Saab

Inicio Tags F-x2

Tag: f-x2

F-X2: Compra dos jatos é necessária, diz Celso Amorim

41
O caça Rafale da Dassault, é um dos candidatos para o F-X2 do Brasil.
O caça Rafale da Dassault, é um dos candidatos para o F-X2 do Brasil.

O ministro da Defesa, Celso Amorim, apontou a aquisição dos 36 jatos de combate e de sistemas de defesa antiaéreo entre as maiores necessidades atuais das Forças Armadas, mantendo o foco nesses negócios bilionários. Na semana passada, em Paris, a presidente Dilma Rousseff avisou que a renovação da frota de jatos de combate do país levará mais algum tempo, pelo menos enquanto não passar a crise economica global, o que foi entendido como uma sinalização de que a escolha do aparelho ficará para depois de 2013.

Mas as Forças Armadas não só reiteram a prioridade dos caças como Dilma ouviu de autoridades russas o interesse para incluir o Sukhoi, o jato russo, na lista dos concorrentes ao lado do Rafale francês, os F-18/Super Hornet americanos e os Gripen suecos.

“Temos as riqueza da biodiversidade, de água doce, o pré-sal”, afirmou Amorim ao defender o reaparelhamento das Forças Armadas. “O Brasil continua crescendo, chegando à quinta economia do mundo. E defesa não é delegada, cada um cuida do seu”.

No caso de sistemas antiaéreos de curto e médio alcance, um projeto de US$ 1 bilhão, no momento o Brasil está conversando somente com os russos. Uma missão militar brasileira vai em janeiro a Moscou para começar a discutir com os russos a eventual compra dos equipamentos, incluindo transferência de tecnologia. Na primeira etapa, o negócio pode representar US$ 200 milhoes. Avibras, Embraer e Odebrecht Defesa estarão envolvidas na missão.

Amorim informou que o Brasil abriu um pedido de informações para compra de porta-aviões, o que só deverá ocorrer por volta de 2025, em outro negócio também bilionário e que interessa particularmente aos franceses. Em Moscou, o governo Putin mencionou interesse pelo novo cargueiro militar KC-390.

Mas o que saiu da visita da presidente Dilma de concreto foi mesmo a compra, pela empresa brasileira Atlas Taxi Aéreo de 14 helicópteros da Russian Helicopteros. Trata-se de um novo modelo que vai ser certificado simultaneamente no Brasil e na Rússia. O contrato de compra é de US$ 200 milhões. O primeiro aparelho será recebido em 2015. Trata-se de um helicóptero offhore, para 15 pessoas.

Fonte: Valor Econômico

Dica do amigo Jakson. Obrigado 😉

Agradecemos as contribuições até o momento. Graças à colaboração de algumas pessoas estamos conseguindo manter o site no ar, pois o valor necessário para manter o Cavok no ar é alto. Continuamos pedindo a ajuda de todos com as contribuições, que podem ser de qualquer valor. Se cada um ajudar um pouco, poderemos assim manter esse local como o melhor site de aviação do Brasil. Continuamos também lutando para conseguir um patrocínio, que ajudaria bastante nas despesas mensais do site. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




Enhanced by Zemanta
Anúncios

F-X2: Franceses criticam posição de Dilma em relação a caças

65
Caças Dassault Rafale reabastecem em voo com um KC-135R da Força Aérea Francesa. (Foto: Alexandre Paringaux)
Caças Dassault Rafale reabastecem em voo com um KC-135R da Força Aérea Francesa. (Foto: Alexandre Paringaux)

A presidente Dilma Rousseff confirmou na viagem à França, semana passada, o adiamento por tempo indeterminado da de­cisão sobre a compra de 36 aviões de caça para a Força Aérea Brasileira (FAB). Tampouco deu pista sobre um eventual favorito no projeto FX-2. Mas Serge Dassault, presidente de honra da Dassault Aviation, fabricante dos caças franceses Rafale, reco­nhece: os americanos F-18 Super Hornet, da Boeing, são hoje os favoritos de Brasília.

Os indicativos foram dados pe­lo industrial no jantar de gala ofe­recido na terça-feira pelo presi­dente da França, François Hol- lande, a Dilma. Dassault, de 87 anos, reconhece as dificuldades que sua empresa enfrenta para convencer o atual governo brasileiro a investir nos Rafale, e não em um de seus concorrentes: o Super Hornet, da Boeing, e o Gripen NG, da sueca Saab.

Além de reconhecer o poder de convencimento dos rivais – “os americanos estão fazendo uma Força terrível” – e dos pro­blemas de câmbio – “os Rafale custam mais caro por causa da relação entre o euro e o dólar”-, Dassault reconhece que a relação entre a companhia e os gover­nos francês e brasileiro esfriou desde a posse de Dilma Rousseff. “Ela é mais preocupada com os problemas financeiros, o que é normal”, disse. Segundo ele, “a relação com Lula era mais simpática, mais aberta”. “Infelizmente ele não tomou a decisão no me­lhor momento.”

Nos últimos meses, três fon­tes diferentes da diplomacia francesa reconheceram ao Esta­do que as críticas feitas pelo go­verno de Nicolas Sarkozy às ne­gociações realizadas por Brasil e Turquia sobre o programa nu­clear do Irã, em 2010, geraram grande insatisfação em Lula, que teria decidido congelar a com­pra dos Rafale.

O desafio do Ministério da Defesa francês desde então é encon­trar um novo tom para as negocia­ções. O ministro Jean-Yves Le Drian evita até elencar a concor­rência dos caças brasileiros entre as prioridades da diplomacia de Paris. “Não creio que o Rafale te­nha sido um assunto”, disse ele, sobre os encontros entre Dilma e Hollande. Indagado sobre por que o tema saiu da mesa de nego­ciações, respondeu: “Porque a meu ver as escolhas estratégicas do Brasil em termos de defesa se” voltaram mais para o mar”.

O ministro brasileiro da Defe­sa, Celso Amorim, monstrou a mesma despreocupação sobre o assunto. “Não há nenhuma novi­dade”, disse. Amorim disse estar satisfeito com a nova postura francesa. “Há muito respeito da parte deles sobre o momento de o Brasil tomar uma decisão.”

Fonte: O Estado de São Paulo / Andrei Netto

Agradecemos as contribuições até o momento. Graças à colaboração de algumas pessoas estamos conseguindo manter o site no ar, pois o valor necessário para manter o Cavok no ar é alto. Continuamos pedindo a ajuda de todos com as contribuições, que podem ser de qualquer valor. Se cada um ajudar um pouco, poderemos assim manter esse local como o melhor site de aviação do Brasil. Continuamos também lutando para conseguir um patrocínio, que ajudaria bastante nas despesas mensais do site. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

F-X2: Dilma diz na França que decisão sobre compra de caças está suspensa

44
A presidente Dilma Rousseff disse na França que por enquanto não vai comprar nem Rafale (acima), nem Gripen e nem Super Hornet. (Foto: Armée de L’Air)

A presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira, em Paris, que o governo brasileiro resolveu adiar a decisão sobre a compra de 36 caças para a Força Aérea Brasileira (FAB). Segundo a presidente, o aguçamento da crise internacional motivou a suspensão das negociações e uma decisão a respeito poderá levar ainda “algum tempo”. “Extrema cautela para decidir gastos além do que necessitamos para combater a crise”, disse Dilma.

Entre as opções do governo brasileiro para reequipar a FAB estão os caças Rafale, da francesa Dassault; os F/A-18E/F Super Hornet, da americana Boeing; e os Gripen NG, da sueca Saab. Mas o processo de escolha ainda está indefinido.

Negociadores franceses e brasileiros esperavam que a compra dos caças estivesse entre os temas tratados pela presidente durante sua visita oficial à França. Dilma participou nesta terça, ao lado do presidente da França, François Hollanfe, do Fórum pelo Progresso Social – O Crescimento como Saída para a Crise, promovido pelo Instituto Lula e pela Fundação Jean-Jaurès. Em seguida, Dilma teve encontro com Hollande e ambos concederam entrevista coletiva.

Limites das políticas de austeridade

Na entrevista, a presidente afirmou que as políticas de austeridade utilizadas pelos países no combate à crise “mostram seus limites” e que países superavitários devem ampliar investimentos. Disse ainda que defende compromissos assumidos no G-20, de criar empregos e produzir crescimento.

Com a França, Dilma afirmou que vai ampliar a cooperação nas áreas espacial, de defesa, energia e de alimentos, além de ampliar o fluxo do comércio. A presidente também agradeceu o governo do país pelo apoio para que o país integre o Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU), dizendo que o Brasil tem posição comum com a França no reconhecimento da Palestina como Estado observador da ONU.

Sobre o desempenho da economia brasileira, a presidente admitiu que houve desaceleração no terceiro trimestre deste ano, mas minimizou o resultado abaixo do previsto pelo mercado. “Chegamos a 0,6%, o que é significativo, considerando taxas trimestrais.”

