O respeitado portal brasileiro de assuntos militares DefesaNet publicou hoje (15) que os helicópteros AH-2 Sabre (Mi-35) podem estar sendo vendidos para a Líbia em uma operação triangular com os Emirados Árabes Unidos.

O DefesaNet citou a publicação francesa Intelligence Online como a fonte. Segundo segue, em informe datado do dia 12 de fevereiro, está em negociação uma operação triangular para que as forças do General Khalifa Haftar (Libyan National Army), recebam um número não especificado dos helicópteros russos Mi-35 (AH-2 Sabre), operados pela Força Aérea Brasileira – FAB.

A nota fala nos mais antigos, provavelmente os seis primeiros Mi-35, que vieram dos estoques da Rússia. As aeronaves foram recebidas para equilibrar a balança comercial entre os dois países, amplamente favorável ao Brasil pela exportação de commodities agrícolas. Foram recebidos em linhas gerais dois lotes de 6 helicópteros cada e são operados pelo Esquadrão Poti (2º/8º GAV), em Porto Velho, Rondônia, e ALA 6 pela nova denominação.

A operação seria conduzida pela corporação russa Rosoboronexport e financiada de forma generosa pelos Emirados Árabes Unidos.

O general rebelde tem adquirido grande lote de material militar na sua luta contra o rival Governo de Trípoli. Recentemente foi adquirida uma frota de drones chineses CH-4 da Força Aérea da Jordânia.

Helicóptero Mi-35M (AH-2 Sabre, “8954”) do 2º Esquadrão do 8º Grupo de Aviação (2º/8º GAV) “Esquadrão Poti”, durante voo de testes na Rússia. O helicóptero está equipado com os tanques de combustível externos. (Foto: Rustam Bogaudinov)

A negociação pode ser de interesse da FAB em se ver livre do Mi-35 que sofrem com um apoio logístico deficiente por parte da Rússia. E um custo operacional muito alto. Para os líbios e russos o interesse é que a parte de manutenimento da FAB é excelente o que possibilitaria coloca-los em capacidade operacional em curto espaço de tempo.

Porém, mesmo com uma disponibilidade operacional baixa, devido a crônica falta de peças, eles são os únicos helicópteros de ataque do Inventário Militar do Brasil.

Além da complexidade da concretização do negócio, visto as relações internacionais e comerciais envolvidas (Observar que os motores dos Mi-35 da FAB são produzidos pela Motor Simch da Ucrânia). A perda de uma plataforma como o Mi-35 (mesmo com a incerteza da disponibilidade), pode bloquear a negociação.

O treinamento com 10 helicópteros AH-2 Sabre foi realizado na Base Aérea de Porto Velho. (Foto: Agência Força Aérea)

O governo brasileiro formalizou, no dia 13 de fevereiro de 2020, com a publicação no Diário Oficial, Acordo de Parceria Estratégica com os Emirados Árabes Unidos. Este acordo prevê em vários artigos a possibilidade legal de abrigar uma negociação como esta anunciada pela publicação francesa.


NOTA DO EDITOR: Ou isso é real ou os amigos do DefesaNet estão preparando terreno para aquele 1.º de abril. Como o pessoal lá não usa ‘EXCLUSIVO’ para caçar cliques…


NOTA DO EDITOR²: As aeronaves foram recebidas para equilibrar a balança comercial entre os dois países, amplamente favorável ao Brasil pela exportação de commodities agrícolas…A negociação pode ser de interesse da FAB em se ver livre do Mi-35 que sofrem com um apoio logístico deficiente por parte da Rússia. E um custo operacional muito alto.


NOTA DO EDITOR³: A FAB foi entubada com esse helicóptero. Em que pese ser ele uma máquina e tanto, é nítido que ele está deslocado, fora da curva dentro da Força. A começar que ele deveria estar sob o manto do Exército, mas não. Nossos maiores parceiros-fornecedores militares são a França e os EUA. Imagina o custo que deve ser para manter uma frota tão diminuta, que ainda por cima tem os motores produzidos na Ucrânia! Se os indianos, que são os maiores parceiros da Rússia sofrem com o pós-venda do Urso, por que aqui seria diferente?

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48 COMENTÁRIOS

  1. A FAB nunca quis esses helicópteros. É um pesadelo logístico e herança daquela diplomacia nefasta comprados via senhor das armas paquistanês. Com certeza a força vai se sentir aliviada quando se livrar deles. E vou falar que já demorou pra isso acontecer.

