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Saab recebe contrato do governo da Suécia para modernização dos caças Gripen C/D

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Saab JAS-39C Gripen da Força Aérea da Suécia. (Foto: Katsuhiko Tokunaga / Saab)

A Saab Defense recebeu da Administração de Material de Defesa Sueca um contrato para o desenvolvimento de capacidades para a frota existente de caças Gripen. O montante é equivalente à US$ 280 milhões, divididos num período de quatro anos.

As capacidades do caça sueco Saab JAS-39 Gripen C/D da Força Aérea da Suécia estão continuamente sujeitas a adaptação e modernização a fim de que possam operar e manter-se eficazes e avançados também no futuro. O pedido inclui ajustes para aumento da capacidade operacional, como por exemplo atualização das contramedidas e sistemas de comunicação. O pedido também inclui outras medidas para reduzir os custos operacionais, e baseiam-se na experiência acumulada de mais de 130.000 horas de voo da frota.

Também está incluída a integração de novas armas, e os radares terão seus alcances estendidos, paralelamente, novas novas funções serão incluídas. As melhorias também estão sendo introduzidas de forma a obter reduções de ruído e emissões nos motores.

Os trabalhos se concentrarão principalmente nas instalações da Saab, em Estocolmo, Gotemburgo, Järfälla, Kista e Arboga.

Fonte: Saab – Tradução: Plano Brasil

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Gripen NG não pode voar para avaliação na Índia, Saab manda o Gripen D no lugar

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Era para ter ido o Gripen NG para Índia, mas foram enviados dois caças JAS39-D como os da imagem acima para avaliação.

A mega competição de US$ 11bilhões que irá escolher uma nova aeronave de combate multimissão (MMRCA) para Índia está chegando na fase final de avaliação, mas termina com uma potencial controvérsia. Hoje, o último dos seis competidores a ser avaliado pela Força Aérea da Índia — o caça sueco Gripen — voaria até Bangalore para os testes. Mas o caça que pousou na cidade não é o que a Gripen International está oferecendo na competição – o JAS-39IN Gripen NG. Ao invés disso, dois modelos de caças antigos Gripen-D foram os que chegaram.

A Saab sabe que nas avaliações são necessárias as aeronaves que estão sendo oferecidas, o que está deixando os concorrentes deliciados com a notícia já que o Gripen agora está vulnerável a desclassificação.

A chegada do modelo Gripen-D ao invés do Gripen NG tem uma causa simples: a Força Aérea Sueca, tendo optado por adquirir o Gripen NG, ordenou uma série de melhorias no protótipo do Gripen NG. Com essas melhorias em andamento, a agência de certificação sueca, a SMV, exigiu que testes adicionais de voo do protótipo fossem efetuados na Suécia antes da aeronave ser enviada para Índia.

Confirmando esses desenvolvimentos, o diretor da Gripen International na Índia, Eddy de la Motte disse, “O protótipo do Gripen NG não pode simplesmente vir para Índia já que ele é requerido na Suécia para testes e avaliações pela Força Aérea da Suécia a qual está interessada em comprar a aeronave. Os pilotos da Índia não poderão voar no Gripen NG no momento, mas eles terão a oportunidade num futuro próximo.”

Os pilotos da Força Aérea da Índia foram convidados a voar com o Gripen NG durante uma visita a suécia entre os dias 6 e 10 de abril. A Gripen International também pediu mais uma data para poder levar o caça Gripen NG para Índia onde poderá ser avaliado.

Mesmo sem ter voado com o protótipo do Gripen NG, os pilotos da Força Aérea da Índia ficaram extremamente impressionados com as capacidades do caça. Além dos magníficos aviônicos e um desempenho em voo superior, eles disseram que o Gripen NG pode pousar em uma rodovia alargada de 800 metros; e então reabastecer, rearmar e decolar num período de 10 minutos. Isso permite que cada Gripen NG possa voar um número de surtidas por dia que nenhuma outra aeronave conseguiria.

Os pilotos da Força Aérea da Índia que visitaram os simuladores da Gripen da Suécia também ficaram impressionados pela capacidade de guerra eletrônica e pelas facilidades no treinamento que ele oferece.

O Minsitério da Defesa da Suécia não espera que a Índia retire o Gripen NG da competição devido a essa falta inesperada. A partir dos olhos dos concorrentes essa foi uma falha grave, mas a decisão de avaliar os caças modelos antigos do gripen e posteriormente decidir se o Gripen NG ainda está no páreo vai caber a Força Aérea e ao Ministério de Defesa da Índia.

