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A França recebe bombas inteligentes guiadas a laser Paveway II

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Dassault Mirage 2000N
Dassault Mirage 2000N

A Raytheon entregou um lote de bombas inteligentes guiadas a laser Paveway II para França, para serem deslocadas com os caças Mirage 2000 da Armée de l’Air (Força Aérea da França), que apoiarão as forças dos EUA e da OTAN no Afeganistão.

Duas GBU-49 montadas sob a asa de um Predator B
Duas GBU-49 montadas sob a asa de um Predator B

Sob um contrato de US$ 22 milhões, assinado no início de 2009, a Raytheon entregará 50 kits de aviônicos modernizados para Força Aérea da França, para conversão das bombas guiadas a laser de 500lb em bombas mais eficientes e inteligentes GBU-49.

Os sistemas de direcionamento aumentarão a acuracidade das bombas não guiadas e a habilidade delas para atingir alvos móveis, através da guia a laser.

O GPS, o qual estará disponível de reserva, ajudará os pilotos dos caças Mirage a lançar as bombas mesmo em condições ruins de tempo, que normalmente afetam as operações dos lasers.

O primeiro lote operacional consistirá em 10 unidades de interfaces e 50 GBU-49, as quais serão deslocadas junto das aeronaves Mirage no início de 2010.

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Ministério de Defesa da França adquire dois Eurocopter EC225 para missões de busca e salvamento

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Eurocopter EC225 Super Puma Mark II
Eurocopter EC225 Super Puma Mark II

A Eurocopter anunciou a compra de dois helicópteros EC225 Super Puma Mark II pelo Ministério de Defesa da França, para a Aeronavale, a Marinha Francesa.

Os dois EC225 encomendados pela Agência de Aquisções de Armamentos (DGA) da França serão os primeiros operados pela Marinha da França. Os helicópteros serão usados nas missões de Busca e Salvamento (SAR) na costa da Bretanha, os quais devem ser recebidos no primeiro semestre de 2010, e serão designados na Estação Naval de Lanvéoc, na região de Finistère.

Eles serão destinados para subistituir os helicópteros Super Frelon da Marinha, que estão próximos do final de suas vidas úteis, e serão operados até a entrada em serviço dos primeiros helicópteros NH90 NFH que deve ocorrer no final de 2011.

Atualmente os helicópteros EC225 para missões de busca e salvamento (SAR) são operados pelos seguintes países: Coreia do Sul, China, Japão e várias empresas que trabalham com extração de petróleo nas regiões do Mar do Norte, Estreito de Bering e Golfo do México.

Os EC225 foram designados tendo em mente a operação de busca e salvamento. Possuem uma baixa vibração, comparadas a outras aeronaves, que possibilitam voar por mais tempo sem cansar as tripulações. Além disso são capazes de resgatar até 10 pessoas num alcance de 300 milhas náuticas.

Outra vantagem impressionante é que os helicópteros EC225 possuem piloto automático, o qual é único do tipo existente no mundo.

Fonte: Eurocopter – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Empurrão político da França para modernização dos caças Mirage 2000 da Índia

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Três caças Mirage 2000H da Força Aérea da Índia
Três caças Mirage 2000H da Força Aérea da Índia

O Presidente Francês, Nikolas Sarkozy, jogou seu peso no negócio da empresa francesa Thales, para modernização da frota de caças Mirage 2000 da Força Aérea da Índia. O ministro de defesa de Sarkozy, Hervé Morin, em Nova Delhi por um dia, durante seu encontro com o Ministro da Defesa da Índia, AK Antony, informou que o Presidente Sarkozy está esperando assinar o acordo quando ele visitar a Índia no ínicio do ano que vem.

Durante dois anos de negociações, uma das maiores empresas aeroespaciais da França, a Thales, e a Força Aérea da Índia não entraram num acordo de preço para a modernização de 51 caças Mirage 2000 com novos radares, aviônicos, sistema de guerra eletrônica e computadores de bordo, os quais possibilitarão que as aeronaves permaneçam na ativa por mais 15 anos. De uma proposta inicial de US$ 2,9 bilhões, A Thales reduziu para US$ 2,1 bilhões. Mas mesmo esse valor é exorbitante; a Força Aérea da Índia deixou claro que ao invés de pagar o equivalente a US$41 milhões por cada modernização de Mirage 2000, ela prefere comprar um caça totalmente novo.

Essa barganha parece estar funcionando. a Thales está analisando reduzir o preço utilizando suprimentos indianos num trabalho cooperativo e para componentes da modernização. A Força Aérea da Índia acredita que dessa maneira o acordo seja fechado.

No entanto, durante as negociações, a Thales argumenta que a Índia insiste numa modernização mais barata para os caças Mirage 2000, que deveria ser feita em apenas alguns sistemas. Se, por exemplo, a Índia quiser apenas modernizar o sistemas de armas, o custo será consideravelmente mais barato. Mas a Força Aérea da Índia insiste numa modernização total.

