A SAAB emitiu comunicado relatando que na data de hoje – 15/06 – o protótipo do Gripen E (NG) voou com sucesso.

Mais detalhes ao longo dia.

FONTE/IMAGENS: SAAB

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53 COMENTÁRIOS

  1. Muito bom, as coisas estão caminhando! Parabéns a Saab e a todos os envolvidos!

  2. Nesse ritmo os primeiros caças chegarão ao Brasil por volta de 2025/30! Oooops! Aí já estarão obsoletos!

  3. Me lembro que alguns anos atrás o pessoal aqui no Cavok chamava o Grippen E de "Grippinóquio".
    E também o Hornet de "tijolão bugado" e o Rafale de "Rafaleco"…
    Agora, torcer para não atrasar o cronograma.

    • Torcida tem de todos os lados. Mas agora o lance é torcer pra tudo ocorrer bem, sem atrasos ou aumento de custos.

  4. Gripen, Rafale e Eurofighter Typhoon são emergentes dos programas para reestruturação das forças aéreas europeias e mundias dos anos 90, e se me lembro bem, as promessas eram o Rafale e Gripen visto que os americanos estavam focados em suas soluções F117/A NightHawk "Stealth" e F-22-Raptor após o primeiro conflito da guerra do Golfo. Mas ver o Rafale após todos esses anos se reinventando me trás alegria e esperança de que, como disse o colega: "ver em breve rasgando os céus do Brasil". Sds. Força e Honra!

  5. Enfim voou!!!! Tirou o dedo!!!! Ainda bem!!!! Mas…… Rsrsrs
    .
    Sem festejos antes do tempo. Para ter demorado assim, eu pensava que iria decolar com algumas coisas a mais, como o IRST. Não entendi também aquele barbatana ventral, parecendo um pilone para pode.
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    Agora é esperar para que mais voos ocorram, com mais celeridade possível.
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    Ah tá, é digno de nota a presença do ministro Jungmann e de parlamentares brasileiros neste primeiro voo.
    .
    Até mais!!! ?

  6. Pergunto, vale 128.000.000,00 de dolares a unidade? E enquanto todo mundo indo de 5a. geração o Brasil gasta seus oucos recursos em um Gripen C/D anabolizado e com atraso no programa.

    • Mas como vc chegou a este valor?
      Se dividiu o valor do contrato pelo número de aviões, usou uma maneira errada.
      .
      Quanto ficaria o valor final de um contrato para se comprar 36 F-35, que é o 5G a venda hoje?
      Difícil saber.

      • Strobel, mas o que importa não é o valor integral no contrato? Afinal compensações não entram no caixa oficial o governo, e pior em se tratando de de negócios, nos vemos todos dias na tv como eles são feitos, inclusive indícios de como foi feito esse com a SAAB.

        • Engraçado como ele julga a maneira do cálculo como errada…

          Concordo com você, independente do malabarismo financeiro, das pedaladas e etc, o que importa é o montante investido ao final de forma atualizada. Outra coisa que já me cansou foram os sofismo: compensações, off-sets, "é investimento não é gasto", povo não entende que dinheiro público é sempre gasto, sendo praticamente impossível calcular o que será recebido em forma de tributos – arrecadação possui inúmeras nuances.

          A bem da verdade, encontraram uma forma legalizada de pulverizar propina e favorecimento indevido com os tais off-sets, tornou-se praticamente impossível rastrear esse dinheiro. Nos resta apenas conferir quantos filhos e viúvas integram os quadros das empresas favorecidas nestes acordos…

          • Contratos militares em nenhum lugar do mundo é exposto em detalhes, portanto é difícil saber o valor individual de cada aeronave.
            Esta simplificação de dividir o valor do contrato é um erro, a chamada conta de padaria.
            Fazendo esta "conta de padaria" outro dia alguem chegou a conclusão de que um Super Tucano custava 15 milhões de dólares.

          • Creio que o ponto do WRSrobel ao dizer que o cálculo estava errado, seria em dizer que a unidade do Gripen E em si não custou US$ 127 milhões.

            Ou seja, o preço da unidade do Gripen E não é tal. Ao dividir o valor do contrato por 36 e dizer que esse é o valor por unidade, você estaria um tanto errado. Pois dentro desse contrato não há somente as aeronaves, mas também o ToT, produção local, cockpit da AEL, treinamento de pilotos e pessoal de manutenção e sabe-se lá quantas outras compensações.

            Lembro-me que outro usuário aqui havia comentado que o custo flyway do Gripen E seria em torno de US$ milhões com base no valor sueco.