Nota do Editor: Isso vai gerar mais discussão aqui no Brasil com o programa F-X2…

A Força Aérea da África do Sul está sem condições financeiras para manter seus caças Gripen voando

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Saab JAS-39D Gripen da Força Aérea da África do Sul. (Foto: Saab)

Um jornal da África do Sul informou que a situação financeira das forças militares do país estão “absolutamente insuficientes” e que os caças Saab Gripen deverão ficar fora de operação devido a falta de verbas, que está gastando muito com os caças, com fragatas e submarinos.

O jornal News 24 disse que o plano estratégico para defesa do governo da África do Sul para os próximos 3 anos poderá limitar a quantidade de 550 horas de voo para a frota de Gripen esse ano, mas terá uma redução significativa e alarmante para 250 horas por ano em 2011 e 2012. A alocação de verbas para esse ano será principalmente para a segurança aérea durante a Copa do Mundo de Futebol que acontecerá nos meses de junho e julho.

A Força Aérea da África do Sul possui 11 caças Gripen entregues de um pedido de 26 aeronaves, sendo nove da versão biplace JAS-39D e o restante na versão de um assento JAS-39C.

A OTAN exige que os pilotos de caça registrem no mínimo 240 horas de voo por ano (20 horas de voo por mês para cada piloto) para permanecerem em condições operacionais. “Nossa força aérea dificilmente conseguirá manter dois pilotos de caça na ativa”, disse um especialista militar da África do Sul ao jornal. Segundo o especialistaa situação ficará pior nos próximos anos quando os 26 caças forem entregues, que com a limitação operacional significará que caça caça voará em média 9,6 horas por ano.

Ainda segundo o especialista os caças foram comprados apenas como vitrine, pois se as condições financeiras continuarem dessa forma os caças terão que ser retirados por completo de operação.

IMAGENS: Voa pela primeira vez o segundo e o terceiro Gripen da Força Aérea da Tailândia

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O segundo (70102) e terceiro (70105) caças Gripen destinados para Força Aérea da Tailândia durante o primeiro voo de teste. (Foto: Saab)

Uma versão biplace (70102) e uma monoplace (70105) do caça Saab Gripen para Força Aérea da Tailândia foram respectivamente a segunda e a terceira aeronaves a voarem pela primeira vez na fábrica da Saab em Linköping, durante o início dos voos de testes antes da entrega para o país do sudoeste asiático.

As duas novas aeronaves Gripen, uma biplace e uma monoplace, para Tailândia voaram na fábrica da Saab, na Suécia. (Foto: Saab)

Na aeronave biplace 70102 foi instalado para teste o sistema de guerra eletrônica integrado, EWS-39, o que não havia sido feito com a primeira aeronave do primeiro voo.

O primeiro Gripen monoplace para Tailândia a voar foi o 70105. (Foto: Saab)

O Gabinete de Segurança da Tailândia também aprovou o orçamento para prover os caças Gripen adquiridos com os sistema de guerra eletrônica integrado EWS-39 em todas 12 aeronaves.No mês de janeiro de 2010 a Tailândia confirmou a compra de mais 6 caças, adicional ao lote inicial de seis adquiridos em 2007 (veja aqui no Cavok).

Esses dois caças Gripen deverão ser entregues para Força Aérea da Tailândia em 2011. (Foto: Saab)

As duas aeronaves juntam-se a primeira aeronave biplace (70101) que voou pela primeira vez no dia 16 de setembro de 2009. Os caças Gripen, do primeiro lote de seis unidades encomendadas em 2007, mais duas do segundo lote deverão ser entregues em 2011. As últimas quatro deverão ser entregues entre 2013 e 2017.

IMAGENS: Força Aérea da África do Sul recebe seus primeiros caças Gripen C

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Os dois caças Gripen C que chegaram na África do Sul por navio, sendo rebocados para Base Aérea de Ysterplaat, na Cidade do Cabo. (Foto: Dean Wingrin)

O tráfego de veículos na Cidade do Cabo, África do Sul, viu algo bem diferente na tarde do dia 11 de fevereiro: os dois primeiros caças Saab Gripen C (monoplaces) destinados para Força Aérea da África do Sul (SAAF) sendo rebocados para Base Aérea de Ysterplaat, via rodovia.

