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Tag: F-22

Mudança de última hora no histórico voo dos esquadrões de demonstração sobre Nova York

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O F-22 Raptor Demo Team tomará o lugar da equipe Blue Angels no Flight Down The Hudson.

Amanhã (22/08) deverá ocorrer o histórico voo em formação sobre o Rio Hudson, em Nova York, com quatro esquadrões de demonstrações. Mas um dos esquadrões precisou desmarcar um dia antes do voo ocorrer e a equipe F-22 Raptor foi integrada.

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IMAGENS: Equipes de demonstração solo da USAF realizam homenagem pelos 75 anos do Dia-D

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As aeronaves F-22, F-35, F-16 e P-51 durante passagem sobre o National D-Day Memorial em Bedford, Virginia. (Foto: U.S. Air Force / 2nd Lt. Samuel Ekholm)

Hoje, no 75º aniversário dos desembarques na praia da Normandia, o Dia-D, as três equipes de demonstração solo da USAF sobrevoaram o National D-Day Memorial durante a Saudação Final da celebração dos 75 anos do Dia-D, em Bedford, Virgínia.

Raptor participará de exercício com Força Aérea Espanhola

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Foto: Diego Alves

No próximo dia 13 de agosto, caças norte americanos F-22 recentemente chegados na Europa desde sua base na Flórida, realizarão um exercício de treinamento aéreo avançado com a Espanha, onde participarão o Eurofighter e o F-18. Em 08 de agosto a USAF deslocou 12 caças F-22A para a Base de Spangdahelm, Alemanha.

A missão oficial na Europa destes caças de 5ª geração, atualmente o sistema de superioridade aérea mais eficaz da USAF em serviço, a espera do F-35, será levar a cabo o treinamento aéreo com outras aeronaves da OTAN e está previsto para algumas semanas.

Estes F-22 pertencem ao 95th Fighter Squadron, 325th Fighter Wing, com sede na Base Aérea de Tyndall, Flórida, de onde partiram em voo direto, com apoio de aeronaves de reabastecimento em voo. “Estamos diante de uma das maiores viagens sobre o oceano atlântico, onde planejamento e execução com meios da USAF possibilitaram a chegada em segurança”, disse a fonte norte americana.

Foto: Paul Callaghan

A implantação de esquadrões de combate na Europa estão financiados em boa parte com fundos da denominada Iniciativa Européia de Dissuasão, EDI (European Deterrence Initiative), anteriormente conhecida com ERI (European Reassurance Initiative). Este programa iniciou em Junho de 2014 na Casa Branca, três meses após a anexação da Criméia pela Russia, para aumentar a presença americana na Europa e assim reforçar as capacidades da OTAN, no que constitui um grande esforço norte americano na aliança, não correspondido pela maioria dos aliados europeus.

O marco de implantação destes aparatos foram movidos para a Base Aérea de Albacete, sede da Ala 11 do Ejército del Aire e do prestigiado curso TLP (Tactical Leadership Programme), onde além de serem demonstrados para os profissionais das unidades envolvidas,  realizarão um exercício conjunto com os Eurofighters desta Ala. O Ejército del Aire também quer medir seus “caça-bombardeiros” F-18 aos F-22 no exercício militar. “Se trata de uma excelente oportunidade de instrução e adestramento que permite uma evolução conjunta das capacidades dos três aviões, dois de fabricação americana e um europeu, em um ambiente tático exigente”, disse a fonte espanhola.

 

USAF enviará caças F-22 e F-35 para show aéreo na Coreia do Sul

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USAF pretende expor caças F-22 em show aéreo na Coreia do Sul. (Foto: AP / Lee Jin-man)

Os EUA planejam enviar aviões de combate F-22 Raptor e F-35A Lightning II para o show aéreo de Seul que será realizado no próximo mês, disse o ministério da defesa da Coreia do Sul nesta terça-feira.

