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Futuro sistema de míssil Meteor para os caças Gripen da Suécia

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O caça Gripen tem sido utilizado desde 2006 como aeronave de teste para o desenvolvimento do míssil BVR Meteor, o qual agora será integrado nas aeronaves Gripen C/D da Força Aérea da Suécia. (Foto: Saab)

A empresa de segurança e defesa Saab recebeu um pedido da FMV (a Administração de Material de Defesa da Suécia) relativo a integração do míssil BVR (Beyond Visual Range) guiado por radar ativo, Meteor. O pedido está avaliado em cerca de US$ 42 milhões que serão investidos durante quatro anos.

A integração significa que o Meteor será adaptado para outros sistemas Gripen, tais como o radar e os displays. O pedido inclui os testes em voo e os testes de disparos, bem como a integração do Meteor com o apoio e os sistemas de manutenção tais como simuladores e computadores de planejamento.

As aeronaves Gripen C/D da Suécia irão também ter um link de dados de duas vias para comunicação entre a aeronave e o míssil uma vez que este seja disparado.

“O Meteor possui um desempenho substancialmente melhor que qualquer outro míssil BVE existente atualmente, o qual obviamente aumenta a habilidade do Gripen de se defender contra outras aeronaves,” disse Lennart Sindahl, chefe da área de negócios aeronáuticos dentro da Saab. “O fato do Gripen estar também sendo utilizado internacionalmente como uma plataforma em desenvolvimento do Meteor mostra que nós temos um nível técnico na Suécia que poucos outros países podem atingir.”

O Gripen vem sendo utilizado desde 2006 como aeronave de testes para o desenvolvimento do Meteor. Múltiplos mísseis já foram disparados pelos Gripen até o momento. Essa experiência pode agora ser utilizada para uma maior integração custo-benefício do Meteor com as aeronaves Gripen C/D das Forças Armadas da Suécia.

O pedido basicamente está realcionado as operações da Saab em Linköping e algumas extensões em Gothenburg.

Sobre o Programa Meteor

O míssil Meteor, da empresa MBDA, vem sendo projetado para vencer as atuais e futuras ameaças num alcance além da visão (BVR), com um desempenho entendido que irá totalmente redefinir a capacidade de combate aéreo nas aeronaves.

O programa prvê a entrega do primeiro lote de produção em 2012 e é o resultado de uma colaboração de seis países europeus, no qual a Saab Dynamics da Suécia é parceira do principal fornecedor, a MBDA.

Fonte: Saab – Tradução: Cavok

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Força Aérea da Índia adquire mísseis Harpoon para seus caças Jaguar

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Um caça Jaguar "Maritime" da Força Aérea da Índia, armado com um míssil anti-navio Sea Eagle, deverá em breve receber os novos mísseis norte americanos Harpoon.

A Força Aérea da Índia acaba de firmar contrato com o governo norte americano no sentido de efetivar a compra de 24 mísseis anti-navio Harpoon ‘Block II’ para uso em suas aeronaves de ataque Jaguar “Maritime” que estão sendo submetidas a uma modernização.

O fornecimento dos mísseis da Boeing será efetivada via Foreign Military Sales – FMS. O contrato tem o valor de aproximadamente US$ 170 milhões e teve sua negociação iniciada durante o Governo Bush, que também forneceu os mesmos mísseis ao Paquistão.

Fonte: Economic Times, via Hangar do Vinna

FAB realiza primeiro voo com bombas inteligentes no Brasil

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Os Pilotos de Provas do Grupo Especial de Ensaio em Vôo (GEEV) da Força Aérea Brasileira (FAB) iniciaram campanha de testes com bombas inteligentes guiadas a laser. O primeiro voo aconteceu no dia 26 de agosto, com o emprego de uma aeronave A-1A.

“No ambiente da guerra moderna, é um salto operacional significativo”, afirma o piloto de provas do GEEV que realizou o primeiro voo, Capitão-Aviador Diogo Silva Castilho.

Poucos países tem capacidade tecnológica de empregar esse tipo de armamento, que é mais eficaz, diminui o risco de perda de aeronaves e pilotos porque permite que o lançamento a grande altitude e distância do alvo. Ao mesmo tempo, reduz a possibilidade de danos colaterais nas proximidades dos alvos militares.

A aeronave A-1 voou equipada com mísseis, tanques subalares, “pod designador laser” e duas bombas de 460 kg cada, capazes de atingir com precisão um alvo iluminado por laser através de guiamento.

