Airbus Helicopters H225M Caracal
H225M Caracal (Foto: Anthony Pecchi – Airbus Helicopters)

O Airbus Helicopters H225M Caracal foi pré-selecionado para reequipar as Forças Armadas Polonesas. O número de equipamentos a ser adquirido, entretanto, foi reduzido de 70 para 50 unidades, que serão fabricadas localmente.

Segundo informações do Ministério da Defesa do país, a proposta da Airbus Helicopters superou as ofertas da PZL Swidnik, que propôs o AgustaWestland AW149, e da Sikorsky/PZL Mielec, que ofereceu o S-70i Black Hawk e S-70B Seahawk. Ambas as propostas (PZL Swidnik e  Sikorsky/PZL Mielec) não atendiam aos requisitos formais da competição.

Airbus Helicopters H225M Caracal (1)
H225M Caracal (Foto: Anthony Pecchi – Airbus Helicopters)

A licitação avança agora para a próxima fase, que deve ocorrer até o mês de  junho, na qual o Caracal será avaliado de forma mais detalhada para assegurar a sua adequação às as missões requeridas pelas Forças Armadas Polonesas.

No âmbito dessa licitação, pela programação inicial, o Polônia previa a aquisição de 70 helicópteros, mas esse número foi reduzido em 20 unidades, haja vista as FFAA optaram por estender o uso da sua frota existente de 40 equipamentos de fabricação russa Mil Mi-17 até a próxima década.


FONTE: Airbus Helicopters, Flightglobal – EDIÇÃO: Cavok

IMAGENS: Meramente ilustrativas

Colaborou: czarccc

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43 COMENTÁRIOS

  1. Mais um que caiu no conto do vigário francês. Basta saber se o custo será o triplo tb.

  2. Sem chance pra HELIBRAS produzir aqui e fornecer esses heli pra outros compradores?

    • Difícil, jose_davi. Os poloneses querem montagem e fabricação de partes lá na Polônia. Provavelmente eles fabricarão um conjunto semelhante de partes que é fabricado aqui pelos fornecedores brasileiros da helibras.

  3. O objetivo é subsistir MI-8, no ocidente o Caracal parece ser o helicóptero com as capacidades mais similares.

    Seriam 16 transporte de tropas, 8 ASW, 8 para operações especiais, 5 medevac e 13 CSAR.

    O valor estimado do contrato é de U$3 bilhões.

  4. Bela máquina! deveria estar morta, segundo alguns “videntes” daqui… os caras aceitam pagar 150milhas por um avião de categoria quase lift… mas ficam horrorizados por 50milhas em um heli do porte do SP com fabricação e assitência no Brasil, além de geração de impostos aqui, com fábrica presente a muitos anos… já o NG, tende a ter apenas 7 dos 36 MONTADOS aqui… interessante que os últimos BH, vindos via FMS, não sairam mais baratos…pq será? e olha que não se pode comparar um BH (heli mágnífico) com um Caracal… são categorias distintas… o segundo tem maior alcance e capacidade de carga e volume.
    http://www.cavok.com.br/blog/brasil-autorizado-a-

    • 1) Comparar preço de helicóptero com preço de caça é forçar um pouquinho a barra.

      2) A Helibras é uma subsidiária da Eurocopter. Isto é, estamos pagando para os franceses transferirem tecnologia para eles mesmos!!!

      3) O helicóptero é obsoleto.

      4) O Blackhawk é comprado a conta gotas. Não tem comparação de preço.

      5) Com uma fábrica nacional com todas essas supostas vantagens e diversos modelos Eurocopter, as três forças continuam comprando blackhawks a conta gotas. Por que será?