Fonte: Valor Econômico / Aldo do Amaral Rocha

Agradecemos as contribuições até o momento. Graças à colaboração de algumas pessoas estamos conseguindo manter o site no ar, pois o valor necessário para manter o Cavok no ar é alto. Continuamos pedindo a ajuda de todos com as contribuições, que podem ser de qualquer valor. Se cada um ajudar um pouco, poderemos assim manter esse local como o melhor site de aviação do Brasil. Continuamos também lutando para conseguir um patrocínio, que ajudaria bastante nas despesas mensais do site. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

Pesquisador francês diz que França já “desrafalizou” relações com o Brasil

16
Um caça Rafale prestes a ser catapultado do porta-aviões Charles de Gaulle. (Foto: Dassault)

Em uma alusão ao caça francês Rafale, o pesquisador francês e especialista em relações da América Latina, Jean-Jacques Kourliandsky, diz que a França já demonstrou que as relações com o Brasil não se resumem na tentativa de compra dos caças para a Aeronáutica brasileira. A declaração foi feita no primeiro dia da visita oficial da presidente Dilma Rousseff à França.

A visita da comitiva brasileira conta com cinco ministros e tem como objetivo fechar acordos comerciais, estabelecer parcerias no setor da cooperação científica e militar, além de discutir saídas para a crise econômica. Mas, entre os inúmeros assuntos tratados durante os três dias da visita oficial, o Rafale está sendo o centro das atenções.

Segundo o pesquisador, a assinatura de um contrato de venda de 36 caças ( da ordem de 8,2 bilhões de dólares) poderia dar um novo impulso à estagnada economia francesa. Ele também diz que a França tem vantagem sobre os seus concorrentes por causa do histórico de parcerias firmadas no setor de armamento com o Brasil. “Todos os contratos que previam a transferência de tecnologia entre os dois países, funcionaram muito bem. E na hora da decisão, os brasileiros certamente levarão este aspecto em conta”, afirmou Kourliandsky.

O Brasil tem negociado, desde o governo Fernando Henrique Cardoso, a comprar de 36 novos caças para a Força Aérea Brasileira ( FAB). Além do Rafale, os americanos da Boeing, com o aparelho F-18 Super Hornet e os suecos da Gripen continuam tentando atrair as atenções do gigante sulamericano. Depois do claro apoio do governo Lula ao então presidente francês, Nicolas Sarkozy, o anúncio da compra dos caças Rafale parecia uma questão de tempo. O assunto então, tornou o prato principal de cada jantar e recepção organizados pelos presidentes de cada país.

“Este não é o primeiro encontro entre os dois presidentes. Já houve outros encontros este ano, como na reunião do G7 no México ou no Rio, durante a Rio +20. Além disso, eles se encontraram no Chile no fim do mês de janeiro. Será que a visita da presidente Dilma será focada somente nos acordos comerciais e nas parcerias militares?”, questionou o pesquisador francês Jean-Jacques Kourliandsky, que estima que o assunto Rafale já deixou de ser a pauta principal para os dois países.

“Eu acredito que é muito difícil dizer que estes pontos não estarão na pauta da visita. Mas podemos estar seguros de que este assunto Rafale não será o único a ser tratado. Além disso, o ministro da defesa francês foi ao Brasil em novembro e na ocasião ele “desrafalizou” as relações bilaterais entre esses dois países, sobretudo quando se trata da negociação de contratos. Ele fez isso para sair desse ciclo vicioso de contrato Rafale, que se tornou quase que uma obsessão para o governo francês anterior”, concluiu o pesquisador.

Fonte: RFI

Agradecemos as contribuições até o momento. Graças à colaboração de algumas pessoas estamos conseguindo manter o site no ar, pois o valor necessário para manter o Cavok no ar é alto. Continuamos pedindo a ajuda de todos com as contribuições, que podem ser de qualquer valor. Se cada um ajudar um pouco, poderemos assim manter esse local como o melhor site de aviação do Brasil. Continuamos também lutando para conseguir um patrocínio, que ajudaria bastante nas despesas mensais do site. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

F-X2: Boeing amplia parcerias para pesquisa no Brasil

31
Um caça Boeing F/A-18F Super Hornet da Marinha dos EUA durante apresentação na Estação Naval de Pensacola. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)

A Boeing dará hoje mais um passo importante no seu plano desenvolvimento de projetos tecnológicos em parceria com empresas e instituições brasileiras. A companhia americana assina dois acordos estratégicos com o DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial) e o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), referências no país na pesquisa e no desenvolvimento de tecnologia aeroespacial e de defesa.

O vice-presidente do Centro de Pesquisa e Tecnologia da Boeing no Brasil, Al Bryant, disse que os acordos não têm conexão com o programa de aquisição dos caças F-X2, da Força Aérea Brasileira (FAB), pois o objetivo da empresa é o de estabelecer uma parceria de longo prazo com o Brasil.

“A criação de um centro de pesquisa e tecnologia vai ser o começo deste projeto com o Brasil, onde teremos a oportunidade de trabalhar com os melhores cientistas do mundo no desenvolvimento conjunto de capacidades em áreas inovadoras”, afirmou.

Há 35 anos na Boeing, Bryant, já coordenou a implantação dos centros de pesquisa e tecnologia da companhia na Austrália e na China, sendo responsável por todas as decisões que envolvem o direcionamento das pesquisas da empresa no Brasil, colaborações com universidades e parcerias estratégicas com institutos de pesquisa e com a indústria.

Antes mesmo de inaugurar seu centro no Brasil, a Boeing já assinou, este ano, três acordos com a Embraer, na área de biocombustível e cooperação para o desenvolvimento do avião de transporte militar KC-390 e para o fornecimento de sistemas para a aeronave Super Tucano.

Com previsão de investimentos da ordem de US$ 5 milhões, o novo centro de pesquisa da Boeing, que será o sexto fora dos Estados Unidos, ficará instalado, provavelmente, em São José dos Campos. As pesquisas terão foco em desenvolvimento de biocombustíveis sustentáveis de aviação, gestão avançada de tráfego aéreo e biomateriais, entre outras.

O Valor apurou que a empresa já teria reservado uma grande área dentro do Parque Tecnológico da cidade, onde estão instaladas empresas e instituições de pesquisa do setor aeroespacial e de defesa.

“O ideal é estarmos próximos dos nossos principais parceiros e São José dos Campos oferece esta oportunidade, onde estão a Embraer, o Inpe, o DCTA e o ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica)”, disse o executivo.

O diretor do Inpe, Leonel Perondi, disse que a cooperação com a Boeing, líder mundial no desenvolvimento de satélites geoestacionários para telecomunicações, poderá agregar valor para o Instituto, tanto em termos de conhecimento quanto de fixação de novas tecnologias, especialmente na área de monitoramento ambiental e de sensores com aplicação em sensoriamento ambiental.

O Inpe, segundo Perondi, faz parte do comitê executivo do projeto do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), que o Brasil pretende lançar até o fim de 2014. O satélite vai atender o Plano Nacional de Banda Larga e também as necessidades de comunicações estratégicas do governo e das Forças Armadas.

O investimento previsto pelo governo brasileiro no projeto é de R$ 720 milhões. A Embraer e a Telebrás criaram a empresa Visiona Tecnologia Espacial S.A para fazer o gerenciamento dos contratos com os fornecedores do satélite. A previsão da Agência Espacial Brasileira (AEB) é que a escolha do fornecedor seja anunciada no começo de 2013.

Com o DCTA, segundo Al Bryant, a Boeing pretende desenvolver uma colaboração com todos os seus institutos de pesquisa nas áreas de ciências de voo, energia e meio ambiente, materiais e sistemas de lançamento para satélites de órbita baixa.

Fonte: Virginia Silveira / Valor Econômico

Agradecemos as contribuições até o momento. Graças à colaboração de algumas pessoas estamos conseguindo manter o site no ar, pois o valor necessário para manter o Cavok no ar é alto. Continuamos pedindo a ajuda de todos com as contribuições, que podem ser de qualquer valor. Se cada um ajudar um pouco, poderemos assim manter esse local como o melhor site de aviação do Brasil. Continuamos também lutando para conseguir um patrocínio, que ajudaria bastante nas despesas mensais do site. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

F-X2: FAB teria escolhido o F-18 Super Hornet?

104
Um caça Boeing F/A-18F Super Hornet do esquadrão Checkmates (VFA-211) chega na Estação Naval de Oceana, em Virginia Beach. (Foto: Mass Communication Specialist 3rd Class Antonio P. Turretto Ramo / U.S. Navy)

Documentos obtidos por ISTOÉ revelam preferência da Aeronáutica pelo caça americano F-18. A tendência é de que Dilma Rousseff atenda aos anseios dos militares. Um relatório de análise da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (Copac) da Força Aérea Brasileira (FAB), obtido com exclusividade por ISTOÉ, deve provocar uma reviravolta na concorrência para a compra dos caças, que se arrasta desde o governo FHC.

O documento mostra que, contrariando as especulações em torno do programa F-X2, a FAB optou pelo caça americano F-18 Super Hornet, produzido pela Boeing. Entre os concorrentes estão o modelo francês Rafale e o sueco Gripen NG. O relatório estava pronto havia dois anos, mas tinha sido engavetado pelo então ministro da Defesa, Nelson Jobim. Na ocasião, o ministro levou ao Palácio do Planalto a preferência pelo Rafale, uma opção política que não considerou as análises técnicas contidas no documento produzido pela Aeronáutica. O ex-presidente Lula chegou a tornar pública uma preferência pelos franceses e com frequência emitia sinais de exagerada proximidade com o ex-presidente da França Nicolas Sarkozy.

