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Boeing realiza teste de desligamento de motor em voo do treinador T-7A Red Hawk

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O T-7A Red Hawk, fabricado pela Boeing, apresenta recursos que prepararão pilotos para caças de quinta geração.

O novo jato de treinamento avançado da USAF, Boeing T-7A Red Hawk, realizou com sucesso testes de “reiniciamento” em voo do motor da aeronave. A tripulação do Boeing T-7A desligou e reiniciou o motor em voo para demonstrar confiabilidade no sistema.

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Vought A-7 Corsair II, um Herói “esquecido”

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Muitos aviões entraram para a história por um motivo, por uma situação especial. Mas para que esses “ditos especiais” aviões operassem a contento, sempre havia os carregadores de piano. O lendário Vought A-7 Corsair II é um deles!

O A-7 Corsair II foi construído pela Vought como um substituto do lendário A-4 Skyhawk, mas enquanto o último representava uma abordagem mais simples e básica para levar uma grande variedade de armas, o SLUF (Short, Little, Ugly, Fucker, apelido “carinhoso” do A-7) evoluiu para, sem dúvida, o bombardeiro tático de maior sucesso no conflito do Vietnã.

FAA determina reparo ou substituição de motores GE tipo GEnx-1B PIP2 nos Boeing 787 Dreamliners

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© Boeing, em caráter ilustrativo

A agência de aviação civil dos Estados Unidos — a Federal Aviation Administration (FAA) — determinou que as companhias aéreas americanas que possuem aviões Boeing 787 de modelos equipados com a mais recente versão dos motores fabricados pela General Electric (GE) devem reparar ou trocar esses propulsores por causa do risco de congelamento de partes desses equipamentos em voos.

Segundo a FAA, as companhias aéreas têm até 150 dias para fazer o reparo ou a troca do motor, do tipo GEnx-1B PIP2, porque esses equipamentos representam um risco à segurança devido à acumulação de gelo — detectada recentemente num incidente a baixa altitude, inferior a 20 mil pés — que pode levar à interrupção dos dois motores de forma simultânea.

O Boeing 787 é usado atualmente por 59 companhias aéreas no mundo, segundo a fabricante americana de aviões, somando 383 aeronaves desse modelo em operação. Desse universo, 176 são unidades equipadas com a versão GEnx-1B PIP2 da GE.

Na América Latina, duas companhias aéreas operam modelos Boeing 787 — Avianca e Latam —, mas ambas usam motores da Rolls-Royce, concorrente da GE.

A Avianca Holdings, com sede na Colômbia, tem sete Boeings 787 e vai receber mais oito nos próximos anos. A Latam tem 15 aeronaves desse tipo, com plano de receber mais 11 aeronaves até 2019.

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© Boeing, em caráter ilustrativo

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FONTE: Valor Econômico, Federal Register

EDIÇÃO: Cavok

Boeing JB-52E, um Stratofortress especial

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Boeing JB-52E (S/N 57-0119) in flight. (U.S. Air Force photo)
Boeing JB-52E (número de série 57-0119) empregado nos testes dos motores General Electric TF-39, que seriam empregados no cargueiro militar Lockheed C-5A Galaxy (Foto: USAF)

Aeronave foi utilizada como plataforma de testes para os primeiros motores empregados no Boeing 747-100 e Lockheed C-5A Galaxy.

Boeing seleciona GE como parceira para estudo de motores do 777X

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A nova geração da família 777, chamada atualmente de 777X, está prevista para entrar em operação na próxima década.
A nova geração da família 777, chamada atualmente de 777X, está prevista para entrar em operação ainda nessa década. (Foto: Boeing)

A Boeing estuda o desenvolvimento de melhorias para o 777, conhecido como 777X, que contará com a GE como parceira no motor no avião de corredor duplo que deverá entrar em serviço perto do final da década.

