O primeiro A330 MRTT “Phénix” destinado para Força Aérea Francesa, decola de Getafe para seu voo inaugural. (Foto: Pablo Cabellos / Airbus)

A Airbus Defense and Space completou com sucesso o primeiro voo do primeiro A330 MRTT (Multi Role Tanker Transport) para a França. A aeronave, que será conhecida no serviço francês como Phénix, é a primeira das nove encomendadas pela Agência Francesa de Aquisição de Defesa (DGA), com mais outras três aguardando para serem confirmadas.

A aeronave é a segunda A330 MRTT no novo padrão a voar, com modificações estruturais, melhorias aerodinâmicas que dão uma redução de queima de combustível de até 1%, computadores de aviônica atualizados e sistemas militares aprimorados. A aeronave foi convertida em Getafe a partir de um A330 padrão montado em Toulouse.

A tripulação informou que a aeronave atuou de acordo com as expectativas durante o voo que teve uma duração de 3 horas e 25 minutos.

A frota Phénix será equipada com uma combinação do Sistema Boom de Reabastecimento Aéreo (ARBS) da Airbus e pods de reabastecimento de mangueira e cesto, e pode transportar 272 passageiros ou ser configurado para evacuação médica.

A primeira entrega está prevista para 2018. Cinquenta e um A330 MRTTs foram encomendados por oito nações, das quais 28 foram entregues.

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4 COMENTÁRIOS

    • Com 30 KC-390 vai querer KC-767 para que?
      Mesmo que tenha seja mais capaz, não é mais necessário.
      Com alguns KC-390 a menos poderia ser finalizada a aquisição dos 3 KC-767 usados convertidos.
      Novo fica caro demais, a Italia em 2001 pagou 700 milhões de dólares por 4.
      Agora que deem um jeito de arrendar mais pelo menos um C-767, pois para transporte eles ainda são necessários.

      • O KC-390 não seria uma aeronave de transporte tático, assim como o Hércules?
        Os mesmos não possuem um elevado alcance e capacidade de carga como C-767 ou o A330 MRTT para o transporte estratégico. A FAB perdeu essa capacidade com a saída dos KC-707, na minha opinião ainda existe a necessidade do KC-X.
        Ou melhor, como você falou, mais um C-767 para um servir de backup do outro já estaria bom. E veto a opção de uso presidencial.

        • O KC-767 é sim um reabastecedor estratégico, nisso vc tem toda razão.
          Mas temos que cair na real, não somos uma Força Aérea de ações estratégicas, para isso seriam necessários muitos bilhões de dólares e uma necessidade que não existe no cenário atual.
          Eu ja sou a favor de vender os dois Lineage 1000 do GTE e comprar ou arrendar um B767 com primeira classe para o Corsário, que atenderia o Pres. nas viagens mais longas com capacidade de transportar toda a comitiva atrás classe econômica, e seria usado na sua função normal de transporte de passageiros mais a carga no porão, como o B767 atual que não tem classe executiva ou primeira classe.

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