44) na cidade de Corpus Christi – Texas, onde o oficial obteve conhecimentos sobre a aviação de transporte. Na segunda fase, o capitão-tenente participou do curso avançado em aeronave a jato (T-45C), em Kingsville, Texas, tendo como objetivo final a realização de pouso em porta-aviões.

Entre os dias 6 e 14 de dezembro, próximo à costa de Key West, Flórida, o Capitão-Tenente Raggio obteve a maior média entre os alunos que buscavam a qualificação para pouso a bordo, conquistando assim o prêmio Top Hook. A missão foi realizada no Navio Aeródromo Nuclear “USS George H. W. Bush”.

A aeronave KC-2 Turbo Trader que está sendo preparada para a Marinha Brasileira.

Com a conclusão do curso, o piloto retornará ao Brasil, onde receberá a asa de aviador naval e irá compor o futuro EsqdVEC-1, voando as aeronaves KC-2 Turbo Trader que realizarão a missão de COD/AAR.

Anúncios

7 COMENTÁRIOS

  1. Dinheiro mal gasto não acham?
    Uma vez que não pretendemos comprar nenhum porta aviões nos próximos 10 anos para que gastar dinheiro com isso?
    É o kc2? Vai servir só para sobrevoar a baía de Guanabara e mostrar para políticos e generais as belezas do RJ

  2. Parabéns ao aviador brasileiro, contudo as Forças Armadas do Brasil precisam, emergencialmente conversar com a indústria e a Universidade brasileira para que desenvolvamos aqui toda a nossa indústria militar, inclusive fabricando um porta-aviões genuinamente brasileiro. – É admirável o alto comando das Forças Armadas do Brasil não conversar com o Ministério da Defesa para se chegar a um consenso de que, ou o Brasil declara competência e independência da indústria estrangeira – o que não significa descontinuar parcerias – ou estaremos fora da geo-política estratégica mundial onde é o peso da indústria das nações que invariavelmente vale mais na balança das sociedades contemporâneas dominantes e mais desenvolvidas..O Brasil carece de industrialização e tecnologia de alto nível.

  3. Realmente foi dinheiro jogado fora, para operar o KC-2 Turbo Trader sem NAe poderiam ser usados os pilotos da MB formados voando T-25, T-27 e C-95M que ja estão operacionais.

    • Cancelar ia sair mais caro que continuar…

      Pelo menos foi o que eu soube na MB.

      Mas o problema não é o Trader…

      É chegar ao fundo destas modernizações eternas e saber quem está ganhando com isto.

      Não é possível demorarem tanto para terminar de reformar estes aviões.

  4. Nada esconde o fato deste aviador ter tido a melhor nota dentre os pilotos neste curso de qualificação, deslocado de seu país de origem, inserido em outra cultura e falando, ouvindo e estudando em Inglês que não é seu idioma. Parabéns a ele e a MB por seu pessoal.

  5. O que não falta em nossas Forças, é pessoal altamente qualificado. O que falta, é equipamento. Enquanto isso, na Ásia e Oriente Médio, ocorre o inverso em muitas Forças.

Comments are closed.