      • Ze, Helicópteros de porte com sistemas avançados vs caças de pequeno porte e sistemas “oneway” pode sim… tanto que um BH novo, limpo, último bloco, via FMS, sai por umas 40 milhas… e um F-16, limpo, via FMS custaria 70 milhas… será que estaria forçando a barra? veja que o Caracal saiu 50 e o NG custará-nos mais de 150 milhões de USD… observe a proporção… como não posso comparar? saiba que o negócio NG ainda está começando… esta conta vai longe… O EC não é mais obsoleto que um F-16… o que a promessa Gripen em termos de efetividade! sobre as “forças” estarem comprando direto, aí vc conclui, eu não estou falando que foi ou é melhor negócio, sou fã, como todos, do BH e acho que ele deveria ser o nosso Heli padrão… mas contesto o que falam sobre os custos do EC, e critica os que o atacam apenas para desfazer dos franceses e sua audácia de produzir um Rafale e concorrer de igual com os americanos… a França poderia produzir um novo Chinook que seria um M… para estas figuras… estes mesmo que continuam achando que o Gripen “está no Preço”… para mim o Caracal é um sucessor do afamado Puma só por isso já merece respeito, e ainda faz coisas que um BH não poderia… O Editor chefe do Cavok me realtou uma conversa com um oficial chileno, piloto de Super Puma, antes este oficial pilotava BH… o sujeito disse que o SP está bem a frente em vários pontos.. e que não gostaria de voltar para o BH… conclua vc… agora, pergunte ao editor…

      • zeabelardo, a comparação com o Blackhawk vem principalmente de quem advoga que a FAB deveria ter comprado mais Blackhawks no lugar dos Caracal. Do ponto de vista da padronização seria melhor mesmo, mas de preço, não. Proposta com quantidade semelhante de Blackhawk, 60 na versão CSAR, para Taiwan em data próxima de quando os Caracal foram comprados aqui:
        http://web.archive.org/web/20150423022522/http://

        US$ 3,1 bi pelos 60.

        Último lote dos adquiridos pela FAB, também na mesma época, 6:
        http://web.archive.org/web/20111201151516/http://

        US$ 300 mi pelos 6.

        Outra ponto ruim nas compras de Blackhak, é que compramos da versão L, com a linha praticamente fechada. Compramos os últimos. Com painel analógico, sendo que todos que estavam comprando Blackhawk na mesma época estavam comprando a versão M, com painel digital e melhorias, pagando os mesmos preços que pagamos nos L. Agora a linha da versão L está fechada e só tem versão M pra vender. Haverá despadronização em caso de expansão da frota. A versão do motor é outra, as pás são outras, o painel e seus equipamentos são outros.

        Esse é o painel dos nossos Blackhawk:
        http://helihub.com/wordpress/wp-content/uploads/u

        Esse é o painel da versão M:
        http://helihub.com/wordpress/wp-content/uploads/u

        Esse é o painel do EC725:
        http://www.cavok.com.br/blog/wp-contents/uploads/http://www.aha-helico-air.asso.fr/CARACAL/EC725_T

        Qual aparenta obsolência?

        • Com relação a preço, a maioria dos EC 725 brasileiros são da versão de emprego geral, que é bem mais barata que a CSAR de Taiwan.

          A compra da FAB foi de seis aeronaves, quantidades pequenas são muito influenciadas pelos itens acessórios (peças, manuais, treinamento…).

          Estimo o preço do UH-60 por volta de 30 milhões de dólares.

          Obsoleto não tem haver com aparência, senão era melhor arrumar umas ring girls que custam bem menos e são mais bonitas.

          Obsoleto é quem não está apto a cumprir a missão no cenário atual.

          • Os Brasileiros são 16 CSAR full, 8 pro EB e 8 pra FAB, 24 transporte/SAR, 8 pra cada força, 8 AuSW pra MB, com sistema de armas e míssil anti-navio integrado, muito mais caro que versão CSAR, e 2 VIPs.

            Toda compra inclui inclui acessórios, manuais treinamentos. Se compra pra operar. E não se opera sem isso. É algo óbvio. A compra do Caracal inclui ferramental, sobressalentes, treinamento, manuais, suporte completo por 5 anos cobrindo 400 horas de voo por heli por ano e 3 simuladores completos.

            Sobre cumprir missão, não custa repetir, nas montanhas do Afeganistão o EC725 cumpriu a missão muito melhor que o Pave Hawk.

            • 1) Vamos a matemática:
              Uma bancada de teste custa X
              Se X é dividido por 6, influencia o preço unitário mais do que se a mesma bancada for dividida por 50.
              O mesmo ocorre com outros itens.

              2) Mais da metade da compra são da versão básica como eu disse.