As duas aeronaves, 3911 e 3910, seguiram por uma estrada de 8km entre o porto e a base aérea. (Foto: Dean Wingrin)
A aeronave Gripen C 3911 sendo rebocada por uma estrada na Cidade do Cabo. (Foto: Dean Wingrin)

O primeiro caça Gripen C era inicialmente para ter sido entregue no final de outubro/início de novembro de 2009, mas foi atrasado pela África do Sul, e então agora duas aeronaves foram desembarcadas juntas na quinta-feira passada, dia 10. As duas aeronaves, seriais da SAAF 3910 e 3911, chegaram de navio no porto de Table Bay. E no dia 11 foram rebocadas por uma estrada de 8km do porto até a Base Aérea de Ysterplaat, onde eles serão preparados para poder voar.

O Gripen C 3911 deixando o porto de Table Bay. (Foto: Dean Wingrin)
O Gripen C 3910 entrando na Base Aérea de Ysterplaat. (Foto: Dean Wingrin)
O Gripen C 3911 entrando na Base Aérea de Ysterplaat. (Foto: Dean Wingrin)

Um vez que estajam operacionais, as duas aeronaves voarão para o Centro de Desenvolvimento de Teste de Voo (TFDC) da SAAF, no extremo sul de Cape. Eles permanecerão nesse centro por aproximadamente dus semanas antes de voarem para BAse Aérea de Makhado, próximo a cidade de Louis Trichardt, onde eles se juntarão ao Esquadrão 2.

Os caças Gripen atuarão como peça chave nos planos da força aérea de proteger o espaço aéreo sobre os estádios durante a Copa do Mundo de Futebol 2010. Pelo menos quatro caças  Gripen C deverão estar operacionais no país para Copa do Mundo, juntamente com as aeronaves Gripen D atualmente em serviço.

Os caças Gripen, através da Saab-BAE Systems, foram anunciados vencedores em novembro de 1998 como parte de um novo pacote de equipamentos de defesa que a SAAF propôs conforme requerimentos para uma nova Aeronave Avançada de Caça Leve. Os Gripen foram adquiridos para substituirem os caças Atlas Cheetah D (biplace) e Cheetah C (monoplace) que então estavam na frota da SAAF.

O pedido original era para 9 caças Gripen D (biplaces) e 19 Gripen C (monoplaces). No entanto, o pedido foi revisto em 2005 para 9 aeronaves biplace e 17 na versão mon0place.

O primeiro Gripen da África do Sul foi apresentado na fábrica da SAAB em outubro de 2005 e efetuou seu primeiro voo no dia 11 de novembro do mesmo ano. A aeronave voou pela primeira vez na África do Sul no dia 19 de setembro de 2006, na Base Aérea de Ysterplaat, em Cape Town.

A SAAF colocou em operação o primeiro Gripen D em abril de 2008 e o últimos dois caças Gripen D chegaram na África do Sul em julho de 2009. As oito aeronaves que chegaram estão atribuídas ao Esquadrão 2, na Base Aérea de Makhado.

Fonte: South African Air Force – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

Primeiro grupo de técnicos em manutenção da Tailândia treina na Saab para trabalhar com o caça Gripen

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Os técnicos da Força Aérea da Tailândia e os instrutores da Força Aérea da Suécia em frente a um caça Gripen da Real Força Aérea da Tailândia, durante uma visita a fábrica da Saab em Linköping. (Foto: Per Kustvik)

O primeiro grupo de técnicos em manutenção da Real Força Aérea da Tailândia chegou à Suécia para seu treinamento inicial de manutenção para as aeronaves Gripen encomendadas. O curso está em andamento na escola Técnica das Forças Armadas da Suécia, em Halmstad, e continuará até o final do ano.

O treinamento técnico também inclui um On the Job Training (OJT) sendo efetuado parte na Ala F7 da Força Aérea de Suécia em Såtenäs e na Ala F17 em Ronneby. Como parte do treinamento, os técnicos passam parte do tempo na fábrica central da fabricante do Gripen, a Saab, em Linköping. O programa de treinamento dos técnicos fazem parte dos requerimentos do contrato assinado com a Tailândia em 2008, para os seis primeiros caças JAS39 Gripen.