A Thales está procurando empresas indianas para criar joint-ventures na fabricação de equipamentos que serão usados na modernização dos caças Mirage 2000. Uma dessas empresa é a Samtel Thales Avionics, que já possui trabalhos feitos com a Thales numa variedade de aeronaves indianas. Nesses trabalhos inclui-se o avançado TopSight-I, um capacete com Display Integrado na Viseira (HMD) que os pilotos da Marinha da Índia usarão nos novos MiG-29K que começaram a ser entregues nessa semana, conforme divulgamos aqui no Cavok.

Fonte: Business Standard – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Paris Jet, o primeiro Very Light Jet, é revivido

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MS760 Paris Jet
MS760 Paris Jet

O primeiro Very Light Jet certificado e produzido no mundo, o Morane Saulnier MS760 Paris Jet, ganhou uma sobrevida. Em outubro, a JetSet Aviation Holdings, uma subsidiária da JetSet International, anunciou que adquiriu o certificado do tipo e a propriedade intelectual do projeto MS760 da empresa francesa Socata, sucessora da Morane Saulnier, e que 32 aeronaves MS760 estão disponíveis para modernização e compras.

Durante os últimos cinco anos a “reintrodução” da categoria de jatos pessoais muito leves (VLJ) criou muita expectativa no mercado de aviação executiva, mas os preços elevados dos novos jatos, projetos que foram a falência e programas em atraso destruiram o entusiasmo, disse o presidente da JetSet, Edward Furtak.

Um MS760, com relativo pouco tempo de uso dos motores e aviônicos modernos, que pode custar algo entre US$450 mil e US$ 750 mil, é muito mais esperado pelos clientes que preferem jatos com custo operacional baixo, diz Furtak.

Moraine Saulnier MS760 civil
Moraine Saulnier MS760 civil

O MS760 é um jato pressurizado de quatro lugares motorizado com duas turbinas de 880 libras de empuxo Turbomeca Marboré IIC. Na sequência vieram os MS760B Paris Jet II equipados comturbinas de 1.058 libras de empuxo Marboré IV e mais capacidade de combustível. A certificação da FAA para o MS760 foi concedida em 1958 e, por um curto período de tempo, a Beech Aircraft tentou revender o Paris Jet no mercado dos EUA. O MS760 é certificado na categoria utilitário.

O MS760 equipado com turbinas Marboré, num dia normal, tem um consumo de cerca de 160 galões por hora à 23.000 pés, empurrando o MS760 acima dos 350 kts. A versão Paris II, a qual Furtak é proprietário e voa, tem um tanque de 486 galões (1.840 litros) de combustível; e possui uma confortável autonomia de 750 a 900 nm (1.300 a 1.670 km).

ms760

Três vistas do MS760 Paris
Três vistas do MS760 Paris

Furtak é piloto desde 1987 e possui sua maior parte de horas de voo feita numa aeronave Mooney TLS.  Ele comprou seu MS760 a mais de 2 anos atrás e começou a comprar mais jatos Paris Jets da Força Aérea Francesa, incluindo peças e ferramental. Era lógica a aquisição do certificado para ele mesmo poder efetuar o suporte e manutenção de sua frota.

A transição do Mooney para o MS760 foi fácil, disse Furtak, porque as duas turbinas são montadas próximas uma da outra e não existe empuxo assimétrico com um motor inoperante. Ele precisou de 12 horas de voo com um Piper Seneca antes de efetuar o treinamento e conseguir passar no voo de check do MS760. Agora ele acumula mais de 200 horas de voo com o MS760 que foi modernizado com um glass cockpit Chelton.

Os MS760 que estão aguardando serem remanufaturados estão estocados na unidade da JetSet em Calhoun, Geórgia, e os cursos de treinamento para operar os MS760 estão sendo feitos no Aeroporto Internacional de Orlando. O curso do tipo de aeronave MS760 dura entre 7 e 10 dias e inclui 40 horas de ground school e cinco horas de instrução de voo.

O plano é oferecer um suporte completo para a frota de MS760, incluindo treinamento, modernização de aviônicos, peças e manutenção nos motores. A JetSet possui 62 turbinas Marboré guardadas em cilindros preenchidos com nitrogênio.

A JetSet já fez estudos de engenharia para modernizar os MS760 com motores mais modernos, possivelmente usando uma versão monotorbina com a Williams FJ44 ou Pratt & Whitney Canada JT15D ou ainda uma bi-turbina com duas Williams FJ33 ou duas Pratt PW615. Isso poderá aumentar a velocidade para mais de 400 kts (740 km/h) e aumentar a autonomia para 1.400 ou 1.600 milhas náuticas (2.600 ou 2.900 km), disse Furtak.