EUA consideram implantar caças F-22 e F-35B de forma rotativa na Península Coreana

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Caças F-22 poderão ser implantados na Península Coreana de forma rotativa com caças F-35.

Os Estados Unidos estão considerando a implantação de jatos furtivos F-22 e F-35B de forma rotativa na Península Coreana, em consulta com a Coreia do Sul, segundo fontes militares em Seul disseram no domingo.

USAF realizará exercício conjunto entre caças F-22 e F-35 com Rafales e Typhoons europeus

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Um jato T-28 Talon da USAF, um Typhoon da RAF, um Rafale francês e um F-22 Raptor da USAF voam em formação como parte do exercício trilateral realizado em Langley em dezembrio de 2015. (Foto: U.S. Air Force / Senior Airman Kayla Newman)

Os aviadores da Força Aérea dos Estados Unidos farão parceria com a Real Força Aérea britânica e a Força Aérea Francesa para um segundo exercício trilateral que começará no dia 12 de abril e seguirá até o dia 28 de abril de 2017, na Base Conjunta Langley-Eustis, na Virgínia.

Tri amigos…2

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P-51_em boa companhia

Incidente com caça F-22!

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F-22 landing problems January 14 2015 - usaf

Um caça F-22A da Guarda Aérea Nacional do Alaska teve complicações durante o pouso na pista 8L do Aeroporto Internacional de Honolulu, no Havai.

IMAGENS do futuro #2

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Dois conjuntos de caças de 5ª geração, F-35 e F-22, voaram lado a lado no início desse mês naquela que foi a  primeira missão integrada de treinamento entre as aeronaves.

Chineses alegam ter desenvolvido radar capaz de detectar o F-22

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Um novo radar chinês, apresentado na Exposição de Aviação e Aeroespacial Internacional da China, que terminou neste domingo (16/11) em Zhuhai, pode localizar os supostamente indetectáveis caças F-22 dos Estados Unidos, afirmou um especialista taiwanês.

VÍDEO E IMAGENS: Esquadrões de caças F-22 no Havaí atingem a Capacidade Operacional Inicial

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Um caça F-22 baseado no Havaí parte para mais um voo de treinamento, antes do esquadrão obter a Capacidade Operacional Inicial. (Foto: Tech Sgt. Andrew Jackson, 154th Wing Public Affairs / U.S. Air Force)

O 199° Esquadrão de Caça da Guarda Aérea Nacional do Havaí e o 19° Esquadrão de Caça do serviço ativo da Força Aérea dos EUA (pertencentes a 154ª Ala e 15ª Ala, respectivamente) atingiram o status de Capacidade Inicial Operacional (COI) com os caças F-22 Raptor. Veja a seguir um vídeo sobre a manobra realizada na Base Aérea Conjunta Hickan-Pearl Harbor, Havaí.

O anúncio do COI vem após a realização de um exercício de três dias de duração que demonstra claramente a capacidade das unidades em voar e manter a aeronave de caça mais avançada do mundo para qualquer tipo de operação de contingência.

O Major Shane Nagatani, piloto de F-22 do 199° Esquadrão de Caça da Guarda Aérea Nacional do Havaí, se prepara a bordo do caça Raptor. (Foto: Tech Sgt. Andrew Jackson, 154th Wing Public Affairs / U.S. Air Force)

“Este é um grande marco para as nossas combinadas Alas 154 e 15. O status de COI significa que somos capazes de implantar uma parte de nossos caças F-22 Raptors, a qualquer hora, em qualquer lugar, em apoio às operações nos teatros. Nossos F-22 Raptors destacam o compromisso dos EUA com a região do Pacífico e adiciona a capacidade de domínio aéreo adicional para o Comando dos EUA no Pacífico”, disse o brigadeiro general Braden Sakai, comandante da 154ª Ala de Caça. “Ter esta capacidade no Havaí oferece aos Comando dos EUA no Pacífico a capacidade de responder rapidamente a qualquer contingência, em qualquer lugar do teatro, num tempo mínimo”.

