Três dos quatro caças Eurofighter Typhoons do Esquadrão 1 (Caça) da RAF voam para Malásia com apoio de dois KC-767 da Força Aérea Italiana. (Foto: RAF / UK MoD)
Três dos quatro caças Eurofighter Typhoons do Esquadrão 1 (Caça) da RAF voam para Malásia com apoio de dois KC-767 da Força Aérea Italiana. (Foto: RAF / UK MoD)

O Esquadrão 1 (Caça) da Real Força Aérea britânica (RAF) com sucesso voou com quatro jatos de combate Typhoon Tranche 1 desde a Base da RAF de Leuchars para a Base da Real Força Aérea da Malásia (RMAF) de Butterworth, percorrendo o trajeto de 7.000 milhas em quatro etapas, passando por Chipre, Bahrein e Sri Lanka, durante quatro dias.

Esta é a primeira vez que o Esquadrão 1 foi implantado num exercício como uma unidade formada com apoio total em terra após suas operações com sucesso no Oriente Médio no ano passado. Durante todo trajeto os caças foram apoiados por uma aeronave de reabastecimento aéreo KC-767 da Força Aérea Italiana, e também utilizaram a nova capacidade de transporte/reabastecimento Voyager da RAF para implantar grande parte da equipe.

Essa é a primeira vez que o esquadrão voa em missão internacional com apoio total no solo e em voo das aeronaves cisternas. (Foto: RAF / UK MoD)
Essa é a primeira vez que o esquadrão voa em missão internacional com apoio total no solo e em voo das aeronaves cisternas. (Foto: RAF / UK MoD)

O Comandante do Esquadrão 1 (Caça), o Wing Commander Mark Flewin, que liderou o voo e os comandos do descolamento, disse: “O sucesso da primeira fase deste destacamento reflete o compromisso, flexibilidade e capacidade de todo o pessoal do Esquadrão 1 (Caça). Enquanto nós tivemos que trabalhar rapidamente para adaptar nossos aviões enquanto o exercício era organizado, o simples fato de que levarmos quatro aeronaves para outro lado do mundo em apenas quatro dias é uma conquista fenomenal, especialmente para um esquadrão recém-formado.”

“Um elemento importante deste exercício é trabalhar ao lado de nações parceiras para melhorar a nossa interoperabilidade e capacidade de adaptação, para que possamos atender uma gama complexa de desafios que podemos enfrentar no contexto de operações futuras. Trabalhando perfeitamente ao lado de nossos colegas da Força aérea italiana para alcançar tal implantação rápida e bem sucedida é um exemplo positivo deste processo no trabalho.”

A equipe da RAF já na Base Aérea da Malásia de Butterworth. (Foto: RAF / UK MoD)
A equipe da RAF já na Base Aérea da Malásia de Butterworth. (Foto: RAF / UK MoD)

Uma das quatro aeronaves de combate de linha de frente Typhoon da unidade da ativa da RAF estarão usando o destacamento na Malásia como uma oportunidade para realizar uma série de missões de treinamento multi-função – utilizando controladores aéreos avançados da 16ª Brigada de Assalto Aéreo e do Regimento da RAF – para, finalmente, reforçar a capacidade operacional da Força Typhoon.

O Wg Cdr Flewin, acrescentou: “Com o trajeto concluído com êxito e os elementos de apoio no local, podemos agora olhar para a frente para alcançar os nossos objetivos conjuntos de formação num ambiente muito diferente do granizo e neve que deixamos para trás em Fife.”

Dois dos Typhoons já foram destacados para a feira internacional LIMA (Langkawi International Maritime & Aerospace), que permitira ao piloto de exibição da equipe Typhoon da RAF a completar a sua primeira exibição pública de 2013 numa audiência internacional.

Texto: Sarah Williams / RAF – Tradução: Cavok

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1 COMENTÁRIO

  1. "…o simples fato de que levarmos quatro aeronaves para outro lado do mundo em apenas quatro dias é uma conquista fenomenal, especialmente para um esquadrão recém-formado.”

    Grande coisa…
    Este translado dos poderosos Typhoons que percorreram, + ou – , uns 11 mil km… me lembrou a viagem dos pequenos (comparativamente) turbo hélices Super Tucanos, que desde São José dos Campos – SP, até a Indonésia, voaram mais de 20mil km!

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