O Canadá espera poder dar uma contribuição significativa à investigação do voo 752 da Ukraine International Airlines, que caiu no dia 8 de janeiro perto da capital iraniana Teerã.

O primeiro-ministro canadense Justin Trudeau diz que seu país tem muita experiência na investigação de tais desastres.

Além de 82 iranianos, 11 ucranianos, 10 suecos, 4 afegãos, 3 alemães e 3 britânicos, havia 63 canadenses a bordo do Boeing 737-800 ucraniano acidentado.

A questão aqui é se o Irã permitirá que o Canadá participe do processo de investigação. Não há relação diplomática entre os dois países desde 2012.

Após o acidente, as autoridades iranianas foram notavelmente rápidas em relatar que poderia haver um problema técnico com um dos motores da aeronave.

A embaixada ucraniana em Teerã disse inicialmente que o terrorismo seria excluído como o motivo do acidente, mas depois retirou a declaração.

Segundo a mídia iraniana, as duas ‘caixas pretas’ foram encontradas. Eles podem fornecer mais clareza sobre a causa do acidente. A agência de notícias estatal iraniana IRNA informou que os pilotos não fizeram uma chamada de emergência antes do acidente.

Ali Abedzadeh, chefe da Autoridade Nacional de Aviação do Irã, disse que o avião Boeing 737-800 de Kiev estava em chamas imediatamente antes do acidente, segundo testemunhas oculares.

O avião inicialmente seguiu para o oeste, virando logo após o problema e estava voltando para um aeroporto próximo no momento do acidente, acrescentou Abedzadeh.

A investigação será liderada pelas autoridades iranianas, juntamente com os funcionários da aviação civil da Ucrânia. A Boeing e a fabricante de motores CFM International também devem participar do processo.

Normalmente, a autoridade de segurança do país onde a aeronave foi construída também está envolvida na investigação. Nesse caso, é o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos EUA (NTSB), mas presumivelmente não é permitido pelas autoridades iranianas devido ao conflito em andamento entre os dois países.

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12 COMENTÁRIOS

  1. A boeing deveria a geração 7, e partir para um novo projeto. Com a compra da Embraer que tem um quadro de engenheiros altamente qualificados essa tarefa ficará mais fácil.
    0s 737 vão de 85 ate 215 passageiros. Para a engenharia da Embraer não é impossível projetar com essa capacidade ou acima.
    Se ele não fosse comprada pela boeing, já estaria investindo em um avião com maior capacidade para transportar passageiros.

  2. Tudo indica que os Iranianos fizeram m e r d a e derrubaram esse avião por engano, o confundindo com um míssil de cruzeiro ou aeronave. A tensão era grande naquela noite e esperavam uma retaliação americana pelos ataques as bases no Iraque. Algum dedo nervoso deve ter acionado um S300 da vida. Corrobora para essa tese a baixada de bola dos Iranianos após o ataque pífio inoquo as bases americanas no Iraque. Então o Irã trocou um general, o segundo homem do país, por hangares, e alguns prédios inabitados da base americana? Não sei se o povo daquele país vai aceitar a troca.

  3. Dano colateral, de boas (fui irônico).
    O que mais me chama atenção é que as empresas nunca, seja recente ou no passado, elas nunca deixam de voar sobre regiões de risco, so acordam quando ocorre uma tragedia, como no caso do MH17.

  4. O Canadá tem tanto interesse em esconder provas do abate quanto o Iran. O Iran, pela bobagem que fez, por mostrar como suas forças são fracas e para não indenizar as vítimas. O Canadá, por ter um governo fraco que não tem coragem de cobrar a responsabilização do Iran. Vai passar a mão na cabeça do Iran como já tem feito há muito tempo.

    • Não existe "coincidência" mais, agora existe evidência, –cabeça do míssil 9M330 do Sistema Tor-M1 encontrado no lugar, vídeo de lançamento do missil, os furos na fuselagem e típico da ogiva do míssil etc…

  5. Os amadores acabaram de confessar o crime, o Irã admitiu que abateu o avião da Ucrânia por engano. Sabiam que uma mentira seria muito dificil de acobertar e acabaram por se renderem a incompetência de suas forças de defesa aérea em confundir um B737 com algum missil ou aeronave americana. Muitos vão falar, puxa, as baterias estavam sob pressão, e tensão, mas isso não é justificativa, devem estar treinados e os procedimentos de confirmação devem ser seguidos, além do fato do aeroporto estar funcionando sem restrições. Nesse caso a incompetência desses iranianos da bateria anti aérea spceifaram 170 vidas. Nunca deixe um sistema anti-aérea sob cuidado de gente amadora.