            É bom lembrar que tanto o contrato do Super Hornet quanto do Rafale sairiam mais caro no geral. O Rafale quem diga, valor geral de US$ 8 bilhões…

            • Principalmente o tot e os empregos gerados, onde os parentes dos brigadeiros iriam trabalhar?

            • Continuo não concordando com esta visão…

              É malabarismo contábil, tentar se enganar e enganar. Quem opera o vetor sem armamento, suporte e toda parafernalha? É lógico que deve ser incluso esses valores na conta final. Nem entro no mérito das tais compensações, para mim é o jargão militar para outra coisa.

              Exemplificando mal e porcamente, é como adquirir um carro e fazer de conta que não haverá manutenção, seguro, combustível, etc.

              • Existem 3 (não me recordo de cabeça mas talvez sejam 4) contratos no pacote do Gripen. Eles incluem a compra dos caças com toda logística até atingir o IOC (2021), manutenção e logística no geral ( 2021-2026), armamentos.

                A FAB comprou o projeto do carro com seguro e as revisões no pacote.

                A diferença no meu entender é que é mais fácil comprar mais do Gripen pela pressão que a compra do projeto impõe. Houve maior "ToT" do que nos outros possíveis acordos, isso pode refletir em mais caças. E o custo de um Gripen E não passaria muito de 80 milhões (chute), já que já pagaram pela ToT.

                Super Hornet, por exemplo, não tinha tanta ToT, os Offsets eram mais referentes a manutenção e logística. Comprar mais SH seria bem mais caro, o que poderia inviabilizar o número de aeronaves, pois era uma compra "mais de prateleira".

                É o que eu acho.

                • Não fiz juízo de valor da escolha ou dos outros concorrentes, não entrei nesse mérito, até porque, qualquer análise do Rafael ou SH seria baseada em achismo nessa altura do campeonato.

                  Apenas disse que em minha opinião, independente do sofisma adotado, nada mudará o valor final que o Estado brasileiro deverá adjudicar.

    • Foi caro pois teve ToT, emprego para os parentes do alto comando da fab, aposto eu…

      • E as compensações suecas que passam de 9 bilhões?

        Tenho um PDF dessa tal ToT, mas não estou com o laptop no momento, se lembrar posto.

    • Com certeza vale. Bem melhor do que pagar mais caro no Super Hornet e ficar com armamento retido nos E.U.A., ou pagar muito muito mais caro no Rafale e falir a FAB com os custos de manutenção.
      Todo mundo indo de 5º geração? Muitos países como França e Alemanha, e nações do oriente médio não vão. E quem venderia caças de 5º geração ao Brasil nos próximos 5 anos? Supondo que alguém venda, vamos pagar e manter como? Nem a modernização do AMX foi pra frente.
      Quanto aos atrasos, poderiam ser bem menores se a capivara do cerrado não ficasse enrolando pra concluir o FX-2, tanto para bater o martelo, tanto a enrola pra assinar e concluir tudo

      • E o F-35 que na ideia original não permitiria estoque de suprimento pelos compradores estrangeiros, as peças ficariam estocadas com os americanos e liberadas conforme a necessidade.
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        Não sei como ficou isso, Israel foi o primeiro a declarar publicamente que não concordava com esta ideia e teria seu próprio estoque de suprimento.
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        Na ideia original, ao chegar o momento de uma revisão o sistema informatizado detectaria e o almoxarifado americano despacharia o suprimento necessário só para aquela revisão.
        O país operador só teria um suprimento mínimo para aqueles componentes que são mais comuns de serem danificados, como um pneu por exemplo.
        .
        Os americanos diziam que esta forma economizaria aos cofres dos compradores, poi não gastariam com suprimento não utilizado.
        Mas na verdade queriam evitar que compradores cuja venda de suprimento esteja vetada voe por muito tempo, ou evitar que um usuário supra outro, como fez a Africa do Sul suprindo o Mirage de países embargados.

        • Não mudou muito não, creio que hoje somente Israel, Austrália, Reino Unido, Holanda e Japão podem ser "independentes" (ainda haverá dependência em certo nível) na manutenção.

