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F-X2: SAAB projeta exportações do Gripen “Made in Brazil”

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O caça Gripen NG durante voo sobre o Mar Báltico. (Foto: Saab Group)
O caça Gripen NG durante voo sobre o Mar Báltico. (Foto: Saab Group)

F-X2Com uma “força-tarefa” composta por parceiros industriais brasileiros e internacionais, a SAAB, capitaneada por seu Vice-Presidente de Exportações, Eddy de la Motte, encontra-se desde a semana passada reunindo-se com os principais grupos de imprensa, associações da indústria e autoridades do governo, munidos de uma das mais importantes armas de seu caça Gripen NG, concorrente no F-X2: A fabricação conjunta com o Brasil de sua aeronave, para todo o mercado mundial.

Tempero Brasileiro

A mesa do brunch oferecido aos mais importantes grupos jornalísticos do país na Embaixada da Suécia, dia 06 de Março 2013, em Brasília, prenunciava o teor do evento introduzido por Bengt Janer, Diretor da SAAB Brasil. Taste internacional com elementos da culinária brasileira. Ou se preferir, um caça internacional com grande parte da produção e desenvolvimento no Brasil. Questões relacionadas com a compensação econômica e financeira (Offset), da transferência de tecnologia à participação nas exportações, foram a tônica das apresentações que se seguiram à de la Motte, talvez o mais apaixonado dos SAABianos quando o assunto é a defesa de seu Gripen.

Time Peso-Pesado

Juntando-se a Eddy, Cesar Silva, CEO da AKAER, Bob Manson, Vice-Presidente Sênior de Vendas e Marketing da SELEX ES e Alberto Frauenberg, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da GE Latin America, revezaram-se nos esclarecimentos aos jornalistas sobre o atual desenvolvimento do Gripen NG e a participação da indústria brasileira neste processo. Este mesmo time peso-pesado, em termos de convencimento e perspectiva de negócios de exportação conjunta, prossegue nas visitas agendadas para esta ofensiva comercial, antecedendo a LAAD, maior feira do setor de segurança e defesa da América Latina.

Suécia + Suíça = Redução do Risco

O Vice-Presidente de Exportações da SAAB festejou as recentes decisões, tanto no âmbito do Parlamento Sueco como no Suíço, que contemplam o desenvolvimento e a conversão de 60 dos atuais Gripen C em E (NG monoposto), no primeiro parlamento, e compra de 22 caças pelo segundo (aguardando aprovação orçamentária). De acordo com Eddy de la Motte, estes “primeiros negócios” auferem ao Gripen uma nova vantagem comercial: a redução do risco envolvido nas operações de produção e continuidade da evolução do caça, mantendo-o em constante estado-da-arte. Na sua visão, esta redução do risco refletir-se-á em novos contratos em diferentes partes do mundo, e com certeza “O Brasil é a chave para a América Latina”, completa. Como sempre, Eddy é bem enfático quanto à valia da real transferência de tecnologia envolvida na oferta da SAAB e a consequente geração de postos de trabalho mais especializados. Sua apresentação destacou a considerável participação brasileira prevista no desenvolvimento da nova geração do caça.

80% da Estrutura. 40% do Desenvolvimento

A apresentação de Cesar Silva, CEO da AKAER, destacou a concreta participação da indústria nacional no Gripen NG. Os caças negociados com Suécia e Suíça já terão partes construídas no Brasil. A AKAER evidenciou a adaptação necessária por parte de seu pessoal e o grau de evolução e aprimoramento já implantado em seu parque industrial para adequar-se à produção de estruturas de tecnologia tão avançada como a de aeronaves supersônicas. A proposta da SAAB eleva a participação brasileira à 80% da produção estrutural do Gripen NG Brasil e do Gripen para exportação. Ao ser questionado se, ainda que envolvendo compósitos de última geração e técnicas de agregação, perfuração, soldagem e rebitagem das mais modernas, a área estrutural não representaria os itens menos “estratégicos” da transferência de tecnologia, Silva juntamente com de la Motte respondeu que 40% do desenvolvimento do caça se dariam no Brasil.