Modelo MS760 com canopi deslizante
Modelo MS760 com canopi deslizante

Um dos pontos negativos do MS760, além dos motores barulhentos e de alto consumo, é o modelo do canopi deslizante. A Morane Saulnier fabricou um Paris III, o qual tinha seis assentos e uma entrada mais convencional com porta, ao invés do canopi. Se a JetSet vier a trazer o Paris Jet de volta a produção, o designer Luc Van Bavel disse que a versão de seis assentos seria a escolha mais sensata.

Paris 3
Paris 3, de seis lugares, com a porta de acesso lateral

Furtak disse que compradores já estão solicitando informações para compra de versões turbofan do MS760 e da versão de seis lugares.

Fonte: JetSet International – Tradução: Cavok

FOTO: Kamov Ka-52 visita navio da marinha da França

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Kamov Ka-52 Hokun
Kamov Ka-52 Hokum B, a bordo da Fragata Mistral (Foto: Marinha da França)

Um helicóptero de ataque Kamov Ka-52 Hokum B da Rússia pousou ontem, dia 30, a bordo da Fragata Mistral, da marinha da França, durante a visita da frota francesa a São Petersburgo, na Rússia. Os dois países estão envolvidos num exercício na região do Mar Báltico. É a primeira vez que esse tipo de aeronave pousou num navio de outro país.

Momento do pouso do Ka-52 na Mistral
Momento do pouso do Ka-52 na Mistral

O helicóptero Ka-52 é o mais recente modelo de combate produzido na Rússia, e como os outros helicópteros desenvolvidos pela Kamov é montado com dois rotores principais coaxiais. Graças a ausência do rotor anti-torque na cauda, eles podem oferecer mais estabilidade e uma agilidade excepcional. Outra originalidade do Ka-52 são os assentos ejetáveis, os quais permitem que os dois pilotos, instalados lado a lado, possam ser extraídos da aeronave após as pás do rotor serem desconectadas, operação essa que não demora mais que seis segundos.

O Ka-52, ainda não entrou em operação, apesar de ter feito seu pouso a bordo da Mistral. A Rússia deve colocar em serviço 12 ‘Alligators’, como o Ka-52 também é chamado, até 2015.

A Fragata Mistral estava visitando a cidade de São Petersburgo por quatro dias e efetuou exercícios no seu deck com diversos helicópteros russos, incluindo os helicópteros anit-submarinos Ka-27 Helix e os helicópteros de transporte leve Ka-29, num dos quais militares da França puderam voar.

Caças Rafale Marine F1 da França serão modernizados para padrão F3 a partir de 2010

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Dois elementos de caça Rafale M, voam em formação com três elementos de Super Étendart
Dois elementos de caça Rafale M, voam em formação com três elementos de Super Etendard

O Ministro de Defesa da França, Hervé Morin, anunciou na semana passada que serão investidos 300 milhões de Euros (cerca de US$ 450 milhões) para modernização de dez antigos caças navais Rafale Marine, da Marinha da França, os quais foram entregues para armada no padrão F1. “Nós vamos proceder com a modernização dessas aeronaves para trazer elas no mesmo padrão dos caças Rafale que estão saindo da fábrica Dassault atualmente,” disse Morin durante a visita da semana passada ao porta-aviões Charles de Gaulle.

O investimento para o programa de modernização virá do Plano de Recuperação Econômica do governo, que deveria ser liberado somente em 2012, mas que foi adiantado para 2010. Dez caças no padrão F1 estão programados para a modernização, os quais foram entregues para a Marine em julho de 1999.

Enquanto a aeronave M1 ainda está voando para testar novos equipamentos, da M2 até a M10 estão desativadas na estação naval de Landivisiau. Possuindo apenas a capacidade de defesa aérea, essas aeronaves já estão prontas para receber a modernização para o padrão F3. A idéia é de manter toda estrutura principal e todos equipamentos apropriados, enquanto são removidas partes obsoletas, integrando essas aeronaves F1 na linha de montagem do padrão F3. A duração de uma modernização do padrão F-1 para F3 demora entre 12 a 18 meses.

Esse método de modernização criará dez aeronaves modernizadas as quais substituirão os caças Super Etendard Modernizados (SEM) que estão sendo operados pelo Esquadrão 11F e serão retirados de serviço.

Enquanto a taxa de produção do Rafale para as forças armadas francesas estão incertas, por causa de possíveis pedidos de exportações, o Comando de Aviação Naval pode ainda receber apenas um pequeno número de caças Rafale. Após a perda acidental dos Rafale M22 e M25 em setembro, apenas 16 caças permanecem em serviço. Dois desses já foram entregues no padrão F3, enquanto outros serão modernizados do padrãoF2 para F3.

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