Numa iniciativa paralela, o Air Chief Marshal Itthaporn Subhawong, Comandante da Real Força Aérea da Tailândia (RTAF), encontrou-se com o General Carlo Gagiano, Chefe da Força Aérea da África do Sul para discutir assuntos de interesse mútuo, incluindo o caça Gripen e a sua introdução na Força Aérea da África do Sul (SAAF). Os dois chefes se encontraram na Base da Força Aérea de Makhado, lar da frotas de caças Gripen da África do Sul.

A visita enfatizou os comprometimento de ambos países para colaborar e promover relações bilaterais.

O Saab 340 AEW voando em formação com um JAS39 Gripen, ambos da Força Aérea da Tailândia.

A Real Força Aérea da Tailândia também assinou um contrato com a Adminsitração de Material de Defesa da Suécia (FMV) para fornecer o mesmo curso para o sistema de vigilância embarcada Saab 340 AEW Erieye e para outra aeronave de treinamento e transporte Saab 340, que devem ser entregues em dezembro de 2010.

Fonte: Gripen International – Tradução: Cavok

Força Aérea da Tailândia adquire mais seis Gripen e modernizará os caças F-16

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Saab JAS-39D Gripen, da Real Força Aérea da Tailândia

O Gabinete de Segurança da Tailândia aprovou hoje, dia 26, a requisição da Força Aérea para aquisição de mais seis aeronaves Saab JAS 39 Gripen, de fabricação sueca, além da modernização da atual frota de caças F-16 Falcon.

A Real Força Aérea da Tailândia já havia adquirido seis aeronaves Gripen em 2007, as quais deverão ser entregues em 2011, juntamente com outras duas desse recente pedido. As quatro restantes estão previstas para serem entregues entre os anos de 2013 e 2017. A primeira aeronave Gripen, versão biplace, da Tailândia voou no dia 16 de setembro de 2009.

O orçamento aprovado de US$ 480 milhões para compra de mais seis aeronaves Gripen, inclui manutenção, apoio logístico e treinamento dos pilotos, será aprovado através de uma alocação de verbas num período de quatro anos, a começar em 2012.

Treze caças F-16 da Força Aérea da Tailândia.

O Gabinete também aprovou uma verba inicial de US$ 210 milhõs para modernização de seis caças F-16B, fabricados nos EUA, também com investimentos começando em 2012, como parte de um programa de três fases.

Os dois projetos estavam aguardando desde a última reunião do gabinete de maio de 2009.

A Força Aérea da Tailândia pretendia inicialmente modernizar 18 caças F-16, mas que teria um custo maior do que a aquisição dos seis caças Gripen.

O projeto de modernização dos F-16 será feito em três fases, sendo que em cada fase serão modernizadas seis aeronaves.

Os caças F-16A/B ficam na base aérea da Nakhon Sawan, como a Ala 4.

A Força Aérea da Tailândia espera com isso retirar de operação 12 caças F-5E/F, que estão em operação na base de Surat Thani, com a Ala 7, por 30 anos, uma vez que receba 12 novos caças Gripen JAS-39C/D.

SAAB comercializa o Gripen Naval para a Índia e o Brasil

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Uma impressão artística do Gripen Naval mostra o caça decolando de um porta-aviões e equipado com mísseis ar-ar Meteor e IRIS-T e mísseis antinavios RBS 15F (SAAB)

A SAAB está respondendo à solicitação da Marinha Indiana por informações (RFI) sobre a futura capacidade dos caças propostos de operar em porta-aviões, oferecendo o novo desdobramento do Gripen NG, denominado Gripen Naval.

O RFI indiano, enviada, nas últimas semanas, a empresas seletas, visa a obtenção de informações detalhadas sobre um projeto de caças comuns, visando sua operação em porta-aviões convencionais e operações conhecidas pela sigla inglesa STOBAR (short take-off but arrested recovery).

Além da entrada (bastante adiada) em serviço do INS Vikramaditya (o antigo vaso de guerra russo da Marinha Russa denominado Almirante Gorshkov, hoje reformado), a Índia tem ainda planos ambiciosos de construir três porta-aviões nacionais (IACs). A licitação de curto prazo do MiG-29K deverá equipar o Vikramaditya e o IAC 1. O RFI da Marinha Indiana está à procura de um tipo de aeronave que possa operar nos IAC 2 e IAC 3.