Atingindo a capacidade operacional inicial, os esquadrões baseados no Havaí poderão destacar seus caças F-22 Raptor para qualquer teatro de operações no Pacífico. (Foto: Tech Sgt. Andrew Jackson, 154th Wing Public Affairs / U.S. Air Force)

O F-22A Raptor é capaz de realizar missões ar-ar, assim como o ataques de precisão ar-solo, e é um caça primário de superioridade aérea da Força Aérea dos EUA, oferecendo capacidades incomparáveis para supremacia aérea e defesa aérea dos EUA.

No Havaí operam com 20 caças F-22 Raptors divididos em dois esquadrões. (Foto: Tech Sgt. Andrew Jackson, 154th Wing Public Affairs / U.S. Air Force)

A Base Conjunta de Hickam-Pearl Harbor, é o lar de 20 caças F-22 Raptors. A Guarda Aérea Nacional do Havaí e a Força Aérea dos EUA dividem a responsabilidade para manter em voo e prestar o apoio de manutenção dos furtivos F-22.

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Força Aérea dos EUA busca realizar mais exercícios usando os F-22s junto com seus aliados

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Um caça F-22 lidera uma formação com caças F-7 da Força Aérea Paquistanesa durante um exercício realizado no Paquistão.

Um alto comandante da Força Aérea dos EUA abriu a oportunidade para realização de mais operações conjuntas com a coalizão usando seus caças furtivos F-22 Raptor. Falando na Conferência Internacional de Caça organizada em Londres pelo IQPC, o major-general Larry Wells, comandante da Nona Força Aérea dos EUA, disse: “Nós precisamos envolver nossos parceiros nos exercícios com os caças F-22.”

Até agora, o nível de classificação de segurança ao redor do interceptador mais moderno da USAF tem impedido uma cooperação significativa com as forças aéreas aliadas. Mas Wells observou que a frota de aviões furtivos dos EUA não é grande o suficiente para realizar sozinha as operações principais de ataque. “Devemos integrar as frotas de aeronaves de quarta e quinta gerações”, disse ele.

Caças F-16 e F-15 já vem realizando uma série de exercícios com os F-22, tanto nos EUA como no exterior. (Foto: Mass Communication Specialist 3rd Class Jacob D. Moore / U.S. Navy)

Wells disse que os exercícios com caças F-15 e F-16 da Força Aérea dos EUA já foram intensificados. Atualmente, os pilotos dos F-22 podem se comunicar com outras aeronaves somente pela voz, mas a funcionalidade link 16 será instalada nos Raptors no próximo ano, revelou Wells. Ele disse que caças F-22 “passam um monte de dados de alta fidelidade entre eles” através do seu link de dados único, mas não podem se comunicar até mesmo com outras aeronaves stealth dos EUA, como o B-2 ou o F-35. Mas o MADL (multifunction advanced datalink) do F-35 acabará por fornecer essa capacidade, acrescentou Wells.

Wells também revelou que um esquadrão de caças F-22 já foi equipado para lançar a SDB (Small Diameter Bomb) de 250 libras. Isto aumenta a capacidade ar-superfície da aeronave, que já inclui a capacidade de lançar JDAM (Joint Direct Attack Munitions) de 1.000 libras em voo subsônico.

A maioria das restrições de operação impostas após os bem divulgados problemas de abastecimento de oxigênio aos pilotos já foram retiradas, relatou Wells. “Nós recentemente realizamos duas importantes implantações para a Ásia Oriental e o Sudoeste da Ásia, sem incidentes”, disse ele. Soluções para os problemas incluem filtros de carvão no fornecimento de oxigênio; uma fonte de oxigênio de back-up, e modificações no regulador de pressão para o traje “Combat Edge” do piloto.

