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Caças Gripen acumulam 130.000 horas de voo

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Saab Gripen C e D
Saab Gripen C e D

A frota de caças Gripen alcançou a marca de mais de 130.000 horas de voo. Os caças suecos estão em serviço operacional na República Tcheca, na Hungria, na África do Sul e na Força Aérea da Suécia, além de voar também na Empire Test Pilot School (ETPS).

A Força Aérea da Suécia é o maior operador do caça Gripen e seu primeiro esquadrão com a aeronave foi declarado operacional em 1997. A Força Aérea da República Tcheca recebeu seus Gripen C/D em 2005, seguido da Força Aérea da Hungria, em 2006. As entregas da Força Aérea da África do Sul começaram em 2008 e estão em andamento.

Esquadrão de caças Gripen da Hungria
Esquadrão de caças Gripen da Hungria

Incluido no número total de horas de voo estão os voos de testes feitos pelo Departamento de Teste de Voo da Saab, em Linköping, Suécia. Os Gripen C/D estão em constante desenvolvimento, com novos equipamentos e softwares. O novo Gripen NG Demonstrator também está sendo testado em voo, e o modelo NG concorre no programa F-X2 de modernização da Força Aérea Brasileira.

O primeiro caça Gripen C passa as 1.000 horas de voo.

Gripen C da Força Aérea da Suécia taxiando numa rodovia sueca
Gripen C da Força Aérea da Suécia taxiando numa rodovia sueca

A Força Aérea da Suécia colocou em serviço o caça Gripen C/D em 2005. O Gripen número 39.210 tornou-se o primeiro Gripen C a passar as 1.000 horas de voo, o qual foi alcançado no início desse mês. A aeronave está sendo operada pela F 17 Wing, em Ronneby e é mantida pela 171ª Companhia de Manutenção de Aeronaves.

Fonte: Saab

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FX-2: Jobim entrega relatório a Lula

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Dassault Rafale
Dassault Rafale

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, se reuniu ontem, dia 23, com o presidente Lula para apresentar o relatório técnico elaborado pela Força Aérea Brasileira sobre os três caças supersônicos que disputam a concorrência da Aeronáutica. A preferência de Jobim e de Lula pelo francês Rafale, da Dassault, é escancarada. Mas o relatório, apesar de não ser conclusivo, não ajuda os franceses.

0900579_5000900580_500Um novo dado vai ajudar os suecos da Saab, que produz o Gripen. De acordo com o relatório, o custo por hora voada do Gripen é de 4.000 dólares, contra 14.000 do Rafale. Já o custo do F-18, da americana Boeing, fica em torno de 10.000 dólares.

Os pilotos da FAB já declararam a preferência pelo F-18. O caça é o que teve maior sucesso em conflitos recentes, mas tem contra si as restrições do governo americano em transferir tecnologia. Já o comando da Aeronáutica e a Embraer, que será a parceira nacional de qualquer um dos envolvidos, preferem o sueco Gripen. Além do preço menor por hor voada, o Gripen custa metade do preço do francês e oferece maior acesso a novas tecnologias.

Mesmo assim, pessoas próximas ao governo dizem que é difícil a Dassault perder a parada. Interesses políticos, como o apoio da França pela entrada do Brasil no conselho de segurança da ONU, devem falar mais alto.

Fonte: Marcelo Onaga (Blog Primeiro Lugar – Portal Exame)

VIDEO: Record apresenta matéria sobre o F-X2

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Confiram o vídeo onde a Record apresenta uma matéria sobre o programa F-X2 da FAB.

A série de reportagens especiais do Jornal da Record na semana de 20 a 25/07 mostrou por que o País quer renovar parte da força aérea.

O Gripen NG a toda velocidade

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Gripen NG Demonstrator
Gripen NG Demonstrator

Na foto acima enviada pela assessoria da Saab, o Gripen NG Demonstrator decola com pilotos da FAB para um dos voos de avaliação. O NG continua progredindo em seu programa de testes, agora incrementado com vários sistemas táticos: um radar AESA, um novo sistema de comunicações via satélite, um sistema eletro-óptico de alerta contra mísseis, além de contar também com uma maior capacidade interna de combustível.

O objetivo do Programa do Gripen NG Demonstrator é apresentar as capacidades que serão incluídas na nova geração de caças Gripen.

Entre as novidades mais visíveis, destacam-se os sensores do sistema de alerta contra mísseis e a antena do sistema de comunicações via satélite.

O radar AESA, ou seja, o sistema de varredura eletrônica ativa, é um dos recursos modernizados do Gripen. Simplificando, pode-se dizer que se trata de um radar feito de muitos elementos diminutos de antena, montados de maneira a formar uma grande antena. Cada um destes elementos pode ser controlado individualmente, viabilizando as diversas novas funções. Anteriormente, o radar do Gripen tinha uma antena mecanicamente controlada, com capacidade para iluminar uma só área por vez. Um radar AESA pode rapidamente efetuar a varredura de grandes áreas, monitorar um maior número de alvos simultaneamente, além de conferir ao piloto maior flexibilidade operacional. O novo sistema de comunicações via satélite viabiliza comunicações de voz e dados, através de um satélite.