  2. Cara de caça cliques, não tem cabimento lidarmos com grupos de guerrilha líbios, isso nada tem a ver com nossa doutrina de comércio militar. Fora que vender pra ficar sem nada é tosco, não tem lógica alguma independente do problema de manutenção existente (que não sabemos se é real, aliás)…

  3. Em relação ao apoio logístico, para que serve o centro de manutenção inaugurado em Belo Horizonte ?

    Sobre a notícia, pode não se concretizar devido uma série de fatores (inclusive embargo de armas da ONU a este País), armas que entram lá, o faz de forma clandestina..
    Mas há 4 dias um conhecido russo me disse que o Brasil estava negociando com o EAU a venda dos Mi-35, como não vi notícia em lugar nenhum achei ser apenas mais um boato..

  4. Esses dias mesmo estava pensando a respeito. Como estes países estão precisando tanto de helicópteros de ataque e como são tão ligados aos russos, bem que poderíamos nos livrar dos nossos Mi-35 vendendo para eles… Daí hoje me vem essa notícia kkkk…

  5. Só umas perguntas pois é muito achismo ja que a gloriosa fab não fala, se fala eu não vi, não lembro.

    1- Tem alguma matéria de algum Comte. falando que os Mi são terríveis de operar, que falta peça e etc…?
    2- Os Mi são usados, tem ocorrências frequentes onde eles são empregados?

    Que é fora da curva na força eu concordo mas jamais que abririam mão, esses Helis lá empregam quantos milico na base, gente nas forças é o que mais tem, e na fab então que tem um monte de gente e pouca aeronave…

    • 1) 1- Tem alguma matéria de algum Comte. falando que os Mi são terríveis de operar, que falta peça e etc…?
      ——–

      Who is talking? Journalists clowns? )

      You ask how and what the pilots, if they say that the command does not give money for the purchase of spare parts, missiles – ammunition and overhaul, how they can be in good condition

      Even the cannon containers of the Code of Criminal Procedure 23-250 cannot even buy it, only 24 units, shame! Even the poor Nigeria and Mali bought them when they purchased MI-35M, not to mention guided missiles.


      Quem esta falando? Palhaços de jornalistas? )

      Você pergunta como e o que os pilotos, se eles dizem que o comando não dá dinheiro para a compra de peças de reposição, mísseis – munição e revisão geral, como eles podem estar em boas condições

      Mesmo os contêineres de canhão do Código de Processo Penal 23-250 não conseguem nem comprá-lo, apenas 24 unidades, que pena! Até os pobres Nigéria e Mali os compraram ao comprar o MI-35M, para não mencionar mísseis guiados.

      • Entende uma coisa: a FAB: nunca quis esses helicópteros. Eles são ótimos para vocês russos e para países como Mali e Nigeria write já estão acostumados a baixas taxas de disponibilidade. O apoio logístico de vocês é terrível, não atende aos padrões ocidentais com o qual a FAB já está acostumada.

        • O apoio logístico de vocês é terrível, não atende aos padrões ocidentais com o qual a FAB já está acostumada.
          —–

          Sério? ) Bem, pergunte à Clombia – Peru – Venezuela – Equador, México e outros 100 países que operam helicópteros Ka e Mil, incluindo os Estados Unidos, e todos continuam comprando o Mi-35M, o helicóptero de combate mais vendido, apenas um país não pode. contê-los? Eu me pergunto por que? ) Então pense nisso

          ——–

          Seriously ? ) Well then ask Clombia – Peru – Venezuela – Ecuador, Mexico and another 100 other countries that operate Ka- and Mil helicopters, including the United States, and all continue to buy the Mi-35M, the best-selling combat helicopter, only one country can’t to contain them? I wonder why ? ) So think about it

          • Sabe qual deles possui taxa de disponibilidade acima de 60%?
            Vou te dar um parâmetro de comparação: recentemente o Exército Brasileiro atingiu 100% de disponibilidade dos seus Black Hawks que já chegaram aos 20 anos de operação. Para isso contou com o apoio da Sikorsky.
            100% de disponibilidade, 20 anos de operação. Entende a diferença?

            • Olha, sou mecânico de aeronaves. Não existe 100% de disponibilidade. Isso é pontual. Num determinado dia ou micro-período, não haverá nenhuma aeronave na manutenção, mas isto dura muito, mas muito pouco tempo, questão de duzias de horas e a roda da manutenção volta a girar.

              Sabe quando a taxa de disponibilidade é 100%? Quando não voam.