Fonte: Agência Força Aérea/GEEV

França planeja armar os helicópteros Gazelle do Líbano com mísseis HOT

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Um dos helicópteros SA-342K Gazelle da Força Aérea Libanesa. (Fonte: Xainforces)

Enquanto o debate continua no Líbano no que diz respeito à questão do armamento do Exército Libanês, um oficial francês de alta patente informou a agência de notícias Asharq Al-Awsat que o Ministro de Defesa da França Herve Morin enviou uma carta ao Ministro da Defesa do Líbano Elias Murr em maio – via o Chefe do Exército da França que esteve visitando o Líbano na época – informando ele que Paris estava “preparada” para entregar um lote de 100 mísseis HOT para Beitute. Os mísseis HOT [High Subsonic Optical Remote-Guided Fired from Tube] são um sistema de mísseis anti-tanque de longo alcance projetados pela Euromissile que o Líbano deseja para equipar sua frota de helicópteros Gazelle do exército, fabricados na França.

O oficial francês teve conhecimento que Israel “protestou” sobre a decisão francesa [de fornecer ao Líbano tais armas] e que Washington levantou “sérias questões” sobre esse negócio de armas. No entanto ele também “categoricamente negou” que a França tenha “aceito sob pressão” e que nos bastidores o acordo ainda não teria sido fechado.

O alto oficial francês colocou a culpa para o fracasso deste negócio de armas ou de demora do Líbano, citando um estado de “confusão” que a administração libanesa está sofrendo principalmente relativo aos casos de defesa.

Fonte: Asharq Al-Awsat – Tradução: Cavok

Gripen da África do Sul dispara o primeiro míssil ar-ar A-Darter

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O primeiro disparo de um míssil A-Darter por um caça Gripen, ocorrido na África do Sul. (Foto: SAAB)

A Saab com sucesso efetuou um importante estágio do programa do míssil ar-ar A-Darter com o primeiro teste de disparo que serviu para verificar a integração do míssil com a aeronave de caça Gripen.

O teste foi realizado numa área de teste da Força Aérea da África do Sul (SAAF) em Overberg, na África do Sul. O Gripen foi escolhido como plataforma para ess teste de integração e completou esses com ótimos resultados.

“O teste de disparo é uma importante etapa no programa do Gripen. O míssil A-Darter é um projeto de colaboração e desenvolvimento dentro da área de mísseis entre a indústria local, Denel Dynamics, da África do Sul, e o Brasil, onde a Saab tem um papel fundamental para a integração de sistemas complexos de mísseis futuros”, disse Ulf Nilsson, responsável pelo programa Gripen dentro do setor aeronáutica da Saab.

O míssil A-Darter é um míssil ar-ar de quinta-geração para curtas distâncias para ser utiizado durante um combate aéreo com a nova geração de aeronaves de caça. Na África do Sul ele estará operacional nas aeronaves Gripen e no Brasil a arma é a escolha para os futuros caças do programa F-X2 da Força Aérea Brasileira.

“O A- Darter e a aeronave Gripen trabalharam além das nossas expectativas e estamos extremamente satisfeitos com o resultados dos testes de disparo”, disse Magnus Reineholm, Gerente do Projeto para a integração do A-Darter na Saab.

Além do programa A-Darter, a Saab também está participando do programa Meteor, o qual também é um projeto de cooperação internacional entre as principais companhias aeroespaciais europeias. O governo da Suécia também aprovou uma encomenda de mísseis Meteor para os caças Gripen da Força Aérea da Suécia.

Essas integrações dos mísseis e a encomenda do míssil Meteor mostra o compromisso da Saab, do governo sueco e de nosso clientes com o sistema de armas Gripen, para manter este sempre atualizado com o que existe no quesito tecnologia.

França completa o primeiro ataque vertical do mundo com um míssil AASM guiado a laser

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Um caça Rafale M F3 armado com os mísseis AASM da SAGEM.

A França afirmou ter efetuado o primeiro ataque vertical do mundo de uma arma inteligente AASM guiada a laser no dia 9 de julho, onde foi empregado um caça Rafale para o disparo do míssil.

O míssil AASM disparado de um Rafale durante os testes realizados no mês de julho. (Foto: DGA)

“A Direction Générale pour l’Armement (DGA) completou com sucesso na quinta-feira, dia 17 de junho de 2010 o primeiro disparo de uma arma ar-terra modular (armament air sol modulaire – AASM) na versão laser na sua unidade de Biscarosse,” informou a DGA num comunicado. “Esse disparo da munição guiada a laser com um impacto vertical é considerado o primeiro do mundo,” diz a DGA.

O disparo foi parte de um estudo de viabilidade que está sendo conduzido pela Sagem do Grupo Safran desde 2008.

Um caça Rafale decolou do centro de teste de voo da DGA com a arma AASM guiada  a laser até sobre o mar numa altitude de 13.000 pés e a 25 km do alvo no centro de testes de mísses de Biscarosse. O alvo, feito de blocos de concreto, foi designado por um laser no solo colocado a poucas centenas de metros longe do alvo. Um leitor de GPS deliberadamente passou as coordenadas do alvo como estando a dezenas de metros longe de onde seria, para ver ser o sistema guiado a laser corrigiria a direção até o alvo correto.