Fonte: AIN Online – Tradução: Cavok

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Caças F-22 da Base Aérea de Tyndall batem recorde de surtidas num único dia

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Caças F-22 Raptor participaram de um exercício na Base Aérea de Tyndall, Florida, realizando 53 saídas num único dia. (Foto: Master Sgt. Michael Ammons / U.S. Air Force)

O 43° Esquadrão de Caça, da Base Aérea de Tyndall, Flórida, uma unidade de treinamento de pilotos dos caças F-22 Raptor, estabeleceu um novo recorde de voos num único dia, em 24 de Setembro de 2012, realizando 53 missões locais durante os períodos da manhã e da tarde.

O esquadrão normalmente tem uma média entre 18 e 24 surtidas por dia. O aumento começou na parte da manhã, com três lançamentos conjuntos de 10 caças F-22 e depois com três conjuntos de oito Raptors no período da tarde. Os pilotos voavam, pousavam, taxiavam para um ponto onde reabasteciam com os motores acionados, e depois decolavam novamente. Apenas os pilotos instrutores participaram do exercício para garantir que os requisitos de segurança e proficiência fossem atendidos antes do final do ano fiscal, em outubro.

O recorde anterior era de um esquadrão de caça F-22, que realizou 46 surtidas num dia.

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IMAGENS: Caças F-22 e F-35 voam juntos pela primeira vez com a Força Aérea dos EUA

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Os dois modelos de caças de quinta geração da Força Aérea dos EUA, o F-22 e o F-35, voam pela primeira vez juntos em serviço. (Foto:Master Sgt. Jeremy T. Lock / U.S. Air Force)

Pela primeira vez, a Força Aérea dos EUA realizou um voo em formação com seus dois caças de quinta geração, o F-22A Raptor e o F-35A Lightning II, ambos fabricados pela Lockheed Martin. O voo foi realizado na quarta-feira, dia 19 de setembro, e durou cerca de uma hora e meia, com os caças partindo das bases aérea de Tyndall e Eglin, respectivamente, ambas localizadas na Florida.

Os caças F-22 e F-35 sobrevoaram diversas cidades no sudeste dos EUA.

A bordo do F-35A, que decolou antes da Base Aérea de Eglin, estava o tenente-coronel Lee Kloos, comandante do 58º Esquadrão de Caça junto a 33ª Ala de Caça. Durante o voo ele encontrou-se com o coronel Charles Corcoran, comandante da 325ª Ala de Caça, que voava com o F-22 Raptor F-22 do 43° Esquadrão de Caça, sobre o Lago Compass, no espaço aéreo ao norte da Base Aérea de Tyndall.

Esse é o segundo voo no geral, e o primeiro pela Força Aérea com os dois caças furtivos de quinta geração.

“Eu estive no programa F-22 desde 2002”, disse Corcoran. “Eu vi ele percorrer um longo caminho e fazer grandes progressos, e é bom ver o F-35 seguindo junto. O que estamos tentando fazer … é tirar as lições aprendidas a partir do F-22 e não ter que reaprender no F-35. A conversa cruzada entre as comunidades F-22 e F-35 é um imperativo.

Acompanhando os dois caças, F-22 e F-35, estava um F-16D.

“Isso só vai acontecer mais e mais vezes, e isso precisa acontecer”, Corcoran acrescentou. “Este é o futuro da nossa força de caças de combate. Você não pode ir para a guerra junto se você não treinar junto, e é aí que tudo vai começar, em Tyndall e em Eglin.”

Os dois aviões, que foram seguidos por um F-16, voaram sobre Tyndall, sobre a Cidade do Panamá e, em seguida, em direção oeste para Destin e Eglin.

O voo especial com o F-22 e o F-35 durou cerca de uma hora e meia.

Kloos disse que uma parte regular do treinamento para pilotos de Eglin e Tyndall é o voo para a outra base para toques e arremetidas e outras manobras.

“É uma parte importante da nossa formação curricular aqui”, disse Kloos. “Como pilotos, você quer ter a opção de ir para outra base se o tempo foi ruim aqui. Essa é a nossa base alternativa primária.”