  6. Seria essa possivel venda uma porta de entrada para os Cobras americanos? Se forem para o exercito e em maior numeros que os MI-35, seria a soluçao perfeita para preencher o nicho que se abriria nas Forças Armadas.

    Alias, os cobras modernizados cairiam como uma luva tanto em termos logisticos como operacionais.

    • Olha, … poderia sim, pois nunca sabemos o que acontece nos bastidores do poder, isso poderia ser uma condição americana. Mas, estamos falando de suposições e tirar um meio da FAB para agregar no EB. A ciumeira deixa isso acontecer? Veremos.

    • Mas claro, tem gente que acha vantajoso operar esse Frankenstein russo com motores ucranianos e aviônica ocidentalizada.
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      Você parece engraçado)) Nos motores Mi-35M VK-2500, eles são produzidos na Rússia pela empresa Klimov – São Petersburgo, como dizem no Brasil, os eletrônicos são todos russos – telas de LCD – fios – flir – sistemas de defesa e assim por diante, milhares de itens, Ao contrário de outros países, a Rússia tem um ciclo de produção completo! E não há eletrônicos israelenses por lá, como palhaços disseram a repórteres que pressionavam a Airbus e a Boeing por artigos personalizados!

      Portanto, aprenda pelo menos coisas básicas antes de dizer algo e não pareça bobo, vá para a cama, você terá que ir à escola amanhã de manhã …
      ——
      You look funny)) On the Mi-35M VK-2500 engines they are produced in Russia by the company Klimov – St. Petersburg, as they say in Brazil, the electronics are all Russian – LCD screens – wires – flir – defense systems and so on, thousands of items, Unlike other countries, Russia has a full production cycle! And there is no Israeli electronics there, as clowns told reporters lobbying Airbus and Boeing for custom articles!

      So learn at least basic things before you say something and don't look stupid, just go to bed, you have to go to school tomorrow morning …

  7. É uma maquina maravilhosa, mas sabemos como funciona o pós venda russo, ou "não funciona". Mas se for para se desfazer e não colocar nada no lugar, ai complica. Até imagino como deve ser dificil para a FAB manter no inventario um artigo tão complexo de alto valor, com essa dificuldade logistica, pesadelo.
    abraço a todos.

    Obs, conheço o referido site, eles não possuem o perfil caça like. De algum lugar isso saiu.

    • É isso mesmo, deixe que a Fab os venda, eles cairão em boas mãos e a Força Aérea Brasileira ficará sem helicópteros de ataque – brilhante)))
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      That's right, let the Fab sell them, they will fall into good hands and the Brazilian Air Force will be left without attack helicopters – brilliant)))

  8. Quem se lembra que faz um tempinho que saiu a noticia que a FAB havia consultado os EUA e que gostariam de armar seus Black Hawks, talvez seja indicio ….eles helis estão na força errada, deviam estar no EB, que não os quer….se estão dando problemas…que passe adiante ….

    • Compra errada. Eu não venderia, simplesmente pelas críticas. Exceto uma devolução de todos ao fabricante. O que o fabricante faz com o equipamento depois, é problema deles.
      ——

      Really? Do you even understand what you said huh?

      Or maybe the Mi-35M should be serviced for free, or what? ) By the way, why are there no problems with the MI-35M in Venezuela, they all underwent a major overhaul, why are there no problems with Russian helicopters in the USA – Mexico – Peru – Ecuador – Colombia, and in another 100 countries, only in one country they constantly have problems? Think about it

      ——

      Sério? Você entende o que você disse, hein?

      Ou talvez o Mi-35M deva ser reparado de graça, ou o quê? A propósito, por que não há problemas com o MI-35M na Venezuela, todos foram submetidos a grandes reparos, por que não há problemas com helicópteros russos nos EUA – México – Peru – Equador – Colômbia e em outros 100 países, apenas em um país em que estão constantemente com problemas? Pense nisso

      • Inventou um monte de coisas que eu não disse. A compra foi errada simplesmente por ele não se encaixar em nenhum requisito emitido pela FAB.

        Não apontei nenhum problema com o equipamento. Portanto, a comunicação da empresa pode ficar tranquila.

        A devolução ao fabricante passa por um acordo com ele. Se não for possível, estocar as aeronaves.

        • Inicialmente, o helicóptero é usado incorretamente! Foi criado para não interceptar aeronaves de transporte de drogas, foi criado para uma guerra total!
          Para apoiar o exército que avança, lute contra veículos blindados inimigos e fortalezas inimigas! Afeganistão-Chechênia-Síria – Iraque (o exército iraquiano comprou 30 novos Mi-35M em 2014) e dezenas de outros conflitos no mundo, incluindo o trabalho do exército MI-35 do Peru em 1995 e conflitos na África provam isso!