Diante da predileção da FAB pelo avião americano, resta saber agora qual será a decisão final da presidenta Dilma Rousseff. A tendência é acompanhar o relatório técnico. Dilma revelou a assessores que está disposta a bater o martelo sobre os caças antes do vencimento das propostas comerciais no próximo dia 31. O que lhe interessa, tem dito a presidenta, é saber qual negócio oferecerá mais vantagens ao desenvolvimento do País. E a FAB garante que a compra do modelo americano é a mais vantajosa.

Questões como preço, custo de manutenção, prazo de entrega e desempenho operacional são exploradas a fundo pelo relatório. O documento da FAB mostra, por exemplo, que o F-18 tem um custo de US$ 5,4 bilhões para o pacote de 36 aeronaves. É quase a metade dos US$ 8,2 bilhões orçados no Rafale. O Gripen NG, oferecido a US$ 4,3 bilhões, é o mais barato dos três, mas trata-se de um avião em desenvolvimento nunca testado em combate na versão oferecida, pondera a FAB.

O caça francês, além de mais caro que os demais, possui valor de hora-voo de US$ 20 mil. O dobro do jato americano (US$ 10 mil) e três vezes o do sueco (US$ 7 mil). Para justificar a preferência pelos caças americanos, o relatório traz outro dado nunca mencionado nas discussões anteriores sobre o FX-2: o armamento empregado no Super Hornet é mais econômico e possui maior diversidade que o de seus concorrentes. No documento, a FAB alerta também para a necessidade de uma solução imediata sobre o programa de caças, em razão do risco de vulnerabilidade a que o Brasil estará exposto em breve. “A importância estratégica do F-X2 torna-se evidente diante de um quadro de obsolescência”, alerta a FAB.

Outro documento também obtido pela reportagem da ISTOÉ poderá pesar na decisão da presidenta. Trata-se de uma minuta de cooperação estratégica firmada em sigilo entre a Embraer e a Boeing, pela qual a companhia americana – maior fabricante mundial de aeronaves – se compromete a entregar o maior programa de off-set (contrapartida) já oferecido pelos EUA a qualquer país fora da Otan. O acordo estabelece, por exemplo, apoio à comercialização dos Super Tucanos A-29 e do avião de transporte KC-390 em mercados inacessíveis ao Brasil. Também está prevista a construção conjunta de um avião de treinamento para pilotos, que poderá ser vendido a países da América Latina, a integração de armamentos nos Super Tucanos e o desenvolvimento de um jato multiemprego de quinta geração para ser comercializado em nível mundial. Num gesto inédito, a Boeing se compromete ainda a abrir um centro tecnológico no Brasil.

Oficialmente, a Embraer diz desconhecer o documento, mas garante que está capacitada para trabalhar em parceria com quaisquer dos fornecedores. Num encontro recente com o comandante da FAB, Juniti Saito, a presidenta Dilma foi enfática. “Precisamos ajudar a Embraer”, disse. Não ficou claro se ela já havia decidido pelo F-18, mas assessores garantem que a análise técnica nunca pesou tanto.

Fonte: Istoé / Claudio Dantas Sequeira

Nota do Editor: Vamos esperar agora um comunicado oficial da FAB negando o tal relatório, assim como ocorreu umas 100 vezes. E segue o bonde…

Dica do amigo Delta Romeo. Obrigado 😉

Agradecemos as contribuições até o momento. Graças à colaboração de algumas pessoas estamos conseguindo manter o site no ar, pois o valor necessário para manter o Cavok no ar é alto. Continuamos pedindo a ajuda de todos com as contribuições, que podem ser de qualquer valor. Se cada um ajudar um pouco, poderemos assim manter esse local como o melhor site de aviação do Brasil. Continuamos também lutando para conseguir um patrocínio, que ajudaria bastante nas despesas mensais do site. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

F-X2: Suecos estão otimistas com crescimento do Brasil

37
A Saab compete no F-X2 da Força Aérea Brasileira com o caça Gripen NG. (Foto: Departamento de Defesa da Suíça)

Apesar dos “pequenos ajustes, aqui e ali, para enfrentar os efeitos da crise mundial”, é convincente o compromisso do Brasil com a estabilidade fiscal e o combate à inflação, afirma o milionário Marcus Wallenberg, presidente do conselho de duas das principais companhias suecas com interesses no país, Electrolux e Saab AB, e diretor (ex-presidente) da holding Investor, grande acionista de algumas das maiores companhias da Suécia. Os investidores veem como “excelente notícia” as indicações de crescimento do país, comentou.

Wallenberg, que já esteve no Brasil no começo do ano, passou os últimos dias em encontros com empresários e autoridades brasileiros, parte deles no lobby para a venda do caça Gripen, da Saab, para a Força Aérea Brasileira (FAB). Sua visita coincidiu com a vinda a Brasília da ministra da Defesa sueca, Karin Enström, que voltou a defender o avião da Saab em encontro com o ministro da Defesa, Celso Amorim. O ministro culpou a crise mundial pela demora na decisão sobre o fornecedor dos novos caças da FAB, mas disse que o processo terá desfecho “em breve”.

Amorim participará da viagem da presidente Dilma Rousseff à França, na segunda semana de dezembro, e, segundo apurou o Valor, a agenda presidencial inclui um encontro com autoridades francesas sobre os caças da FAB. O governo brasileiro ainda considera alto o preço cobrado pela francesa Dassault para os caças Rafale, que, no governo Luiz Inácio Lula da Silva, era o franco favorito no Palácio do Planalto. A visita dos suecos é vista em Brasília como um esforço para sondar o ânimo de Dilma sobre o tema.

Wallenberg insiste que a proposta do Gripen é a única (concorre, ainda, o F-18 Super Hornet, da americana Boeing) que permite ao Brasil participar integralmente do desenvolvimento de um supersônico de quinta geração, já que a versão do caça oferecido à FAB está em fase de elaboração. “Apoiamos o objetivo brasileiro de ter capacidade autônoma desenvolvida aqui e este é o momento de entrar em nosso projeto”, argumentou.

Como os outros concorrentes, a Saab e o governo sueco aproveitam o interesse do governo Dilma em projetos de inovação para defender as vantagens oferecidas pela Suécia. A Saab já se associou a uma empresa brasileira, a Akaer, escolhida para a confecção de partes da fuselagem do caça. Se o Gripen for selecionado pela FAB, os suecos prometem instalar no Brasil uma fábrica para produzir esses componentes.

Wallenberg cita o interesse de outras empresas, como a americana GE, que trouxe ao país um centro de pesquisas, para provar que seu otimismo tem fundamento, e não está ligado à concorrência da FAB. Não haverá um salto repentino, mas, apesar da crise, o Brasil terá um crescimento sustentável dos investimentos nos próximos meses, prevê.

Fonte: Sergio Leo / Valor Econômico

Solicito um minuto da atenção de você leitor do Cavok. Estamos tendo despesas elevadas com servidores devido ao alto tráfego gerado mensalmente, e precisamos da ajuda de todos para continuar mantendo o site estável e permanentemente no ar. Sem a ajuda de vocês, fica inviável manter o Cavok, já que infelizmente as empresas aeronáuticas brasileiras até o momento não anunciaram no nosso site, mesmo sendo o Cavok uma das maiores referências sobre notícias de aviação do país, reconhecido inclusive internacionalmente, e um dos sites de aviação mais visitados do país, senão o maior. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral.




Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

Enhanced by Zemanta

F-X2: SAAB e GE Aviation fortalecem laços no Brasil para o programa Gripen NG

7
O caça Gripen NG que a Saab está desenvolvendo. (Foto: Saab Group)

O plano da Saab de transferir tecnologia do Gripen NG, dentro do contexto do programa F-X2, acaba de receber um reforço: a assinatura de um Memorandum of Understanding (MoU) entre a GE Aviation e várias empresas aeroespaciais brasileiras. Com a assinatura, os fornecedores brasileiros passam a fazer parte da cadeia global de suprimento da GE e a proposta da Saab à Força Aérea Brasileira, referente aos componentes internos do Gripen NG, também foi fortalecida.

Os MoUs assinados com a Grauna Aerospace S/A, a Increase Aviation Service Ltda., a TAP Maintenance and Engineering, a Avio do Brasil e a Akaer, preveem conhecimento especializado local nas diferentes áreas de manutenção, fabricação e engenharia aeronáutica.

“A GE Aviation tem o prazer de se fundamentar em sua excelente relação com o Brasil, onde desenvolvemos tecnologias de ponta com a indústria local e inauguramos nosso mais novo centro de pesquisa tecnológica, no Rio de Janeiro”, disse Tom Champion, diretor da GE Aviation Industrial Cooperation.”Por meio de um treinamento prático no próprio trabalho, a GE ajudará a desenvolver capacitações industriais no Brasil, posicionando o país para competir no mercado aeroespacial por muitos anos no futuro”, completou.

O potencial de cooperação da GE Aviation diz respeito ao desenvolvimento de programas com empresas aeoespaciais do Brasil, a fim de estabelecer suporte de longo prazo para aeronaves. Os programas devem incluir transferência de tecnologia, treinamento em manutenção e montagem, bem como em inspeção e testes de motores.