              3) Quantos pilotos foram abatidos no Afeganistão? Helicóptero que cai por avaria no deserto sem forças agressoras pode ser resgatado por qualquer Heli.
              O EC 725 não está apto a atuar em média ou alta intensidade.

              • Quantidade de sobressalentes, ferramental e equipamentos é proporcional ao número de unidades que se compra, assim como o número de pilotos e mecânicos que passam por treinamento.

                Vamos seguir seu raciocínio então. A FAB já comprou tudo isso aí entre 2006 e 2008 quando adquiriu os 16 que tem hoje. Então os próximos lotes deveriam ser baratinhos. Só que não:
                http://www.cavok.com.br/blog/brasil-autorizado-a-

                E outra, compramos versão L, já discontinuada, com painel analógico, motor menos potentes, rotores menos eficientes que a versão atual M. São da versão básica transporte/SAR. Não tem dipensador de flare, RWR, não tem MWS, não é versão CSAR. É basicona.

                O EC725 atou exatamente no mesmo ambiente, com a mesma intensidade que os Pave Hawk. E se saiu muito melhor. E repito, de acordo com você deveriam ter sido todos abatidos. Ficam lá, pedindo.

                Um pouco da atuação:

                "In the Uzbeen mission two helicopters flew uninterrupted for more than 14h each day and night, under fire, to extract the fatalities and 23 injured. It provided one of the most severe tests of an aircraft that is being hailed by its crews as an enormous in-service success both in-theatre and at home."
                http://www.flightglobal.com/news/articles/paris-a

      • Continuando, o primeiro voo do Puma, predecessor da família, foi em 65. O primeiro voo do Blackhawk foi em 74. Embora sejam 9 anos de diferença, uma família tem 50 anos nas costas e a outra 41. Não há donzela entre as duas. Se o argumento da idade da família determinar o EC725 como obsoleto, esse mesmo argumento determina o Blackhawk igualmente como obsoleto. Acredito que o argumanto é inválido em ambos os casos. As duas famílias passaram por grande evolução e atualização, passando por Puma, Super Puma, Cougar e Caracal, e versões A, L e M do Black Hawk, incluindo nesse meio várias versões específicas de emprego naval, CSAR, etc. Aliás, na família Puma as modificações ao longo do tempo foram mais abrangentes. Um Caracal difere de um Puma muito mais qu um UH-60A difere de um UH-60M. Isso se comprova pelo fato de parte das células de A terem sido convertidas para L, e parte das L, inclusives algumas que foram A, sendo convertidas para M atualmente, as células em melhor estado estrutural. Já um Puma não pode ser upgradeado para Caracal, pode receber aviônica equivalente, mas as próprias células guardam diferenças consideráveis.

        • Realizar transporte de tropas e carga na linha de combate.

          Quem não cumpre a missão, é obsoleto. Simples assim.

          Um super puma não poder ser convertido em Caracal é óbvio, pois houve um aumento de tamanho e de motorização o que redunda num eixo e caixa de transmissão diferentes. Aumentar ou diminuir tamanho não redunda em ser mais ou menos moderno.O aumento de potência é desejável pelo desempenho em altitude e calor, também tornando o heli mais ágil, fora a questão do payload.

          Vamos aos fatos: o EC 725 não é apto ao combate. Não cumpre a missão, por isso é obsoleto. O Puma foi uma tentativa da França de produzir uma aeronave com duplo emprego (civil e militar) em um cenário de tiro esparso de fuzil.

          O UH/MH 60 cumpre a missão. Tem DNA militar. Seus requisitos nasceram do emprego longo e intenso uso do UH1 no Vietnam.

          Com o passar do tempo, a aeronave foi atualizada para enfrentar o combate moderno, seja com diminuição de ruído e vibração, emissão de calor, resistência a danos, sobrevivência da tripulação.

          Desde o nascimento, o BH possui sistemas redundantes cuja proteção e isolamento foi aperfeiçoado. A durabilidade da transmissão e dos motores foi consideravelmente aprimorada desde a versão inicial.

          Em situação de campo, o BH é afamado por sua disponibilidade, facilidade de manutenção e por trazer a tripulação pra casa, mesmo após severos danos.

          Vamos ao EC 725. A diferença da versão civil para a militar é a blindagem, eletrônica e flares. É um alvo frágil, grande, pouco manobrável, barulhento e quente implorando para ser derrubado.