A participação da AKAER no projeto do Gripen NG. (Foto: Defesanet)
A participação da AKAER no projeto do Gripen NG. (Foto: Defesanet)

Quick Talk

Em exclusiva para o DefesaNet, Eddy de la Motte revelou detalhes do contrato de modernização dos caças C/D suecos para a versão E (denominada NG no Brasil). Quando indagado sobre que partes do caça que hoje compõe a linha de frente da Força Aérea da Suécia – Flygvapnet, seriam aproveitadas, o Vice-Presidente de Exportações da SAAB disse que os itens não estão inteiramente definidos. Até o momento sabe-se que possivelmente os assentos ejetáveis, partes dos sistemas de combustível e hidráulicos, e quase que integralmente equipamentos de manutenção e auxílios de solo. Ou seja, a conversão partirá de UMA ESTRUTURA INTEIRAMENTE NOVA sem aproveitamento de nenhum elemento de airframe, e menos de 10% dos sistemas dos atuais C/D estarão no modernizado modelo E.

Novo Radar, IFF e Detecção Passiva em 6 Meses

Alguns dos itens técnicos mais esperados do encontro promovido pela SAAB, estavam relacionados com a sua parceira SELEX ES, responsável pelo Radar Raven ES-05 AESA, o Transponder Interrogador IFF Modo 5/S e o sensor de busca e acompanhamento infravermelho Skyward-G, com datas previstas de lançamento para julho, agosto e setembro, respectivamente. Bob Manson, Vice-Presidente Sênior de Vendas e Marketing, responsável pela apresentação dos fatos mais atualizados concernentes a tais sistemas, qualificou como extremamente satisfatória a performance do Raven ES-05 AESA obtida durante os testes do radar, instalado na aeronave demonstradora da versão NG.

Um Motor, Dois Times

A apresentação da nova motorização e da parceira GE Aviation, foi conduzida pelo Diretor de Desenvolvimento de Negócios para a América Latina, Alberto Frauenberg, que destacou a participação da empresa no Brasil em diversos setores e discutiu aspectos técnicos de seu F414G, turbojato modular, com pós-combustão, apresentando uma baixa razão de diluição e eficiência no consumo de combustível. Com uma taxa de empuxo superior a 22 mil lb (98 kN), o F414G gera 20% mais empuxo que o atual Volvo Aero RM12 do Gripen. Quando indagado sobre o fato da GE motorizar dois dos atuais concorrentes diretos no F-X2, e qual o esforço de marketing envolvido nesta situação, ou ainda, em raso português, como se acende uma vela para dois santos, Alberto respondeu que a empresa tem internamente dois times, competindo entre si, e sem compartilharem as informações um do outro, um para cada desenvolvimento e focado em seu próprio competidor e respectivo esforço de venda.

Resumo da Ópera

Resultados, ainda que Mãe Dináhsticos, já começam a proliferar, como no prognóstico do Prefeito de São José dos Campos, Luís Marinho (PT) de que o caça da SAAB é o favorito da Presidente Dilma na concorrência pública para compra dos 36 aviões à Força Aérea Brasileira, o F-X2. O que é incontestável e realmente crível em termos do efeito da visita é o foco mais acertado em uma das principais vantagens da oferta do fabricante sueco: Participação Efetiva do Brasil na Exploração do Caça. Isto assegurado pela transferência de tecnologia, desenvolvimento conjunto, geração de empregos high-tech e atuação na exportação do Gripen NG. Muito acertado a alteração do discurso de “o melhor caça do mundo” para o de “um caça igualmente capaz com vantagens comerciais e tecnológicas para o país”.

Fonte: Vianney Jr – Defesanet

Dica do amigo Marcos Henrique. Obrigado 😉

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F-X2: Brasil não deve ter caças para a Copa do Mundo

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O caça francês Dassault Rafale, durante o Royal International Air Tattoo 2009. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)
O caça francês Dassault Rafale, durante o Royal International Air Tattoo 2009. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)

F-X2A presidente Dilma Rousseff adiou novamente a escolha de um fornecedor para 36 caças novos para a Força Aérea Brasileira (FAB), o que significa que o país provavelmente não terá aviões de combate de próxima geração disponíveis para segurança quando hospedar a Copa do Mundo no próximo ano.

A FAB enviou nesta semana uma comunicação para as três empresas que são finalistas da concorrência de mais de 4 bilhões de dólares solicitando que renovem suas propostas, que deveriam expirar em 30 de março.

O pedido estende o prazo da licitação em até mais seis meses, disse a FAB em um comunicado enviado por e-mail à Reuters.

Os finalistas na disputa são o F/A-18 Super Hornet da Boeing , o Rafale da Dassault Aviation e o Gripen da Saab.

A extensão do prazo efetivamente acabou com as esperanças das fabricantes dos caças de que Dilma pudesse anunciar sua decisão neste mês. As empresas podem agora ter que recalcular partes críticas de suas propostas.