          • Estes países que vc citou acima vão ser "menos dependentes" no suprimento, devendo possuir um estoque maior.
            "Independencia" nenhum país estrangeiro vai ter, mesmo os que montam partes do avião, ou tem linhas de montagem final como a Itália e o Japão.
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            Quanto a economia em suprimento não utilizado eles tinham razão, apesar de não ser esta a razão principal da limitação de suprimento.
            Eu fiz estágio no DARJ nos anos 80 e realmente tinha suprimento de aeronaves que nem eram mais utilizadas pela FAB.
            Até do Gloster Meteor ainda tinha coisa sem utilidade nenhuma, a dificuldade de vender o suprimento que sobra na desativação de uma aeronave é grande. Precisa de autorização do país produtor para repassar legalmente os itens.
            .
            DARJ – é responsável pelo desembaraço alfandegário, recebimento, triagem e distribuição de todo material adquirido no exterior, destinado às diversas Organizações do Comando da Aeronáutica. Para tanto, conta com 15 carretas e seis caminhões. Em 2008, os veículos daquela Organização Militar percorreram 420.000 km, transportando 1.500 toneladas de material. Fonte: FAB

        • Ufric,
          não lembro se foi aqui ou em outro blog (Poder A.) que li que os EUA só liberar o AIM-120 para uso se achasse conveniente ( não vou ficar 1 hora procurando o link).
          EAU seriam a exceção no oriente médio, ao menos por agora

          • Não me recordo disso sendo oficialmente dito em qualquer lugar.

            A propósito, segue o pacote de armamentos aprovado pelos EUA em 2009.

            – 28 mísseis AIM-120C7

            – 28 mísseis AIM-9M

            – 60 bombas JDAM GBU-31/32

            – 36 bombas planadoras AGM-154 JSOW

            – 10 mísseis anti-radiação AGM-88B

            – 36 pods ATFLIR
            http://www.dsca.mil/major-arms-sales/brazil-fa-18

            Um bom pacote…

            • Bom pacote não, o melhor, daquela piada de FX2…

              Não escolheram SH e agora vão de Gripen pelo mesmo preço e Derby kkkkkkkkkk

              • Mesmo preço????

                Os Super Hornets não vinham por menos de U$7 bilhões.

                E isso que a "ToT" seria uma bela mentira.

            • Eu me lembro de uma conversa neste sentido, dizendo que os EUA tinha vendido AIM-120 AMRAAM para o Chile, mas não entregariam, seriam estocados nos EUA.
              Mas como logo depois apareceram fotos do F-16 da FACh com os AMRAAM morreu o assunto.

            • Eu achei os números desse pacote dos EUA em 2009 muito fraco. Talvez a FAB viesse a adquirir mais alguma coisa. Aliás, não sei não, a FAB sempre adquire 6 dúzia de nada sempre.

              • Isso é um pacote inicial para acompanhar o avião, depois se compraria mais armamento.
                Armamento, em especial o míssil tem validade, se vc comprar muito na aquisição da aeronave, eles vão gastar sua vida útil no paiol enquanto o avião é implantado.
                Quando acaba a validade ele tem que voltar ao fabricante para ter os componentes vencidos trocados e voltar para mais um periodo em disponibilidade.

            • Jamais disse que eram iguais. Apenas copiei o que o release do DSCA disse…

              "60 GBU-31/32 Joint Direct Attack Munitions (JDAM)"

              • Além disso o fato do 31 e 32 estarem separados por uma barra inclinada mostra que são dois itens diferentes.
                A GBU 31 é uma bomba Mk84 de 2000 libras, aproximadamente 1000 kg, com kit de guiamento Boeing JDAM.
                A GBU 32 é a Mk 83 de 1000 libras, aproximadamente 500 kg com kit de guiamento Boeing JDAM.
                .
                JDAM kits fitted to Mk 84, BLU-109, Mk 83, and Mk 82 unguided
                . https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/
                .
                Proposta da Boeing original com mais detalhes:
                "If the Government of Brazil selects the U.S. Navy-Boeing proposal, the Government of Brazil will request a possible sale of:
                28 F/A-18E Super Hornet Aircraft,
                8 F/A-18F Super Hornet Aircraft,
                72 F414-GE-400 installed engines,
                4 F414-GE-400 spare engines,
                36 AN/APG-79 Radar Systems,
                36 M61A2 20mm Gun Systems,
                36 AN/ALR-67(V) three Radar Warning Receivers,
                144 LAU-127 Launchers,
                44 Joint Helmet Mounted Cueing Systems (JHMCS),
                28 AIM-120C-7 Advanced Medium Range Air-to-Air Missiles (AMRAAM),
                28 AIM-9M SIDEWINDER Missiles,
                60 GBU-31/32 Joint Direct Attack Munitions (JDAM),
                36 AGM-154 Joint Standoff Weapons (JSOW),
                10 AGM-88B HARM Missiles,
                36 AN/ASQ-228 (V2) ATFLIR Pods.
                36 AN/ALQ-214 Radio Frequency Countermeasures.
                40 AN/ALE-47 Electronic Warfare Countermeasures Systems,
                112 AN/ALE-50 Towed Decoys,
                Joint Mission Planning System,
                Support equipment, spare and repair parts, personnel training and training equipment, ferry and tanker support, flight test, software support, publications and technical documents, U.S. Government and contractor engineering, technical and logistics support services, and other related elements of logistics and program support." Boeing