          Alguém de posse de sua razão usaria tal aeronave em um cenário de média intensidade? Qualquer guerrilheiro hoje tem acesso a RPG e em alguns casos Manpads. Qual a possibilidade de sobrevivência do EC 725 na linha de combate?

          Não é aeronave de emprego militar, só se for para transportar o general depois que o BH fez o serviço.

          No Brasil, vai servir para socorrer desabrigado em enchente e só.

          • Deve ser isso, mesmo, não? Os franceses certamente estavam querendo ser derrubados lá no Afeganistão com seus Caracal fazendo missão CSAR. Os ingleses então… Gastar milhões de libras pra atualizar Pumas, o vovô da família, que els operam desde a década de 60, pra usar por mais 25 anos. Os mesmos Pumas que eles usaram no Iraque e que, vejam só, mal são declarados operacionais após a modernização, e já estão indo pro Afeganistão.. Onde esses ingleses tão com a cebeça? Devem estar comendo muito escargo, como os franceses, e estão também pedindo para serem derrubados:
            http://www.janes.com/article/49920/uk-s-upgraded-

            Realmente é um mundo estranho…

            • 1) Quantas aeronaves francesas foram abatidas gerando uma operação CSAR?

              2) O Puma não é o vovô, é o melhor da família. Estragaram a aeronave depois. Faz todo sentido a modernização.

              • 1) De acordo com você deveriam ter sido todas abatidas. Elas ficam lá, pedindo para ser abatidas…

                2) Lógica na sua forma mais pura. Black Hawk melhora motores, rotores, aviônica, etc e fica cada vez melhor. Faz-se o mesmo na família Puma e ela piora…

          • onde que o SP não cumpriu a missão!?! deu… começou a "invenção"… larguei.. te vira czarccc!!! mesmo mostrando fatos para o cara ele insiste que não… vamos fazer assim: o BH é tudo e o EC não presta… dae ele fica contente!

            • Francisco AMX, muitas vezes nem é invenção. Tem muita gente que houve essas coisas do tais "fontados", com "altos contatos na FAB", aquela galerinha militante, guerrilheira das internets mesmo. Ouve e acredita legitimamente e passa a reproduzir inocentemente. Teve gente desses aí no posto do Major Piffer sobre os problemas do Pave Hawk no Afeganistão tentando arrancar palavras da boca do Major a ponto que ele foi obrigado a ser um tanto quando ríspido. É só olhar nos comentários no link que eu postei.

              Esses "fontados" são aqueles que fazem o maior chilique e estardalhaço em tudo que é blog e forum quando ouvem de suas fontes que uma peça solicitada em cima da hora pra M2000 demora uma semana a mais para chegar, mas que se uma peça de Black Hawk atrasa 3 meses não dão um pio. Eles usam de sua posição, experiência anterior nas forças e capacidade de de fato prospectar informações junto às forças, para manipular, divulgar o que lhes interessa com o máximo de estardalhaço possível e esconder o que não interessa. Muitos são ex-milicos e "consultores" de diversas empresas de equipamento de defesa. Acabam arrastando muita gente inocente no joguinho deles.

            • Esses são os fatos:
              – Sistema elétrico e hidráulico redundante
              – Estrutura tolerante a quedas, impactos e tiros
              – Abafador de ruído e eliminação da vibração
              – Dispersão de gases eliminados pelas turbinas
              – Alta durabilidade do eixo e caixa de transmissão
              – Mais leve e mais potente
              – Manutenção modular e pensada para ser realizada em campo

              • É como o Francisco, disse. Caso perdido. Dogmatizou as besteiras que te contaram. Mas fica aqui o texto pra quem quer saber desse tipo de coisa e não ficar lendo esses dogmas construídos por gente de caráter da pior espécie (e não estou me referindo a vc, zeabeardo, te considero uma vítima dessa gente mentirosa).

                Item por item:

                – Sistema elétrico e hidráulico redundante

                "The flight crew has at their fingertips all navigation and piloting data from the electronic flight instruments in the glass cockpit, including dual-channel full-authority digital engine control for the H225M’s two Turbomeca turboshaft engines.