          Seja melhor vendido, assim como em termos de confiabilidade e capacidade de sobrevivência, é um dos melhores! Recentemente, a Sérvia e o Uzbequistão receberam seu novo Mi-35M
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          Initially, the helicopter is used incorrectly! It was created not to intercept drug courier aircraft; it was created for a total war!
          To support the advancing army, fight against enemy armored vehicles and enemy strongholds! Afghanistan-Chechnya-Syria – Iraq (the Iraqi army bought 30 new Mi-35M in 2014) and dozens of other conflicts in the world including the work of the MI-35 army of Peru in 1995 and conflicts in Africa prove it!

          Let it be better sold, as well in terms of its reliability and survivability, it is one of the best! Just recently, Serbia and Uzbekistan received their new Mi-35M

  9. Parece estar havendo uma forte padronização em nossas forças, e assim como os IKL, os Sabre não fazem parte dela. E isso está correto, já que estão proximos a processos de modernização caros e seria um desperdício de dinheiro e tempo.
    Por outro lado, eu jamais abriria mão dos dois vetores sem já terem substitutos. Está claro que a FAB procura mais Blackhawks e o EB procura um vetor de ataque ocidental, mas ainda não há ordem de compras, e nossos oficiais generais adoram recepções e eventos com lagosta e champagne.
    Também vender armas com destino à um grupo que quer derrubar um governo seria um desastre diplomático.

  10. Inexistem informações públicas por parte da FAB, a respeito das condições de manutenção e da logística envolvendo peças e partes de reposição fornecidas pelas empresas russas/ucranianas.

    Agora fica claro que estes doze helicópteros são os únicos verdadeiramente de ataque no inventário de nossas FA's.

    No momento em que o ditador Maduro, anseia desesperadamente por um inimigo externo a fim de provocar um conflito armado, seja com a Colômbia ou com o Brasil, torna-se temerária a venda dos AH-2 Sabres sem que haja qualquer previsão orçamentária da aquisição de outros meios similares, seja por parte da aeronáutica ou do exército.

    Os AH-1W Super Cobras continuam disponíveis para venda, em que pese a necessidade de prévia modernização a ser realizada nos EUA, trazendo-os para o padrão AH-1Z que está sendo atualmente utilizado pelo USMC.

  11. Há várias entrevistas do Comandante da Aeronáutica oferecendo o Mi-35 ao EB — que faz que não vê (rima deliberada).

    Recentemente, tamb?m tem sido fácil identificar que a FAB, indiretamente, não só demonstra o desejo de repassar os Sabres à FAB, e os P-3 à Marinha, mas principalmente, TOMAR os Sherpas do Exército (sim, isso mesmo, é só ler umas das 11 revistas de assuntos militares que recebemos aqui gratuitamente — e várias delas dizem a mesma coisa, oficiosamente. Coincidência?).

    Assim, a FAB tem "externado" o que considera ideal para uma reorganização dos meios aéreos militares do país. É alguma coisa, temos que reconhecer.

    Só faltou (querer publicamente) repassar à MB a responsabilidade de resgate em alto mar com helicópteros…

    • Amigo Armand, mesmo sem que ninguém tenha perguntado, gostaria de cornetar essas três situações e o próprio papel da FAB. A marinha não tem a menor condição de operar uma aeronave do porte do P3. Mesmo que a FAB fizesse a passagem do vetor de porteira fechada, com toda a estrutura do esquadrão e trocando o pessoal lentamente. Não há parque nem estrutura para manutenção da aeronave.

      O Sherpa será apenas uma dor de cabeça para o EB, como o MI35 é só uma dor de cabeça para a FAB.

      A origem de toda essa confusão é a visão, ou falta de visão, do papel da força.

      Creio que a manutenção e o treinamento básico, deveriam ficar a cargo da FAB. As outras forças solicitariam os serviços e liberariam as verbas conforme sua necessidade.

      • Sobre os Sherpa, vou lembrar de uma situação recente em que os soldados do EB na fronteira amazônica trocaram tiro com traficantes, num encontro entre barcos de aluminio, e pelo que entendi os soldados nem tiveram tempo de reagir, uns cinco ficaram feridos e para serem levados ao hospital mais próximo (que me lembro era Tabatinga) não havia disponivel nem um Heli, foram levados em uma aeronave civil, um cessninha e tal.