A tendência é que os voos em formação entre as duas aeronaves ocorram mais seguido com a intensificação dos treinamentos no F-35.

A Base Aérea de Eglin possui atualmente 19 caças F-35s, sendo nove F-35A da Força Aérea dos EUA, e 10 aeronaves F-35B, sendo nove do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA e um pertencente ao Reino Unido.

A previsão é que Eglin receba mais quatro caças F-35Bs este ano, incluindo dois para a 33ª Ala. O Reino Unido vai receber seu segundo jato e a Holanda receberá sua primeira, disse o coronel Andrew Toth, comandante da ala. Os próximos F-35As somente devem chegar em Eglin no segundo trimestre de 2013.

Os dois esquadrões que participaram do voo com os caças F-22 e F-35 são responsáveis pelo treinamento dos pilotos da Força Aérea dos EUA.

O voo com os dois caças de quinta geração não foi totalmente o primeiro realizado. Em 2011 a Lockheed realizou um voo conjunto com os dois caças, conforme pode ser visto no vídeo abaixo.

Para saber mais sobre o primeiro voo conjunto realizado em 2011, clique aqui.

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Aniversário de 15 anos do primeiro voo do caça F-22 Raptor

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O primeiro voo do caça F-22 Raptor no dia 7 de setembro de 1997. (Foto: Tom Reynolds / Lockheed Martin)

Há exatos 15 anos ocorria o primeiro voo do avião que se tornaria o primeiro caça operacional de quinta geração, o furtivo Lockheed Martin F-22 Raptor. O voo ocorreu no dia 7 de setembro de 1997, num domingo, quando o piloto de teste chefe Paul Metz decolou da Base Aérea da Reserva de Dobbins, em Marietta, Geórgia, às 10:18 da manhã, numa velocidade de 140 nós em potência militar. Veja a seguir o vídeo do primeiro voo.

A aeronave alcançou uma altitude de 15.000 pés em menos de três minutos, e foi colocado através de uma série de testes de transições de potências do motor e de características de manuseio. Metz, em seguida subiu para 20 mil pés e recolheu o trem de pouso.

Somente 197 caças F-22 foram fabricados, e somente a Força Aérea dos EUA possui em operação o Raptor. (Foto: Lockheed Martin)

Durante o voo, o caça F-22 foi acompanhado por um caça F-16D de segurança, com o piloto de testes da Lockheed Martin Jon Beesley a bordo. Metz pousou em Dobbins após um voo de 58 minutos.

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IMAGENS: Esquadrão operacional de caças F-22 lança pela primeira vez bombas GBU-39 SDB

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Os caças Raptor do Alasca fizeram parte da primeira unidade operacional de F-22s a lançar as GBU-39 Small Diameter Bombs (SDBs). (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)

Durante o Exercício Combat Hammer, realizado na Base Aérea de Hill, Utah, os caças F-22 Raptors do Alasca tornaram-se a primeira unidade operacional de F-22 a lançar bombas GBU-39 SDB (Small Diameter Bombs).

Os caças testaram o lançamento das GBU-39 SDBs durante o exercício Combat Hammer realizado na Base Aérea de Hill, Utah.(Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)

Apesar das SDB (bombas de pequeno diâmetro) terem sido empregadas por pilotos de testes, o Combat Hammer, um programa de avaliação do sistema de armas promovido pelo 86º Esquadrão de Armas da Caça, proporcionou uma oportunidade para uma unidade operacional empregá-las num realista ambiente de treinamento tático.

“A área de testes e treinamento de Utah é o único local nos Estados Unidos onde os F-22s podem empregar as SDBs em velocidades e altitudes exclusivas para o Raptor”, disse o major Wade Bridges, um piloto da reserva de F-22 atribuído ao 302° Esquadrão de Caça.