Dilma tem hesitado em tomar uma decisão sobre os caças, citando preocupações sobre o valor elevado do negócio no momento em que a economia do Brasil busca se recuperar.

Fontes disseram à Reuters que, por causa do tempo necessário para negociar um acordo e depois fabricar os caças, agora é logisticamente impossível que as aeronaves novas sejam entregues antes de o Brasil sediar a Copa do Mundo, em junho de 2014.

Fonte: Reuters – Brian Winter e Anthony Boadle

Dica do amigo Justin Case. Obrigado 😉

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F-X2: Saab inicia nova ofensiva para oferecer o caça Gripen

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O caça Gripen NG pousando na Base Aérea de Emmen, na Suíça. (Foto: Peter Liander / Saab)
O caça Gripen NG pousando na Base Aérea de Emmen, na Suíça. (Foto: Peter Liander / Saab)

F-X2Dois meses depois de a indústria americana de aviação Boeing lançar nova ofensiva para fechar a venda de caças à Força Aérea Brasileira (FAB), em um negócio de mais de US$ 4 bilhões, a cúpula da sueca Saab desembarcou no Brasil esta semana para uma série de contatos com autoridades, com o objetivo de mostrar as vantagens comparativas do seu modelo Gripen. Está também no páreo a francesa Dassault Aviation, fabricante do modelo Rafale, que deve agendar uma visita ao País nas próximas semanas.

Diretor-geral das campanhas Gripen, o executivo Eddy de La Motte disse que veio informar às autoridades o novo cenário criado com as megacompras fechadas em fevereiro pelos governos da Suécia e da Suíça, no montante de US$ 7,5 bilhões, para fornecimento do mesmo modelo que está sendo negociado com o Brasil.

Para ele, o perfil técnico da presidente Dilma Rousseff e as vantagens comparativas da Saab melhoraram as chances do Gripen, mas o futuro é uma incógnita. “Sabemos que o processo é longo e complexo, mas estamos pontos para a maratona”, observou.

Ele disse não ter certeza de como a presidente Dilma vai decidir, mas alegou ter os argumentos muito fortes. “A relação preço do produto, custo operacional e cooperação para uma parceria duradoura e vantajosa para os dois lados tornam nossa proposta muito competitiva”, observou. “O que estamos propondo é o menor custo de aquisição,o menor custo de operação e a melhor cooperação industrial, ou seja, uma parceria perfeita neste momento”, enfatizou.

Concorrência

O governo brasileiro abriu em 2009 concorrência internacional para compra de 36 caças, com o objetivo de modernizar a obsoleta Força Aérea Nacional. O País praticamente fechou negócio naquele ano, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a anunciar a opção pelo Rafale, após ter se encontrado com o então presidente Nicolas Sarkozy. Mas um relatório do comando da Aeronáutica pôs o negócio por terra ao atestar que os modelo Gripen e Boeing, nessa ordem, tinham melhores vantagens comparativas.

A crise mundial e a chegada de Dilma ao governo em 2011 embolaram de vez a escolha e os três concorrentes passaram a disputar o negócio a ferro e fogo. Lanterna na disputa, a Saab viu suas chances melhorarem desde então. O Gripen é disparado o modelo mais barato – estimadamente metade do preço cobrado pelo Rafale francês, o mais caro dos três. Tem também o custo de manutenção e de operação mais baixo – US$ 4,7 mil a hora de voo, contra US$ 16 mil do Rafale e US$ 11 mil da Boeing. Mas carrega a desvantagem de ter apenas um motor e pouco tempo de teste efetivo no mercado aeroespacial militar em comparação com as concorrentes.

Fonte: Exame – Vannildo Mendes

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Acordo nos EUA com Super Tucano coloca unidade de defesa da Embraer em destaque

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A aeronave A-29 Super Tucano em voo sobre a Floresta Amazônica. (Foto: Sgt. Johnson Barros / Agência Força Aérea)
A aeronave A-29 Super Tucano em voo sobre a Floresta Amazônica. (Foto: Sgt. Johnson Barros / Agência Força Aérea)

CLIPPING_logoCom o seu primeiro contrato militar com os Estados Unidos na mão, a unidade de defesa da fabricante de aviões brasileira Embraer atingiu seu grande momento, estabelecendo-se como um player global, enquanto o resto da indústria precisa lidar com orçamentos reduzidos de governos em todo o mundo. O avião de ataque leve que a Embraer fornecerá para os EUA no Afeganistão ilustra como a empresa, que é mais conhecida pelos jatos regionais que fornece a companhias aéreas como a JetBlue, está subindo no ranking das 100 maiores fornecedoras de armas do mundo.