“Estou muito satisfeito com o suporte continuado dado pela GE, demonstrando seu compromisso com as nossas atividades conjuntas, no Brasil. A SAAB e a GE mantêm uma longa e bem-sucedida parceria no programa Gripen”, disse Åke Albertsson, gerente-geral da Saab no Brasil.

A AKAER já participa do programa do Gripen NG, o que inclui projeto, ferramental e industrialização. Em maio de 2012, a SAAB reforçou suas relações com a AKAER, por meio de investimentos financeiros, levando adiante outro estágio importante para futuros projetos, desenvolvimentos e produção do Gripen no Brasil.

A proposta do Gripen NG, feita pela SAAB no Brasil, inclui um plano de transferência de tecnologia para equipar a indústria brasileira, com as capacitações necessárias (técnicas e conhecimento), nas áreas de desenvolvimento, produção e manutenção da aeronave.

A transferência de tecnologia será executada, por meio de um trabalho prático de desenvolvimento, fabricação, operação e futuras modernizações do Gripen NG no Brasil. Trata-se de uma aliança estratégica com a indústria local, na qual o Brasil atuará como um parceiro.

Solicito um minuto da atenção de você leitor do Cavok. Estamos tendo despesas elevadas com servidores devido ao alto tráfego gerado mensalmente, e precisamos da ajuda de todos para continuar mantendo o site estável e permanentemente no ar. Sem a ajuda de vocês, fica inviável manter o Cavok, já que infelizmente as empresas aeronáuticas brasileiras até o momento não anunciaram no nosso site, mesmo sendo o Cavok uma das maiores referências sobre notícias de aviação do país, reconhecido inclusive internacionalmente, e um dos sites de aviação mais visitados do país, senão o maior. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral.




Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

Enhanced by Zemanta

F-X2: Dilma e a esperança do Su-35

176
O caça russo Sukhoi Su-35. (Foto: Bravo / Russian Planes)

A presidente Dilma Rousseff chegará à Rússia no dia 14 de dezembro. Ela irá se encontrar com o presidente russo Vladímir Pútin e, segundo supõem alguns analistas brasileiros, além de questões de cooperação no âmbito dos Brics, os dois poderão tratar da compra de um lote de 36 caças multifuncionais SU-35, da russa Sukhoi, no valor de US$ 4 bilhões.

Como se sabe, o SU-35 já participou mais de uma vez da concorrência organizada pelo governo brasileiro, mas nunca chegou até o final. Além do SU-35, participaram desse edital, que teve início ainda em 2007, três aviões: o Rafale, da francesa Dassault, o americano F/A-18E/F Super Hornet, da Boeing, e o sueco JAS 39 Gripen, produzido pela Saab.

A licitação tinha em vista o fornecimento de 36 aviões até 2015, além da produção de mais 84 até 2024 pelos próprios brasileiros, com a concessão que seria fornecida juntamente com os caças. Os favoritos eram o Rafale e o Gripen, mais baratos e fáceis de usar. Mas a decisão final ainda não foi tomada.

A concorrência já foi adiada mais de uma vez. Na primavera de 2011, por exemplo, ela foi interrompida por falta de recursos. Hipóteses foram levantadas após uma visita de consulta do ministro da Defesa do Brasil, Celso Amorim, à Índia, logo depois de o Rafale vencer uma licitação no país em fevereiro com 126 caças multifuncionais de porte médio. Então, uma série de jornalistas anunciou que o favorito seria o caça francês.

O avião russo SU-35, um caça da geração 4++ com a vantagem de ser pouco visível, corresponde totalmente às exigências da quinta geração. Ele é capaz de desenvolver uma velocidade de 2,5 mil quilômetros por hora, superando os 3,4 mil quilômetros. O raio de combate do caça alcança 1,6 mil quilômetros. O SU-35 está armado com peças de calibre de 30 milímetros. Além disso, o avião possui 12 pontos de suspensão para foguetes e bombas de diferentes tipos.

Detecção de alvos

O painel no conceito glass do caça multifunção Su-35.

Uma característica muito importante da aeronave é que seu sistema de controle de armamento é a nova estação de radar de grade faseada “Irbis-E”, que possui características únicas no que diz respeito à capacidade de detecção de alvos. De acordo com especialistas russos, seu alcance de detecção de alvos em regime “ar-ar” ultrapassa 400 quilômetros. Esse índice é significativamente mais elevado que o de caças análogos.

O RLS instalado no avião com radar de grade faseado também tem mais alcance de detecção de alvos aéreos. Além disso, pode analisar simultaneamente o espaço em terra e aéreo e descobrir, acompanhar e bombardear um maior número de alvos (aéreos: acompanhar 30 alvos e atacar 8; em terra: acompanhar 4 alvos e atacar 2).

Uma ampla gama de armas de longo, médio e curto alcance diferencia o SU-35 de outras aeronaves. Ele pode transportar 8 toneladas de carga de combate, incluindo meios aéreos dirigidos para derrotar alvos em terra e ar de longo alcance, assim como de médio e curto – RLS, antinavio, bombas corrigíveis e outros. As características potenciais do avião permitem superar todos os caças táticos da geração 4 e 4+ do tipo “Rafale” e EF 2000, assim como caças modernizados dos tipos F-15,F-16, F-18, F-35 e equiparar-se ao F-22A.

Assim, a razão do insucesso da aeronave no edital brasileiro pode ser a pressão dos países interessados na vitória de suas empresas com o governo do Brasil, segundo especialistas. Quando o ex-presidente francês Nicolas Sarkozy soube que Dilma viajaria a Moscou e poderia discutir com Pútin a compra do SU-35, voou com urgência a Brasília, diz-se, para defender os interesses da Dassault.

Seu esforço teria tido frutos quando o edital foi lançado e o SU-35 ainda não fazia parte das forças armadas russas. Então, o Brasil não iria querer comprar aviões russos que ainda não voavam nem na terra natal. Agora, porém, o Ministério da Defesa da Rússia assinou contrato com a Sukhôi para compra de 48 caças SU-35. A primeira esquadrilha já entrou para o sistema de combate das forças aéreas.

Ainda em março deste ano, o diretor do Serviço Federal de Cooperação Técnico-Militar, Aleksandr Fomin, já havia comentado a renovação da participação do caça russo no edital brasileiro. “Se for aberta uma nova concorrência ou se a última for renovada, estaremos preparados para cooperar com nossos parceiros brasileiros”, disse Fomin.

A primeira chance de exportação do modelo também já foi divulgada: uma possível venda de 48 SU-35 para a China por 4 bilhões de dólares. Mas o Brasil ainda pode tomar a dianteira.

Vantagem à vista

Charge publicada na Gazeta Russa feita por Dmítri Dívin.

Uma questão continua em aberto: o que o Brasil ganha com a compra dos caças multifuncionais russos? Diz-se que Moscou poderá comprar aviões de passageiros da brasileira Embraer em troca.

Principalmente porque o primeiro-ministro Dmítri Medvedev declarou recentemente que o mercado russo de transporte de passageiros necessita desse tipo de avião que o Brasil possui. O único problema seria o futuro do Sukhôi Superjet, para até 100 passageiros. Nesse segmento, existe ainda o russo-ucraniano An-148.

Há também questões relacionadas às licenças para a produção do SU-35 em fábricas brasileiras. A capacidade local de construção de aeronaves, assim como a qualificação dos engenheiros e pessoal técnico são bastante elevadas para que, com a licença, a produção desse caça seja assimilada muito rapidamente.

Resumindo, ainda há muitas questões em aberto para além do desejo de fortalecer a cooperação técnico-militar com um dos líderes do Brics, que é o Brasil. Mas só teremos respostas após a aguardada visita da presidente Dilma Rousseff.

Fonte: Gazeta Russa / Víktor Litóvkin, editor-chefe da revista “Nezavissimoie Voiennoie Obozrénie” (Observador Militar Independente).

Dica do amigo Rustam, direto da Rússia. Obrigado 😉

Solicito um minuto da atenção de você leitor do Cavok. Estamos tendo despesas elevadas com servidores devido ao alto tráfego gerado mensalmente, e precisamos da ajuda de todos para continuar mantendo o site estável e permanentemente no ar. Sem a ajuda de vocês, fica inviável manter o Cavok, já que infelizmente as empresas aeronáuticas brasileiras até o momento não anunciaram no nosso site, mesmo sendo o Cavok uma das maiores referências sobre notícias de aviação do país, reconhecido inclusive internacionalmente, e um dos sites de aviação mais visitados do país, senão o maior. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral.




Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

Enhanced by Zemanta

F-X2: SAAB realiza workshop em Porto Alegre buscando parcerias para inovação e tecnologia

10
Bengt Janér, Diretor da Saab no Brasil, fez uma palestra aos empresários gaúchos sobre os sistemas de defesa da empresa sueca Saab. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

No dia 6 de novembro, a SAAB realizou um workshop em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, visando reforçar suas relações com a industria brasileira, atual e futura, por meio da apresentação de seu portfólio de produtos e serviços para sistemas de terra, ar, mar e segurança civil. O destaque do evento foi a apresentação da Saab relativa ao caça Gripen que concorre no programa F-X2 da Força Aérea Brasileira.