Membros do 477° Grupo de Caça preparam as GBU-39 SDBs num caça F-22 Raptor. (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)

Os F-22 da 3ª Ala de Caça possuem o software atualizado Incremento 3.1, e foram capazes de lançar a GBU-39 SDB. A GBU-39 SDB é uma bomba guiada de precisão de 250 libras que se destina a oferecer a aeronave uma capacidade para transportar um maior número de bombas e empregar elas com maior stand-off.

“O emprego das GBU-39s foi muito bem sucedido”, disse Bridges. “O pessoal de munição e de armas que prepararam e carregaram as armas fizeram com incrível profissionalismo e perícia técnica. Eles foram avaliados durante todo o processo e não recebi nada além de elogios pelo trabalho. Os pilotos que utilizaram as armas fizeram um excelente trabalho ao empregar as armas num ambiente tático. Todo o processo de preparação e emprego das armas foi um tremendo sucesso, resultando em 100% das SDB sendo lançadas com sucesso. ”

O Tenente Coronel Chad Feucht, piloto da reserva de F-22 atribuído ao 477° Grupo de Caça, realiza os últimos procedimentos antes de decolar para uma missão no Combat Hammer. (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)

Este evento permitiu o treinamento de Integração Força Total em toda a frota de F-22. O 302° Esquadrão de Caça liderou uma equipe de Força Total da Base Conjunta de Elmendorf-Richardson. Tanto os pilotos dos 302° e 526° Esquadrões de Caça como as equipes de manutenção do 3° Grupo de Manutenção e do 47° Grupo de Caça  preencheram  a lista de implantação com um tremendo esforço de uma verdadeira força total a partir do Alasca.

Além do esforço da base no Alasca, os pilotos dos esquadrões de caça 199º e 19° e suas respectivas equipes de manutenção participaram do Combat Hammer. Esta foi a primeira vez que o pessoal operacional e de manutenção dos esquadrões de caça 199º e 19° sediados no Havaí foram implantados num exercício fora de sua base.

Um membro do 477° Esquadrão de Manutenção de Aeronaves arma um F-22 Raptor com uma GBU-39 SDBs durante o Combat Hammer. (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)

“A experiência de implantação bem sucedida e o lançamento de armas ar-solo é um marco importante para as operações  dos Raptor do Havaí e das equipe de manutenção pela declaração da capacidade operacional inicial”, disse o tenente-coronel Robert Jackson, comandante do 19° Esquadrão de Caça.

Texto: Tech. Sgt. Dana Rosso / 477th Fighter Group Public Affairs – Tradução: Cavok

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USAF considera opções para preservar o ferramental de produção dos caças F-22

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Um caça F-22 Raptor durante passagem baixa mostra seu compartimento de armas. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

Cinco meses após o Congresso dos EUA aprovar o cancelamento da produção do Lockheed Martin F-22 Raptor, a força aérea está ainda decidindo se preserva ou desmancha o ferramental de produção. De acordo com outro relatório divulgado pelo Cavok, os caças F-22 deverão operar até 2025, quando começam a ser desativados, salvo se exista um novo plano de aumento da vida operacional.

A opção que está sendo discutida inclui preservar pelo menos o núcleo da habilidade da Lockheed para fabricar os componentes e sistemas do F-22, embora reiniciar a produção não é a intenção dos líderes da USAF, informou o chefe de aquisições da USAF, o General Mark Shackelford.

Linha de produção do F-22A Raptor na Lockheed Martin. (Foto: Lockheed Martin)

Preferencialmente, os oficias da USAF estão considerando o custo de preservação desse ferramental para manter os F-22, os quais poderão passar por um programa de extensão da vida operacional nos próximos anos. O mesmo ferramental poderia ser usado para reparar ou substituir caças Raptor danificados.

Shackelford não discutiu sobre o prazo para a decisão da USAF nesse processo. A Lockheed está programada para entregar o último dos 187 caças F-22 no início de 2012, embora uma grande parte dos elementos principais da cadeia de fornecimento da linha de produção do F-22 possam começar a ser finalizados no final de 2010.