De acordo com informações da Jane’s, o RFI foi enviado Boeing, Dassault, Eurofighter, Lockheed Martin, Sukhoi e SAAB. Embora a Índia esteja desenvolvendo conceitualmente uma versão naval da Aeronave de Combate Leve Tejas, produzida pela Hindustan Aeronautics Limited (HAL), este RFI é, na verdade, um reconhecimento de que este programa tem dificuldades e de que possivelmente não será capaz de produzir uma aeronave de combate operacional, em tempo hábil. A Índia espera comissionar os porta-aviões IAC 2 e IAC 3, na segunda metade da próxima década.

Antes de receber a RFI, a SAAB já havia concluído os pré-estudos para o projeto detalhado do Gripen Naval, em resposta a interesses manifestados anteriormente pelo Brasil e outros países. De fato, projetos para um Gripen Naval remontam à década de 80, na Suécia. Para a Saab, a solicitação da Índia é particularmente importante, em função de suas possíveis conexões com a licitação do programa brasileiro F-X2. O Gripen Naval faria parte de um pacote de desenvolvimento industrial, a longo prazo, destinado à Índia e ao Brasil, se estes países optarem pelo Gripen. O RFI indiano também faz uma estipulação específica de que a aeronave selecionada seja exportável.

O líder do projeto do Gripen Naval da SAAB é o Tenente-Coronel Peter Nilsson, ofcial reformado da Força Aérea Sueca, que agora atua como vice-presidente da capacidade operacional do Gripen. “Há o Rafale, o Super Hornet e – algum dia – até o JSF (Joint Strike Fighter), mas não há nenhuma opção com custo acessível para as nações que buscam poderio marítimo independente. O Gripen já incorpora uma capacidade naval, que foi integrada nas considerações originais de projeto. A aeronave é feita para efetuar aterrissagens precisas em pistas curtas. As características aerodinâmicas, de manuseio e pouso já estão lá. Não é preciso mais gastar energia”, contou Nilsson à reportagem da Jane’s.

A viabilização do Gripen Naval se deve às suas inerentes características de desempenho do Gripen e das mudanças estruturais introduzidas no Gripen NG. Este caça foi projetado para operar em porta-aviões completos, com peso máximo na decolagem de 16.500 kg e um peso de aterrissagem (com armas e combustível) de 3.500 kg. Os mesmos parâmetros básicos de projeto tornam esta aeronave muito bem adequada a operações STOBAR. Qualquer Gripen atual já pode operar de uma rodovia sueca padrão com dimensões de 800 m x 17 m, sem a necessidade de ganchos de arrasto ou freios de paraquedas. Suas qualidades de controle de voo e sua baixa velocidade de aproximação fazem do Gripen ainda mais adequado a operações em porta-aviões.

Algumas das modificações demandadas para o Gripen Naval incluem um trem-de-pouso do nariz mais robusto e longo, pneus mais largos e um novo amortecedor de choques, um novo trem-de-pouso capaz de absorver uma taxa de descida de 6,3 m/s, um gancho de arrasto reforçado e reposicionado em relação ao projeto original, novas técnicas de fabricação/materiais para blindar a estrutura da aeronave contra corrosão, assim como integração com um sistema de aproximação/aterrissagem.

O resultado será uma aeronave com um peso vazio inferior a 8.000 kg e com um peso total de combustível e armamentos de 8.500 kg. O raio de combate deverá ficar por volta de 1.250 km em um perfil de combate naval ou 1.400 km em um perfil ofensivo contra ataque aéreo. Nas operações em porta-aviões, o caça terá uma vida útil de 8.000 horas de voo, levando em conta uma distribuição mais homogênea entre operações em navios e baseadas em terra.

Fonte: Jane’s via Defesanet

Caças Gripen acumulam 130.000 horas de voo

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Saab Gripen C e D
Saab Gripen C e D

A frota de caças Gripen alcançou a marca de mais de 130.000 horas de voo. Os caças suecos estão em serviço operacional na República Tcheca, na Hungria, na África do Sul e na Força Aérea da Suécia, além de voar também na Empire Test Pilot School (ETPS).

A Força Aérea da Suécia é o maior operador do caça Gripen e seu primeiro esquadrão com a aeronave foi declarado operacional em 1997. A Força Aérea da República Tcheca recebeu seus Gripen C/D em 2005, seguido da Força Aérea da Hungria, em 2006. As entregas da Força Aérea da África do Sul começaram em 2008 e estão em andamento.