Um design robusto e de baixo custo fizeram do Super Tucano da Embraer o mais popular para missões contra insurgência da África à Ásia, onde o aumento da riqueza advinda de recursos naturais tem estimulado os gastos com defesa, cenário diferente daquele de austeridade na Europa e nos Estados Unidos.

O foco em mercados externos e nas ambições crescentes das forças armadas brasileiras fizeram da Embraer uma das poucas empresas no mundo a crescer as operações no segmento de defesa. “Há alguém mais otimista assim com defesa? Certamente nada que o investidor dos EUA possa apostar. Nada nesse hemisfério”, disse o analista Myles Walton, do Deustche Bank, em uma entrevista. “A Embraer é a base do complexo militar na América Latina, por meio de uma combinação de execução, sorte e em ser a companhia certa no momento certo.”

As ações da Embraer na Bovespa chegaram a atingir a máxima de cinco anos nesta quinta-feira, após o Pentágono declarar a empresa vencedora na licitação, na noite da véspera. Mas no decorrer do pregão, os papéis devolveram os ganhos, com analistas afirmando que o corte de gastos no orçamento de defesa dos EUA pode tornar a Força Aérea norte-americana menos propensa a exercer opções de compra por mais aviões Super Tucano. A ação da Embraer encerrou em baixa de 0,77%, a R$ 16,72.

A divisão de defesa da Embraer espera ter um crescimento de receita em até um terço neste ano, compensando a queda nas entregas de jatos comerciais a companhias aéreas e cancelamentos de pedidos por jatos executivos. O boom de defesa brasileira também está atraindo parceiros poderosos para a Embraer, da unidade de helicópteros da italiana Finmeccanica SpA e da fabricante de robôs israelense Elbit Systems até a Boeing, que intensificou o trabalho com a Embraer de forma considerável no ano passado.

Boeing beneficiada

Boatos sobre a escolha do Super Hornet no F-X2 depois da compra dos Super Tucano pelos EUA surgem nos bastidores. (Foto: Mass Communication Specialist 2nd Class (SW/AW) Ryan D. McLearnon / U.S. Navy)
Boatos sobre a escolha do Super Hornet no F-X2 depois da compra dos Super Tucano pelos EUA surgem nos bastidores. (Foto: Mass Communication Specialist 2nd Class (SW/AW) Ryan D. McLearnon / U.S. Navy)

De fato, a Boeing pode ter sido uma das grandes vencedoras da decisão de quarta-feira. A parceria entre Washington e Brasília pode ajudar a aposta da Boeing em um negócio bilionário de venda de caças ao Brasil, disse uma autoridade brasileira à Reuters, classificando o acordo da Embraer como um “desenvolvimento muito bom” para a fabricante americana.

No ano passado, a presidente Dilma Rousseff congelou uma concorrência por no mínimo 36 caças, após os EUA revogarem um acordo anterior com a Embraer devido a ações legais movidas pela rival Beechcraft.

Autoridades brasileiras deixaram claro para os parceiros dos EUA no início deste ano que uma perda da Embraer na nova licitação seria ruim para as chances da Boeing no contrato brasileiro por caças, segundo uma fonte com conhecimento das discussões.

Fonte: Reuters

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F-X2: Ministro da Defesa diz que licitação para comprar caças segue de pé

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Um caça Boeing F/A-18E Super Hornet do VFA-115 "Eagles" da Marinha dos EUA é preparado para lançamento do convés de voo do porta-aviões USS George Washington. (Foto: U.S. Navy)
Um caça Boeing F/A-18E Super Hornet do VFA-115 “Eagles” da Marinha dos EUA é preparado para lançamento do convés de voo do porta-aviões USS George Washington. (Foto: U.S. Navy)

F-X2O ministro brasileiro da Defesa, Celso Amorim, disse em entrevista publicada nesta sexta-feira que a licitação para comprar 36 aviões caças-bombardeiros segue de pé porque eles são “necessários” para as Forças Armadas.

“Os caças são necessários e deverão ser comprados”, afirmou o ministro em entrevista à revista Aerovisão, órgão oficial da Força Aérea. (Leia a entrevista na íntegra aqui)

Amorim contou que a data para retomar a licitação, suspensa devido aos cortes no orçamento decididos nos últimos anos pelo governo em função da crise mundial, será definida pela presidente Dilma Rousseff, que se pronunciará “no momento em que considerar oportuno”.