“Esta decisão de trabalhar com a GE no futuro reflete a melhor correspondência com o cronograma de desenvolvimento do programa, e no desempenho do avião”, disse Bob Feldmann, vice-presidente e gerente geral de Desenvolvimento do 777X, da Boeing Commercial Airplanes. “Estamos estudando melhorias no avião que estenderão a eficiência e confiabilidade do 777 para as próximas duas décadas ou mais, e os motores são uma parte significativa desse esforço. Nosso foco é oferecer a oferta mais competitiva para os nossos clientes no grande mercado de aeronaves de corredor duplo”.

O 777 é o líder de mercado em voos de longo curso, oferecendo desempenho comprovado, rentabilidade e confiabilidade para companhias aéreas de todo o mundo. Os futuros modelos de 777 que deverão entrar em serviço no final da década, vão incluir a eficiência no consumo de combustível, o conforto melhorado aos passageiros e maior alcance.

O trabalho de desenvolvimento do 777 de próxima geração continua e inclui os clientes do 777 de todo o mundo. “Tivemos forte e produtivo engajamento com um amplo conjunto de clientes no mercado para entender suas necessidades futuras. Estamos satisfeitos com o lugar onde estamos no processo”, disse Feldmann. “Estamos se movendo agressivamente para o futuro dentro do nosso plano e vamos continuar a refinar os requisitos com os clientes.”

O próximo passo para 777X poderá ser a inclusão da oferta do avião aos clientes e um eventual lançamento de um comprometido programa do avião.

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Índia fecha contrato de compra de 99 motores GE F-414 para jatos de combate Tejas

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A Índia adquiriu 99 motores GE F-414 para o jato de combate Tejas MkII que está sendo desenvolvido pela HAL. (Foto: DRDO)
A Índia adquiriu 99 motores GE F-414 para o jato de combate Tejas MkII que está sendo desenvolvido pela HAL. (Foto: DRDO)

A Índia e os EUA finalizaram um acordo de cerca de US$ 560 milhões para o fornecimento de 99 motores a jato F-414 da GE para serem usados nos aviões de combate leves (LCA) Tejas desenvolvidos na Índia pelo DRDO.

Há cerca de dois anos atrás, a Índia havia selecionado a empresa americana General Electric que concorria com o motor europeu Eurojet 2000 para o programa LCA Tejas Mark II, que deverá estar pronto ao redor de 2014-15.

“O negócio avaliado em US$ 560 milhões foi finalizado com os EUA para a aquisição de 99 motores para o LCA Tejas Mk II,” disseram membros do DRDO.

Conforme o contrato, a encomenda poderia ser inicialmente para 99 motores, mas a Índia terá a opção de encomendar outros 100 motores no futuro.

O motor em oferta para o LCA Tejas Mark II é o GE F-414, que são mais poderosos do que os motores GE F-404 instalados no primeiro lote de LCAs que a Força Aérea Indiana receberá num futuro próximo.

A necessidade de mudar os motores existentes nosLCAs foi sentida após a Força Aérea da Índia descobrir que os motores GE-404 não estavam fornecendo energia suficiente para a aeronave e motores mais potentes seriam necessários para o desempenho esperado.

O DRDO está desenvolvendo o LCA Mk II para atender às exigências da Força Aérea da Índia, que terá equipamentos de última geração tecnológica, incluindo um radar de matriz de varredura electrônica ativa (AESA) e será capaz de transportar mais carga do que o LCA MkI.

Recentemente, ensaios do LCA Mk I foram realizados no estande de tiro no deserto de Pokharan, onde bombas guiadas a laser e sistemas de armas foram testados.

Conforme os planos atuais, a Força Aérea da Índia vai colocar em operação dois esquadrões da LCA Mk I, que seriam seguidos da entrega de aeronaves LCA Mk II.

Fonte: Press Trust of India – Tradução: Cavok

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Saab pretende voar em breve o Gripen E com biocombustível

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O caça Gripen E em breve vai realizar um voo com biocombustível, desenvolvido numa parceria da FMV com o Laboratório de Pesquisas da Força Aérea dos EUA. (Foto: Saab)

A FMV assinou um contrato para trabalhar com o Laboratório de Pesquisas da Força Aérea dos EUA (AFRL) para desenvolver um biocombustível para o JAS39 Gripen. É um exemplo concreto de como o sistema Gripen pode se tornar mais ambientalmente correto e contribuir para o desenvolvimento da tecnologia ambiental do futuro, disse o Ministro de Defesa da Suécia Karin Enstrom.