Esquadrão de caças Gripen da Hungria
Esquadrão de caças Gripen da Hungria

Incluido no número total de horas de voo estão os voos de testes feitos pelo Departamento de Teste de Voo da Saab, em Linköping, Suécia. Os Gripen C/D estão em constante desenvolvimento, com novos equipamentos e softwares. O novo Gripen NG Demonstrator também está sendo testado em voo, e o modelo NG concorre no programa F-X2 de modernização da Força Aérea Brasileira.

O primeiro caça Gripen C passa as 1.000 horas de voo.

Gripen C da Força Aérea da Suécia taxiando numa rodovia sueca
Gripen C da Força Aérea da Suécia taxiando numa rodovia sueca

A Força Aérea da Suécia colocou em serviço o caça Gripen C/D em 2005. O Gripen número 39.210 tornou-se o primeiro Gripen C a passar as 1.000 horas de voo, o qual foi alcançado no início desse mês. A aeronave está sendo operada pela F 17 Wing, em Ronneby e é mantida pela 171ª Companhia de Manutenção de Aeronaves.

Fonte: Saab

Primeiro reabastecimento aéreo para os pilotos dos Gripen suecos

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Esquadrão de Gripens da Suécia, com um KC-135 da França
Esquadrão de Gripens da Suécia, com um KC-135 da França

Os Gripen ficarão uma semana efetuando esse treinamento com um KC-135 da França

Pela primeira vez, uma unidade de pilotos suecos reabasteceram com sucesso as aeronaves Saab JAS 39 Gripen no ar. O reabastecimento aéreo tem sido possível desde as versões C/D do caça Gripen que foi introduzido em 2007 e agora é o momento dos pilotos suecos receberem o treinamento. A nova capacidade permite aos pilotos voarem mais de oito horas de cada vez e, além disso, cobrir grandes distâncias.

Três pilotos do Esquadrão F21 e três pilotos do Esquadrão F17 estão sendo treinados em reabastecimento aéreo num curso de uma semana de duração. Eles receberão a assistência de três instrutores da unidades de desenvolvimento tático JAS, que desenvolveu o pacote de treinamento. Uma vez que os seis pilotos completarem o treinamento, eles irão servir como instrutores nas suas respectivas unidades. Todos pilotos em operação na Força Aérea da Suécia deverão receber o mesmo treinamento.

O que distingue as versões C/D do Gripen, das versões anteriorer é que essas são equipadas com um receptáculo, um braço telescópico, que permite que a aeronave possa ser reabastecida no ar. A tarefa do piloto é inserir esse braço dentro de uma gôndola, que faz parte de uma haste flexível (que pode ser recolhida e extendida) com uma mangueira conectada no avião tanque. A Suécia atualmente não possui uma aeronave reabastecedora, então um KC-135 da Força Aérea Francesa será usada no treinamento.

Fonte: Saab

Gripens da Tailândia autorizados a usar armamentos feitos nos EUA

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Gripen da Tailândia
Gripen da Tailândia

Os Estados Unidos aprovaram a utilização dos sistemas de armas norte-americanos nos jatos Gripen da Real Força Aérea da Tailândia.

O porta-voz que representa a força aérea, Capitão Monthon Satchukorn, disse ontem que foi acordado, num encontro entre a força aérea da Tailândia e representantes dos Estados Unidos, que seis caças Gripen poderão usar armamentos dos EUA. Adicionou que os EUA também instalaram um software que permite o link entre os caças em uso pela Tailândia, F-16 e F-5, com os caças Gripen.

O software inclui um sistema para os mísseis ar-ar AIM-9M e AIM-120 C-5 , bombas de precisão e mísseis táticos ar-terra AGM-66 Maverick.

O Capitão Monthon disse que os Gripen também poderão ser equipadas com armamentos feitos em outros países. Os caças possuem um software padrão que permite acomodar outros tipos de armas.

A força aérea espera tirar de serviço seus 12 caças F-5 E/F feitos nos EUA, em operação na Ala 7, baseada em Surat Thani, a mais de 30 anos, quando entrar em serviço os 12 novos caças Gripen JAS-39 C/D.

Já estão confirmados os pedidos de seis caças suecos Gripen, num valor aproximado de 600 milhões de dólares, mas são necessários outros seis caças para completar o esquadrão.

A Força Aérea da Tailândia incialmente planejava fechar o pedido dessas outras seis aeronaves no ano fiscal de 2010, mas cortes no orçamento forçaram o atraso nessas entregas.