                Airbus Helicopters’ renowned 4-axis, dual-duplex autopilot provides outstanding precision and stability and enables flight in search and rescue patterns as well as automatic approaches in instrument flight rules (IFR) procedures.

                Unrivalled redundancy is provided in key onboard systems to maintain full functionality, including the dual-duplex Automatic Flight Control System (AFCS), dual-engine full authority digital engine control (FADEC) with backup; five LCD electronic flight instruments; and two Vehicle Monitoring Displays, among other features."

                – Estrutura tolerante a quedas, impactos e tiros

                "Using the proven military heritage of Airbus Helicopters’ Puma and Super Puma rotorcraft, the H225M was conceived with survivability in mind. Its airframe has reinforced structural main frames and is equipped with high energy-absorbing landing gear, along with self-sealing and crashworthy fuel tanks.

                Cockpit protection is provided by armored and energy-absorbing crew seats, while the cabin can be equipped with armor plating in the floors and walls or fitted with armor-plated carpets. The rotor blades’ multi-box construction enhances their resistance to bullet impacts.

                Contributing to the H225M’s survivability is a radar warning receiver, missile approach warning system, and chaff/flare dispensers. The engine exhausts can be fitted with infrared suppressors, with protection against sand and ice provided by inlet design and with installable filters."

                – Abafador de ruído e eliminação da vibração

                "Powered by two latest-generation engines, the H225M’s five-blade rotor provides an exceptionally low vibration level, and the modular design of rotor mechanical assemblies allows for easier maintenance."

                "Its low vibration levels provide an excellent environment for crew and passengers – which is important for concentration and mission readiness – while also reducing airframe and equipment fatigue."

                supressores:
                http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://cdn

                – Dispersão de gases eliminados pelas turbinas

                vide supressores acima.

                – Alta durabilidade do eixo e caixa de transmissão

                Main Gear Box dry run
                Successfully completed (exceeds FAR/
                JAR29 requirements) without exemption,
                52 Minutes dry run achieved

                – Mais leve e mais potente

                Peso vazio do EC725: 5.715 kg
                Peso vazio do UH-60M: 5.670 kg

                Potência máxima de cada Makila 2A1: 2101 shp
                Potência máxima de cada T700-GE-701D: 1940 shp

                Convem lembrar que o T700-GE-701D é a versão que equipa UH-60M.
                O UH-60L, como os nossos, são equipados com o T700-GE-701C com potência máxima de 1.890 shp.

                É por isso que o EC725 se saiu na altitude no Afeganistão. Mais reserva de potência.

                – Manutenção modular e pensada para ser realizada em campo

                From home base to the most remote locations, Airbus Helicopters conceived the H225M with maintainability in mind.

                The Turbomeca Makila 2A1 turboshaft engines are of modular design for easy maintenance, and Airbus Helicopters’ Spheriflex® fiberglass main rotor head is easy to adjust. The airframe includes a built-in step to access the engines.

                Overall maintenance information is provided through the integrated HUMS (Health Usage Monitoring System).

                Essa sua lista é basicamente a primeira lista que qualquer fabricante de helicóptero militar de porte faz como primeiro passo no projeto. AW149 tem tudo isso. NH90 tem tudo isso. EH101 tem tudo isso. CH148, quando for finalmente entregue (haja atraso!) aos canadenses, vai ter tudo isso. Enfim…

  5. "Helicópteros de porte com sistemas avançados vs caças de pequeno porte e sistemas "oneway" pode sim…"
    Lá vem bomba.

    "veja que o Caracal saiu 50 e o NG custará-nos mais de 150 milhões de USD"
    Os dois são caros. Sou contra pagar o triplo por ToT. ToT não existe. Pior a do Caracal, pois a Helibras é subsidiária. Pagamos por nada.

    "que a promessa Gripen em termos de efetividade! "
    Até ontem os EC725 estavam operando com luzinha de autodestruição. Comparação ruim.

    "O Editor chefe do Cavok me realtou uma conversa com um oficial chileno"
    Respeito a opinião do piloto, do Valduga e sua. Mas dezenas de forças armadas acham o contrário.

      • Todo mundo conhece as aeronaves, por isso é aberto um processo seletivo com direito a teste de voo.

        Ganha o melhor. E quem será?