Um ataque vertical destina-se a reduzir os danos e mortes no caso de utilização numa área habitada, disse a DGA. Essa versão também destina-se para ser usada contra alvos móveis no mar ou na terra.

Uma versão a laser do AASM é um avanço da versão da bomba AASM propelida com direcionamento por GPS/inercial, e um modelo guiado por infravermelho está atualmente em desenvolvimento operacional e passando por testes técnicos.

Os testes do AASM a laser continuarão durante este ano.

Fonte: DefenseNews

Protótipo do míssil A-Darter entra em fase de teste de voo

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A Força Aérea da África do Sul iniciou os testes de disparo em voo com o míssil A-Darter. (Foto: SAAF)

O novo míssil A-Darter, que está sendo desenvolvido em cooperação entre as Forças Aéreas do Brasil e da África do Sul e envolve a participação de empresas dos dois países, entrou na fase de ensaios em voo dos protótipos. Os testes acontecem no Campo de Provas de Overberg, na África do Sul. O início da produção está previsto para 2013 e poderá ser feito em ambos os países.

O investimento conjunto para o desenvolvimento do projeto, segundo a FAB, é de US$ 130 milhões, sendo US$ 53 milhões do Brasil. O governo brasileiro investirá ainda na capacitação da indústria nacional e em transferência de tecnologia, algo em torno de US$ 109 milhões. Os recursos são financiados em parte pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Desde 2007, uma equipe de 19 militares da FAB, entre engenheiros das áreas de sistemas, Aeronáutica, mecânica e eletrônica, permanece na África do Sul para participar do programa. Outros 27 profissionais brasileiros das empresas Mectron, Avibrás e Opto Eletrônica também participam do projeto, que está sendo desenvolvido nas instalações da empresa sul africana Denel Dynamics.

O míssil A-Darter fabricado pela Denel.

O A-Darter é um míssil de combate ar-ar de quinta geração e curto alcance, que será integrado aos caças F-5 da FAB e nos futuros caças do programa F-X2. O míssil também já está sendo testado nos novos caças Gripen da SAAF (South African Air Force). A SAAF comprou 26 Gripen, sendo que 15 já foram entregues. A previsão da FAB é de que o A-Darter esteja pronto para iniciar sua operação em 2014. O míssil será co-produzido no Brasil pela Mectron.

O presidente da Avibrás, Sami Hassuani, disse que existe a estimativa inicial de exportação entre 100 e 200 unidades do míssil, que tem como competidores equipamentos similares dos EUA, Rússia e Israel. Para Hassuani, o programa A-Darter é uma oportunidade das indústrias brasileiras desenvolverem tecnologia de quinta geração nessa área e de tornarem-se independentes, pois trata-se de segmento sujeito a permanentes embargos por parte dos países detentores da tecnologia de mísseis.

De acordo com apresentação feita pelo Ministério da Defesa, no fim de 2009, sobre Programas Mobilizadores em Áreas Estratégicas, no contexto da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) do governo federal, o projeto tinha concluído 75% do seu desenvolvimento, incluindo os protótipos, lote piloto e a sua certificação. A próxima etapa seria a industrialização do míssil, que terá uma versão brasileira, mas intercambiável com o equipamento produzido na África do Sul.

A primeira fase de desenvolvimento do míssil pelo Brasil incluiu a absorção de tecnologia até chegar ao nível dos sul africanos, que já estavam mais à frente no desenvolvimento do projeto. A fase seguinte, que já foi iniciada, consiste na reprodução dos sistemas do míssil no Brasil e na adequação industrial do projeto para o desenvolvimento de uma versão brasileira, adaptada às necessidades da FAB.

“O programa do A-Darter é semelhante ao AMX (desenvolvimento de um caça entre Brasil e Itália, com a participação das empresas italianas Alenia e Aermacchi e da Embraer). A diferença é que no A-Darter os dois países terão autonomia para fazer o míssil completo”, explica o presidente da Avibrás. A empresa é a responsável pelo desenvolvimento do motor do míssil.

Segundo a Aeronáutica, a principal vantagem do projeto A-Darter para as empresas brasileiras é que ele dá a chance delas participarem do mercado mundial de exportação de um produto restrito e de alta tecnologia. “Abre-se ao parque industrial brasileiro a chance de vender produtos comparáveis aos disponíveis nos países desenvolvidos e que permanece inacessível à maioria das Forças Armadas do mundo”.