O caça Gripen F Demonstrator. (Foto: Ministério de defesa da Suíça)

O evento em Porto Alegre é o primeiro de quatro eventos programados para ocorrer até o dia 9, em quatro capitais brasileiras. No primeiro evento realizado em Porto Alegre, na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), além da palestra do diretor da Saab, Bengt Janér, falaram aos empresários o Vice Presidente Sênior e CSO da Saab, Dan Jangblad, e o Embaixador da Suécia no Brasil, Magnus Robach.

Após as palestras, os vários empresários presentes puderam compartilhar experiências e contextos junto com executivos da Saab, com o objetivo de identificar e moldar potenciais projetos que contribuirão para manter a longa tradição de relacionamento industrial entre Suécia e o Brasil.

Slide da apresentação da Saab mostrando a proposta da Saab no programa F-X2. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

A Saab já possui um Memorando de Entendimento (MoU) com a AEL Sistemas S/A, sediada em Porto Alegre, dentro da área de aviônicos. O MoU identifica projetos relacionados com as áreas de desenvolvimento, produção e apoio logístico de longo prazo do pacote de aviônicos do Gripen NG, que foi oferecido pela Saab ao governo brasileiro no projeto FX2.

A proposta da SAAB para a Força Aérea Brasileira (FAB) não se concentra apenas no Gripen, mas aborda também a exigência de independência da FAB e do governo brasileiro. Assim, foi delineada para criar capacidades no Brasil, permitindo a autonomia nacional em manutenção, atualizações, integração de armas, bem como, no futuro, o desenvolvimento de caça, design e operações. Isso permitirá às empresas gaúchas, como AEL, participar do programa de desenvolvimento.

A evolução do caça Gripen. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

A SAAB evoluiu suas capacidades tecnológicas em diversas áreas, nas quais os participantes do workshop poderão se concentrar em possíveis oportunidades de negócios. “Somos mais que um fabricante de aeronaves. Acima de tudo somos uma empresa de alta tecnologia, com um amplo portfólio de produtos”, diz Âke Albertsson, gerente-geral da SAAB no Brasil.

“O Brasil é visto como um dos mercados mais importantes para nossa empresa, com muitas oportunidades de negócio interessantes. O país tem tudo para se tornar um centro de negócios da Saab na América Latina e acreditamos que nossos possíveis parceiros gaúchos podem tirar bastante proveito disso”, completa.

Apesar da palestra não apresentar grandes novidades sobre o programa F-X2, o workshop serviu para alavancar o interesse da indústria local e também demonstrar o esforço sueco em criar as parcerias com empresas nacionais.

No dia 07 de Novembro o evento ocorre na FIEMG, em Belo Horizonte (MG), dia 8 na FIESP, em São Paulo (SP) e no dia 9 na FiRJAN, no Rio de Janeiro (RJ).

Solicito um minuto da atenção de você leitor do Cavok. Estamos tendo despesas elevadas com servidores devido ao alto tráfego gerado mensalmente, e precisamos da ajuda de todos para continuar mantendo o site estável e permanentemente no ar. Sem a ajuda de vocês, fica inviável manter o Cavok, já que infelizmente as empresas aeronáuticas brasileiras até o momento não anunciaram no nosso site, mesmo sendo o Cavok uma das maiores referências sobre notícias de aviação do país, reconhecido inclusive internacionalmente, e um dos sites de aviação mais visitados do país, senão o maior. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral.




Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

Enhanced by Zemanta

F-X2: Dilma vai à França em dezembro sem decisão sobre caça

40
Após encontro com ministro da Defesa francês, Celso Amorim afirma que Brasil ainda não tem definição sobre a compra de aeronaves. (Foto: A. Jeuland / Armée de L’Air)

Faltando um mês para a visita da presidente Dilma Rousseff à França, os ministros da Defesa francês, Jean-Yves Le Drian, e seu colega brasileiro, Celso Amorim, analisaram na segunda-feira, 5, a associação estratégica bilateral entre os dois países, mas sem definir a questão da concorrência milionária para a compra de caças que interessa a Paris.

Ao fim da reunião, os dois ministros informaram que o encontro serviu para reforçar a importância da relação estratégica firmada durante o mandato dos ex-presidentes Nicolas Sarkozy e Luiz Inácio Lula da Silva, e também para revisar a execução dos contratos de compra de cinco submarinos Scorpène e de 50 helicópteros Eurocopter, avaliados em mais de 8,5 milhões.

Le Drian destacou as “relações estreitas” entre os dois países ao salientar que sua visita ao Brasil ocorre antes da “visita oficial que a presidente Dilma fará a Paris no início de dezembro” e após o encontro entre Dilma e o presidente francês, François Hollande, ocorrido em junho.

“Temos uma relação importante com a França, uma relação que se estende por várias áreas e que é particularmente forte na área de defesa (…), e essa relação se intensificou nos últimos anos com a compra milionária de equipamentos franceses”, recordou Amorim.

Os dois ministros afirmaram ter conversado sem restrições sobre a concorrência que o Brasil promove para a compra dos 36 caças pelo valor aproximado de US$ 5 bilhões, embora Amorim tenha insistido em dizer que o Brasil ainda não tomou uma decisão.

Os finalistas são a francesa Dassault, com o avião Rafale, a norte-americana Boeing, com o F/A-18 Super Hornet, e a sueca Saab, com o Gripen NG. “Não há assuntos que sejam tabu. Mas o nosso entendimento é que essa é uma conversa em que os dados estão sobre a mesa, que envolve uma decisão pelo lado brasileiro, e que em algum momento essa decisão terá de ser tomada”, disse Amorim. O governo brasileiro adiou a decisão para 2013, informou recentemente uma fonte governamental.

Num primeiro momento, o favorito era o avião francês, que chegou a ser proclamado vencedor pelo ex-presidente Lula. Mas a decisão acabou sendo deixada para o governo Dilma, e foi postergada por motivos orçamentários.

O ministro francês também apontou a necessidade de reforçar a cooperação bilateral “na luta contra os narcotraficantes e as rotas do narcotráfico”, em especial na fronteira do Brasil com a Guiana e por todo o Caribe.

Visita. Le Drian, que faz sua primeira visita ao Brasil na condição de ministro da Defesa francês, teve no domingo, 4, uma reunião a portas fechadas com industriais do setor de defesa, no Rio de Janeiro.

Depois de se reunir com Amorim em Brasília, o ministro francês pretendia ir a Itaguaí, no Rio, onde estão sendo construídos a base naval e o estaleiro em que será montado o primeiro submarino Scorpène francês, dos cinco comprados pelo Brasil num contrato assinado em 2008.

Os outros quatro submarinos serão construídos no Brasil. O último será um submarino com propulsão nuclear, que o Brasil adaptará com tecnologia própria e que o governo brasileiro pretende ter pronto em 2021.

O Brasil, que se impôs como meta relançar uma indústria bélica forte, estabelece em todos os contratos do setor as exigências da transferência de tecnologia e da fabricação nacional dos aparelhos, inclusive com vistas à exportação. E o contrato que desperta o maior interesse, tanto da França, como dos Estados Unidos, é o dos caças.

Fonte: O Estado de São Paulo, com AFP (Tradução de Alexandre Hubner)

Solicito um minuto da atenção de você leitor do Cavok. Estamos tendo despesas elevadas com servidores devido ao alto tráfego gerado mensalmente, e precisamos da ajuda de todos para continuar mantendo o site estável e permanentemente no ar. Sem a ajuda de vocês, fica inviável manter o Cavok, já que infelizmente as empresas aeronáuticas brasileiras até o momento não anunciaram no nosso site, mesmo sendo o Cavok uma das maiores referências sobre notícias de aviação do país, reconhecido inclusive internacionalmente, e um dos sites de aviação mais visitados do país, senão o maior. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral.




Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

Enhanced by Zemanta

F-X2: Amorim mantém sigilo sobre processo de compra de caças

14
Caças Dassault Rafale da Força Aérea Francesa. (Foto: Armée de L’Air)

O ministro da Defesa, Celso Amorim, evitou hoje (5) comentar sobre o processo de negociação para a compra pelo Brasil de 36 caças, no valor de US$ 5 bilhões. Amorim reuniu-se hoje com o ministro da Defesa da França, Jean-Yves Le Drian. Os franceses estão na concorrência com os caças Rafale, da companhia Dassault. Eles disputam a venda com mais duas empresas estrangeiras – o F/A-18 Super Hornet, da norte-americana Boeing, e o Gripen NG, da sueca Saab. A definição é esperada para 2013.

Amorim e Le Drian classificaram a compra dos caças como sendo “um tabu”. “É [um tema] que é tabu”, disse Amorim. Em seguida, Le Drian concordou: “[Sim] é um tabu”.

Em meio à insistência dos jornalistas sobre o assunto, Amorim brincou: “É uma pergunta de vários milhões de euros ou de dólares, não sei exatamente [qual é a moeda], mas de qualquer maneira é [um assunto] de vários milhões de reais.”