        • Pois é. E ainda assim mais de 40 países compraram algum membro da família Puma. Mundo estranho, não?

      • Nós também. Não devem ser muitos os pilotos que voaram nas duas famílias. A maioria dos que tiveram esse privilégio deve ser do EB, que possui exemplares das duas famílias a mais de uma década. A FAB tem 7 anos e Black Hawk ainda, deve ter menos pilotos que voaram nas duas famílias. A MB então, não tem nem 3 anos com o Sea Hawk. Seria interessante conversar com um piloto que voou as duas famílias.

        Com a notícia de problemas técnicos no Gripen, a resposta da Flygvapnet foi publicada no blog oficial deles. Achei interessante que o papel de parede do blog mostra os Super Puma deles:
        http://blogg.forsvarsmakten.se/flygvapenbloggen/2

    • "Mas dezenas de forças armadas acham o contrário."

      Acredito que as opiniões das forças sejam mais divididas. Existem missões que uma família atende melhor e outras que a outra família atende melhor. Por exemplo, na altitude das montanhas do Afeganistão, em missão CSAR, é sabido que o EC725 se saiu melhor que o Pave Hawk:
      https://web.archive.org/web/20101225063517/http:/

      A família Black Hawk, em suas mais variadas versões é operada por quase 30 países. A família Puma por mais de 40 países. São duas famílias de sucesso comercial e muito bem avaliadas. Aqui mesmo. Antes da compra do EC725 a FAB havia iniciado a compra de Black Hawk. No exército quando do conflito entre Equador e Peru em 95, não possuía heli adequar para atender às obrigações assumidas pelo Brasil na MOMEP. Os EUA tinham Black Hawk a pronta entrega para vender e compramos. Depois de 2 anos operando com Black Hawk na fronteira Equador-Peru, em 99, o exército escolheu comprar 8 Cougar que foram recebidos a partir de 2002. Isso antes de qualquer coisa do tipo, "petistas anti-americanios" ou coisa do tipo, com o exercito conhecendo plenamente o Black Hawk. Ainda assim optou por Cougar. As opiniões se dividem.

  6. Uma característica diferente dessa concorrência polaca é que eles queriam que um mesmo ofertante atendesse várias versões com funções distintas. Não quiseram dismembrar em várias concorrência para cada função. Incluía versões de transporte, SAR, ASW/ASuW, SOF, CSAR, medevac, enfim, muitas. Talvez para privilegiar a padronização. É claro que em caso de desmembramento poderia se adquirir as melhores opções para cada função, mas perderia essa padronização e poder de barganha na negociação para levar a montagem e fabricação de componentes para a Polônia. No caso de transporte, por exemplo, o Caracal tem maior capacidade de transporte e raio de ação. Já no caso de ASW/ASuW a família Blackhawk possui versão avançada já desenvolvida e testada, o Seahawk, e seria uma melhor opção. Mas os poloneses preferiram avaliar o desempenho médio de um mesmo heli nas várias funções e manter o programa unificado em torno de um heli só.

  7. Essa foto mostrando o lado esquerdo exibe bem a sonda gambitech, esses dutos saindo atras dela tão expostos…

  8. Super Cougar venceu a Sikorsky em um país satélite dos EUA…e tem uns que dizem que o heli é ruim!

  9. O Caracal ganhou na Polônia pela mesma razão que ganhou no Brasil é um Heli de grande porte e com uma variedade de versões disponíveis.
    Por mais que irrite os americanófilos o blaqueroqui NÃO pode competir com ele em termos de amplitude de versões para três forças, múltiplas missões e até VIP presidencial como no caso do Brasil.
    Os franceses se viram em aspas e configuram a versão que quiseres os americanos do BH NÃO….

    Simples assim…

    • Concordo camarada Gilberto, o BH só tem 40 versões e 4000 aeronaves produzidas, muito menos que o maravilhoso Caracal.

      Nós revolucionários que só compramos helis da eurobambilândia vamos derrotar esses malvados imperialistas. Vamos enviar o jornal do partido para esses países submissos que inexplicavelmente compraram o BH.

      De 2010 pra cá:
      18 México
      60 Taiwan
      115 Turquia
      15 Suécia
      15 Brasil

      • Os do Brasil foram comprados antes de 2010, em 2006. Os primeiros chegaram em 2008.

