O Catar assinou o pedido para aquisição de 24 helicópteros AH-64E Apache Guardian. (Foto: Boeing)
O Catar assinou o pedido para aquisição de 24 helicópteros AH-64E Apache Guardian. (Foto: Boeing)

O Catar assinou hoje o pedido para aquisição de 24 helicópteros de ataque Boeing AH-64E Apache Guardian. Os helicópteros adquiridos através do programa FMS (Foreign Military Sales) serão fabricados na unidade da Boeing em Mesa, Arizona.

O contrato avaliado em mais de US$ 667 milhões, engloba além das aeronaves, um treinador de tripulação Longbow, equipamento de apoio no solo e rádios Thales. A principal contratante é o Comando de Aquisição do Exército dos EUA. O trabalhos tem previsão de conclusão para maio de 2020.

O pedido de compra dessas aeronaves havia sido solicitado ao Departamento de Defesa dos EUA no dia 7 de junho de 2015. As armas solicitadas na notificação FMS original incluía mísseis guiados por laser AGM-114R Hellfire, mísseis FIM-92H Stinger com lançadores ar-ar, e foguetes ar-terra Hydra de 70 mm.

Os EUA concordaram em 2014 em vender um pacote de armas avaliado em US$ 1,1 bilhão para o Catar, o qual inclui Apaches, sistemas de defesa aérea Patriot e Javelin, além de outras armas.

Uma vez em serviço, estes Apaches irão substituir os antigos helicópteros de ataque Aerospatiale SA 342 Gazelle da Força Aérea dos Emirados do Qatar nas missões de apoio aéreo aproximado, reconhecimento armado e anti-tanque.

Os dois países assinaram um acordo de cooperação de defesa de 10 anos no final de 2013. Washington disse que a melhoria das defesas aéreas dos seus aliados do Golfo é uma prioridade.

O Catar foi fundamental para que o Talibã libertasse o Sargento do Exército dos EUA Bowe Bergdahl em 2014, que depois de 5 anos foi liberado pelo grupo, em troca de líderes talibãs que estavam sendo mantidos pelos Estados Unidos na Baía de Guantánamo, em Cuba.

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4 COMENTÁRIOS

  1. Olha… verdade precisa ser dita, esse helis é um baita projeto!
    Os ianques mizeravi acertaram na veia!
    Sorte tem seus operadores!

    • Concordo! E fica a pergunta: Teria o AH-63 tido o mesmo sucesso?
      Vale lembrar que inicialmente a venda do Apache a outras nações fora proibida.

      • Boa pergunta! Realmente difícil de responder, acho que iria depender de inúmeros fatores, desde como as forças americanas o usariam (pois isso influi na visibilidade externa do vetor), desde a liberação ou não de sua venda a outras nações e também da evolução do próprio aparelho acompanhando e incorporando as inovações tecnológicas assim como seu grau de sobrevivência e sua letalidade e os armamentos aos quais ele poderia ser integrado.

        Ficou meio longo… mas inseri tudo o que eu lembrei rs!

  2. Pessoal vocês que são expert no assunto me digam na opinião de vocês qual o melhor vetor os nossos helis Mi35 ou estes Apaches e também qual a principal diferença entre eles, abraços a todos.

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