SR-71

No mundo da aviação militar, não faltam aeronaves que podem ser descritas como incríveis, mas poucas são espetaculares. Seguramente, o SR-71 Blackbird é uma delas!

 

SR-71 cockpit

Brian_Shul_in_the_cockpit_of_the_SR-71_Blackbird

SR-71 7

SR-71 2

lockheed-sr-71-blackbird

DF-ST-83-03355

SR-71 3

SR-71 1

SR-71 5

SR-71 4

SR-71 2

Para fazer um tour virtual 360° pelo cockpit do Blackbird, clique aqui.

FONTE: USAF, NASA – EDIÇÃO: Cavok

 

 

 

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120 COMENTÁRIOS

  1. Show as imagens !!! Pergunta : será que na dava pra utilizar um silicone preto na vedação daqueles parafusos do canopi ??? Parece acabamento de oficina "boca de porco" !!! Sei que isso não vai influenciar na funcionalidade da nave, mas ……….

  2. Realmente é feio… mas creio que a coloração diferente é proposital, com a finalidade de identificar a localização dos parafusos.

  3. Outra pergunta: essas aeronaves foram definitivamente aposentadas, ou foram para a reserva ????

  4. É pode até ser !!! Mas há controvérsias 😉 !!!! Abraço Edu !!!!

  5. Oficialmente foram aposentadas, Edu!

    Chama atenção, entretanto, o fato de que todas unidades da aeronave foram enviadas para museus, exceto duas, juntamente com alguns drones D-21, que foram retidos pelo Dryden Flight Research Center, da NASA. Sinceramente, não será surpresa se, de repente, o Blackbird aparecer novamente voando por aí, se é que já não acontece.

  6. Sem dúvidas uma das aeronaves mais espetaculares jamais construídas, especialmente se levarmos em consideração que são da década de 60. Passeavam sobre a URSS sem medo dos SAMs. Fantástico. 🙂

    []'s

  7. Sorry, mais vou dar um pitaco ak.

    Todas as aeronaves foram aposentadas e todo o ferramental usado para construção e manutenção foi destruido.

    Tudo para evitar cair em mãos inimigas.

  8. Fico imaginando como é o F-35, considerando que foi contruido pelos mesmos caras que fizeram essa máquina fantástica.

  9. Ehh , deixou saudades , acredito que esteja entre os BIGs FIVE da aviaçao ocidental , minha modesta opiniao os outros quatros sao: B2 ,F14 ,Delta Dart , B 70 .Pena que o B70 nao entrou em operaçao !

  10. Ele era furtivo?carregava armas?ou era so pra reconhecimento?havera uma versao AKC-390?(A ataque,K reabastecimento,C carga)

  11. Muita coisa é interessante no SR71, sua história de como conseguiam o titânio, eng. empregada em novos materiais e as missões, mas o que eu nunca esqueço é os baldes embaixo dele, pois os fluidos pingavam após o voo, devido a termodinâmica (expansão do material e etc).

  12. Gio,
    O YF12A disparava o Phoenix? Desconheço totalmente essa parte de seus armamentos, só vi uma foto e por isso a pergunta.

  13. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
    http://canalpiloto.com.br/sr-71-blackbird-o-aviao

  14. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
    http://canalpiloto.com.br/sr-71-blackbird-o-aviao

  15. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  16. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  17. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  18. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  19. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  20. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  22. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  23. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  27. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
    http://canalpiloto.com.br/sr-71-blackbird-o-aviao

  29. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
    http://canalpiloto.com.br/sr-71-blackbird-o-aviao

  30. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  31. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  32. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  33. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

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    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  34. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  35. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  36. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  37. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  38. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

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    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  39. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  40. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

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    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  41. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

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    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  42. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

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  43. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

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    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
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  44. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

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    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  45. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
    http://canalpiloto.com.br/sr-71-blackbird-o-aviao

  46. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
    http://canalpiloto.com.br/sr-71-blackbird-o-aviao

  47. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  48. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  49. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  50. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

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    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  51. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

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    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  52. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  53. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  54. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  55. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

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    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  56. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  58. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

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  59. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

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  61. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

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    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
    http://canalpiloto.com.br/sr-71-blackbird-o-aviao

  63. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
    http://canalpiloto.com.br/sr-71-blackbird-o-aviao

  64. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
    http://canalpiloto.com.br/sr-71-blackbird-o-aviao

  65. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  66. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  67. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  68. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  69. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  70. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  71. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  72. Vou fazer uma pergunta, na linha de um comentário, acho que do Giordani.

    Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Em tempo, sobre o post: estupendo.

    Dando uma navegada por aí, encontrei esse relato engraçado:

    "Para-brisas como forno improvisado??: “Durante as missões, nós tomávamos bebidas de nossa escolha. Ela vinha em um frasco como você vê com maratonistas e ciclistas, e o tubo passava no lado direito do capacete até próximo da boca. Você apertava o tubo de pressão, e pelo bocal vinha água, gatorade, chá gelado, ou qualquer bebida de sua escolha. Era desta forma que nos hidratávamos. Para nos alimentarmos durante o voo, pegávamos o tubo de comida que vinham em gigantescos dispensadores de creme dental. Um dos meus favoritos para o jantar era macarrão com queijo, carne e molho, pudim de caramelo e pudim de baunilha de sobremesa. Funcionava no mesmo princípio para líquidos. Você apertava um tubo de alimentação em cada recipiente, empurrava através da porta de alimentação e espremia a comida fria em sua boca, o que dificultava a passagem dela pelo tubo, e era desagradável para comer.
    Eu descobri um pequeno truque para fazer. Se eu pegasse esse tubo e colocasse contra a minha janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC – e deixando ali por cerca de um minuto e meio, em ambos os lados, ele descia muito melhor quente do que frio. Foi no improviso nas alturas que eu fiz o meu forno em voo”.
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  73. Aos entendidos.
    Procede a informação o titânio usado era de origem soviética?
    Isso está descrito nos dois sites dos meus comentários anteriores.
    Nunca tinha lido sobre isso.

  74. Sim. O titânio era de origem soviética e comprado pela CIA através de uma das inúmeras empresas de fachada da Agência. Ironia.

  75. Vou fazer uma pergunta… Alguém aí me explica por que nessa época o homem foi a lua, inventou maravilhas como esses aviões, estações espaciais, voavam com frequência acima da velocidade do som, etc, e hoje, com toda essa evolução de lá pra cá, isso não ocorre?

    Bom, a coisa é sociologicamente mais complicada, mas resumidamente podemos atribuir esta falta de interesse a um núcleo de pessoas com poder que ficam em Wall Street. Adicione a isso a crise do petróleo.
    Sobre a questão da conquista da Lua, foi a maior conquista e o maior fracasso dos EUA. Maior conquista porque, além de chegarem primeiro, foi uma vitória tecnológica. Maior derrota porque abandonaram a Lua no auge da tecnologia. A diferença do módulo lunar da Apollo XI para o módulo da Apollo XVII era brutal! E seria mais ainda no módulo da Apollo XX! Só para vocês terem uma ideia, o módulo da XX poderia ficar 2 semanas na superfície lunar! Os EUA abandonaram a Lua no ápice da sua tecnologia.

  76. …no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC…
    ????? 149 Graus Celsius????

  77. Mas como ele conseguia mastigar alguma coisa? Ele despressurizava o traje???

  78. É dureza… pior ainda é a geração atual só ter acesso a essas maravilhas através dos livros. Depois de tantos avanços, a exploração espacial em missões tripuladas se resume às viagens à ISS, usando a Soyuz!

  79. Esse seu resumo já explicou muita coisa.
    Ajuntando com umas coisas que li aqui e ali, já deu pra ter um panorama maior.
    Valeu.

  80. " janela no para-brisas dianteiro – que no exterior é 328ºC a Mach 3.2, e no interior, provavelmente entre e 149ºC 177ºC…"

    Vai ver foi uma tradução incorreta, ou talvez seja só a temperatura do vidro na sua superfície interna, com o calor se dissipando no espaço da cabine e (muto) diminuída pelo condicionador de ar.

  81. Fina ironia.
    E muita grana rolando.

    Quem sabe daqui há uns 150-200 anos venhamos a ter acesso total aos arquivos da CIA, KGB, Mossad a afins, e saber de outras histórias fantásticas que rolaram nos bastidores.

  82. Belíssimas fotos LaMarca. Avião único, incomparável, mítico e acima de tudo muito bonito. Se possível faça uma matéria sobre o Convair Kingfish que perdeu a concorrência vencida pelo A-12.

  83. Convair Kingfish, mais um caso de uma aeronave que estava muito a frente do seu tempo. Se bem que até o YF-12A também estava…

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