Le Drian reuniu-se hoje com Amorim, depois de passar pelo México. Na conversa, ambos prometeram aprofundar os projetos de parceria estratégica na área de defesa. Há propostas sobre compra e venda de submarinos e helicópteros militares, além de medidas técnicas. Existe um projeto conjunto para a construção do primeiro submarino nuclear brasileiro.

“Tenho satisfação em receber o ministro da França, com a qual o Brasil tem cooperação em vários domínios, muito importantes na área da defesa. A França ajudou a fazer o Exército moderno no Brasil, a cooperação entre os dois países teve um impulso nos últimos anos”, disse Amorim.

Fonte: Agência Brasil / Gabriel Palma e Renata Giraldi, via EBC

Solicito um minuto da atenção de você leitor do Cavok. Estamos tendo despesas elevadas com servidores devido ao alto tráfego gerado mensalmente, e precisamos da ajuda de todos para continuar mantendo o site estável e permanentemente no ar. Sem a ajuda de vocês, fica inviável manter o Cavok, já que infelizmente as empresas aeronáuticas brasileiras até o momento não anunciaram no nosso site, mesmo sendo o Cavok uma das maiores referências sobre notícias de aviação do país, reconhecido inclusive internacionalmente, e um dos sites de aviação mais visitados do país, senão o maior. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral.




Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

Enhanced by Zemanta

F-X2: França muda discurso para emplacar o caça Rafale

56
Um caça Dassault Rafale da Força Aérea Francesa com uma especial pintura em comemoração aos 60 anos do esquadrão Bretagne. (Foto: Armée de L’Air)

Sob nova administração desde maio, quando o presidente socialista François Hollande assumiu o Palácio do Eliseu, a França quer recomeçar os contatos na área de Defesa com o Brasil falando menos em negócios e mais em “parcerias militares”. A mudança na estratégia, que tira os caças Rafale do foco das atenções, será visível neste fim de semana, quando o ministro francês da Defesa, Jean-Yves Le Drian, chega ao Brasil para uma visita oficial.

Le Drian desembarca em Brasília amanhã e fica até segunda-feira. Nesse meio tempo, cumpre duas agendas oficiais: encontro com o ministro Celso Amorim e com industriais franceses instalados no Brasil.

A mudança de discurso do governo francês em relação à venda dos Rafale já é perceptível em diferentes escalões e vale não só para o Brasil, mas também para os Emirados Árabes Unidos, outro cliente em potencial.

Na visão do ministro, a ênfase dada à venda de equipamentos durante a gestão do ex-presidente Nicolas Sarkozy (2007-2012) atrapalhou as relações bilaterais e não resultou na venda dos 36 caças ao Brasil – um contrato estimado em cerca de € 4 bilhões.

A ideia agora é separar os papéis. De um lado, o Ministério da Defesa da França vai tentar estreitar os laços políticos, sem enfatizar os negócios. De outro, as empresas envolvidas, como a Dassault, fabricante do avião, terão de propor o melhor negócio possível. Há três semanas, a companhia incluiu os radares RBE2 AESA na proposta da empresa, que disputa a seleção F-X2, iniciada há 17 anos, mas ainda sem resposta. Para tanto, a Dassault teve o aval da Direção Geral de Armamentos (DGA), órgão subordinado ao Ministério da Defesa.

“Queremos centrar a nossa viagem na parceria estratégica entre os dois países”, afirmou ao Estado uma fonte envolvida nas discussões bilaterais. “Temos uma visão diferente do governo anterior: queremos uma relação de Estado a Estado. Não vamos ao Brasil vender material bélico, e sim aprofundar o diálogo político. Depois os industriais farão o resto.”

A opção por uma abordagem menos comercial visa a reduzir o efeito negativo que o assédio constante do governo Sarkozy teria provocado no Brasil e nos Emirados Árabes. Em recente entrevista ao jornal Le Parisien, Le Drian afirmou que não evocaria a venda de 60 caças em sua visita ao Golfo Pérsico, realizada no final de outubro. “Um ministro da Defesa se dirige a parceiros, e não a clientes. Ele não chega com um catálogo embaixo do braço. Se a França não vendeu os Rafale, é porque confundiu os papéis.”

Pelo menos no que se refere aos Emirados Árabes, o ministro reconheceu que as relações bilaterais foram prejudicadas. “O caso envenenou nossas relações nos últimos 18 meses”, disse ele. “Os Emirados Árabes efetuavam 70% de suas despesas militares na França, e passaram a 10%.”

Apesar do discurso mais político, a expectativa de que o governo brasileiro possa anunciar nas próximas semanas a aquisição de caças Rafale para a Força Aérea Brasileira (FAB) começa mais uma vez a aumentar em solo francês. O motivo é a visita que a presidente Dilma Rousseff fará a Paris em dezembro, quando se encontrará pela primeira vez com Hollande.

Fonte: Andrei Netto – O Estado de São Paulo

Solicito um minuto da atenção de você leitor do Cavok. Estamos tendo despesas elevadas com servidores devido ao alto tráfego gerado mensalmente, e precisamos da ajuda de todos para continuar mantendo o site estável e permanentemente no ar. Sem a ajuda de vocês, fica inviável manter o Cavok, já que infelizmente as empresas aeronáuticas brasileiras até o momento não anunciaram no nosso site, mesmo sendo o Cavok uma das maiores referências sobre notícias de aviação do país, reconhecido inclusive internacionalmente, e um dos sites de aviação mais visitados do país, senão o maior. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral.




Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

Enhanced by Zemanta

F-X2: Celso Amorim diz que caças virão, mas evita detalhes

93
Um caça Dassault Rafale M da Marinha Francesa. (Foto: Fox3Shots)

O ministro da Defesa, Celso Amorim, disse nesta terça-feira, ao final da cerimônia do dia do aviador, na Base Aérea de Brasília, que “os caças virão”, sinalizando que o Brasil não desistiu de reforçar a sua frota aérea. Mas o ministro não quis precisar nem quando haverá uma decisão sobre o assunto nem sobre que modelo será escolhido para o projeto FX2. “Não adianta perguntar porque não vou satisfazer esta curiosidade nem sobre quando nem sobre quem. Mas é certo que os caças virão”, disse Amorim, desconversando sobre quando o governo poderá decidir sobre a compra dos novos aviões supersônicos, que vem se arrastando há mais de uma década. “O governo tem procurado dotar a Força Aérea de meios adequados, mas todo mundo pensa só em caças. E eu posso dizer que os caças virão”, reiterou.

Nesta segunda-feira (22), a presidente Dilma Rousseff se encontrou com o ex-presidente francês Nicolas Sarkozy, mas o governo nega que o assunto compra dos aviões militares Rafale, fabricados pela Dassault, tenha entrado na pauta. Em 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a apontar que o governo escolhera o Rafale, durante visita ao Brasil do ex-presidente Sarkozy, mas depois se viu obrigado a voltar atrás, por causa das pressões da Força Aérea, já que o processo estava em andamento, e das concorrentes norte-americana Boeing e sueca Saab. No momento, o processo está parado, esperando sinalização da presidente Dilma Rousseff.

Na sua fala aos aviadores, o ministro Amorim salientou que aviões patrulha e helicópteros foram comprados e estão fazendo vigilância em nossas fronteiras e no Atlântico Sul, mas reconheceu que o País precisa de “aviões adequados para rechaçar qualquer ameaça ao território”, referindo-se indiretamente aos caças FX, sem definição ainda para serem adquiridos. Amorim lembrou que o Brasil é um país pacífico, que vive em paz com seus vizinhos, mas que “não pode descuidar da sua defesa”.

A presidente Dilma Rousseff, por sua vez, em sua mensagem à Força Aérea, preferiu também não falar sobre os caças, limitando-se a reiterar o seu compromisso com a Estratégia Nacional de Defesa (END) e genericamente citar o fortalecimento da Força Aérea Brasileira para a realização de sua missão constitucional. Disse ainda que está trabalhando pelo desenvolvimento da indústria de defesa, pelo estímulo à aviação, acrescentando que tem “compromisso com a modernização da infraestrutura portuária brasileira” para “oferecer serviços aéreos à altura das expectativas da sociedade brasileira”.

Fonte: Agência Estado

Dica dos amigos Symon e Justin Case. Obrigado 😉

Enhanced by Zemanta

GE Aviation, em parceria com a Boeing, assina MoU com empresas brasileiras de manutenção de aeronaves para o caça Super Hornet

7
A GE Aviation vai prestar apoio no Brasil para os motores F414 que equipam os caças Super Hornets, caso a aeronave seja escolhida no programa F-X2. (Foto: U.S. Navy)

A GE Aviation, parceira da Boeing no programa Super Hornet, assinou recentemente memorandos de entendimento (MOU) com empresas brasileiras para que estas se tornem potenciais membros da cadeia global de fornecedores do programa, elevando o componente de fabricação local da proposta do F/A-18 da Boeing para a concorrência F-X2 do governo brasileiro para a aquisição de aviões de caça.

Os memorandos assinados com as empresas Grauna Aerospace S.A., Increase Aviation Service Ltda., TAP Maintenance and Engineering e AKAER oferecem conhecimento local em diferentes áreas de engenharia, manutenção e produção de aeronaves.