A adminsitração do presidente Obama em setemebro derrotou uma tentativa de apoiadores do caça F-22 que queriam a continuição da fabricação do caça avançado stealth.

Como os parlamentares debateram a questão desde abril até setembro de 2009, a USAF pediu para a equipe analítica Rand Project Air Force para estudar as opções sobre o final da linha de produção do F-22A. A equipe Rand entrevistou os parlamentares e apresentou um esboço do relatório no último mês de junho, e uma versão final do relatório foi publicada na semana passada, no dia 3 de março.

A equipe Rand analisou quatro diferentes opções: fechar a linha de produção; continuar a linha de produção a pleno; escalonar a fabricação de 5 caças F-22 por ano; e reiniciar a produção após um período de 2 anos.

A menos que a adiministração de Obama volte atrás, a única opção disponível no momento é de reiniciar a produção após um período de 2 anos. Tomando esse rumo exigiria uma dramática mudança política, e exigiria que a força aérea preservasse a capacidade de produção da Lockheed.

A análise da Rand mostra que a maioria da cadeia de fornecedores da Lockheed poderia ser reativada após essa parada de dois anos, com apenas poucos fornecedores precisando deixar o mercado ou sair do negócio devido ao término da fabricação do F-22.

Mas os custos de reinício da produção, após uma parada, poderia aumentar significativamente o valor unitário de cada caça. Assumindo que sejam fabricadas 75 aeronaves nos próximos cinco anos, o custo unitário do F-22 seria de US$227 milhões. Se a produção continuar sem paradas, a média cai para US$173 milhões por unidade, de acordo com o estudo da Rand.

Fonte: Flight Global – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Mais detalhes sobre os combates simulados entre o Raptor e o Rafale no Iron Falcon 2009

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Um caça F-22A Raptor e um caça Rafale aguardam seu momento para partir durante o exercício militar conjunto Iron Falcon, nos Emirados Árabes Unidos.

A Armee de l’Air (Força Aérea da França) vazou para a revista semanal da França Air & Cosmos, fornecendo um pouco mais de dicas do que aconteceu entre os caças F-22 Raptor, da USAF, e os Rafale da França, no exercício militar conjunto Iron Falcon, em Al Dhafra, nos Emirados Árabes Unidos, no ano passado.

De acordo com fontes da Air & Cosmos, a USAF solicitou apenas duas surtidas de treinamento entre os caças F-22 e o os Rafale, com três engajamentos em cada surtida, num combate de apenas uma aeronave contra outra, dentro do alcance visual. [Em outras palavras, a USAF diz: “Se vocês não ligarem seus sistemas Spectra, nós não ligaremos nossos ALR-94.”]

Nos seis engajamentos, o F-22 ganhou um deles, mas os outros cinco combates aéreos aproximados (dogfights) terminaram com empate, disse a Air & Cosmos. Outras fontes disseram a revista que o F-22 marcou duas vitórias, com os outros quatro combates empatados.

A versão divulgada pelo blog francês Secret Défense é de que o Rafale teria brilhado nos exercícios do ATLC (Air Tactical Leadership Course), realizado nos Emirados Árabes Unidos.

Os exercícios, realizados entre 15 de novembro e 9 de dezembro, colocaram lado-a-lado F-16 C/D Block 60 e Mirage 2000-9 (UAE), F-16 MLU (Jordânia), F-7 ( versão modernizada no MiG-21 (Paquistão), Typhoon (Reino Unido) e F-16 CJ e F-22 (EUA), com AWACS e aviões-tanque.

Segundo o blog francês, nos combates aéreos simulados com o F-22, os caças Rafales teriam perdido somente uma vez para o caça F-22, mas não fala que o Rafale venceu as outras cinco surtidas.

Ou seja, se essa versão mais completa da Air & Cosmos for a verdadeira, o caça Rafale realmente não conseguiu acertar em nenhuma vez o caça F-22, mas conseguiu demonstrar um bom desempenho frente a um caça de quinta-geração.

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