A mudança climática é o maior desafio ambiental e o governo sueco criou um ambicioso projeto de energia ecológica. Devido ao aquecimento climático, o governo sueco explicou que o país vai atingir a meta de redução das emissões de carbono em 40 por cento até 2020, em comparação a 1990. Investimentos em pesquisa, impostos sobre os veículos ligados às emissões e descontos em carros novos são exemplos de instrumentos que contribuam para alcançar o objetivo.

O Gripen E/F pode utilizar um motor GE F-414G, já testado com biocombustível nos EUA.

“Agora estamos tomando medidas adicionais para tornar o sistema mais ecologicamente correto. A Suécia está lançando um projeto, junto com os EUA, para a produção de biocombustíveis para aviões de caça.

A colaboração é tudo em tecnologia, com um claro impacto positivo sobre o meio ambiente e adquirindo conhecimentos numa área definida. Isso também pode ter efeitos positivos sobre aplicações civis.

A cooperação com outros países na aquisição e desenvolvimento de equipamentos aumentou, mas precisa ser aprofundado ainda mais. A Suécia pretende dividir o custo com outros países, para obter mais de cada dólar de imposto. A cooperação tecnológica internacional sobre biocombustíveis significa que o custo das operações será compartilhado entre vários participantes, que, em última análise ajuda a reduzir o custo de manutenção e desenvolvimento do sistema Gripen.

A Marinha dos EUA voou seu caça Green Hornet com uso de biocombustível. (Foto: Boeing)

Em abril de 2010, a Marinha dos EUA voou um caça F/A-18F “Super Hornet” (nos testes chamado de Green Hornet). Este vôo foi seguido por um A-10 da USAF. O “Green Hornet” possui um motor General Electric F-414, que funcionou perfeitamente com biocombustível. Anteriormente, o motor da General Electric realizou quase 500 horas de testes em vários componentes do motor e um conjunto de 20 horas de testes com reatores do Super Hornet, o F414 da GE. Os ensaios também confirmaram, que além do CO2, o que combinado com outros esforços “ecológicos”, com algumas modificações, reduziu o ruído do motor. Os testes mostraram uma redução de 3 decibéis.

Esta tecnologia já existe no motor GE F-414G que equipa o Gripen E. Como resultado, a fabricante Saab, em colaboração com o Governo Sueco e com o AFRL, nos Estados Unidos, se preparam para adaptar o biocombustível sueco no avião, a fim de ser capaz de permitir que os utilizadores escolhem usar o bicombustível de forma mais consciente nas frota de aviões de caça.

Em paralelo, esta estratégia visa apoiar e desenvolver as condições para a tecnologia ambiental. No geral, a estratégia sueca incluiu US$ 400 milhões divididos em US$ 100 milhões por ano no período 2011-2014. A estratégia inclui o apoio à inovação e promoção das exportações. A ambição do governo é criar condições para o desenvolvimento do setor de tecnologia no ambiente sueca e contribuir para um melhor ambiente na Suécia e em todo o mundo. Quanto à Suécia, também é possível compartilhar conhecimentos com potenciais futuros compradores do caça Gripen E.

O motor General Electric já possui um combustível “orgânico” que satisfaz os requisitos de motores militares, o SB JP-8. A defesa sueca agora quer cooperar com os militares dos EUA sobre o próximo passo, que fornece a certificação do combustível utilizado em motores de aviões militares.

Espera-se que o fabricante possa voar em breve o Saab Gripen NG com o combustível e, em seguida, ser capaz de oferecer ele para Força Aérea Sueca (Flygvapnet) e também para a Suíça.

Oferecer o Gripen E, podendo usar o biocombustível, se torna um argumento adicional para os potenciais clientes em combinação com o baixo consumo de combustível da família monomotor Gripen, associado com o modo de velocidade supercruzeiro do motor F-414G.

Com informações da publicação sueca NyTeknic

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Fernando Valduga

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