Metade dos primeiros seis caças Gripen estarão prontos para voar em janeiro de 2011.

A companhia sueca Saab está com o primeiro Gripen da encomenda pronto. A primeira aeronave está com a bandeira da Taliândia e o símbolo de tubarão da Ala 7 pintado na cauda e o primeiro voo de teste foi feito na metade de setembro.

Fonte: Bangkok Post

O Gripen NG a toda velocidade

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Gripen NG Demonstrator
Gripen NG Demonstrator

Na foto acima enviada pela assessoria da Saab, o Gripen NG Demonstrator decola com pilotos da FAB para um dos voos de avaliação. O NG continua progredindo em seu programa de testes, agora incrementado com vários sistemas táticos: um radar AESA, um novo sistema de comunicações via satélite, um sistema eletro-óptico de alerta contra mísseis, além de contar também com uma maior capacidade interna de combustível.

O objetivo do Programa do Gripen NG Demonstrator é apresentar as capacidades que serão incluídas na nova geração de caças Gripen.

Entre as novidades mais visíveis, destacam-se os sensores do sistema de alerta contra mísseis e a antena do sistema de comunicações via satélite.

O radar AESA, ou seja, o sistema de varredura eletrônica ativa, é um dos recursos modernizados do Gripen. Simplificando, pode-se dizer que se trata de um radar feito de muitos elementos diminutos de antena, montados de maneira a formar uma grande antena. Cada um destes elementos pode ser controlado individualmente, viabilizando as diversas novas funções. Anteriormente, o radar do Gripen tinha uma antena mecanicamente controlada, com capacidade para iluminar uma só área por vez. Um radar AESA pode rapidamente efetuar a varredura de grandes áreas, monitorar um maior número de alvos simultaneamente, além de conferir ao piloto maior flexibilidade operacional. O novo sistema de comunicações via satélite viabiliza comunicações de voz e dados, através de um satélite.

O Gripen demo já registrou 79 voos de teste, em sua primeira bateria de testes, quando foram testados principalmente a nova configuração do trem de pouso e o novo motor, o F414G. Na segunda bateria, iniciada nesta semana, já foram feitos dois voos de teste, obtendo resultados incentivadores. Além disso, o NG Demonstrator foi pilotado por oficiais brasileiros, nos testes de avaliação do Gripen NG para o programa FX-2. A equipe de avaliação pilotou o Gripen NG Demo, no início de abril de 2009. O objetivo destes testes, realizados pela FAB, foi verificar e avaliar o Gripen NG de última geração.

O relatório, em que o comitê brasileiro de avaliação analisa os três concorrentes, deverá ser entregue, em breve, ao conselho de defesa do País.

Fonte: Poder Aéreo

Gripen no Tiger Meet 2009

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Gripen do 211º Esquadrão Tático com as marcas do Tiger Meet
Gripen do 211º Esquadrão Tático com as marcas do Tiger Meet

Mais de 70 aeronaves participaram do 43º Tiger Meet da OTAN em 2009, incluindo os Gripen do 211º Esquadrão Tático da Base Aérea de Cáslav, da República Tcheca. A Força Aérea Tcheca é membro da Associação Tiger desde 1991 e no ano passado foi a primeira vez que participou do encontro com os Gripen.

O exercício de 2009 foi realizado na base aérea de Kleine Brogel, na Bélgica, e durante os 10 dias de vôo o esquadrão tcheco completou 37 missões. O comandante do 211º Esquadrão Tático da Base Aérea de Cáslav, Jaroslav Mika, afirmou que o exercício foi bem útil e também que o Tiger Meet 2009 foi um imenso benefício para o esquadrão Tcheco para a atual situação e também para o futuro.

Gripen da República Tcheca com as marcações de tigre características do exercício
Gripen da República Tcheca com as marcações de tigre características do exercício

As aeronaves Gripen da República Tcheca andaram ocupados durante o ano, devido ao envolvimento do esquadrão nas missões da OTAN de patrulhamento dos países bálticos, protegendo o espaço aéreo do próprio país e participando de diversos exercícios militares, além da participação em vários shows aéreos.

A participação no Tiger Meet 2009 da OTAN, ofereceu ao esquadrão a possibilidade de participar como membro definitivo da associação no próximo ano.

Fonte: SAAB

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