Os memorandos também ressaltam o potencial para que a GE Aviation desenvolva programas com as empresas brasileiras para estabelecer apoio de longo prazo para aeronaves no Brasil. Os programas incluem transferência de tecnologia assim como treinamento em manutenção e montagem, inspeção e teste de motores.

“O Brasil continua a estabelecer cada vez mais a sua presença global dentro da indústria aeroespacial, fornecendo oportunidades para apoiar e fortalecer operações da Boeing e dos nossos Parceiros Industriais no Super Hornet, como a GE Aviation”, disse Susan Colegrove, Diretora de Parcerias Estratégicas Internacionais da Boeing. “Ao estabelecer relações de negócio firmes e de longo prazo com empresas brasileiras, a Boeing e seus parceiros podem oferecer um grande número de soluções a nossos clientes.”

As áreas de conhecimento das empresas são:

  • Grauna Aerospace S.A., de Caçapava – fabrica peças de usinagem de precisão e montagem de subconjuntos estruturais para a indústria aeronáutica.
  • Increase Aviation Service Ltda., de Belo Horizonte – conduz inspeção, reparo e revisão de assessórios e peças de motores.
  • TAP Maintenance & Engineering, localizada no Rio de Janeiro e em Porto Alegre – fornece manutenção, reparo e revisão de aeronaves e componentes,.
  • AKAER, de São José dos Campos – fornece serviços de engenharia e design para vários clientes no setor aeroespacial, de defesa e para outras áreas, no Brasil e no exterior.

“Atualmente, a GE Aviation tem uma presença forte no Brasil e espera expandi-la ao oferecer oportunidades valiosas para a indústria brasileira”, disse Tom Champion, diretor de cooperação industrial da GE Aviation. “Fornecendo treinamento em sala de aula e apoio prático de acompanhamento a estas empresas, a GE irá construir capacidades industriais duradouras no Brasil.”

Os memorandos de entendimento são adicionais àqueles recentemente renovados com as empresas brasileiras Avio do Brazil e GESPI Aeronautics. A GE Aviation fornece os motores F414-GE-400 que equipam o F/A-18 Super Hornet.

Enhanced by Zemanta

F-X2: Saab e Akaer ampliam transferência tecnológica

20
O caça Gripen F oferecido pela Saab no programa F-X2 da FAB. (Foto: armasuisse)

O programa de transferência de tecnologia na área de aeroestruturas do caça supersônico Gripen, para a brasileira Akaer, entrou em uma nova fase com a finalização do desenho da fuselagem traseira da aeronave e o inicio da sua produção. A Akaer é a primeira empresa brasileira a participar do desenvolvimento de um caça supersônico de quinta geração.

Um grupo de cinco engenheiros da Akaer vai este mês para a Suécia, para acompanhar a produção das peças desenvolvidas no Brasil e definir o planejamento da próxima fase, envolvendo o projeto da fuselagem central do Gripen.

A Akaer também é responsável pelo projeto das asas do caça, que serão fabricados em material composto. Em 2009 a Akaer foi contratada pela sueca Saab para desenvolver partes do Gripen, a nova versão do caça, que está sendo oferecida para a Força Aérea Brasileira (FAB), na concorrência F-X2. A disputa envolve a Boeing, dos Estados Unidos, e Dassault, da França.

O acordo entre a Akaer e a Saab prevê que 80% da estrutura do novo caça seja feita pela brasileira, independente do resultado da concorrência do F-X2. Segundo a Saab, a Akaer também irá fornecer parte da estrutura dos 22 Gripen NG que estão sendo adquiridos pela Força Aérea da Suíça e do lote de 40 a 60 aeronaves do modelo já anunciados pela Força Aérea Sueca.

“Se o Gripen for selecionado pelo governo brasileiro, parte da produção ficará no Brasil. A Akaer, no entanto, já foi selecionada pela Saab como uma das fornecedoras principais do caça, capacitando a empresa para atender a todos os pedidos de compra do Gripen no mundo”, diz o assessor de marketing da Akaer, Kenzo Takatori.

Nos últimos três anos, segundo Takatori, mais de 50 engenheiros suecos estiveram em São José dos Campos para trabalhar em conjunto com os engenheiros da Akaer no projeto das aeroestruturas do Gripen. Atualmente, quatro engenheiros suecos residem em São José, por conta do projeto de transferência de tecnologia.

Em maio, a Saab anunciou a aquisição de 15% da Akaer. A operação, conhecida como empréstimo conversível em ações, prevê um limite de participação da Saab na Akaer de até 40%.

O acordo, segundo o presidente da Akaer, Cesar Augusto da Silva, faz parte da estratégia de transformar a brasileira em uma companhia integradora de estruturas aeronáuticas, tornando-a mais competitiva a nível global.

Fonte: Virgínia Silveira / Valor Econômico, via NOTIMP

Enhanced by Zemanta

Aviação brasileira de caça a caminho da modernização

10
Caças Northrop F-5EM, modernizados no Brasil, equipam esquadrões nas regiões Sul, Sudeste e Norte do país. (Foto: Tenente Coronel Parreras / Agência Força Aérea)

A Força Aérea Brasileira (FAB), a exemplo do Exército e da Marinha, também será contemplada com investimentos do Governo federal para ampliação e modernização de seus mecanismos de defesa. Um dos projetos e que deve consumir mais de R$ 10 bilhões prevê a compra de novos aviões de caça, que substituirão outras aeronaves, principalmente os Mirage 2000.

No Livro Branco de Defesa Nacional, documento do Ministério da Defesa, são apresentadas as principais ações do Estado na defesa do País, bem como os desafios para as próximas décadas. No livro estão previstos para a FAB investimentos na gestão organizacional e operacional, capacidade operacional, controle do espaço aéreo, capacitação operacional e científico-tecnológica, indústria aeroespacial, desenvolvimento de engenhos aeroespaciais, modernização dos sistemas de formação de recursos humanos e apoio aos militares e civis do Comando da Aeronáutica (Comaer).

De acordo com as informações do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica ao Correio do Estado, o planejamento preocupa-se em qualificar e dimensionar a força para o cumprimento da missão. O planejamento estratégico tem um horizonte temporal de vinte anos. A meta é aprimorar o pessoal e acompanhar a evolução tecnológica mundial. Para definição destas prioridades, o Alto-Comando da Aeronáutica avaliou aspectos como as necessidades de equipamentos, de articulação e de restrições orçamentárias para o cumprimento da missão constitucional.

ANDAMENTO

O programa F-X2 prevê a substituição dos caças Mirage 2000 que equipam o 1° GDA. (Foto: Leandro Casella / Cavok)

Alguns projetos prioritários para a Força Aérea já estão em andamento, como a aquisição e recebimento dos helicópteros EC-725, H-60 e AH-2 para a Força Aérea, aeronaves de reabastecimento em voo, aviões de transporte e de Veículos Aéreos Não Tripulados (VANT).

Quanto ao Projeto F-X2, que prevê a aquisição de aeronaves de combate de alto desempenho, com transferência de tecnologia, a Força Aérea já fez todos os estudos técnicos, levantamentos e testes. As aeronaves F-18, Gripen e Rafale são as que atendem as necessidades operacionais brasileiras. O relatório final da análise do Comando da Aeronáutica foi entregue ao Ministério da Defesa.

Com relação ao projeto Avião KC-390, com desenvolvimento nacional, o objetivo é a aquisição do KC-390, novo jato projetado pela Embraer para substituir os aviões C-130 Hércules em missões de transporte e reabastecimento em voo. O voo do primeiro protótipo deve ocorrer até o final de 2014, com o recebimento das primeiras unidades em 2016.

Quanto à compra e operação de Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP) ou VANT, duas unidades já foram recebidas e a FAB as empregou em operações Ágata na fronteira sul e na região amazônica, além de colaborar nas ações de segurança durante a Rio + 20, realizada em junho. No tocante aos helicópteros de ataque, nove AH-2 Sabre foram recebidos pela FAB e já estão em operação a partir da Base Aérea de Porto Velho (RO).

Decisão sobre fornecedor deve sair somente no próximo ano

A Força Aérea Brasileira possui quase 100 aviões Super Tucano, baseados principalmente nas regiões Centro-Oeste e Norte do país. (Foto: Marcos Junglas / Cavok)

Com uma proposta de investir pelo menos US$ 4 bilhões na aquisição de 36 novos caças, o Governo brasileiro decidiu esperar até meados do próximo ano para uma decisão. A transferência de tecnologia é um dos itens das negociações. Na lista de possíveis fornecedores, como finalistas são a norte-americana Boeing, a francesa Dassault Aviation e a sueca Saab-BAE.

Num primeiro momento, o Governo brasileiro chegou a anunciar a preferência pelo francês Rafale. Mas, houve recua na escolha, porque os militares da FAB preferem o americano F-18, produzido pela Boeing. Enquanto isso, técnicos da área de densenvolvimento não escondem o desejo pelos suecos Gripen, da Saab

Para o Governo, os termos da partilha de tecnologia serão cruciais para definir o vencedor. Mas, a Boeing ganhou pontos ao anunciar uma série de parcerias com a Embraer, que está agressivamente ampliando suas operações de defesa. Em julho, a Embraer disse que a Boeing irá fornecer sistemas de armas para o caça Super Tucano, e a empresa dos EUA também está ajudando no desenvolvimento do KC-390, um jato de reabastecimento em voo e transporte militar da Embraer.