        Caramba, fiquei pasmo quando vi a materia do proprio EB (canal do youtube) mostrando isso, tiveram que apelar pra um civil, será que tudo aquilo de Heli H225M foi convertido para transporte de Comte e celebridade do executivo?!

  12. Eu apenas vou lamentar a perda de um vetor que hoje pode cumprir (não em sua totalidade) as missões de interceptação na região da Amazônia, todos nos sabemos que os monomotores do tráfico fazem a festa no espaço aéreo brasileiro, e quando são interceptados eles pousam a aeronave em qualquer pista no meio do mato, abandonam a carga e ninguém é preso.
    Os Sabres permitem interceptação e pouso junto com a aeronave interceptada em qualquer local e ainda pode transportar uma tropa para desembarcar e prender os suspeitos.
    Mas como eu falei sua operação sob esta configuração é bem limitada visto que sua velocidade máxima é de 350km/h, para interceptar um Cessna 152 ele dá conta do recado, porém se a aeronave voar um pouco mais rápido a interceptação já se torna inviável pra essa plataforma.
    Por mim os super tucanos teriam autorização para rasgarem as asas dos aviões do tráfico, porém infelizmente há tanta BURROcracia nesse país que impede que isso seja feito, praticamente só é autorizado se o piloto escarrar na cabeça do presidente e olhe lá.
    Vender os Sabres sem comprar um Helis de Ataque é burrada! E vender 6 e ficar com 6 é mais burrada ainda, ou vende tudo ou não vende, simples assim!

    • Para essas missões de interceptação de vetores de baixo desempenho já temos o meio adequado: A-29. Os Mi-35 desempenham essa missão tão somente porque precisavam de algo que justificasse o seu emprego pela força.

      • Concordo, os Mi35 tem outra função e são ótimos, não a toa eles carregam (se não me engano) uns 8 soldados armados e como ele é de ataque, faz dele um pau pra toda obra, fazendo de tudo um pouco e bem feito, mas a fab será que sabe da real função dele, interceptar é que não é, mas faz pois como você disse tem que ter algum motivo pra justificar o emprego….

      • Não só isso, o Sabre é empregado nessa missão quando a mesma é compatível com ele. É como eu falei, interceptar um Cessna 152 que voa no máximo a 200 km/h ele consegue agora se for um Cessna 182 ou um Seneca III amigo aí já fica bem difícil (se não impossível). O ST (A-29) são muito mais empregados nessa missão pq primeiro é uma aeronave de ataque projetada para essa missão (não só para ela), além disso ele é dotado de armamento mais adequado, voa muito mais rápido que um Sabre, mas devido a maneira como os pilotos do tráfico agem a missão dele fica bem comprometida, pois é como eu citei, quando os mesmos são interceptados eles não obedecem as ordens repassadas pelos pilotos da FAB e acabam por pousar o avião em qualquer pista no meio do mato, cabe os pilotos da FAB apenas informar ao controle aonde a aeronave pousou e voltar pra base. Por isso que o Sabre é empregado nessas missões também, pois dependendo a aeronave a ser interceptada ele pode ser empregado nessa missão e ele traz um diferencial de conseguir pousar junto com o avião e prender o piloto, o que ajuda uma vida nas investigações posteriores que serão feitas por outra agência.
        Mas sim a missão adequada aos Sabre não é essa! Porém amigos convenhamos o jogo que jogamos no Brasil é esse então devemos usar os meios que dispomos para melhor executar a missão.

  13. Amigos, estamos checando uma informação que – se confirmada – vai ser punk! Vai ser aquele "EXCLUSIVO" e sem caçar clicks.

    Nossa fonte nos EUA, que trabalha no Pentágono, já conseguiu confirmar 50% do que vem por aí. Itamaraty e Ministério da Defesa em campo nos bastidores…

  14. What is there? Transfer decommissioned AH-1 Cobra? Will the Brazilian taxpayer pay for repairs and modernization / training and weapons? ) Ingenious steps reminiscent of third world countries

    And it’s not easier to buy new, at least those 12 Bell AH-1Z Viper units that were designed for Pakistan and are now based on storage in the USA

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    O que tem ai? Transferir AH-1 Cobra desativado? O contribuinte brasileiro pagará por reparos e modernização / treinamento e armas? ) Etapas engenhosas que lembram países do terceiro mundo

    E não é mais fácil comprar novas, pelo menos as 12 unidades Bell AH-1Z Viper que foram projetadas para o Paquistão e agora são baseadas no armazenamento nos EUA.