A licitação, no valor de cerca de US$ 5 bilhões, tem três concorrentes: os caças Rafale, da empresa francesa Dassault, os F/A-18 Super Hornet, da americana Boeing, e os Gripen NG, da sueca Saab. Além disso, Amorim revelou que o governo “está finalizando” o Plano de Articulação e Equipamento da Defesa (Paed), um documento que detalhará todos os projetos de aparelhamento das Forças Armadas.

O Paed servirá para dar “transparência e previsibilidade” aos investimentos na área de defesa, segundo Amorim.

Fonte: EFE

Dica do amigo Juston Case. Obrigado 😉

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Imagens inéditas do novo avião da Esquadrilha da Fumaça, o Super Tucano

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O primeiro A-29 Super Tucano pintado nas cores da Esquadrilha da Fumaça. (Foto: Sgt. Johnson Barros / Agência Força Aérea)
O primeiro A-29 Super Tucano pintado nas cores da Esquadrilha da Fumaça. (Foto: Sgt. Johnson Barros / Agência Força Aérea)

O Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA) apresentou, na manhã desta terça-feira (18), a primeira aeronave pintada com as cores da Bandeira Nacional. O caça A-29 Super Tucano será utilizado pelos pilotos da Esquadrilha da Fumaça nas apresentações a partir do próximo ano.

A aeronave Super Tucano "FAB 5966" chegou na AFA na sexta-feira, dia 14 de dezembro. (Foto: Sgt. Johnson Barros / Agência Força Aérea)
A aeronave Super Tucano “FAB 5966” chegou na AFA na sexta-feira, dia 14 de dezembro. (Foto: Sgt. Johnson Barros / Agência Força Aérea)

A entrega do primeiro avião foi realizada na cerimônia de passagem de comando do EDA. O atual comandante Tenente-Coronel-Aviador Wagner de Almeida Esteves passou o cargo para o Tenente-Coronel-Aviador Marcelo Gobett Cardoso. A solenidade militar, realizada na Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga (SP), foi presidida pelo Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito, e contou com a presença de oficiais-generais do Alto Comando da Aeronáutica.

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O Super Tucano apresenta um novo padrão de pintura, com a bandeira do Brasil estilizada na cauda, e uma cor azul num tom mais claro que o usado no T-27 Tucano. (Foto: Sgt. Johnson Barros / Agência Força Aérea)
O Super Tucano apresenta um novo padrão de pintura, com a bandeira do Brasil estilizada na cauda, e uma cor azul num tom mais claro que o usado no T-27 Tucano. (Foto: Sgt. Johnson Barros / Agência Força Aérea)

8284414308_76fc9f5f3d_cDesign – Em 2001, o Tucano abandonou a pintura avermelhada com faixas brancas e linhas divisórias negras para dar lugar aos tradicionais verde, azul e amarelo, cores ícones do Brasil. Agora, no A-29, o design gráfico permite uma visualização melhor. A bandeira do Brasil foi pintada no leme do A-29 como se estivesse esvoaçando. Outra novidade é que a numeração, que identifica o piloto na esquadrilha, agora fica na lateral da fuselagem e não mais na cauda.

O Super Tucano é considerado uma aeronave de caça pela FAB, e é a primeira vez que um caça é usado pela Esquadrilha da Fumaça. (Foto: Sgt. Johnson Barros / Agência Força Aérea)
O Super Tucano é considerado uma aeronave de caça pela FAB, e é a primeira vez que um caça é usado pela Esquadrilha da Fumaça. (Foto: Sgt. Johnson Barros / Agência Força Aérea)

Evolução – Desde que surgiu há 60 anos, esta é a quinta aeronave a ser voada pela Fumaça e o primeiro caça. A Esquadrilha já pilotou o T-6, T-24, T-25 e o último, T-27. Projetado pela Embraer, o A-29 voa pela FAB desde 2005 em missões de ataque e interceptação de aeronaves de baixo desempenho nas regiões de fronteira, como Roraima, Rondônia, Mato Grosso do Sul e, também, no Rio Grande do Norte.

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As aeronaves T-27 Tucano estão no EDA desde 1985, e agora o Super Tucano vai representar o Brasil nas apresentações nacionais e internacionais. (Foto: Sgt. Johnson Barros / Agência Força Aérea)
As aeronaves T-27 Tucano estão no EDA desde 1985, e agora o Super Tucano vai representar o Brasil nas apresentações nacionais e internacionais. (Foto: Sgt. Johnson Barros / Agência Força Aérea)

Mudanças à vista – A transição do T-27, utilizado há 29 anos pela Fumaça em mais de duas mil apresentações, para o A-29 Super Tucano iniciará a partir de 2013. A transição é mais que significativa. O caça, mais rápido e com mais que o dobro de potência, permite novas manobras durante as apresentações.