        EC725 e AS532, de 2006 pra cá: (Pra esses você fica encarregado de enviar o jornal)

        26 França
        12 Bulgária
        11 Espanha
        50 Brasil
        12 México
        12 Malásia
        6 Indonésia
        6 Tailândia
        6 Bolívia
        20 Cazaquistão
        50 Polônia

        • Esses não precisam. Já estão perfeitamente doutrinados na ideologia bolivariana.

          Em breve, todos nós poderemos desfrutar das filas socialistas para comprar papel higiênico.

          • França, Espanha, México… Polônia! POLÔNIA!!!! Bolivariana….

            Faz um exercício, aprende a falar "viva o comunismo" em polonês e grita bem alto em horário comercial no centro de Varsóvia. Se você conseguir voltar me conta como foi a experiência. É cada uma…

            Só pra lembrete, tem dois países que estão na sua e na minha lista. Eles são ao mesmo tempo super expertos e doutrinados na ideologia bolivariana por comprar das duas famílias? Gostaria de ver esse raciocínio se desenvolvendo…
            E complemento, todos os 5 países que você sitou operam Super Puma/Caracal. Todos os 5. Sofrem eles dessa síndrome paradoxal?

            Eu fui bastante irônico acima, mas com toda a sinceridade agora, a intensão não é ofensiva. Esse tipo de cartilha derrete cérebros… 90% do mundo não faz ideia que existe ou o que significa bolivariano. Não é produtivo ficar olhando o mundo por esses lentes ensebados de picuinhas aqui de latinoamérica. Nós não temos essa relevância toda nesse mundão, não…

  10. Ulisses, aproveitando a deixa, PZL é um nome genérico, uma sigla que traduz em algo como "fábrica estatal de aviões" em polaco. Na época do comunismo havia instalações fabris em várias cidades. Elas eram todas referidas como PZL, que acabou virando uma marca, as vezes acompanhadas pelo nome da cidade para diferenciá-las. Todas tinham um mesmo dono, o estado polonês. Mas com o fim do comunismo, cada instalação se tornou uma entidade independente e hoje temos PZLs independentes umas das outras apesas do nome em comum. A PZL que você se refere, que foi comprada pela Sikorsky, é a PZL Mielec. Já a que foi comprada pela AugustaWestland é a PZL-?widnik. A que foi comprada pela Airbus é a PZL "Warszawa-Ok?cie". Existem outras PZLs por lá. Dessas 3 a que tem tradição em helis é a PZL-?widnik, a que a AugustaWestland é dona. O W-3 Sokol é dela.

    Ou seja, a rigor tínhamos 3 PZLs concorrendo, cada uma com sua respectiva controladora estrangeira.

    • Ulisses, para completar a salada, a Polônia queria que os helis fossem montados na WZL-1 em Lodz, uma instalação fabril militar que é responsável pelas modernizações dos Mi poloneses e de outros países. Lodz é uma cidade industrial e universitária, a terceira em população na Polônia. A Sikorsky e a AugustaWestland eram mais resistentes a instalar a linha de montagem em Lodz. A Sikorky já tinha linha de montagem do S-70i (Black Hawk International) em Mielec. Em ?widnik é fabricado o W-3 Sokol. Isso também pode ter influenciado no resultado da concorrência, já que a PZL Warszawa-Ok?cie, que é da Airbus, não possui linha de montagem de helis ou qualquer capacidade instalada para helis. Com isso a Airbus Helicopters não tinha nenhuma resistência em estabelecer a linha de montagem em Lodz, onde fica a instalação militar da FA polonesa de modernização e manutenção de helis.

  11. Para quem compara EC-725 e UH-60L/M : são helicópteros de categorias diferentes. Ponto. Entre em cada um para acreditar nisso.
    Pilotos das Forças Armadas brasileiras admitem que o espaço interno do UH-60 é muito restrito, sendo muito menor que Cougar, EC-725 e Sea King.
    UH-60 leva em torno de 10 soldados armados, o EC-725 leva o dobro.
    O que confunde é que UH-60 e EC-725 tem potência de motorização e capacidade de carga externa semelhantes, porém o volume interno de um EC-725 é muito maior que um UH-60.

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