    • Sou contra os custos totais deste acordo entre o Brasil e a Suécia. Hoje sabemos muito bem o que está por trás de aditivos a contratos, e toda sorte de agregado ao que foi contratado. O Brasil deveria ter comprado o Gripen C/D e pronto, e nada mais além do que isso. Quando se colocam penduricalhos ao contrato, a rataiada deita e rola. Gerações de FABianos serão sustentadas por este projeto. Todo mundo confunde as coisas e pensam que são sócios da FAB, Marinha ou Exército. Estas três forças tem como função a proteção do Estado e suas fronteiras. Logo deixem de blablabla de fomentação a indústria nacional, etc. Se tivessemos gastos e conflitos como as grandes potências, talvez poderíamos incetivar tais industrias, mas sem estas ameaças pra que isso, quando as cidades estão lotadas de craquentos, ruas cheias de buracos e o indice de mortes por arma de fogo maior do mundo. Chega de super trunfo, se até a Suiça revisou a compra dos Gripen, porque a super potência de macunaíma faria diferente? Se o Gripen E fosse 10% mais caro que a versão C, já estaria muito bem paga.

  7. Depois do voo do DEMO, que era uma anv D com as mudanças necessárias para testar motor, radar e demais aviônicos que serão usados em todo o programa NG, já era "comédia" ver os "ispecialiiiistas de tecrado" chamando-o de "avião de papel", e agora, depois do E fazer um voo bem sucedido, tem quem acha pouco, acha que a integração de tudo que já foi testado em voo num convertido pode dar errado numa estrutura construído dentro desses parâmetros, e até quem ache que o mesmo deveria decolar armado no primeiro voo…KKKKKKK

    Vão ser do "contra" assim lá na PQP!!!

    Enquanto isso, a SAAB, parece-me, vai muito bem!!!

  8. Só espero que a FAB mude sua padronagem para algo parecido.
    De resto, feliz em ver que a progressão do programa segue de forma segura e sólida.

  9. De coraçao ,torço para que nao tenha o destino do AMX , um OTIMO vetor que o brasil reduziu a um mero carregador de bombas burras ! Basta compara-lo ao AMX italiano , puts , esqueci que por lah a parasitagem eh bem menor !

    • A modernização do AMX no meu ponto de vista – mesmo chegando atrasada e caminhando a passos de tartaruga se não acabar cancelado – , garantiu muitas novas capacidades ao AMX, e o desenvolvimento dos kits Acauã e até a aquisição de bombas inteligentes fazem dele um " carregador de bombas inteligentes ". Eu vou além, e penso que a Embraer poderia desenterrar o ferramental e garantir controle sobre o projeto e quem sabe reinventa-lo com as capacidades de hoje e com o know how do Gripen NG. E concordo, realmente de coração, que a FAB faça esse projeto amadurecer e tenha total interesse em tornar o Gripen aqui no Brasil um sucesso, com 100 ou mais unidades operando por aqui. Não adianta pagar caro por ToT e ficar nos 36 ..

      • O problema em reabrir a linha de produção do AMX é que por ser um produto binacional, na época entre 2 empresas italianas e uma brasileira, é o fato de ter que ser uma vontade de todos os participantes.
        É a maior desvantágem destas parcerias onde cada um faz uma parte do avião.
        Por outro lado estamos na era do multifunção, e um avião de ataque subsônico não teria mercado.

      • Eu sou fã do AMX, mas ele não é um avião para a próxima década. Com o fim de sua vida útil, a não substituição até o momento do Xavante e o know How adquirido com o Gripen, talvez devêssemos pensar em algo no estilo Hawk, um treinador eficiênte com boa capacidade de combate, é bem mais barato de operar que Yak-130, Master e T-50 .

        • Gostaria de ver o Brasil/Embraer em desenvolvimento conjunto do FS2020/25. Seria o passo seguinte, mas na atual conjuntura, não para apostar muito nisso não. 😛

          []'s

        • Para entrar em um mercado entupido de bons treinadores nem vale a pena.

  10. Escuta, não era para a gente estar comemorando ? Também sou a favor que a FAB mude a pintura dos pássaros, alias, peçam umas dicas para o pessoal de pintura da Sukhoi.

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