Com o programa do míssil, segundo a FAB, o Brasil terá ainda ganhos de conhecimento em tecnologias de detecção infra-vermelho, redes neurais no apoio à decisão, simulação de ambientes dinâmicos, óptica de alta precisão, controle e navegação, entre outras. “As empresas nacionais são responsáveis pela reprodução de subsistemas do míssil e para isso têm acesso aos dados do projeto e recebem capacitação para serem fornecedoras”, informou a FAB.

Fonte: Valor Econômico – Virgínia Silveira, via NOTIMP

Índia testa com sucesso lançamento de bombas guiadas a laser

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Um jato de combate Jaguar, da Força Aérea da Índia, durante o lançamento da primeira bomba guiada a laser da Índia.
O Estabelecimento de Desenvolvimento Aeronáutico (ADE), um dos principais laboratórios aeronáuticos da Organização para Pesquisa e Desenvolvimento de Defesa (DRDO), baseado em Bangalore, projetou, desenvolveu e efetuou com sucesso os primeiros testes de lançamento de bombas guiadas a laser na área de testes de Pokhran, com a participação da usuária Força Aérea da Índia, que utilizou uma aeronave SEPECAT Jaguar.

Um relatório da DRDO informou que os testes em voo demonstraram a acuracidade, confiabilidade e desempenho dessas bombas de precisão lançadas por aeronaves. Os testes foram conduzidos após exaustivas simulações, validações do projeto e testes no solo, seguidos de uma série de avaliações em voo. Um número de componentes high tech também estão sendo desenvolvidos pelas indústrias de defesa da Índia para este avançado pacote de armamentos.

Um comunicado da Força Aérea da Índia informa que deverá ser modernizada uma grande número de bombas convencionais para este padrão de bombas guiadas vistas no teste realizado na semana passada.

Índia deverá armar 40 caças Su-30MKI com os mísseis BrahMos

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Montagem mostrando um caça Sukhoi Su-30 armado com mísseis supersônicos BrahMos.

A Força Aérea da Índia irá armar 40 caças Su-30MKI Flanker-H com os mísseis ar-solo BrahMos, informou o chefe da BrahMos Aerospace nessa quarta-feira, dia 21.

Numa entrevista aos site RIA Novosti durante a exibição de defesa “Defense Services Asia (DSA)-2010”, Sivathanu Pillai disse que tornará a frota de caças russos da Força Aérea da Índia “absolutamente únicos” em poder de fogo.

A versão para lançamento aéreo do míssil supersônico BrahMos.

Ele disse que os primeiros testes dos mísseis BrahMos lançados a partir de plataformas aéreas estão programados para ocorrer em 2011, enquanto que o primeiro teste em voo num caça com os mísseis estão previstos para o final de 2012.

O míssil BrahMos possui um alcance de 290 km (180 milhas) e pode levar ogivas convencionais de até 300 kg (660 libras). Ele pode efetivamente “travar” alvos no solo a partir de uma altitude tão baixa quanto 10 metros (30 pés) e possui uma velocidade máxima de Mach 2,8, a qual é quase três vezes mais rápido que a velocidade do míssil cruzeiro subsônico Tomahawk, fabricado nos EUA.

Estabelecida em 1998, a BrahMos Aerospace, uma empresa conjunta entre a Índia e a Rússia, produz e comercializa os mísseis supersônicos BrahMos. As versões lançadas do mar e da terra já foram testadas com sucesso e colocadas em serviço com a Marinha e o Exército da Índia.

Cerca de 20 indústrias na Índia e 10 na Rússia estão envolvidas na produção do míssil, o qual será montado numa unidade em Hyderabad.

Fonte: RIA Novosti – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Raytheon demonstra a capacidade ar-terra do míssil AIM-9X Sidewinder

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Momento do disparo de um Sidewinder AIM-9X de uma aeronave F-16.
Momento do disparo do Sidewinder AIM-9X a partir do caça F-16.

A empresa Raytheon demonstrou a capacidade no emprego do míssil avançado guiado por infravermelho AIM-9X Sidewinder para ataque a alvos no solo.

ORD_AIM-9X_Flight_lgDurante um teste realizado no dia 23 de setembro, um míssil AIM-9X disparado de um caça F-16C da USAF mergulhou rapidamente se movendo em direção a um bote alvo no Golfo do México.

Com uma mudança de software no míssil, o AIM-9X perde a capacidade ar-ar e adquire a capacidade ar-terra, permitindo que possa ser utilizado em outras missões com um custo muito mais acessível.

O teste marca a terceira vez que um míssil AIM-9X trava um alvo na superfície. Em abril de 2008, um F-16 da U.S. Air Force disparou um AIM-9X e afundou um barco de manobras, e em março de 2007, um F-15C da U.S. Air Force disparou um AIM-9X e destruiu um navio de deslocamento rápido.

Fonte: Raytheon – Tradução: Cavok

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