O Gripen demo já registrou 79 voos de teste, em sua primeira bateria de testes, quando foram testados principalmente a nova configuração do trem de pouso e o novo motor, o F414G. Na segunda bateria, iniciada nesta semana, já foram feitos dois voos de teste, obtendo resultados incentivadores. Além disso, o NG Demonstrator foi pilotado por oficiais brasileiros, nos testes de avaliação do Gripen NG para o programa FX-2. A equipe de avaliação pilotou o Gripen NG Demo, no início de abril de 2009. O objetivo destes testes, realizados pela FAB, foi verificar e avaliar o Gripen NG de última geração.

O relatório, em que o comitê brasileiro de avaliação analisa os três concorrentes, deverá ser entregue, em breve, ao conselho de defesa do País.

Fonte: Poder Aéreo

Jobim Minimiza Assédio de Obama para Venda de Caças à FAB

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O ministro da Defesa, Nelson Jobim, minimizou nesta terça-feira, 3, as informações de que o governo brasileiro estaria sendo assediado pelo presidente dos EUA, Barack Obama, para fechar com a Boeing a compra de 36 caças F18 para a Força Aérea Brasileira (FAB).

Tabela Comparativa do F-X2
Tabela Comparativa do F-X2

Jobim, que está no Rio de Janeiro para encontro nesta com o ministro da Defesa francês, Hervé Morin, disse que os governos dos Estados Unidos, da Suécia e da França “estão todos empenhados” na venda de aviões à FAB, mas que o País ainda não encerrou a análise técnica das propostas. “O presidente (Barack) Obama, o rei da Suécia (Carlos Gustavo) estão todos empenhados. A FAB ainda não encerrou a análise técnica”, disse Jobim.

As declarações vêm um dia após o Estado publicar entrevista com a subsecretária de Estado para Controle de Armas e Segurança Internacional dos EUA, Ellen Tauscher, na qual ela afirma que o presidente Obama e a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, estão empenhados pessoalmente nas negociações para a venda dos caças.

Ellen destacou que, caso a Boeing fosse escolhida, a venda aproximaria os dois governos.

Segundo Jobim, quatro aspectos vão determinar a escolha da proposta vencedora: a análise operacional, a transferência de tecnologia, as compensações industriais e o preço. A FAB também vai analisar a criação de emprego no Brasil acarretada por cada proposta estrangeira.

O Brasil vai comprar 36 caças. Além da Boeing, a sueca Saab e a francesa Dassault participam da etapa final da concorrência.

Fonte: Estadão

Segundo o site Jane’s, o F/A-18E/F é o favorito para o F-X2 da FAB

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O Boeing F/A-18E/F está bem posicionado para satisfazer aos requisitos de combate indianos e brasileiros, afirmou a empresa e seus parceiros da indústria, em 28 de Outubro.

A Boeing e seus parceiros do Team Super Hornet – Raytheon e General Electric (GE) – apresentou uma abrangente revisão da posição do F/A-18E/F, tanto na concorrência Medium-Multirole Combat Aircraft (MMRCA) da Força Aérea da Índia (IAF) para 163 aeronaves mais 63 opções, e no Programa F-X2 da Força Aérea Brasileira (FAB), para os 36 primeiros caças, de um total projetado para 120 caças.

Boeing F/A-18F Super Hornet
Boeing F/A-18F Super Hornet

A Boeing afirma que dois fatores principais tornam o Super Hornet competitivo em ambos os mercados: a primeira é a economia de escala, resultado de a aeronave e seus subsistemas principais estarem quentes (ativos) nas linhas de produção, o que reduz o custo unitário do caça; o outro é a natureza modular dos sensores da aeronave e do sistema de propulsão, que permite a inserção de tecnologias que aumentam dramaticamente o desempenho, com custo mínimo.

“A história do desenvolvimento do F/A-18E/F tem agora uma inclinação negativa em termos de custo e uma inclinação positiva em termos de capacidade. Por esta razão, sentimos pela primeira vez que estamos competindo em termos de custo, mesmo com a (Lockheed Martin) F-16?, afirmou o Presidente da Boeing Military Aircraft IDS, Chris Chadwick.

Representantes da Raytheon também informaram enfaticamente, durante conferência em Nova Deli, que “a Raytheon produziu o primeiro radar AESA operacional para a USAF e US Navy”, e que a empresa continua trabalhando para alavancar melhorias tecnológicas em toda a sua linha de produtos, para aperfeiçoar o radar do Super Hornet, o AN/APG-79.

Fonte: Jane’s

Matéria do Fantástico sobre o F-X2 da FAB

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Globo disponibiliza no site a matéria do Fantástico do dia 1º de novembro, sobre o F-X2.

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