Há pressa da FAB numa definição, até mesmo porque a sua frota está se tornando cada vez mais obsoleta e cara de manter. Além disso, o Brasil está sob pressão para melhorar sua capacidade defensiva como parte dos preparativos para a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016. (TG)

Projetos também beneficiarão a FAB de MS

As aeronaves A-1 (AMX) estão passando por um processo de modernização na FAB.

O Comando da Aeronáutica, em Brasília, sinaliza que Mato Grosso do Sul e região, especialmente em decorrência de suas características fronteiriças com a Bolívia e Paraguai, também devem ser beneficiados com o reequipamento e modernização da FAB.

A assessoria da Aeronáutica confirma que há previsão de implantação de novas aeronaves e, inclusive, a transferência de esquadrões de aviação para a Base Aérea de Campo Grande (BACG).

Esquadrões

A FAB deslocou um esquadrão de caças F-5Em para operar na Região Amazônica.

Apesar de ainda não haver informações detalhadas de como se dará o fortalecimento da unidade da Capital, há três anos, aproximadamente, quando de sua passagem por Campo Grande, por ocasião de um torneio de aviação de caça, o comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro-do-ar Junito Saito, demonstrou interesse na instalação de mais três esquadrões na Base Aérea da Capital, como um esquadrão de VANT, um esquadrão de caças de alta performance e um esquadrão de comunicação e controle. Hoje, os dois primeiros veículos aéreos não tripulados recebidos pela Força Aérea estão alocados no Esquadrão Hórus, da Base Aérea de Santa Maria, no interior do Rio Grande do Sul.

Ainda de acordo com a Aeronáutica, entre os seus projetos para execução nos próximos anos estão a adequação de bases aéreas e ampliação de pistas alternativas, fusão e distribuição de organizações, logísticas e transferência de unidades aéreas para as regiões Norte e Centro-Oeste.

Fonte: Correio do Estado (MS) / Thiago Gomes, via NOTIMP

Enhanced by Zemanta

F-X2: Brasil adia decisão sobre caças para 2013; Boeing cresce

66
A Boeing oferece no F-X2 da FAB o caça F/A-18E/F Super Hornet, visto acima no momento que chegava para pouso no porta-aviões USS Dwight D. Eisenhower (CVN 69) da Marinha dos EUA. (Foto: Mass Communication Specialist Seaman Sabrina Fine / U.S. Navy)

A presidente Dilma Rousseff decidiu esperar até meados de 2013 para tomar uma decisão sobre a compra de novos caças para a Força Aérea Brasileira (FAB), num contrato de bilhões de dólares, no qual a Boeing passou a ter mais chances por causa das suas recentes parcerias com a Embraer, disseram duas fontes oficiais à Reuters.

O Brasil pretende gastar pelo menos 4 bilhões de dólares na aquisição de 36 novos caças, numa das transações de defesa mais observadas nos últimos anos nos países emergentes. Os finalistas são a norte-americana Boeing, a francesa Dassault Aviation e a sueca Saab.

Dilma pretende avisar o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, sobre o adiamento durante um possível encontro dos dois nesta semana em Nova York, em meio à reunião anual da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), disseram as fontes, pedindo anonimato.

A própria Dilma tomará a decisão sobre a empresa fornecedora dos jatos, numa compra que será crucial durante décadas para moldar as alianças estratégicas e militares do Brasil, que busca se firmar como uma grande potência global.

A concorrência está suspensa em parte por razões orçamentárias, segundo um dos funcionários. Dilma acaba de travar uma dura disputa com funcionários públicos por aumentos salariais, e seria politicamente difícil aprovar um gasto de bilhões de dólares para equipamentos militares tão pouco tempo depois de alegar restrições financeiras para elevar salários.

“As conversas (internas) se tornaram mais específicas e mais focadas, e acho que estamos chegando perto de uma decisão”, disse uma das fontes. “Mas isso não será anunciado em 2012.”

A disputa já dura mais de uma década, passando por três governos, e apontar o ganhador se tornou algo como apostar no vencedor em um jogo de futebol que nunca acontece. Mesmo assim, as notícias sobre as deliberações de Dilma são acompanhadas atentamente, e às vezes influem nas cotações das ações mercantis dos finalistas, em parte devido à falta de outros grandes contratos militares na Europa e EUA.

A Reuters noticiou em fevereiro que Dilma estava inclinada pelo caça Rafale, da Dassault. Mas, depois disso, surgiram novas preocupações sobre o custo elevado do avião francês e especialmente sobre os termos da partilha de tecnologia, algo que Dilma considera crucial para definir o vencedor, segundo as autoridades.

Enquanto isso, a Boeing ganhou pontos ao anunciar uma série de parcerias com a Embraer, que está agressivamente ampliando suas operações de defesa. Em julho, a Embraer disse que a Boeing irá fornecer sistemas de armas para o caça Super Tucano, e a empresa dos EUA também está ajudando no desenvolvimento do KC-390, um jato de reabastecimento em voo e transporte militar da Embraer.

Também em fevereiro, a Reuters informou que a Boeing havia congelado o preço da sua oferta desde 2009, uma situação incomum, que parece ter beneficiado a relação custo-benefício do seu caça F-18 em comparação ao Rafale. O custo unitário dos jatos não foi divulgado.

“A Boeing está definitivamente aparecendo melhor nos últimos meses”, disse um segundo funcionário.

Ambas as fontes disseram que a Saab, que disputa com o caça Gripen NG, está num distante terceiro lugar na disputa.

Funcionários de Defesa dizem que Dilma precisa tomar a decisão logo, porque a frota atual da FAB está se tornando cada vez mais obsoleta e cara de manter. Além disso, o Brasil está sob pressão para melhorar sua capacidade defensiva como parte dos preparativos para a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016.

Fonte: Brian Winter/Reuters, via Estadão

Dica do amigo Symon. OBrigado 😉

Enhanced by Zemanta

F-X2: Brasil poderá decidir compra de caças no último trimestre de 2012, diz ministro da defesa

39
O caça francês Dassault Rafale.

O Ministro da Defesa do Brasil, Celso Amorim, disse espera que uma decisão do governo sobre a compra de 36 novos caças para a Força Aérea Brasileira seja tomada antes do último trimestre de 2012.

O programa FX-2 foi lançado pelo antecessor da presidente Dilma Rousseff, em 2008, Luiz Inácio Lula da Silva, que havia optado pelo Rafal, feita por um consórcio francês liderado pela Dassault Aviation, mas deixou a decisão final para Rousseff, que decidiu que em seu primeiro ano de mandato, havia prioridades maiores do que gastar 10 bilhões de reais (US$ 5,7 bilhões) em aviões de combate.

Mas em uma entrevista publicada hoje em português pela Reuters, Amorim disse que “a presidente está ciente de que isso é importante e eu espero que uma decisão possa ser alcançada rapidamente … porque há um atraso a partir do momento da tomada de decisão para o tempo que o primeiro avião será entregue”.  Ele disse que há urgência porque a manutenção da atual frota de Mirage 2000 vai tornar-se “extremamente cara” a partir de 2013.

As três aeronaves finalistas são o Rafale da Dassault, o Boeing F-18 Super Hornet e o Gripen da Saab.

Amorim diz que a decisão será baseada em prioridade na oferta, que prevê a maior quantidade de transferência de tecnologia para que o Brasil possa construir a própria aeronave no futuro.

Fonte: Christina Mackenzie / Aviation Week – Tradução: Cavok

Enhanced by Zemanta

F-X2: Sem dinheiro para compra dos caças em 2013?

13
Um caça Boeing F/A-18F Super Hornet do VFA-11 “Red Rippers”, a bordo do porta-aviões USS Enterprise (CVN 65). (Foto: Mass Communication Specialist 3rd Class Jared King / U.S. Navy)

De acordo com a revista Istoé, o programa F-X2 para compra de caças para Força Aérea Brasileira agora tem mais um obstáculo, a não inclusão da verba no orçamento de defesa para compra das aeronaves em 2013.

A coluna Brasil Confidencial, da jornalista Marta Salomon, informou que o “processo de compra está suspenso até novembro, aguardando a eleição presidencial nos EUA,” mas que embora o investimento em defesa do orçamento encaminhado para o Congresso tenha sido aumentado para 2013, e incluído o projeto de submarino a propulsão nuclear (R$ 2,7 bilhões) e para o desenvolvimento do KC-390 (R$ 1 bilhão), nada aparece para compra de 36 novos caças.

A jornalista não cita nenhuma fonte, o que pode ser mais um chute no meio de tantas notícias divulgadas pela imprensa num momento em que o programa F-X2 está passando por uma letargia sem explicação, além da informação do governo que “não tem dinheiro”. Em determinado momento é eleição na França, e agora eleição nos EUA. Daqui a pouco vão esperar para ver quem será o novo rei ou rainha da Suécia.

Enhanced by Zemanta

Cavok nas redes sociais

62,380FãsCurtir
340Inscritos+1
6,405SeguidoresSeguir
2,505SeguidoresSeguir
10,510SeguidoresSeguir
2,680InscritosInscrever
Anúncios