Segundo o novo comandante, Ten. Cel. Gobbet, as acrobacias no A-29 e a adaptação ao modelo de apresentação levarão algum tempo. A Fumaça recebeu três novos pilotos do A-29 em julho desse ano. Eles serão instrutores da nova aeronave aos fumaceiros. Ao mesmo tempo, aprendem as acrobacias da Esquadrilha.

“De acordo com a avaliação que foi feita pelo EDA na Base Aérea de Natal, em janeiro desse ano, a transição será segura e harmoniosa, para que tenhamos um display de demonstração semelhante ao que hoje é praticado”, finaliza o novo comandante.

Até agora já foram recebidas quatro aeronaves A-29B, duas com a nova pintura. (Foto: Sgt. Johnson Barros / Agência Força Aérea)
Até agora já foram recebidas quatro aeronaves A-29B, duas com a nova pintura. (Foto: Sgt. Johnson Barros / Agência Força Aérea)

8284414158_f0993d29a9_cCronograma de recebimento – As quatro aeronaves recebidas são biplace, ou seja, comportam duas pessoas. As demais, previstas para o começo do ano que vem, serão entregues em lotes de duas ou três, com conclusão prevista até o final do primeiro semestre.

Fonte: Agência Força Aérea

Nota do Editor: Damos os parabéns pelas belas imagens do Super Tucano, feitas pelo amigo Johnson Barros. As fotos ficaram incríveis. Ainda vamos divulgar aqui no Cavok como foi a cerimônia de troca de comando do esquadrão. Aguardem.

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F-X2: Compra dos jatos é necessária, diz Celso Amorim

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O caça Rafale da Dassault, é um dos candidatos para o F-X2 do Brasil.
O caça Rafale da Dassault, é um dos candidatos para o F-X2 do Brasil.

O ministro da Defesa, Celso Amorim, apontou a aquisição dos 36 jatos de combate e de sistemas de defesa antiaéreo entre as maiores necessidades atuais das Forças Armadas, mantendo o foco nesses negócios bilionários. Na semana passada, em Paris, a presidente Dilma Rousseff avisou que a renovação da frota de jatos de combate do país levará mais algum tempo, pelo menos enquanto não passar a crise economica global, o que foi entendido como uma sinalização de que a escolha do aparelho ficará para depois de 2013.

Mas as Forças Armadas não só reiteram a prioridade dos caças como Dilma ouviu de autoridades russas o interesse para incluir o Sukhoi, o jato russo, na lista dos concorrentes ao lado do Rafale francês, os F-18/Super Hornet americanos e os Gripen suecos.

“Temos as riqueza da biodiversidade, de água doce, o pré-sal”, afirmou Amorim ao defender o reaparelhamento das Forças Armadas. “O Brasil continua crescendo, chegando à quinta economia do mundo. E defesa não é delegada, cada um cuida do seu”.

No caso de sistemas antiaéreos de curto e médio alcance, um projeto de US$ 1 bilhão, no momento o Brasil está conversando somente com os russos. Uma missão militar brasileira vai em janeiro a Moscou para começar a discutir com os russos a eventual compra dos equipamentos, incluindo transferência de tecnologia. Na primeira etapa, o negócio pode representar US$ 200 milhoes. Avibras, Embraer e Odebrecht Defesa estarão envolvidas na missão.

Amorim informou que o Brasil abriu um pedido de informações para compra de porta-aviões, o que só deverá ocorrer por volta de 2025, em outro negócio também bilionário e que interessa particularmente aos franceses. Em Moscou, o governo Putin mencionou interesse pelo novo cargueiro militar KC-390.

Mas o que saiu da visita da presidente Dilma de concreto foi mesmo a compra, pela empresa brasileira Atlas Taxi Aéreo de 14 helicópteros da Russian Helicopteros. Trata-se de um novo modelo que vai ser certificado simultaneamente no Brasil e na Rússia. O contrato de compra é de US$ 200 milhões. O primeiro aparelho será recebido em 2015. Trata-se de um helicóptero offhore, para 15 pessoas.

Fonte: Valor Econômico

Dica do amigo Jakson. Obrigado 😉

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