Um F-35A do 34º Esquadrão de Caça da 388ª Ala de Caça lança uma bomba GBU-49 durante um exercício de avaliação de armas Combat Hammer na Base Aérea Eglin, Florida. (Foto: 86th Fighter Weapons Squadron / USAF)

O 34º Esquadrão de Caça da 388ª Ala de Caça da Força Aérea dos EUA retornou recentemente de um exercício de avaliação de armas na Base Aérea de Eglin, Flórida, onde empregou a bomba guiada GBU-49 pela primeira vez no treinamento de combate com um F-35A Lightning II.

A GBU-49 é uma bomba guiada por GPS e laser que pode ser usada em uma variedade de condições contra muitos tipos de alvos móveis ou estacionários.

“É uma arma muito flexível. Tem sido confiável, precisa e eficaz”, disse o tenente-coronel Matthew Johnston. “Como qualquer nova arma, o que aprendemos e o que aprenderemos à medida que continuamos a treinar com a GBU-49 afetará diretamente nossas táticas e tornará o F-35A ainda mais letal.”

Durante o exercício da arma, conhecido como Combat Hammer, as equipes avaliaram a disponibilidade das equipes de armas, mantenedores e pilotos da Base de Hill enquanto montavam, carregavam e empregavam as armas do F-35A.

“A Combat Hammer valida nossas táticas, técnicas e procedimentos e constrói a confiança em nossos aviadores de que estamos prontos para nossa missão em tempo de guerra”, disse Johnston.

Enquanto os pilotos estavam treinando para empregar a GBU-49 nos simuladores de voo do F-35A na Base Aérea de Hill, eles aprenderam muito enquanto voavam neste exercício, disse o tenente-coronel Michael Albrecht, diretor de equipe da 388th Fighter Wing.

“Em um Combat Hammer, você dispara essas armas cem vezes em treinamento real e está validando o processo”, disse Albrecht. “Esta foi a nossa primeira vez com essa arma em particular. Os pilotos se comunicavam bem e todos os dias compartilhavam os assuntos de surtidas a surtidas que refinavam nossas táticas.”

O treinamento local na Área de Teste e Treinamento de Utah com GBU-49s reais e inertes começará em breve.

A Base Aérea Hill deve ter três esquadrões de caça F-35 com um total de 78 aeronaves até o final de 2019. AS alas 388th da USAF e a 419th da Reserva da Força Aérea voarão e manterão os jatos em uma parceria de Total Force, que capitaliza a força de ambos os componentes.

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1 COMENTÁRIO

  1. A FAB deveria ir em busca de grandes avanços no tocante ao emprego de armas inteligentes. Se eu não me engano, tanto o F-5EM, como A1-M e até os Super Tucanos conseguem empregar estas armas em conjunto com PODS designadores. Porém pouco se vê e pouco se fala. Com a vinda do Gripen, um caça multirole puro, a FAB terá que se aprimorar nesse sentido, tanto no uso de Bombas Guiadas, quanto mísseis guiados de cruzeiro, anti-radiação e anti-navio, pois é dessa forma que todas as operações militares se desencadeiam hoje no mundo, e não sabemos do dia de amanhã.
    Lançar bomba "burra" em pista de terra na Amazônia é o básico do básico, e não irá adiantar nada ter um avião no estado da arte e não tirar proveito do máximo dele.

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